Plataforma colaborativa de imagens usa ciência da informação para divulgar patrimônio cultural lusófono / Jornal da USP

Plataforma colaborativa de imagens usa ciência da informação para divulgar patrimônio cultural lusófono / Jornal da USP

O campo da biblioteconomia e ciência da informação possui uma área dedicada a produzir vocabulários controlados que representam um determinado domínio do conhecimento. No caso da equipe do Experiência Arquigrafia 4.0, projeto temático apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU), o foco está na arquitetura e urbanismo.

Nesse sentido, há um esforço dos pesquisadores do projeto em contribuir com o Getty Vocabulary Program (Programa de Vocabulário do Getty, em tradução livre), do Getty Research Institute (GRI), localizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, a partir do vocabulário controlado construído para a plataforma colaborativa Arquigrafia, que permite recuperar as fotografias digitais de edificações e espaços urbanos compartilhadas pela comunidade de países de língua portuguesa.

#PatrimônioCultural #Portugal #VocabulárioControlado

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/universidade/plataforma-colaborativa-de-imagens-usa-ciencia-da-informacao-para-divulgar-patrimonio-cultural-lusofono/

A perspectiva sociocultural na organização e representação da informação e do conhecimento (ORIC) na curadoria digital de patrimônios culturais / PPGCI – UEL

A perspectiva sociocultural na organização e representação da informação e do conhecimento (ORIC) na curadoria digital de patrimônios culturais / PPGCI – UEL

A pesquisa evidenciou que a curadoria digital, ao atuar entre o controle técnico e a via simbólica, coloca os metadados como construções sociotécnicas que expressam escolhas e interpretações, demonstrando que as abordagens socioculturais estão diretamente ligadas às formas pelas quais comunidades constroem e disputam significados. A curadoria digital, portando, ao integrar processos da ORIC, permite compreender as dinâmicas socioculturais e informacionais dos domínios em que atua.

#OrganizaçãoDoConhecimento #PatrimônioCultural #CuradoriaDigital

Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/a234f682-f18c-4589-a26f-c3e61d032e21

Uma análise das políticas de memória e patrimônio da cidade de Contagem a partir da Lei Robin Hood (1995-2023) / PPGCI-UFMG

Uma análise das políticas de memória e patrimônio da cidade de Contagem a partir da Lei Robin Hood (1995-2023)

Uma das propostas da pesquisa era analisar se a política do ICMS do Patrimônio Cultural em Minas Gerais contribuiu para uma gestão mais eficiente do patrimônio das cidades. Nesse quesito, a partir do que foi discutido no capítulo 3, observou-se que sim, porém a metodologia adotada pelo IEPHA para a execução da Política do ICMS Cultural em Minas Gerais pode causar disparidades, uma vez que não leva em consideração as singularidades dos municípios. Os critérios quantitativos nem sempre refletem a realidade de um lugar e seus problemas diários na preservação do patrimônio cultural local.

#PatrimônioCultural

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/82766

A celebração da tradição e diversidade como patrimônio vivo – Origem Nordestina / CI Express

A celebração da tradição e diversidade como patrimônio vivo – Origem Nordestina

A quadrilha junina Origem Nordestina, tema do artigo científico de Paulo Vitor dos Santos Crispim e Fabio Assis Pinho, publicado na revista Ciência da Informação Express (2025), foi reconhecida como patrimônio vivo de Recife em dezembro de 2023. Com 30 anos de trajetória, o grupo é celebrado por sua contribuição à memória cultural e pela promoção da diversidade no cenário das festas juninas. O título, conferido pelo Decreto Municipal nº 35.276/2022, reforça o papel essencial da quadrilha como elemento de identidade e preservação cultural.

