Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial / IBICT

Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial / IBICT

Com base em literatura recente, documentos institucionais e problemas concretos do cotidiano dos periódicos, a publicação oferece subsídios para editoras, equipes editoriais, pesquisadores, bibliotecários e gestores que buscam compreender os efeitos da automação sobre a editoração científica. Mais do que acompanhar uma transformação técnica, o livro convida à construção de políticas editoriais capazes de articular inovação, integridade e compromisso público com a ciência.

#IA #Editoração #GestãoEditorial #CiênciaAberta #LivrosCI

Disponível em: https://omp-editora.prd.ibict.br/index.php/edibict/catalog/book/385

Dados abertos para ciência aberta / Arabesques

Dados abertos para ciência aberta / Arabesques

Esta edição da Arabesques, que combina orientações estratégicas, exemplos práticos e experiências de campo, visa proporcionar uma visão abrangente da implementação da ciência aberta na França, desde o quadro nacional até as iniciativas locais. Mais do que um simples retrato da situação atual, convida à reflexão sobre como tornar a pesquisa mais acessível, colaborativa e sustentável, e a avaliar o impacto concreto dos dados abertos na qualidade e visibilidade da ciência.

#DadosAbertos #CiênciaAberta

Disponível em: https://publications-prairial.fr/arabesques/index.php?id=4463

Perspectivas da comunidade sobre ciência aberta e infraestrutura aberta / Make data count

Perspectivas da comunidade sobre ciência aberta e infraestrutura aberta / Make data count

Na primeira de uma série de entrevistas com líderes de organizações de infraestrutura aberta financiadas pelo SCOSS, perguntamos sobre suas perspectivas a respeito da infraestrutura aberta para a ciência aberta. Nesta publicação, apresentamos as perspectivas da Dryad, da RDA e da LA Referencia sobre o valor da infraestrutura aberta e o papel das instituições no apoio a ela.

A Dryad é uma plataforma de publicação de dados abertos e uma comunidade comprometida com a disponibilidade aberta e a reutilização rotineira de todos os dados de pesquisa. A Dryad publica dados de pesquisa em diversas áreas e oferece um processo de publicação de dados totalmente curado para garantir que os dados sejam localizáveis ​​e reutilizáveis.

A Research Data Alliance (RDA) é um fórum global neutro que reúne pesquisadores, profissionais de dados, formuladores de políticas e provedores de infraestrutura para desenvolver soluções práticas para o compartilhamento e a reutilização de dados. Por meio dos Grupos de Trabalho e Grupos de Interesse da RDA, os membros da comunidade identificam e desenvolvem colaborativamente soluções para os desafios da ciência aberta, produzindo recomendações, padrões, especificações técnicas e melhores práticas que organizações em todo o mundo podem adotar.

A LA Referencia é uma rede federada de ciência aberta que conecta infraestruturas nacionais de acesso aberto na América Latina (e Espanha). A LA Referencia constrói e mantém infraestruturas compartilhadas e governadas pela comunidade; ela coleta, normaliza, enriquece e expõe metadados de agregadores nacionais e repositórios institucionais, para tornar os resultados da pesquisa abertamente acessíveis, interoperáveis ​​e reutilizáveis ​​além-fronteiras.

#CiênciaAberta

via Make data count

Disponível em: https://makedatacount.org/read-our-blog/community-perspectives-open-infrastructure/

Japão adota o modelo francês de Monitoramento da Ciência Aberta / Ouvrir la science

Japão adota o modelo francês de Monitoramento da Ciência Aberta / Ouvrir la science

O Japão lança hoje seu Monitor de Ciência Aberta, inspirado no modelo francês, para medir a adoção de práticas de ciência aberta no país. Resultado de uma frutífera colaboração franco-japonesa, esta iniciativa confirma a liderança da França nesta área.

