“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

“Eu me sinto atacada”: o que pensam adolescentes trans sobre as restrições do Conselho Federal de Medicina / Jornal da USP

Uma pesquisa, realizada no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, aponta que adolescentes transgêneros, seus pais e cuidadores veem a Resolução nº 2.427/2025 do Conselho Federal de Medicina (CFM) como um retrocesso, uma regra ideologicamente motivada e sem embasamento científico. Promulgada em abril deste ano, a resolução veta a terapia hormonal para menores de 18 anos e proíbe a prescrição de bloqueadores hormonais da puberdade em crianças e adolescentes com disforia de gênero.

A Resolução nº 2.427/2025 também invalida uma regra anterior. Trata-se da Resolução nº 2.265/2019, também do CFM, que ampliou o acesso a tratamentos hormonais em adolescentes transgêneros. Para especialistas envolvidos na pesquisa, “restringir o acesso a esses cuidados pode agravar ainda mais as vulnerabilidades estruturais e psicossociais vivenciadas por essa população”. Os resultados foram descritos em artigo disponibilizado em versão preprint, que aguarda a revisão por pares.

#LGBTQIAP+ #PessoasTrans

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/eu-me-sinto-atacada-o-que-pensam-adolescentes-trans-sobre-as-restricoes-do-conselho-federal-de-medicina/

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