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Entre livros e dedicatórias, Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira revelam laços de uma geração literária / Divulga-CI

Entre livros e dedicatórias, Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira revelam laços de uma geração literária / Divulga-CI

Pesquisa da Universidade Federal do Ceará revela relações de amizade, sociabilidade e memória preservadas na literatura brasileira do século XX.
Conheça a dissertação “Rede de afeto e memórias: uma análise de conteúdo das dedicatórias manuscritas entre Rachel de Queiroz e Manuel Bandeira”, de Ana Wanessa Barroso Bastos (2024), orientada pelo Prof. Dr. Jefferson Veras Nunes.

#Literatura

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/entre-livros-e-dedicatorias-rachel-de-queiroz-e-manuel-bandeira-revelam-lacos-de-uma-geracao-literaria/

Fascismo em rede: por que o conhecimento se tornou alvo de ataques? / Jornal da USP

Fascismo em rede: por que o conhecimento se tornou alvo de ataques? / Jornal da USP

“As instituições de ensino superior, especialmente aquelas voltadas às ciências humanas, vêm sendo, há décadas, alvo de discursos que as acusam de promover doutrinação ideológica de esquerda”, afirma Marcelo de Trói, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e primeiro autor do artigo. Segundo o pesquisador, esse tipo de narrativa procura deslegitimar a produção do conhecimento científico ao apresentar universidades, professores e pesquisadores como agentes de um projeto político-partidário. Na avaliação de Trói, esse discurso ganhou força nos últimos anos com a ampliação das redes sociais e passou a alimentar ações de confronto contra instituições acadêmicas, transformando os campi universitários em alvos de mobilizações de grupos de extrema-direita.

#DiscursoDeÓdio #USP #MídiasSociais

Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/fascismo-em-rede-por-que-o-conhecimento-se-tornou-alvo-de-ataques/

A Grokipedia parou de revisar edições em abril. Não avisou ninguém / Lawfare

A Grokipedia parou de revisar edições em abril. Não avisou ninguém / Lawfare

Sistemas de referência gerados por inteligência artificial (IA) estão a caminho de se tornar uma parte significativa da infraestrutura do conhecimento público. A Grokipedia — a enciclopédia que a xAI lançou em outubro de 2025 como uma alternativa à Wikipédia escrita por máquinas — é o exemplo atual mais claro disso: seus verbetes são redigidos e mantidos por um modelo de linguagem de grande porte que decide não apenas o que escrever, mas também quando editar a si mesmo.

É por isso que é relevante o fato de a Grokipedia aparentemente não ter atualizado nenhum artigo desde 24 de abril. A enciclopédia parou de editar a si mesma e de processar sugestões de edição feitas por humanos. Pelo que se pode constatar, nenhum verbete sofreu alterações há mais de três meses.

#Grokipedia

Disponível em: https://www.lawfaremedia.org/article/grokipedia-stopped-reviewing-edits-in-april.-it-didn-t-tell-anyone

A internet era alugada / B9

A internet era alugada: O Google segue lendo o nosso site. Só parou de mandar gente / B9

O acordo era simples, e mesmo sem ninguém nunca ter assinado nada, a gente obedecia. O Google entrava no site, organizava o que a gente publicava e, em troca, mandava audiência. Hoje ele continua entrando, continua lendo, continua usando. Só que, em vez de mandar a pessoa pra cá, entrega uma respostinha pronta.

#Google

via B9

Disponível em: https://www.b9.com.br/a-internet-era-alugada/

Código de Ética de Catalogação / ALA

Código de Ética de Catalogação / ALA

O termo ética da catalogação é definido como um conjunto de princípios e valores que fornecem
uma estrutura de tomada de decisão intencional para aqueles que trabalham em cargos de
catalogação ou metadados.
Um subconjunto da biblioteconomia crítica, a catalogação crítica concentra-se em compreender
e mudar a forma como as organizações de conhecimento codificam os sistemas de opressão.
O termo catalogador é usado como abreviação para se referir a qualquer pessoa envolvida no
trabalho de catalogação e criação de metadados.

(Tradução para o português (Brasil) por Zaira Regina Zafalon e Isabel Cristina Ayres da Silva
Maringelli.)

