O Poison Book Project e a importância da materialidade histórica do livro / Preservabiblio

O Poison Book Project e a importância da materialidade histórica do livro / Preservabiblio

Originado no âmbito da Biblioteca, Jardim e Museu Winterthur, junto à Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, o “Poison Book Project” foi criado para investigar o uso de pigmentos potencialmente tóxicos em encadernações de tecido do século XIX, principalmente o arsênico, que dá origem ao ‘verde venenoso’, mas também outros, como o mercúrio e o chumbo. Além disso, o projeto busca ainda explorar os riscos associados ao manuseio desse tipo de encadernação, presente em diversas bibliotecas.

À primeira vista, temos a impressão de que a preocupação primária do Projeto é garantir a saúde daqueles que precisam lidar com esses livros (afinal, é uma substância perigosa, mesmo que em baixa proporção) e ainda a preservação correta dos próprios ‘livros envenenados’ e dos outros ao redor, procurando a maneira correta de manusear, de permitir o acesso, de armazenar, etc.

#HistóriaDoLivro

via Preservabiblio

Disponível em: https://preservabiblio.substack.com/p/o-poison-book-project-e-a-importancia

Os tesouros da maior biblioteca de mentiras do mundo / BBC

Os tesouros da maior biblioteca de mentiras do mundo / BBC

“Conte-me uma mentira”, pedi a Earle Havens assim que começamos nossa conversa.

Ele ficou incomodado, mas não porque se sentisse insultado. Afinal, ele é um reconhecido especialista em falácias. Não só ele dá aulas sobre o tema na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, como também, na qualidade de curador de livros e manuscritos raros do Centro Stern para a História do Livro da universidade, ele supervisiona a Bibliotheca Fictiva de Falsificações Literárias e Históricas.

A biblioteca é uma extensa, excêntrica e excepcional coleção de enganos, falsificações e fraudes escritas que acompanharam nossa história cultural, desde relatos mentirosos de viagens da Grécia Antiga até extraterrestres maias inventados nos anos 1960.

A razão do desconforto de Havens não era por pedir que ele me contasse mentiras, mas sim por pedir apenas uma: “É como me perguntar qual é o meu filho favorito!”.

#HistóriaDosLivros #HistóriaDasBibliotecas #LeituraEscritaECultura #Desinformação

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c93w97n531go

A História do livro : marcos e transformações, por Ana Lúcia Merege / Divulga-CI

A História do livro : marcos e transformações, por Ana Lúcia Merege / Divulga-CI

““A História do livro” reúne os 38 textos que publiquei sobre o assunto durante a pandemia de COVID-19, como parte das minhas atribuições na Fundação Biblioteca Nacional. A escolha do tema, o processo de escrita e o formato adotado para a obra refletem não apenas minha trajetória profissional, mas também alguns dos interesses que me acompanham desde a adolescência”, recorda a bibliotecária Ana Merege, da Biblioteca Nacional.

#HistóriaDoLivro

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-10-out-2025/a-historia-do-livro-marcos-e-transformacoes-por-ana-lucia-merege/

Marcos e transformações da História do Livro: entrevista com Ana Lúcia Merege / RIC

Marcos e transformações da História do Livro: entrevista com Ana Lúcia Merege / RICI

Iniciamos a nossa entrevista parafraseando Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional. O mesmo, em comentário frente à obra e a autora, no Portal da Biblioteca Nacional, afirma que “O livro de Ana Lúcia Merege contribui decisivamente para o universo infinito do leitor, da leitura e da biblioteca. Trata-se de uma escritora e de uma pesquisadora de alta qualidade, que enriquece a Biblioteca Nacional, a partir de seu olhar sensível e aberto a todos os desafios da leitura do mundo e do mundo a leitura” (Biblioteca Nacional, 2025, online).

#Entrevista #HistóriaDoLivro

Disponível em: https://periodicos.ufersa.edu.br/ric/pt_BR/article/view/14273

O códice Voynich, o manuscrito mais estranho do mundo / National Geographic

O códice Voynich, o manuscrito mais estranho do mundo

O códice Voynich  encontra-se hoje conservado na Biblioteca Beinecke de Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale. Escrito em velino (um pergaminho fino), o códice tem cerca de 240 páginas (faltando algumas e havendo alguns desdobráveis) e mede 23,5 por 16,2 centímetros, com cinco de espessura. Contém centenas de desenhos e 37.919 palavras com 25 letras ou caracteres distintos, mas carece de autor, título, data e capítulos. As análises realizadas com carbono 14 permitiram datar a elaboração do pergaminho entre os anos 1404 e 1434. A letra é do tipo cursivo humanístico, com caracteres latinos, e foi usada na Europa Ocidental entre meados do século XV e o início do XVI.

#HistóriaDoLivro

via National Geographic

Disponível em: https://www.nationalgeographic.pt/historia/o-codice-voynich-o-manuscrito-mais-estranho-do-mundo_2944

Bibliotecas, livros e leituras sob clivagem transnacional / Livros Abertos USP

Bibliotecas, livros e leituras sob clivagem transnacional

Cada capítulo procura desenvolver uma reflexão sobre como as práticas de leitura em bibliotecas geram representações e modos de compreensão do mundo. A maior parte dos trabalhos da presente coletânea são inscritos em pesquisas que se debruçaram sobre os acervos das bibliotecas Paulo Bourroul e Macedo Soares, ambas pertencentes à Faculdade de Educação da USP. Mas há também pesquisas sobre circulação de livros e leituras, sobre coleções pedagógicas, sobre literatura infantil, sobre livros didáticos.

