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Bibliotecas em perigo / IFLA

Bibliotecas em perigo

No Dia Internacional dos Trabalhadores, nos esforçamos para celebrar, homenagear e ouvir os bibliotecários em todo o mundo. Seus esforços para servir suas comunidades são “incomparáveis” e eles merecem condições de trabalho valorizadas, equitativas, seguras e devidamente remuneradas. Onde quer que haja bibliotecas e bibliotecários, a vida é um pouco melhor, e sempre que é necessário enfrentar a injustiça, as bibliotecas são um dos seus baluartes mais importantes. Esta edição traz oito artigos em espanhol e três artigos em inglês, de todo o mundo.

#Bibliotecas #BibliotecasPúblicas #IFLA

via IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/e7a87358-f393-44e5-b481-68be3e162689

Profissionais de arquivos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional frente ao espelho / PPGCI – UFPB

Profissionais de arquivos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional frente ao espelho : uma pesquisa sobre suas necessidades informacionais com base no Modelo Sense-Making

Os resultados obtidos na pesquisa apontam que os profissionais de arquivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional têm necessidades informacionais variadas e para suprir essas necessidades utilizam diversas fontes de informação, tais como: banco de dados locais, páginas institucionais de consulta, internet, outros profissionais e instituições externas. Ainda, apresenta-se como resultado a existência de várias barreiras no processo de busca e uso da informação, entre elas a presença de variadas bases de dados informais, ausência de profissionais de apoio qualificados, estruturas físicas inadequadas, falta de capacitação interna e ausência de comunicação institucional.

#EstudosDeUsosEUsuários #IPHAN

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/34375

As primeiras revistas científicas no Brasil: A origem da comunicação científica / Ciência & Cultura

As primeiras revistas científicas no Brasil: A origem da comunicação científica

A ciência no Brasil deu seus primeiros passos nos jornais cotidianos e literários, como a Gazeta do Rio de Janeiro (1808), que trazia notícias de eventos científicos e memórias de estudiosos. Pouco depois, surgiram publicações pioneiras como “As Variedades ou Ensaios de Literatura” (1812), que é considerado o primeiro jornal literário brasileiro, publicado na Bahia. Apesar de breve, com apenas dois números, foi um marco inicial. E também “O Patriota” (1813-1814), o primeiro periódico brasileiro dedicado às ciências e artes, criado no Rio de Janeiro por Manuel Ferreira de Araújo Guimarães. Publicava artigos nacionais sobre progresso e desenvolvimento, refletindo o sentimento patriótico dos intelectuais brasileiros. Ambas as publicações enfrentaram desafios comuns à época, como a falta de assinantes e apoio financeiro, que limitavam sua duração.

#ComunicaçãoCientífica #CiênciaBrasileira

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8215

30 anos de internet comercial no Brasil: o que mudou desde então? / Olhar Digital

30 anos de internet comercial no Brasil: o que mudou desde então?

Nesta quinta-feira (1), a internet comercial completa 30 anos de existência no Brasil. Foi nesse dia que a Embratel, então estatal, permitiu que a população brasileira acessasse a web. Antes disso, foram 250 usuários que participaram de testes.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dados de agosto de 2024 dão conta de que a internet esteve presente em 92,5% (72,5 milhões) dos lares brasileiros no ano anterior.

#Internet

via Olhar Digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2025/05/01/internet-e-redes-sociais/30-anos-de-internet-comercial-no-brasil-o-que-mudou-desde-entao/

E se o Museu Afro Brasil não existisse? / Jornal da USP

E se o Museu Afro Brasil não existisse?

Em suma, a resposta à pergunta “E se o Museu Afro Brasil não existisse?” envereda-se por constatar que a ausência de espaço apropriado para o exercício de uma memória viva e provocativa seria um grande prejuízo cultural – um meio a menos na luta e na quebra de estruturas de poder e, acima de tudo, um lugar a menos onde seja possível criar futuros mais inclusivos. Porém, o Museu existe e tem se tornado cada vez mais instrumento de pesquisa, educação, extroversão e, acima de tudo, território de debate sobre as relações étnico-raciais – um espaço de resistência e de justiça social.

#MuseuAfroBrasileiro #Museus

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/alecsandra-matias-de-oliveira/e-se-o-museu-afro-brasil-nao-existisse/

Declaração da IFLA sobre direitos autorais e inteligência artificial (IA) / IFLA

Declaração da IFLA sobre direitos autorais e inteligência artificial (IA)

O surgimento das tecnologias de IA levanta muitas considerações para as bibliotecas, incluindo como o conteúdo é usado e por quem. As bibliotecas estão em uma posição única para liderar neste espaço, afirmando e avançando seu papel como inovadoras – desde o suporte ao treinamento de IA, incluindo conteúdo gerado por IA em coleções de bibliotecas, uso para auxiliar na catalogação e descoberta de coleções/itens, e melhorando e fornecendo de forma mais eficiente serviços essenciais de biblioteca, como serviços de referência e empréstimo entre bibliotecas.

