Estudos suspeitos: Ferramenta examina títulos e resumos de artigos na área de oncologia em busca de indícios de fraude / Pesquisa Fapesp
Segundo o preprint, a prevalência de artigos falsos em biologia e medicina é estimada em 3%, mas a pesquisa sobre câncer estaria mais sujeita a fraudes pela alta pressão imposta a pesquisadores para publicar resultados. Os criadores da ferramenta enfatizam que especialistas humanos precisam checar se há falsos positivos na lista. Em entrevista à Nature, um porta-voz da Wiley, uma das editoras com estudos sob suspeição, foi nessa linha: “Estamos adotando a mesma abordagem tecnológica, mas verificada por humanos”.
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Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/estudos-suspeitos/

