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Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis / Divulga-CI

Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis / Divulga-CI

“Na contemporaneidade, a catalogação demanda um profissional crítico, capaz de reconhecer a diversidade de saberes e práticas informacionais, incorporar as transformações tecnológicas e adotar uma postura ética frente à representação equitativa dos documentos.” propõe o pesquisador Prof. Dr. Filipe Reis, da Faculdade de Informação e Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Goiás.

#Catalogação

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-12-dez-2025/catalogador-critico-o-que-pode-significar-isso-por-filipe-reis/

A engenharia do eu na era das redes sociais / Outras palavras

A engenharia do eu na era das redes sociais / Outras palavras

Reflexões desde o Orkut como fenômeno cultural até as novas formas de existir no mundo hiperconectado atual. Hoje, a tecnologia é integrada ao corpo. E o sujeito é um curador de narrativas e imagens para a apreciação alheia, autopromoção, pertencimento e validação.

A profunda integração da tecnologia deu origem à “ilha de edição”, conceito que pode representar o indivíduo como curador de imagens e narrativas cuidadosamente selecionadas para apreciação alheia. Mais que espaço virtual, a ilha de edição é a sala de controle onde cada um edita sua própria presença. O
fenômeno antes restrito às celebridades agora se generalizou: redes sociais transformam todos em editores e promotores da própria imagem, tornando rotineira — e muitas vezes exaustiva — a prática da autopromoção.

#Psicologia #MídiasSociais

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/outrasmidias/a-engenharia-do-eu-na-era-das-redes-sociais/

A arte e a memória dos povos indígenas nos museus brasileiros / Ciência & Cultura

A arte e a memória dos povos indígenas nos museus brasileiros / Ciência & Cultura

A história e a arte dos povos indígenas no Brasil são fundamentais não apenas para compreender a riqueza e a diversidade cultural do país, mas também para valorizar a resistência e a resiliência dessas populações ao longo dos séculos. Nos museus brasileiros, essas histórias são contadas de formas cada vez mais inclusivas e autênticas, com a participação ativa das próprias comunidades indígenas.

Como afirmou a liderança indígena Cícero Pereira, do povo Kanindé, o museu é “a história que tinha lá atrás, é o que a gente tem aqui. O museu pros Kanindé é vida”. Para muitas comunidades, os museus funcionam como centros de documentação que ajudam na preservação e na transmissão dos saberes tradicionais, sendo um ponto de encontro entre as gerações mais velhas, que guardam o conhecimento ancestral, e os mais jovens, que começam a entender sua identidade e herança cultural de forma mais consciente.

#Museus #PovosIndígenas #CulturaIndígena

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8916

Google lança assistente de IA para substituir rol de notícias matinal / Olhar digital

Google lança assistente de IA para substituir rol de notícias matinal / Olhar digital

O Google apresentou um recurso de inteligência artificial (IA), batizado de CC, criado para entregar a usuários um resumo completo das atividades do dia logo pela manhã. A proposta é que as pessoas recebam um briefing direto na caixa postal com agenda, tarefas importantes, compromissos e outros alertas relevantes para o dia que se inicia.

#Google #MediaçãoAlgorítmica

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2025/12/16/internet-e-redes-sociais/google-lanca-assistente-de-ia-para-substituir-rol-de-noticias-matinal/

Breves considerações sobre a Política Nacional do Livro e da Leitura, por Hamilton Vieira de Oliveira

Breves considerações sobre a Política Nacional do Livro e da Leitura, por Hamilton Vieira de Oliveira

“O livro e a leitura materializam e simbolizam uma causa humana fundamental, mas não avançaremos nela ignorando interesses comerciais sob pena de atrairmos um entrave a mais na implementação de políticas públicas de interesse social, o que se torna particularmente grave nas áreas da educação e da cultura, que já possuem opositores de sobra.” afirma o pesquisador Prof. Dr. Hamilton Oliveira, da Universidade Federal do Pará.

via Divulga-CI

#PNLL

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-12-dez-2025/breves-consideracoes-sobre-a-politica-nacional-do-livro-e-da-leitura-por-hamilton-vieira-de-oliveira/

O último ano do Google em buscas / Scholarly Kitchen

O último ano do Google em buscas / Scholarly Kitchen

O Google publica uma lista dos termos mais pesquisados ​​no final de cada ano. Este ano, a lista foi acompanhada pelo vídeo abaixo, que parece um pouco superficial e otimista demais para um período em que as principais buscas globais incluíram um assassinato, incêndios florestais devastadores e uma paralisação do governo dos EUA. Talvez mais preocupante, pelo menos no mundo das buscas, seja o fato de que, onde o Google costumava ter um botão “saiba mais”, agora ele foi substituído por um que diz “me atualize no modo IA”. O que levanta a questão: será este o “último ano em buscas”, onde “busca” significa um mecanismo de busca direcionando o usuário para informações na internet, em vez de, como se espera, o “último ano em respostas geradas por IA” do ano que vem?

via Scholarly Kitchen

#Google #Buscadores

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2025/12/12/googles-last-last-year-in-search/

Uma revisão exploratória sobre educação digital, competência digital, fluência digital e destreza digital no contexto das bibliotecas acadêmicas / The Journal of Academic Librarianship

Uma revisão exploratória sobre educação digital, competência digital, fluência digital e destreza digital no contexto das bibliotecas acadêmicas / The Journal of Academic Librarianship

Resultados: A revisão forneceu informações valiosas sobre os conceitos de letramento digital, competência digital, destreza digital e fluência digital para o desenvolvimento de profissionais da informação em bibliotecas acadêmicas. Também identificou características distintivas de cada um dos quatro conceitos revisados. Originalidade: A revisão de escopo distingue entre letramento digital, competência digital, fluência digital e destreza digital. Também destaca as lacunas, deixando claro o que é necessário para cada um, incluindo conhecimento, habilidades e competências.