#HistóriaDoLivro #HistóriaDaLeitura #HistóriaDaEducação

via Livros Abertos USP

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1598

O manuscrito perdido há 400 anos sobre a lenda do rei Arthur e do mago Merlin que foi encontrado dentro de um livro / BBC

O manuscrito perdido há 400 anos sobre a lenda do rei Arthur e do mago Merlin que foi encontrado dentro de um livro

Durante 400 anos, esse frágil remanescente da famosa história medieval passou despercebido e chegou a ser reutilizado como capa de um livro na era elisabetana (o reinado de Elizabeth 1ª), para proteger um registro de propriedades.

O fragmento Suite Vulgate du Merlin (“Continuação vulgar de Merlin”) tem cerca de 700 anos e foi encontrado por um arquivista da biblioteca da Universidade de Cambridge, dobrado e costurado na capa de um registro do século 16.

#HistóriaDoLivro

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr4zdl65yveo

De ‘bibliomanía’ a ‘amarabunta’: as palavras que definem o amor pelos livros / The Conversation

De ‘bibliomanía’ a ‘amarabunta’: as palavras que definem o amor pelos livros

Em 2024, numa espécie de glossário intitulado Bibliopatias, bibliomanias e outros males livrescos , o seu autor, o italiano Antonio Castronuovo, exprimia assim esta diferença: “o bibliófilo possui os livros e o bibliomaníaco, pelo contrário, é possuído”.

O “fervor por ter livros” do bibliófilo, como diria o italiano Gaetano Volpi , está intuído na definição acadêmica de “bibliomania”: “propensão exagerada a acumular livros”. Este termo, que já tem uma longa história, foi cunhado no século XVII por Guy Patin , um médico da Faculdade de Medicina de Paris, que confessou sofrer deste tipo de obsessão. Mas a figura do “rato de biblioteca” já havia sido retratada em O Navio dos Loucos , poema que Sebastian Brant compôs em 1494 para criticar a sociedade de sua época.

#Livros #HistóriaDosLivros #Leitores #Bibliófilos

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/de-bibliomania-a-amarabunta-las-palabras-que-definen-el-amor-por-los-libros-254717

Bibliopegia antropodérmica, ou a encadernação de livros com pele humana / RCA

Bibliopegia antropodérmica, ou a encadernação de livros com pele humana

O artigo aborda a prática da bibliopegia antropodérmica, caracterizada pela encadernação de livros com revestimento de pele humana, explorando seu contexto histórico. Considerada rara e controversa, essa prática foi utilizada principalmente por colecionadores, especialmente médicos legistas, refletindo os valores culturais de épocas passadas. O artigo tem como objetivo apresentar definições e relações da prática deste revestimento sob um viés histórico, buscando ampliar os possíveis olhares acadêmicos sobre esses itens, além de apresentar alguns casos e formas de análises científicas utilizadas para testagem e comprovação. 

#HistóriaDoLivro #Bibliopegia

Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/rca/article/view/65273

A história do Livro: marcos e transformações / Ana Lúcia Merege

A história do Livro: marcos e transformações / Ana Lúcia Merege (2025)

O que conhecemos como “livro” chegou ao seu aspecto atual após passar por várias transformações, tanto materiais quanto no que diz respeito ao significado. Bem antes dele, porém, já existia a escrita, que pode ser entendida como um conjunto de sinais estabelecidos e usados por uma comunidade para representar a língua falada.

#HistóriaDoLivro #LivrosCI

Disponível em: https://www.gov.br/bn/pt-br/central-de-conteudos/producao/publicacoes/colecoes/cadernos-da-fbn/a-historia-do-livro-marcos-e-transformacoes/cbn21_digital.pdf

Os primeiros livros para cegos no Brasil / Pesquisa Fapesp

Os primeiros livros para cegos no Brasil

“Muitas escolas para cegos da Europa do século XIX utilizavam métodos de escrita em relevo baseadas no alfabeto romano linear e algumas tinham seus próprios códigos em relevo”, observa Leão. “Aos poucos, ao longo do século XIX, o braile foi se popularizando em todo o mundo como o melhor sistema de leitura e escrita em relevo para cegos.”

via Pesquisa Fapesp

#HistóriaDoLivro #Acessibilidade

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-primeiros-livros-para-cegos-no-brasil/

A evolução histórica dos formatos do livro / PublishNews

A evolução histórica dos formatos do livro

A obra é dividida em três pilares: sistemas de escrita, suportes e formatos; nos quais a autora questiona o que define um livro, nos provoca a refletir sobre seu impacto político e cultural ao longo do tempo – e sobre o que o futuro pode reservar para essa forma de comunicação que transcende o tempo. A autora, Cibele Bustamante, trabalhou como designer em várias editoras e em agências de comunicação tanto no Brasil como na Itália.

via PublishNews

#HistóriaDosLivros

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/01/13/a-evolucao-historica-dos-formatos-do-livro

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