#Nordeste #PatrimônioCultural

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/a-celebra%C3%A7%C3%A3o-da-tradi%C3%A7%C3%A3o-e-diversidade-como-patrim%C3%B4nio-vivo-origem-nordestina

Instituições culturais e pessoas interessadas podem participar da construção da Carta do Patrimônio Cultural e Mudanças Climáticas / ICOM

Instituições culturais e pessoas interessadas podem participar da construção da Carta do Patrimônio Cultural e Mudanças Climáticas

Nós, signatários desta Carta, reconhecendo a emergência e a magnitude da crise climática global, afirmamos que o patrimônio cultural — em suas múltiplas formas materiais e imateriais, tangíveis e intangíveis —constitui um elemento fundamental para a construção de sociedades resilientes, justas e sustentáveis.
A presente Carta consolida os resultados de um processo colaborativo, com ênfase na escuta ativa e construção conjunta de estratégias de salvaguarda do patrimônio cultural frente à crise climática através de oficinas pelos seis principais biomas brasileiros.

#MudançasClimáticas #PatrimônioCultural #ICOM

via ICOM

Disponível em: https://www.icom.org.br/carta-patrimonio-cultural-e-mudancas-climaticas/

Patrimônio cultural e os marcadores sociais da diferença: reflexões sobre o monumento de paulette nardal nos jogos olímpicos de 2024 / InfoHome

Patrimônio cultural e os marcadores sociais da diferença: reflexões sobre o monumento de paulette nardal nos jogos olímpicos de 2024

Durante as Olimpíadas de Paris 2024, realizadas de 26 de julho a 11 de agosto, o Governo Francês promoveu uma homenagem a dez mulheres que contribuíram, de formas diferentes, para a história da França (…). Para isso, apresentou um monumento para cada uma das personagens, inaugurados solenemente na abertura dos Jogos Olímpicos 2024, às margens do Rio Sena.
As mulheres homenageadas foram selecionadas por suas contribuições significativas para a história da França, atuando em diversas áreas, como ciência, política, literatura e ativismo social. As escolhidas têm em comum o fato de terem desafiado normas sociais e culturais de seu tempo, muitas vezes posicionando-se contra as opressões de gênero e outras formas de marginalização. Essa homenagem reflete uma tentativa de corrigir a invisibilidade histórica das mulheres e de outros grupos marginalizados nos espaços urbanos, nos quais os monumentos frequentemente perpetuam narrativas centradas em homens, em especial aqueles em posições de poder.

via InfoHome

#PatrimônioCultural #Olimpíadas #MarcadoresSociaisDaDiferença

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/pesquisa_conteudo.php?cod=1584

Não seja um dinossauro: ou os benefícios da cultura aberta

No espaço digital, muito conteúdo do patrimônio cultural não é acessível, compartilhável ou (re)utilizável abertamente, ou seja, disponível gratuitamente e com poucas ou nenhuma restrição de direitos autorais sobre acesso e (re)uso por qualquer pessoa para qualquer propósito. Essa incapacidade de interagir com manifestações e representações do patrimônio cultural no espaço digital resulta em uma desconexão entre as pessoas e o patrimônio.

Por exemplo, frequentemente:
• acadêmicos não podem reutilizar livremente o patrimônio para fins de pesquisa
• artistas não podem remixar o patrimônio em novas criações
• o público em geral não pode aprender sobre o passado para dar sentido ao presente e moldar o futuro — uma realidade que é difícil de aceitar, pois, de acordo com a UNESCO, “um mundo sem cultura é um mundo sem futuro

#PatrimônioCultural #CulturaAberta

Disponível em: https://creativecommons.org/wp-content/uploads/2024/04/Dont-Be-a-Dinosaur-or-The-Benefits-of-Open-Culture.pdf

Presidente Lula sanciona lei que reconhece Sairé como manifestação cultural nacional / MINC

Presidente Lula sanciona lei que reconhece Sairé como manifestação cultural nacional

Repleta de simbolismo, a Festa é marcada por procissões, missas e outras atividades católicas que atraem centenas de fieis para louvar o Divino Espírito Santo.