#Catalogação #CódigoDeÉticaProfissional

Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1PvXtZMrG-5KGqSAkYK80_WxYQY99d7Jo/view

Metodologias de Análise de Assunto / BRAJIS

Metodologias de Análise de Assunto: mapeamento e sistematização das abordagens / BRAJIS

O levantamento bibliográfico identificou 144 documentos, dos quais 53 compuseram o corpus analítico destinado à sistematização das metodologias, enquanto outros 13 foram utilizados para complementar a fundamentação teórica e a discussão dos resultados. As metodologias foram examinadas segundo quatro dimensões analíticas: fundamentos teóricos, estratégias metodológicas, operacionalidade e aplicabilidade, e contribuições e limitações, sendo posteriormente agrupadas em seis abordagens predominantes: heurísticas empíricas, relacionais, cognitivas, construcionistas, normativas e observacionais. A análise evidencia que a evolução dessas propostas acompanha as transformações epistemológicas da Organização do Conhecimento e demonstra que nenhuma metodologia, isoladamente, contempla a complexidade da análise de assunto. Ao reunir e analisar criticamente essas propostas, o estudo oferece um panorama das principais metodologias de análise de assunto e fornece subsídios para futuras pesquisas e para o aperfeiçoamento das práticas de indexação.

#Indexação

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/18468

Produtos e serviços das bibliotecas escolares da Rede Marista de Porto Alegre e Região Metropolitana / RISC

Produtos e serviços das bibliotecas escolares da Rede Marista de Porto Alegre e Região Metropolitana / RISC

Os serviços e produtos das bibliotecas atendem à demanda, mesmo sem a intencionalidade específica de prevenir a desinformação. Por meio das atividades de orientação científica, os bibliotecários desempenham um papel de educadores, preparando os estudantes para fazer uso consciente das informações, mesmo que seu enfoque não seja a desinformação. (…) As bibliotecas escolares estudadas são atuantes na construção da consciência cidadã, cumprindo os ideais de sua mantenedora por meio de seus produtos e serviços.

#ProdutosEServiços #BibliotecasEscolares

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42330

Como os critérios de avaliação de bolsas de pesquisa moldam o valor dos periódicos: o caso da SciELO na Fondecyt / Research Evaluation

Como os critérios de avaliação de bolsas de pesquisa moldam o valor dos periódicos: o caso da SciELO na Fondecyt / Research Evaluation

Ao demonstrar como os regimes de avaliação e as infraestruturas bibliográficas condicionam a visibilidade, o estudo evidencia mecanismos estruturais que reproduzem desigualdades globais na comunicação científica. Os resultados trazem implicações diretas para a reforma da avaliação de pesquisas, sugerindo a necessidade de superar a inclusão em bases de dados como indicador de qualidade e de fortalecer o reconhecimento de sistemas regionais de publicação em acesso aberto.

#ComunivaçãoCientífica #AvaliaçãoDaCiência #Periódicos

Disponível em: https://doi.org/10.1093/reseval/rvag049

Por que as más notícias se espalham mais do que as boas notícias? / Scimago EPI

Por que as más notícias se espalham mais do que as boas notícias? / Scimago EPI

“Se sangra, vira manchete.” Este velho ditado do jornalismo anglo-saxão resume uma realidade que pesquisas vêm documentando há décadas: notícias negativas atraem mais atenção, são mais facilmente lembradas e compartilhadas mais amplamente do que notícias positivas. Isso não é mera intuição jornalística, mas sim o resultado da interação entre nossa psicologia, as rotinas profissionais da mídia e, mais recentemente, os algoritmos das plataformas digitais. (…)

Por mais de meio século, estudamos como a mídia constrói a agenda pública. Na próxima década, talvez precisemos estudar como os modelos de linguagem reconstroem essa agenda, sintetizando milhões de agendas anteriores. Eles não substituem a mídia, mas estão se tornando os principais intérpretes do que a mídia noticiou sobre o mundo.

A mídia noticia os acontecimentos; a ciência estuda as tendências; e os modelos de linguagem tentam sintetizar ambos. Esperemos que nenhum dos três ofusque os outros. Um acontecimento sem contexto pode levar ao alarmismo; uma tendência sem acontecimentos carece de credibilidade. Compreender o mundo exige ambas as perspectivas.

