Ameaças à ciência aberta em 2026 / Open Science

Ameaças à ciência aberta em 2026 / Open Science

A decisão dos Estados Unidos de abandonar a UNESCO, anunciada para 31 de dezembro do próximo ano, levanta preocupações sobre o futuro. Esta saída pode ter implicações significativas para a governança global da ciência, conforme é ressaltado na publicação.

A UNESCO é um dos principais “pivots” da promoção da ciência aberta, especialmente após a adoção da Recomendação sobre Ciência Aberta, em 2021, onde definiram-se princípios para acesso aberto, partilha de dados e colaboração internacional. A retirada dos EUA não é apenas simbólica; ela afeta diretamente a capacidade de harmonizar políticas globais. (…) “A ciência aberta depende da colaboração internacional; qualquer fragmentação ameaça os avanços conquistados” (…).

#CiênciaAberta

via Open Science

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/ameacas-a-ciencia-aberta-em-2026/

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Os resultados demonstram que a produção científica dos grupos de pesquisa tem recebido menções em diferentes espaços da web social, como plataformas multimídia (YouTube), redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Reddit), Wikipédia, sites de notícias, blogs, e portais de revisão por pares e de perguntas e respostas. A análise qualitativa das menções permitiu discutir a altmetria como uma métrica com potencial para avaliar práticas de Ciência Aberta relacionadas à comunicação e divulgação científica na web. Além disso, possibilitou uma discussão crítica sobre o “impacto social” que a métrica pretende mensurar.
Conclui-se que a apropriação de produtos científicos pelo público não acadêmico gera indicadores de impacto que podem ser positivos, negativos, ambíguos ou neutros. Contudo, verificou-se que há poucas iniciativas significativas de divulgação científica realizadas pelos grupos de pesquisa em Farmácia.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica #CiênciaAberta #Altmetria #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/52080

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Pesquisadores brasileiros encerram uma série de três editoriais sobre ciência aberta com uma proposta concreta de aplicação: o ARTE (Article Reprodutibility Template & Environment) Workflow, um modelo escalável que facilita a adoção de práticas abertas, rigorosas e reprodutíveis na pesquisa em administração e ciências sociais aplicadas.

Entre os resultados, destaca-se a criação de um fluxo de trabalho que organiza projetos de forma transparente, documentada e escalável, permitindo níveis graduais de rigor — desde a mínima até a completa reprodutibilidade. O ARTE não é apenas uma estrutura técnica, mas também uma ferramenta pedagógica: permite que cientistas iniciem com práticas simples e avancem conforme desenvolvem habilidades. Com isso, o estudo contribui para fortalecer a integridade científica, combater a crise de reprodutibilidade e democratizar o acesso à ciência aberta na prática.

#CiênciaAberta

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/12/01/fundamentos-pratica-e-implementacao-da-ciencia-aberta/

Quem controla seus dados? Ciência Aberta, Colonialismo de Dados e Soberania na era da Inteligência Artificial e do Big Data / Pimenta Cultural

Quem controla seus dados? Ciência Aberta, Colonialismo de Dados e Soberania na era da Inteligência Artificial e do Big Data / Pimenta Cultural

Este livro parte da hipótese de que estamos testemunhando uma nova forma de colonialismo, não centrada na posse de territórios físicos, mas na apropriação contínua da vida, convertida em dado. Esse fenômeno articula práticas de extração, classificação e comercialização de informações pessoais e coletivas, muitas vezes sem o consentimento ou o benefício das comunidades envolvidas.
Mais profundamente, ele envolve a padronização de epistemologias, a imposição de lógicas algorítmicas e o silenciamento de formas plurais de conhecimento.
A dimensão epistêmica dessa nova colonialidade é particularmente relevante em relação às tensões com a Ciência Aberta. Quando Frantz Fanon escreveu “Os Condenados da Terra” em 1961, ele alertava para como o colonialismo, além de explorar recursos materiais, destruía sistematicamente as formas de conhecimento dos povos colonizados, substituindo-as por epistemologias europeias apresentadas como universais (FANON, 1961). Hoje, algo ritmos de classificação e sistemas de inteligência artificial reproduzem essa violência epistêmica em escala global, invisibilizando línguas, práticas culturais e modos de vida que não se encaixam nos padrões dominantes

#SoberaniaDigital #BigData #IA #CiênciaAberta #LivrosCI

Disponível em: https://www.pimentacultural.com/livro/quem-controla-dados/

Os Princípios do Monitoramento da Ciência Aberta / Zenodo

Os Princípios do Monitoramento da Ciência Aberta / Zenodo

Para aproveitar ao máximo a adoção da Recomendação da UNESCO de 2021 sobre Ciência Aberta,
é necessário implementar um monitoramento transparente e representativo para impulsionar e apoiar a mudança pretendida, bem como para identificar ações eficazes e lacunas prioritárias.

Nesse contexto, os Princípios de Monitoramento da Ciência Aberta fornecem uma estrutura aspiracional para desenvolver boas práticas e diretrizes de monitoramento que incentivem a agregação, a comparação e a reutilização dos resultados do monitoramento. Eles não estão vinculados a nenhum serviço de monitoramento ou solução técnica específica.