Desenvolvido em conjunto com o primeiro Plano Nacional para a Ciência Aberta, em 2018, o Monitor Francês de Ciência Aberta (BSO) é utilizado para avaliar o impacto das políticas de ciência aberta na França, aprimorar estratégias e compreender melhor as práticas científicas. Baseada em uma metodologia inovadora, esta ferramenta marcou um ponto de virada na política de ciência aberta. Além do acesso aberto a publicações — uma dimensão clássica da ciência aberta —, o Monitor fornece indicadores sobre o compartilhamento de resultados de ensaios clínicos, dados de pesquisa, códigos-fonte e softwares de pesquisa, bem como a abertura de teses. Ele também acompanha a adoção de políticas de ciência aberta pelas instituições. Por fim, permite que cada instituição implemente seu próprio monitor local.

via Ouvrir la science

#CiênciaAberta

Disponível em: https://www.ouvrirlascience.fr/japan-adopts-frances-open-science-monitor-model/

Wikipédia 25 anos: um reforço à ciência aberta no Brasil / Science Arena

Wikipédia 25 anos: um reforço à ciência aberta no Brasil / Science Arena

“A enciclopédia e outras plataformas da Wikimedia funcionam como um ponto de partida (muitas vezes despertado por vídeos curtos vistos nas redes sociais) para aprofundamentos com base sólida”, avalia Rusenbeck Filho.

Para Arrigo, da USP, é fundamental que pesquisadores ocupem plataformas comerciais, como as redes sociais, a fim de divulgar seus trabalhos e combater a desinformação. No entanto, ele ressalva, é também preciso refletir sobre o impacto real das plataformas com fins lucrativos e as possíveis implicações de modelos comerciais para a difusão do conhecimento.

#Wikipedia #CiênciaAberta

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/wikipedia-25-anos-um-reforco-a-ciencia-aberta-no-brasil/

Revista Ciência Aberta Lusófona publica atas da ConfOA 2025

Revista Ciência Aberta Lusófona publica atas da ConfOA 2025

A 16ª edição da Conferência, realizada em setembro de 2025, foi realizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), com cerca de 250 participantes ao longo de quatro dias e 142 propostas submetidas. Após o processo de avaliação por pares aberta, foram aceitos na 16ª ConfOA: 14 comunicações, 37 Pechas Kuchas, 27 Pósters, 7 workshops, 6 demos e 1 painel. Esses números reafirmam a ConfOA como espaço de debate, experimentação e consolidação das práticas de Acesso Aberto e Ciência Aberta no contexto lusófono.

#ConfOA #CiênciaAberta #RevistasCI

Disponível em: https://recal.rcaap.pt/recal/issue/view/1

Entre dados, métricas e plataformas digitais: debates atuais sobre Ciência Aberta / CI Express

Entre dados, métricas e plataformas digitais: debates atuais sobre Ciência Aberta / CI Express

Acaba de sair a resenha do livro “Ciência aberta, divulgação científica e marketing na ciência: questões teóricas e práticas”, organizado por Ronaldo Ferreira Araújo e Juliana Fachin – uma leitura essencial para quem quer entender como a Ciência Aberta pode sair do plano apenas normativo e se consolidar como prática institucional com impacto real na sociedade.

A obra reúne debates atuais sobre dados de pesquisa e Princípios FAIR, métricas tradicionais e alternativas (altmetria), além de reflexões sobre mercado, governança, avaliação científica e educação aberta, mostrando que abrir a ciência exige decisões estruturais, responsabilidade institucional e estratégias de comunicação mais sólidas e conectadas com o público.

#CiênciaAberta #LivrosCI

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/entre-dados-m%C3%A9tricas-e-plataformas-digitais-debates-atuais-sobre-ci%C3%AAncia-aberta-resenha

Será que a “ciência aberta” está trazendo benefícios? Um grande estudo conclui que as evidências são escassas / Science

Será que a “ciência aberta” está trazendo benefícios? Um grande estudo conclui que as evidências são escassas / Science

Para ajudar financiadores e instituições de pesquisa a mensurar o impacto da ciência aberta de forma mais consistente e decidir se o custo compensa, a PathOS desenvolveu um manual que identifica 31 indicadores. Os líderes do projeto afirmam que diversos indicadores ainda precisam ser totalmente desenvolvidos, como aqueles que relacionam as práticas de ciência aberta ao crescimento econômico e a benefícios para a sociedade como um todo, incluindo novos tratamentos médicos.

Doshi observa que avaliar os prós e os contras da ciência aberta está se tornando cada vez mais importante, visto que segmentos do público parecem desejar mais acesso gratuito a ela. “Tornar [pesquisas confiáveis] mais acessíveis de forma ampla pode ajudar a neutralizar os aspectos mais poluídos do ambiente informacional, como as bolhas de filtro e as mídias sociais”, afirma. O PathOS é “um excelente começo para o que espero que se torne uma atenção maior à avaliação do impacto e do contexto de uso”.

