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O Bibliotecário na era da Experiência do Usuário (UX) / RISC

O Bibliotecário na era da Experiência do Usuário (UX) / RISC

A análise demonstrou que a ênfase da Biblioteconomia na mediação, organização e gestão da informação constitui uma base fundamental para as práticas de UX. Competências historicamente cultivadas na formação bibliotecária, como o estudo de usuários, a arquitetura da informação, a construção de taxonomias e a gestão de projetos, mostram-se diretamente aplicáveis e valorizadas nas subáreas de UX Research,UX Writing eUX Strategy. Esse achado contribuipara desconstrução de percepções restritivas acerca da profissão, ampliando significativamente o seu horizonte de atuação e confirmando que o bibliotecário deve, de fato, interagir com o mundo do trabalho atual, com especialização e qualificação adequadas

#UX

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/41826

O uso de inteligência artificial na redação acadêmica e na pesquisa: uma ferramenta essencial de produtividade / Computer Methods and Programs in Biomedicine Update

O uso de inteligência artificial na redação acadêmica e na pesquisa: uma ferramenta essencial de produtividade / Computer Methods and Programs in Biomedicine Update

A IA revoluciona significativamente a escrita acadêmica e a pesquisa em diversas áreas. As recomendações incluem uma integração mais ampla de ferramentas de IA nos fluxos de trabalho de pesquisa, com ênfase no uso ético e transparente, na oferta de treinamento adequado aos pesquisadores e na manutenção de um equilíbrio entre a utilidade da IA ​​e o discernimento humano.

#EscritaCientífica #IA

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.cmpbup.2024.100145

Revista Humanos / SESC

Revista Humanos / SESC

A Revista Humanos surge da ideia do quão encantador é o conhecimento, apresentando pesquisas, cientistas, artistas, jornalistas, pensadores, coletivos e contextos a partir das interseções entre arte, ciência e tecnologia.

Com distribuição e acesso gratuitos das versões impressa e virtual, nosso objetivo, a cada edição, é apresentar ao leitor temas e discuti-los a partir de múltiplos olhares. Acreditamos que a circulação de informações e de novas ideias é fundamental e buscamos socializar a ciência nos diferentes campos do conhecimento, pois a educação científica traz novas e alegres sociabilidades.

O caráter sempre inovador do “conhecer”, a vontade de diálogo e a proposta para redes de temas e públicos exigem ampla pesquisa e dedicação do corpo editorial e de diversos convidados – intelectuais, cientistas e realizadores, tanto de trajetória extensa, como também de jovens pesquisadores.

(Revista mto bacana! Mas eu gosto mais da Divulga-CI!)

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://revistahumanos.com.br/

Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI

Editorial: Censura, Guerra e Literatura: Tamizdat Project na defesa de textos proibidos e da liberdade intelectual, por Yasha Klots / Divulga-CI

“(…) o Tamizdat Project foi inicialmente concebido como uma iniciativa de divulgação acadêmica pública e um arquivo on-line de documentos sobre as primeiras publicações, circulação e recepção de manuscritos de contrabando provenientes da antiga URSS e do Bloco Oriental” apresenta o pesquisador Prof. Dr. Yasha Klots, professor de Literatura Russa e Comparada no Hunter College, no CUNY Graduate Center e fundador do Tamizdat Project.

#Censura #Literatura

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-07-jul-2026/editorial-censura-guerra-e-literatura-tamizdat-project-na-defesa-de-textos-proibidos-e-da-liberdade-intelectual-por-yasha-klots/

Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato

Mapeamento nacional dasBibliotecas Digitaisdas IES brasileiras / Pedro Maricato

Um painel interativo e colaborativo que reúne quais bibliotecas digitais cada instituição de ensino superior do Brasil assina — transparência para toda a comunidade acadêmica.

#BibliotecasDigitais #PainelInterativo

Disponível em: https://painelbibliotecasdigitais.com.br/

Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo

Por que os metadados são importantes para a integridade da pesquisa e como contribuir / Zenodo

Este guia conjunto da Crossref e da DataCite explica como os metadados registrados por meio de infraestruturas acadêmicas abertas ajudam a preservar o rigor e a integridade do registro acadêmico. O documento detalha elementos específicos de metadados — presentes nos esquemas da Crossref e da DataCite — que podem auxiliar as partes interessadas a avaliar a confiabilidade dos resultados de pesquisas. O objetivo do guia é fornecer informações práticas a todos os atores da comunidade acadêmica, incentivando-os a contribuir com metadados ricos e a utilizá-los como ferramenta para a análise da integridade da pesquisa.

#Metadados #IntegridadeEmPesquisa #CrossRef #Datacite

Disponível em: https://zenodo.org/records/19695957

Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) – 2005 à 2024 / PPGMuseu – UFBA

Gestão das exposições de longa duração no Museu de Arqueologia e Etnologia (UFBA) – 2005 à 2024 / PPGMuseu – UFBA

Durante o processo de pesquisa notou-se como uma instituição museu dentro do cenário da universidade é frágil no sentido político e pode ser vinculada a um ou outro órgão a depender da direção das forças políticas. Ficou claro também que a gestão do museu esteve, desde sua criação, vinculada aos antropólogos da universidade, tenham sido eles técnicos ou docentes. A partir do material encontrado sobre as exposições, principalmente os registros fotográficos, ficou claro também que não houve investimentos em mobiliário expográfico e, quando houve, não realizou a renovação dos móveis originais. No entanto, a instituição promoveu um quantitativo grande de exposições, principalmente temporárias, mas esse não foi o foco da pesquisa, por isso, não se realizou o levantamento delas, apenas algumas que deixaram registros foram pontuadas.

