Responsabilizar sem formar é só metade do trabalho / Limongi
O CNPq publicou em março de 2026 a Portaria nº 2.664 — a política de integridade científica mais abrangente já produzida por uma agência de fomento brasileira. Quarenta artigos. Oito capítulos. Um sistema que vai da advertência formal à suspensão do Currículo Lattes. Vale a leitura.
Mas o que me interessa aqui não é o que a portaria proíbe. É o que ela escolheu não fazer.
Em nenhum momento o texto menciona ferramentas de detecção de IA. Nenhuma referência a Turnitin, GPTZero ou qualquer mecanismo de rastreamento tecnológico. A IA generativa aparece no Art. 9 como um item dentro de uma política mais ampla de conduta — não como o problema central.
Essa escolha não é omissão. É posição. E é a posição correta.
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via Limongi
Disponível em: https://substack.com/home/post/p-193131983
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