#CiênciaAberta

via Science

Disponível em: https://www.science.org/content/article/open-science-delivering-benefits-major-study-finds-proof-sparse

Ameaças à ciência aberta em 2026 / Open Science

Ameaças à ciência aberta em 2026 / Open Science

A decisão dos Estados Unidos de abandonar a UNESCO, anunciada para 31 de dezembro do próximo ano, levanta preocupações sobre o futuro. Esta saída pode ter implicações significativas para a governança global da ciência, conforme é ressaltado na publicação.

A UNESCO é um dos principais “pivots” da promoção da ciência aberta, especialmente após a adoção da Recomendação sobre Ciência Aberta, em 2021, onde definiram-se princípios para acesso aberto, partilha de dados e colaboração internacional. A retirada dos EUA não é apenas simbólica; ela afeta diretamente a capacidade de harmonizar políticas globais. (…) “A ciência aberta depende da colaboração internacional; qualquer fragmentação ameaça os avanços conquistados” (…).

#CiênciaAberta

via Open Science

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/ameacas-a-ciencia-aberta-em-2026/

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Os resultados demonstram que a produção científica dos grupos de pesquisa tem recebido menções em diferentes espaços da web social, como plataformas multimídia (YouTube), redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Reddit), Wikipédia, sites de notícias, blogs, e portais de revisão por pares e de perguntas e respostas. A análise qualitativa das menções permitiu discutir a altmetria como uma métrica com potencial para avaliar práticas de Ciência Aberta relacionadas à comunicação e divulgação científica na web. Além disso, possibilitou uma discussão crítica sobre o “impacto social” que a métrica pretende mensurar.
Conclui-se que a apropriação de produtos científicos pelo público não acadêmico gera indicadores de impacto que podem ser positivos, negativos, ambíguos ou neutros. Contudo, verificou-se que há poucas iniciativas significativas de divulgação científica realizadas pelos grupos de pesquisa em Farmácia.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica #CiênciaAberta #Altmetria #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/52080

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Pesquisadores brasileiros encerram uma série de três editoriais sobre ciência aberta com uma proposta concreta de aplicação: o ARTE (Article Reprodutibility Template & Environment) Workflow, um modelo escalável que facilita a adoção de práticas abertas, rigorosas e reprodutíveis na pesquisa em administração e ciências sociais aplicadas.

Entre os resultados, destaca-se a criação de um fluxo de trabalho que organiza projetos de forma transparente, documentada e escalável, permitindo níveis graduais de rigor — desde a mínima até a completa reprodutibilidade. O ARTE não é apenas uma estrutura técnica, mas também uma ferramenta pedagógica: permite que cientistas iniciem com práticas simples e avancem conforme desenvolvem habilidades. Com isso, o estudo contribui para fortalecer a integridade científica, combater a crise de reprodutibilidade e democratizar o acesso à ciência aberta na prática.

#CiênciaAberta

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/12/01/fundamentos-pratica-e-implementacao-da-ciencia-aberta/

Quem controla seus dados? Ciência Aberta, Colonialismo de Dados e Soberania na era da Inteligência Artificial e do Big Data / Pimenta Cultural

Quem controla seus dados? Ciência Aberta, Colonialismo de Dados e Soberania na era da Inteligência Artificial e do Big Data / Pimenta Cultural

Este livro parte da hipótese de que estamos testemunhando uma nova forma de colonialismo, não centrada na posse de territórios físicos, mas na apropriação contínua da vida, convertida em dado. Esse fenômeno articula práticas de extração, classificação e comercialização de informações pessoais e coletivas, muitas vezes sem o consentimento ou o benefício das comunidades envolvidas.
Mais profundamente, ele envolve a padronização de epistemologias, a imposição de lógicas algorítmicas e o silenciamento de formas plurais de conhecimento.
A dimensão epistêmica dessa nova colonialidade é particularmente relevante em relação às tensões com a Ciência Aberta. Quando Frantz Fanon escreveu “Os Condenados da Terra” em 1961, ele alertava para como o colonialismo, além de explorar recursos materiais, destruía sistematicamente as formas de conhecimento dos povos colonizados, substituindo-as por epistemologias europeias apresentadas como universais (FANON, 1961). Hoje, algo ritmos de classificação e sistemas de inteligência artificial reproduzem essa violência epistêmica em escala global, invisibilizando línguas, práticas culturais e modos de vida que não se encaixam nos padrões dominantes

#SoberaniaDigital #BigData #IA #CiênciaAberta #LivrosCI

Disponível em: https://www.pimentacultural.com/livro/quem-controla-dados/