#Exposição #MuseusUniversitários

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44675

Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW

Angola e Moçambique ainda não ratificaram Acordo Ortográfico / DW

Angola e Moçambique são os únicos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que ainda não ratificaram o Acordo Ortográfico de 1990, apesar de terem integrado o grupo signatário do documento, assinado em Lisboa em 16 de dezembro de 1990.

No caso de Angola, o documento não foi aprovado nem em Conselho de Ministros nem ratificado pelo Parlamento.

Em Moçambique alega-se o peso das línguas nacionais e os custos da implementação, motivos invocados desde a aprovação no Conselho de Ministros, em 2012, poucos meses antes de o país africano assumir a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O documento não foi ainda ratificado pelo parlamento.
Demais países

No caso da Guiné-Bissau, o acordo foi ratificado em 2009 mas nunca foi posto em prática. Embora o português seja a língua oficial, é em crioulo que os guineenses se entendem e nas mais de 30 línguas regionais que compõem o mosaico étnico cultural do país. Nos dados mais recentes divulgados pelo governo, menos de 5% da população fala português.

#LínguaPortuguesa

via DW

Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/angola-e-mo%C3%A7ambique-ainda-n%C3%A3o-ratificaram-acordo-ortogr%C3%A1fico/a-77980925

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA

Entrevista. Marco Neves: “O acordo ortográfico falhou e foi completamente inútil”/ CCA

O professor e linguista Marco Neves considera que o Acordo Ortográfico (AO) “falhou” no objetivo de unificação da língua portuguesa, sendo hoje “completamente inútil” e criando tensões desnecessárias.

“Eu acho que o acordo acabou por falhar, e isso é a minha opinião, está aplicado em Portugal, sem dúvida, está aplicado no Brasil também, em alguns países africanos, mas falhou porque não criou uma unificação ortográfica, que era o seu grande objetivo”, afirmou, em entrevista à Lusa.

“Falhou porque, neste momento, temos Angola a usar a ortografia anterior, temos Portugal e Brasil a usar ortografias do acordo, mas também não são exatamente a mesma, portanto, não se fez uma unificação completa, e acabámos por ficar, na prática, com três ortografias. Aquela que é usada, por exemplo, em Angola, a que é usada em Portugal e a que é usada no Brasil”, acrescentou.

#LínguaPortuguesa

via CCA

Disponível em: https://comunidadeculturaearte.com/entrevista-marco-neves-o-acordo-ortografico-falhou-e-foi-completamente-inutil/

Biblioteca Pública Obrigatória em Todo Município Brasileiro Já! / Ideia Legislativa

Biblioteca Pública Obrigatória em Todo Município Brasileiro Já! / Ideia Legislativa

A Constituição Federal garante o direito à educação, à cultura e ao acesso à informação. Para fortalecer esses direitos, todo município brasileiro deve ser obrigado a manter uma biblioteca pública estruturada, com no mínimo 3.000 exemplares, computadores para pesquisa e coordenação de um bibliotecário (formado em Biblioteconomia). A proposta promove inclusão social, incentivo à leitura, apoio à educação e democratização do conhecimento, especialmente em cidades sem acesso adequado à informação. Atualmente, não há lei federal que obrigue os municípios a possuírem bibliotecas públicas permanentes e estruturadas.

#Bibliotecas

Disponível em: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=219831

A distinção entre seleção e censura na atuação do bibliotecário / Biblos

A distinção entre seleção e censura na atuação do bibliotecário / Biblos

A análise das entrevistas revelou que os bibliotecários enfrentam limitações significativas em sua autonomia profissional, decorrentes da ausência de políticas claras de desenvolvimento de coleções e da centralização das decisões sobre os acervos. Também foram identificadas manifestações de censura institucional e velada, influenciadas por pressões políticas e hierárquicas. Apesar dessas restrições, emergem atitudes de resistência ética e esforços para preservar a diversidade informacional nas bibliotecas escolares. Conclusões: A pesquisa aponta para a necessidade de fortalecimento das políticas institucionais e da formação ética e técnica dos profissionais, de modo a garantir a autonomia na seleção de materiais e a defesa da liberdade intelectual nas bibliotecas escolares. O estudo contribui para o debate sobre o papel do bibliotecário como mediador crítico e agente de promoção da pluralidade informacional.

#Censura #AtuaçãoProfissional

Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/21157

Fatores cristalizadores de decisão na adoção (ou não) de práticas de Ciência Aberta / RISC

Fatores cristalizadores de decisão na adoção (ou não) de práticas de Ciência Aberta / RISC

Resultados: Os resultados evidenciam que a decisão de abrir ou fechar cadernos de laboratório na área da saúde é condicionada por fatores cristalizadores de decisão de natureza comportamental, institucional, técnica e cultural, que atuam como pontos de inflexão entre abertura e sigilo. Conclusão: Conclui-se que a abertura dos cadernos de laboratório constitui um processo gradual, condicionado pela cultura acadêmica e pela proteção da privacidade científica, e dependente do redesenho dos fatores decisórios à luz dos princípios da Ciência Aberta.

#CadernoAbertodeDeLaboratório

Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/informacao/article/view/42745