#DireitosAutorais #IFLA #IA #Bibliotecas

via IFLA

Disponível em: https://repository.ifla.org/items/e9f1f982-7876-46ed-91f9-e508a60cda72

Declaração de posição da Wiley sobre a extração ilegal de conteúdo protegido por direitos autorais por desenvolvedores de IA / Wiley

Declaração de posição da Wiley sobre a extração ilegal de conteúdo protegido por direitos autorais por desenvolvedores de IA

– Desenvolvedores e empresas de IA devem obter autorização antes de usar o conteúdo da Wiley, ou o conteúdo que publicamos para nossos parceiros, para desenvolvimento, treinamento ou implementação de IA.
– A Wiley reservou consistentemente e publicamente todos os direitos sobre nossos materiais protegidos por direitos autorais; não há permissão implícita sem uma licença adequada.
– Atribuição transparente e procedência de dados são componentes essenciais do desenvolvimento ético da IA.

#Wiley #DireitosAutorais #IA

via Wiley

Disponível em: https://www.wiley.com/en-us/terms-of-use/ai-principles/wiley-statement-illegal-scraping-ai-copyright

23 de abril: Dia do Livro e dos Direitos Autorais / Biblioteca Central da UFRGS

23 de abril: Dia do Livro e dos Direitos Autorais

Em 1995, a Conferência Geral da UNESCO declarou o dia 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais para prestar uma homenagem aos livros e aos autores de todo o mundo, além de um incentivo à leitura!

O dia 23 de abril é a data em que vários autores proeminentes, como William Shakespeare e Miguel de Cervantes morreram. Assim, é uma data simbólica na literatura mundial.

#DireitosAutorais

via Biblioteca Central da UFRGS

Disponível em: https://www.ufrgs.br/bibliotecacentral/23-de-abril-dia-do-livro-e-dos-direitos-autorais/

“O Som da Ciência” traz a nova geopolítica científica / Jornal da Ciência

“O Som da Ciência” traz a nova geopolítica científica

Entrando na 8ª temporada, o podcast “O Som da Ciência” aborda a nova geopolítica científica gerada a partir da mudança de comando nos Estados Unidos em janeiro de 2025.

Ao completar os primeiros 100 dias de governo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu assessor para assuntos de gestão pública, o bilionário Elon Musk, deixaram um rastro de destruição em várias áreas.

#Ciência #GovernoTrump

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/o-som-da-ciencia-traz-a-nova-geopolitica-cientifica/

Ciência cidadã amplia informações sobre poluição no mar, mas padronização e uso dos dados ainda são desafios / Bori

Ciência cidadã amplia informações sobre poluição no mar, mas padronização e uso dos dados ainda são desafios

A ciência cidadã é uma prática em que pessoas não acadêmicas colaboram com cientistas em atividades de pesquisa. Cientistas, gestores e outros profissionais que aplicam ciência cidadã em projetos sobre poluição marinha relatam que a abordagem tem impacto positivo na educação da população, contribuindo para o aumento de dados coletados e para a efetiva redução dos resíduos nos ecossistemas costeiros. Por outro lado, a dificuldade em manter o engajamento contínuo dos voluntários, a falta de recursos financeiros para as atividades e falta de reconhecimento da validade científica por parte de tomadores de decisão são barreiras para que a prática atinja seu potencial.

#CiênciaCidadã

via Bori

Disponível em: https://abori.com.br/oceanografia/ciencia-cidada-amplia-informacoes-sobre-poluicao-marinha-mas-padronizacao-uso-dos-dados-ainda-sao-desafios/

Ativismo de mulheres indígenas em ambientes digitais – Entrevista com Lorena Cruz Esteves / Divulga-CI

Ativismo de mulheres indígenas em ambientes digitais – Entrevista com Lorena Cruz Esteves

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Lorena Cruz Esteves, doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Pará e jornalista na Secretaria de Comunicação do Estado. Em sua tese, premiada nacionalmente, Lorena analisou o ativismo de mulheres indígenas e mostra e como elas utilizam as linguagens da comunicação digital como instrumento de resistência. Na entrevista, compartilha sua trajetória acadêmica e aprendizados construídos com as protagonistas da pesquisa.

#Entrevista #PovosIndígenas #Ativismo

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-4-abr-2025/ativismo-de-mulheres-indigenas-em-ambientes-digitais-entrevista-com-lorena-cruz-esteves/

Aumento de Metadados Usando PNL, Aprendizado de Máquina e Chatbots de IA: Uma Comparação

Aumento de Metadados Usando PNL, Aprendizado de Máquina e Chatbots de IA: Uma Comparação

Descobrimos que os chatbots de IA têm desempenho semelhante entre eles, superando os métodos de aprendizado de máquina que testamos, mostrando sua vantagem quando o método depende de dados locais para treinamento. Também descobrimos que, embora trabalhar com chatbots de IA seja mais fácil do que com código, obter resultados úteis deles ainda representa um desafio para o usuário. Além disso, encontramos erros conceituais alarmantes na saída de alguns chatbots, como a impossibilidade de contar o número de linhas de nossas entradas, o que justifica o erro como “erro humano”. Embora isso não seja uma evidência completa de que chatbots de IA podem ser usados ​​efetivamente para classificação de metadados, acreditamos que as informações fornecidas neste trabalho podem ser úteis para bibliotecários e curadores de dados no desenvolvimento de caminhos para a integração e o uso de ferramentas de IA para tarefas de curadoria de dados ou ampliação de metadados.

#Metadados #IA #IndexaçãoAutomática

Disponível em: https://arxiv.org/abs/2504.17189