#CiênciaAberta #BoasPráticas

Disponível em: https://zenodo.org/records/15807481

Infraestruturas de Ciência e de Acesso Aberto no Brasil: iniciativas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia / IBICT

Infraestruturas de Ciência e de Acesso Aberto no Brasil: iniciativas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia / IBICT

Este livro tem como objetivo resgatar e registrar historicamente essas ações, produtos e serviços criados e mantidos pelo Instituto para consolidar o Acesso Aberto e a Ciência Aberta no Brasil. A pesquisa foi conduzida principalmente por meio de análise documental e consulta direta às políticas, diretrizes e websites relacionados aos produtos e serviços do Instituto. Além disso, depoimentos de técnicos e pesquisadores envolvidos na construção e manutenção dessas iniciativas – muitos deles também autores de capítulos desta obra – foram fundamentais para a reconstrução dessa trajetória.

#AcessoAberto #CiênciaAberta #IBICT

Disponível em: https://omp-editora.prd.ibict.br/index.php/edibict/catalog/book/358

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Resultado: Como resultado, o estudo elencou itens necessários para a construção de condições infraestruturais que alinham requisitos transversais necessários o estabelecimento de framework técnico, político e normativo sustentável favorável às práticas, ações e workflows necessários à transição para a ciência aberta. Conclusão: Conclui-se que a ciência aberta é, de fato, um campo de natureza plural, que exige articulação entre múltiplas dimensões de pensamento e prática.

#CiênciaAberta

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe263

Princípios do monitoramento da ciência aberta / Open Science Monitoring Initiative

Princípios do monitoramento da ciência aberta / Open Science Monitoring Initiative

Estes Princípios se concentram em três pilares fundamentais: (1) relevância e significância, (2) transparência e reprodutibilidade e (3) autoavaliação e uso responsável. Foram elaborados considerando diferentes contextos, capacidades e recursos das partes interessadas, levando em conta, de forma consistente, tanto os resultados qualitativos quanto os quantitativos. É importante ressaltar que os Princípios não se destinam à avaliação de pesquisadores individuais. Além disso, têm um caráter mais inspirador do que prescritivo. Esperamos que estes Princípios sirvam como estrutura para sistemas de monitoramento da ciência aberta, tanto passados ​​quanto futuros, e que sejam endossados ​​mundialmente.

via Open Science Monitoring Initiative

#CiênciaAberta

Disponível em: https://open-science-monitoring.org/principles/

Acesse também em: https://zenodo.org/records/17760149

Fatores-chave na prática da Ciência Aberta: uma análise multivariada no contexto universitário / Información, cultura y sociedad

Fatores-chave na prática da Ciência Aberta: uma análise multivariada no contexto universitário / Información, cultura y sociedad

Foram identificados três segmentos de usuários: indiferentes, potenciais e engajados. Constatou-se também que mulheres e pesquisadores em início de carreira demonstram maior interesse em aprender sobre o conceito e que sua prática é predominante no campo da ciência. O estudo conclui que, para fomentar a prática da ciência aberta, é crucial estabelecer políticas institucionais específicas, desenvolver repositórios de dados abertos e relatórios abertos, oferecer treinamento em planos de gestão de dados e disseminar as vantagens da ciência aberta, o que contribuirá para o avanço do conhecimento compartilhado e o progresso acadêmico e social da comunidade.

#CiênciaAberta #Universidades

Disponível em: https://revistascientificas.filo.uba.ar/index.php/ICS/article/view/14804

Os fundamentos da ciência aberta / Zenodo

Os fundamentos da ciência aberta / Zenodo

Material muito bom da Biblioteca da Universidade Sorbonne.
Vale dar uma conferida e pensar em adaptar para os treinamentos das Bibliotecas Universitárias!

No material:
1. Ciência Aberta: Do que estamos falando?
2. Acesso Aberto
3. Políticas de Acesso Aberto
4. Transparência e Participação na Pesquisa

#CiênciaAberta #BibliotecasUniversitárias #Cursos

Disponível em: https://zenodo.org/records/17641318

Custo por artigo / Publishing AIP

Custo por artigo / Publishing AIP

A missão da AIP Publishing é promover, divulgar e servir as ciências físicas para o benefício da humanidade. Acreditamos que a transparência constrói confiança: na pesquisa, na publicação e na própria atividade científica.

Nosso custo por artigo em 2024 representa o investimento real necessário para publicar um único artigo revisado por pares, com base nas operações de 2024. Esse valor reflete toda a gama de serviços que possibilitam uma ciência confiável, desde a supervisão editorial até a preservação digital.

O custo por artigo em 2024 foi de US$ 2.700.

#Artigo #CiênciaAberta

via Publishing AIP

Disponível em: https://publishing.aip.org/resources/researchers/open-science/cost-per-article/

Não existe patrimônio mais importante do que o conhecimento científico / Jornal da USP

Não existe patrimônio mais importante do que o conhecimento científico / Jornal da USP

Para o acesso a pesquisas científicas ser verdadeiramente aberto e igualitário é necessário extinguir as barreiras para suas publicações e leituras. Alicia comenta que a melhor resolução do problema é a divulgação dos artigos através de pré-prints, que são manuscritos científicos ainda não revisados por pares e que são depositados em depositórios públicos. Essa solução também é recomendada por diversas instituições ao redor do mundo, como a Fapesp e a Academia Americana (AAAS).

#CiênciaAberto #AcessoAberto

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/nao-existe-patrimonio-mais-importante-do-que-o-conhecimento-cientifico/