“Ciência nunca é uma atividade solitária.” / Ciência e Cultura

“Ciência nunca é uma atividade solitária.” / Ciência e Cultura

“Ciência nunca é uma atividade solitária.” / Ciência e Cultura

Quando Giovanna Machado fala sobre ciência, a escala pode mudar radicalmente. No laboratório, ela trabalha com materiais tão pequenos que precisam ser observados em escala nanométrica para revelar propriedades capazes de produzir efeitos em dimensões muito maiores. Mas sua atuação científica também se volta para desafios concretos — energia, água, saúde e sustentabilidade — e para uma questão igualmente urgente: quem tem a oportunidade de participar da construção da ciência brasileira.

Em 2026, ela se tornou a primeira pesquisadora nível 1A do CNPq no Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (CETENE), onde é pesquisadora titular e atualmente ocupa o cargo de diretora. A conquista representa o reconhecimento de uma trajetória dedicada à Ciência dos Materiais e à Química, mas também ganha significado especial por acontecer em uma instituição de pesquisa localizada no Nordeste. “Visibilidade científica não deve ser confundida com qualidade, mas a ausência de visibilidade pode limitar oportunidades, colaborações e recursos”, afirma.

#MulheresNaCiência

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=11041

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