Cresce a proporção de negros no comando de grupos de pesquisa do país
A proporção de pesquisadores pretos e pardos que lideram grupos de pesquisa no Brasil praticamente triplicou entre 2000 e 2023: subiu de 8,1% para 22,6% do total, chegando a quase 15 mil dos 66 mil líderes do país.
Entre 2005 e 2025, o número de pardos com bolsas de iniciação científica do CNPq passou de 14,1% para 27,5%, enquanto os bolsistas de mestrado, de 13,9% para 26,6%, e os de doutorado de 13,2% para 26%. Entre os autodeclarados pretos, no mesmo período, a participação entre bolsistas de iniciação científica do CNPq foi de 2,9% para 8,8%; de mestrado, de 2,9% para 10,7%; e de doutorado de 2,8% para 9,5%.
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via Pesquisa Fapesp
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