Durante a Semana dos Livros Banidos, bibliotecários avaliam a ameaça da “censura branda”/ CT Mirror

Durante a Semana dos Livros Banidos, bibliotecários avaliam a ameaça da “censura branda”/ CT Mirror

Durante a Semana dos Livros Banidos, bibliotecários avaliam a ameaça da “censura branda”/ CT Mirror

Lançada pela ALA em 1982, a Semana dos Livros Banidos (*Banned Books Week*) é uma celebração de obras literárias banidas ou alvo de contestações, buscando também chamar a atenção para a censura em bibliotecas e distritos escolares de todo o país. Uma contestação formal de livro ocorre quando um indivíduo ou grupo de pessoas preenche a documentação necessária solicitando a realocação ou a remoção de uma obra.

No ano passado, o Escritório de Liberdade Intelectual da ALA registrou contestações a um total de 4.235 títulos distintos — desde *Sold*, de Patricia McCormick, que aborda o tráfico sexual infantil, até *Last Night at the Telegraph Club*, de Malinda Lo, cuja trama se passa em um bar lésbico na região da Baía de São Francisco (Califórnia) durante o período do macarthismo, na década de 1950. Segundo a ALA, mais de 90% dessas contestações partiram de “grupos de pressão”, como o *Moms for Liberty*, e de autoridades eleitas nas esferas municipal, estadual e federal. (…)

Nos últimos anos, ela tem demonstrado especial preocupação com o aumento do número de livros banidos nas escolas — a organização de defesa da literatura PEN America registrou 11.982 casos no ano letivo de 2025-2026. Quando um livro é banido ou sofre contestação, o processo “não permite que os leitores tenham acesso a uma literatura com a qual possam se identificar”, disse ela. “Se os livros são retirados das prateleiras, as obras não terão a chance de ser lidas.”

#Censura

Disponível em: https://ctmirror.org/2026/10/09/banned-books-week-librarians-soft-censorship/

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