Segundo historiadores, a festividade foi introduzida na Amazônia durante as missões evangelizadoras dos padres jesuítas no fim do século 17. Um dos elementos mais simbólicos da celebração é o Arco do Sairé, que remete a um escudo português, representando a influência da colonização e a devoção ao Divino Espírito Santo.

via MINC

#PatrimônioCultural

Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/presidente-lula-sanciona-lei-que-reconhece-saire-como-manifestacao-cultural-nacional

O papel da ciência da informação na documentação dos blocos de rua / CI Express

O papel da ciência da informação na documentação dos blocos de rua

O estudo “Blocos de rua no Carnaval Brasileiro: entrelaçando alegria, transformação e inclusão social” oferece uma visão detalhada de como os blocos carnavalescos têm evoluído para além de meras festividades, transformando-se em verdadeiras plataformas de inclusão e promoção da diversidade social.

via CI Express

#PatrimônioCultural

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/o-papel-da-ci%C3%AAncia-da-informa%C3%A7%C3%A3o-na-documenta%C3%A7%C3%A3o-dos-blocos-de-rua

Descolonizando museus: Patrimônio Cultural Africano em Museus Europeus, uma perspectiva diaspórica do contato

Descolonizando museus: Patrimônio Cultural Africano em Museus Europeus, uma perspectiva diaspórica do contato

Os artefatos culturais africanos alojados em museus europeus têm suscitado diálogos internacionais, incluindo o debate sobre a restituição, e têm sido um elemento crucial das lutas decoloniais. Historicamente, desde as suas origens modernas nos séculos 18th e 19th, a lógica colonial que rege os museus ocidentais tem vindo a estabelecer progressivamente narrativas únicas sobre os objetos africanos, limitando a amplitude das suas nuances históricas. Esta dissertação gira em torno de uma questão crucial: Que ferramentas podem contribuir para a descolonização dos museus?

#Museus #PatrimônioCultural #Decolonização

Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/161551

Entrevista com Thalyta Barboza sobre sua pesquisa que explora o reconhecimento do Jornal A União como Patrimônio Cultural / Divulga-CI

Entrevista com Thalyta Barboza sobre sua pesquisa que explora o reconhecimento do Jornal A União como Patrimônio Cultural

Em sua dissertação, intitulada “A memória nas Páginas do Jornal A União: características para reconhecimento como patrimônio cultural”, Thalyta buscou discutir as características do Jornal A União, enquanto espaço de memória. O Jornal “A União”, segundo a pesquisadora, faz parte da historiografia paraibana, que desde sua fundação, ainda 1873, registra a história o cotidiano do povo paraibano e os mais diversos acontecimentos históricos. Nesse contexto, a pesquisadora levantou as características do jornal, as legislações e tentativas do governo para torná-lo patrimônio histórico cultural. Thalyta nos conta, nesta entrevista, como se deu o desenvolvimento de sua pesquisa, suas perspectivas e experiências no mestrado.

via Divulga-CI

#PatrimônioCultural #Entrevista

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-8-ago-2024/entrevista-com-thalyta-barboza-sobre-sua-pesquisa-que-explora-o-reconhecimento-do-jornal-a-uniao-como-patrimonio-cultural/

Entrevista com Luís Vanin sobre sua pesquisa que analisou a organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis / Divulga-CI

Entrevista com Luís Vanin sobre sua pesquisa que analisou a organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis

Confira nossa entrevista com o pesquisador e bibliotecário Luís Vanin, que é mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorando pelo mesmo programa. Em sua pesquisa, Luís analisa a organização das memórias e patrimônios culturais LGBTQIAPN+ de Florianópolis, visando entender como seria possível organizá-los de maneira mais justa e inclusiva. Na entrevista, conheça um pouco sobre as influências científicas, suas expectativas e as dicas do pesquisador.

#PatrimônioCultural #LGBTQIAP+

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-8-ago-2024/entrevista-com-luis-vanin-sobre-sua-pesquisa-que-analisou-a-organizacao-das-memorias-e-patrimonios-culturais-lgbtqiapn-de-florianopolis/