Censurar ou proteger crianças? Livros infantis, uma “literatura sob vigilância”
Desde as suas origens, a literatura destinada ao público jovem é uma “literatura sob vigilância”, pois a religião, a escola e o poder político sempre buscaram garantir seu controle.
A vigilância religiosa remonta a práticas muito antigas (Inquisição e Indexação). Ela se expressa sobretudo por meio de intervenções de eclesiásticos no campo da literatura, como o abade Louis Bethléem, que publicou Romances para ler e Romances para proscrever. Tentativa de classificação do ponto de vista moral dos principais romances e romancistas (1904). Em 1927, um julgamento sensacional teve como alvo o padre, que havia se encenado rasgando revistas “licenciosas” em público.
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via The Conversation
Disponível em: https://theconversation.com/censurer-ou-proteger-les-enfants-les-livres-de-jeunesse-une-litterature-sous-surveillance-252939

