Pesquisadores portugueses admitem ter incorrido em desvios éticos que não são considerados graves / Pesquisa Fapesp

Pesquisadores portugueses admitem ter incorrido em desvios éticos que não são considerados graves / Pesquisa Fapesp

Pesquisadores portugueses admitem ter incorrido em desvios éticos que não são considerados graves / Pesquisa Fapesp

Um levantamento realizado com 1.573 cientistas empregados em universidades de Portugal buscou mapear a prevalência no país de formas de má conduta consideradas de gravidade menor, as chamadas práticas questionáveis de pesquisa. O resultado foi contundente: 92% dos entrevistados admitiram ter incorrido nessas práticas pelo menos uma vez e 63% em até quatro vezes.

A maioria dos deslizes relatados estava relacionada à redação de trabalhos científicos, como “incluir autores que não contribuíram suficientemente”, “citar artigos sem consultar a fonte primária” e “não realizar uma revisão bibliográfica completa”. Também tiveram frequência elevada condutas como “formular hipóteses depois de conhecer os resultados” e “citar publicações apenas porque elas já eram reconhecidas pela comunidade científica”. Entre as menos mencionadas, de acordo com o estudo, estavam “usar a ideia de um pesquisador sem dar crédito” e “não divulgar conflitos de interesse”.

#MásCondutasCientíficas

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/praticas-questionaveis-2/

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