“A biblioteca deve ser um ato de rebelião permanente contra o esquecimento.” Entrevista com Fernando Baez, autor de A Nova História Universal da Destruição de Livros / Otlet
Fernando Báez mencionou em diversas entrevistas que, quando criança, morou em San Félix de Guayana, cidade próxima ao rio Caroní, afluente do rio Orinoco, na Venezuela. Havia uma biblioteca pública onde ele passava muito tempo e que era como um lar para ele. Até que um dia o Caroní transbordou e levou embora aquele lugar que ele tanto amava. Essa catástrofe marcaria sua vida para sempre, a ponto de hoje ele ser um renomado defensor do patrimônio cultural e um dos pesquisadores mais citados e traduzidos em questões de biblioclasmo. Em 2003, viajou ao Iraque como membro de uma missão internacional para avaliar os danos ao patrimônio cultural daquele país. Ele também obteve um doutorado em Biblioteconomia e, em 2008, tornou-se diretor da Biblioteca Nacional da Venezuela. A respeito da recente intervenção dos EUA em seu país natal, entramos em contato com ele para obter sua opinião.
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via Otlet

