A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

A interiorização da universidade brasileira / A Terra é redonda

O desafio consiste justamente em combinar presença, circulação e enraizamento.

Talvez tenha chegado o momento de uma segunda geração das políticas de interiorização. A primeira cumpriu uma tarefa histórica extraordinária: colocou universidades e institutos federais em lugares onde eles simplesmente não existiam. A próxima precisa enfrentar uma questão mais difícil: como transformar presença institucional em desenvolvimento territorial sem transformar trabalhadores em colonos encarregados de ocupar uma fronteira?

Isso exige políticas de desenvolvimento das cidades e regiões que recebem instituições federais; infraestrutura; transporte; cultura; conectividade; incentivos; redes de pesquisa; integração entre municípios; cooperação entre universidades, institutos federais e governos locais; e mecanismos capazes de fazer circular conhecimento entre centro e interior em ambas as direções. Sobretudo, exige abandonar uma concepção segundo a qual interiorizar significa apenas fixar.

#UniversidadesPúblicas #CiênciaBrasileira

via A Terra é redonda

Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/a-interiorizacao-da-universidade-brasileira/

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