Tinder, fotografia e Ciência da Informação: o que uma pesquisa revelou sobre como decidimos a partir de imagens / Thiagoteca

Tinder, fotografia e Ciência da Informação: o que uma pesquisa revelou sobre como decidimos a partir de imagens / Thiagoteca

Tinder, fotografia e Ciência da Informação: o que uma pesquisa revelou sobre como decidimos a partir de imagens / Thiagoteca

A conclusão do estudo é que a fotografia em aplicativos de relacionamento cumpre uma função informacional precisa e identificável. Ela é indexada por algoritmos, que processam qualidade visual, popularidade do conteúdo e histórico de interações do usuário. E é indexada por pessoas, que aplicam critérios cognitivos, culturais e afetivos em frações de segundo.

Esses dois processos de indexação, o algorítmico e o humano, operam de forma paralela e se influenciam mutuamente. O algoritmo aprende com as escolhas das pessoas. As pessoas adaptam suas fotos às lógicas que percebem no algoritmo. É um ciclo de retroalimentação que a Ciência da Informação tem ferramentas para analisar.

A diferença em relação à indexação tradicional, praticada em bibliotecas, arquivos e museus, é que aqui o documento indexado é uma pessoa. E a decisão tomada a partir desse documento tem consequências que vão além da recuperação da informação.

#RecuperaçãoDaInformação #Tinder #Fotografias

via Thiagoteca

Disponível em: https://thiagoteca.wordpress.com/2026/04/22/analise-documentaria-tinder-ciencia-informacao-fotos-perfil/

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