Educar para transformar / Jornal da Ciência
As propostas das redes públicas que buscam implementar e ampliar as chamadas “escolas cívico-militares” violam princípios da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente. Ao transferir para forças policiais ou militares funções de natureza pedagógica, que competem aos profissionais da educação, ocupam a escola pública com uma prática pautada na hierarquia e disciplina militar, restringindo um campo que deve ser regido pelo diálogo, pela liberdade e pela pluralidade de ideias. Decisões sobre modelos educacionais são de competência da União, e sua implementação deve respeitar diretrizes nacionais consolidadas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e no Plano Nacional de Educação.
#EscolasCívicoMilitares
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