#Notícias #Jornalismo #IA

via Scimago EPI

Disponível em: https://www.scimagoepi.com/por-que-las-malas-noticias-se-difunden-mas-que-las-buenas/

Ideb 2025: não é o caso de comemorar e sim de refletir / Jornal da USP

Ideb 2025: não é o caso de comemorar e sim de refletir / Jornal da USP

O Ministério da Educação (MEC) divulgou na última quarta-feira (5) o mais recente boletim do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) sobre o desempenho da educação básica brasileira relativo ao ano de 2025. De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Ideb do ensino fundamental brasileiro nas redes públicas e privadas passou de 6 para 6,3 nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano) e de 5 para 5,3 nos anos finais (do 6º ao 9º ano). Por sua vez, o Ideb do ensino médio em ambas as redes passou de 4,3 para 4,5. No tocante apenas à rede pública, o resultado passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais; de 4,7 para 5,0 nos anos finais; e de 4,1 para 4,3 no ensino médio. Com isso, o Ideb obteve, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.

via Jornal da USP

#IDEB

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ideb-2025-nao-e-o-caso-de-comemorar-e-sim-de-refletir/

Percursos de pesquisa em Ciência da Informação: duas coletâneas que celebram a graduação, por Zaira Zafalon e Márcia Ivo Braz / Divulga-CI

Percursos de pesquisa em Ciência da Informação: duas coletâneas que celebram a graduação, por Zaira Zafalon e Márcia Ivo Braz / Divulga-CI

“Ao dar voz e visibilidade a discentes e orientadores de todo o país, esperamos ter oferecido à comunidade acadêmica um recurso valioso para o ensino, a pesquisa e a extensão, reafirmando o compromisso da Abecin com a formação de profissionais críticos, éticos e tecnicamente preparados para os desafios contemporâneos.” destacam as pesquisadoras Dra. Zaira Zafalon e Dra. Márcia Braz, da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação.

via Divulga-CI

#LivrosCI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/percursos-de-pesquisa-em-ciencia-da-informacao-duas-coletaneas-que-celebram-a-graduacao-por-zaira-zafalon-e-marcia-ivo-braz/

Prática profissional e ética: por que os bibliotecários brasileiros chamam de código de ética ao seu código de conduta profissional / Infohome

Prática profissional e ética: por que os bibliotecários brasileiros chamam de código de ética ao seu código de conduta profissional / Infohome

O Programa FAIFE – Free Access to Information and Freedom of Expression – da IFLA* arrola 34 países (exceto o Brasil) que dispõem de dispositivos de regulação da prática profissional. Tais dispositivos são definidos como diretrizes para orientar a atuação de bibliotecários e de outros empregados em bibliotecas e são adotados por iniciativa de bibliotecas nacionais ou associações de bibliotecários ou implementados por organismos governamentais. Esses dispositivos não são denominados exclusivamente de Código de Ética. Na verdade, é possível observar doze formas distintas de designação, que abaixo estão descritas, tendo, ou não, a menção “ética” e os países ou regiões que os adotam:

a) Código de Ética do (ou para o) bibliotecário: Coréia, Eslovênia, Estônia, Hungria, Indonésia, Israel, Japão, Lituânia, Polônia e Ucrânia.
b) Código de Ética: Croácia, Hong Kong (China), Jamaica, Malaisia, República Checa, Singapura e Estados Unidos da América.
c) Código de Ética Profissional: Chile, Federação Russa, México e Portugal.
d) Código de Ética para Bibliotecários registrados: Filipinas
e) Código de Conduta e Ética Profissional: Sri Lanka
f) Código de Conduta do Bibliotecário: Inglaterra, Itália e Nova Zelândia.
g) Código de Deontologia do Bibliotecário: França e Suíça.
h) Código de Postura Profissional do Bibliotecário: Armênia
i) Tomada de Posição sobre Ética Profissional: Austrália, Canadá.
j) Princípios Éticos dos Profissionais de Bibliotecas e Informação: Alemanha
l) Encargos Profissionais de bibliotecários em Bibliotecas Públicas: Holanda
m) Profissionalismo e Ética Profissional: Suécia

#CódigoDeÉticaProfissional

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=831