#EducaçãoDigital #CompetênciasDigitais

Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.acalib.2025.103053

Por que os cientistas sociais buscam gerar impacto na sociedade? / LSE

Por que os cientistas sociais buscam gerar impacto na sociedade? / LSE

O “impacto da pesquisa” tem significados diferentes para pessoas diferentes. Alguns se referem, de forma ampla, a como a ciência altera comportamentos, crenças ou práticas fora das instituições acadêmicas. Outros, a como a ciência se baseia cumulativamente em trabalhos anteriores. Outros ainda a utilizam como sinônimo de número de citações em periódicos científicos. O impacto é “complexo, sutil, difuso e multifacetado”, como observa Charlie Rapple, acumulando-se ao longo do tempo em vez de ser capturado por uma única métrica.

As nuances se tornam ainda maiores quando se observa uma perspectiva global. No Reino Unido, o Research Excellence Framework (REF) enfatiza os benefícios além da academia, enquanto as avaliações australianas têm se concentrado na colaboração com a indústria e nos resultados econômicos. No Sul Global, o impacto é frequentemente atrelado a objetivos de desenvolvimento e ao empoderamento da comunidade. Os EUA, sem uma estrutura nacional, dependem das missões institucionais e das prioridades das agências de financiamento.

#ImpactoCientífico

via LSE

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/12/10/why-do-social-scientists-pursue-societal-impact/

Proibição de redes sociais para menores de 16 anos na Austrália vai impactar debate sobre educação digital, avalia pesquisador da Unesp / Jornal da UNESP

Proibição de redes sociais para menores de 16 anos na Austrália vai impactar debate sobre educação digital, avalia pesquisador da Unesp / Jornal da UNESP

Desde o dia 10 de dezembro, a Austrália tornou-se o primeiro país do mundo a implementar uma lei nacional que proíbe o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A medida estabelece a necessidade de verificação rigorosa de idade a plataformas como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube e X. Em caso de descumprimento, elas estão sujeitas a multas de até 49,5 milhões de dólares australianos (cerca de R$ 180 milhões). O governo australiano agiu em resposta a preocupações com cyberbullying, conteúdo prejudicial, vício em algoritmos e riscos de aliciamento. A legislação marca um debate global sobre regulação digital e proteção infantil, e está sendo observada com atenção por nações como Noruega e Reino Unido, e alguns estados americanos como Utah e Califórnia.

#MídiasSociais #EducaçãoDigital

via Jornal da UNESP

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2025/12/17/proibicao-de-redes-sociais-para-menores-de-16-anos-na-australia-vai-impactar-debate-sobre-educacao-digital-avalia-pesquisador-da-unesp/

Adolescentes passam horas em redes sociais e ampliam uso de IA, diz relatório / Olhar Digital

Adolescentes passam horas em redes sociais e ampliam uso de IA, diz relatório / Olhar Digital

O comportamento digital dos adolescentes segue em transformação, mas com um ponto em comum: a permanência prolongada nas redes sociais. Um relatório divulgado pelo Pew Research Center revela que jovens entre 13 e 17 anos continuam intensamente conectados, especialmente ao YouTube e ao TikTok, plataformas que dominam a rotina online dessa faixa etária. A pesquisa reforça o debate sobre saúde mental, hábitos digitais e o impacto da inteligência artificial no cotidiano juvenil.

#ConsumoDeInformação

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2025/12/10/pro/adolescentes-passam-horas-em-redes-sociais-e-ampliam-uso-de-ia-diz-relatorio/

Guia de Citação e Referência APA

Guia de Citação e Referência APA

O estilo APA é o sistema de citação e referência mais utilizado nas áreas de humanidades, ciências sociais, educação e direito. Isso se deve à precisão e concisão do sistema, que é particularmente útil em textos que, por sua natureza teórica e metodológica, tendem a ser extensos e exigem uma ampla revisão bibliográfica por parte do pesquisador. Assim, o uso desse sistema constitui uma base acadêmica sólida e necessária para pesquisadores nas áreas de literatura e estudos teóricos.

#APA

Disponível em: https://intranet.uwiener.edu.pe/univwiener/portales/centroinvestigacion/libro-electronico/documentos/Guia_Referenciacion_APA.pdf

INPA: o instituto que colocou a Amazônia no mapa da ciência internacional / Ciência & Cultura

INPA: o instituto que colocou a Amazônia no mapa da ciência internacional / Ciência & Cultura

No coração da maior floresta tropical do planeta, uma instituição silenciosamente revolucionou nosso entendimento sobre a biodiversidade e os segredos da Amazônia. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), criado em 1952 por um visionário decreto de Getúlio Vargas, transformou-se não apenas em um centro de excelência científica, mas no principal tradutor dos mistérios desse ecossistema único para a comunidade global.

A história do INPA começa em um Brasil ainda deslumbrado com seu próprio território. Na Manaus dos anos 1950, uma cidade isolada e sem infraestrutura, o botânico Adolfo Ducke convenceu o governo de que ali, no meio da floresta, deveria nascer o instituto que estudaria a Amazônia. A ideia era ousada: criar um centro de pesquisa de padrão internacional em uma região que o próprio Brasil mal conhecia. Os primeiros anos foram de verdadeiro pioneirismo, com expedições que mapeavam fauna e flora como quem desbrava um continente desconhecido.

#INPA

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8892