Wikipédia 25 anos: um reforço à ciência aberta no Brasil / Science Arena

Wikipédia 25 anos: um reforço à ciência aberta no Brasil / Science Arena

“A enciclopédia e outras plataformas da Wikimedia funcionam como um ponto de partida (muitas vezes despertado por vídeos curtos vistos nas redes sociais) para aprofundamentos com base sólida”, avalia Rusenbeck Filho.

Para Arrigo, da USP, é fundamental que pesquisadores ocupem plataformas comerciais, como as redes sociais, a fim de divulgar seus trabalhos e combater a desinformação. No entanto, ele ressalva, é também preciso refletir sobre o impacto real das plataformas com fins lucrativos e as possíveis implicações de modelos comerciais para a difusão do conhecimento.

#Wikipedia #CiênciaAberta

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/wikipedia-25-anos-um-reforco-a-ciencia-aberta-no-brasil/

Revista Ciência Aberta Lusófona publica atas da ConfOA 2025

Revista Ciência Aberta Lusófona publica atas da ConfOA 2025

A 16ª edição da Conferência, realizada em setembro de 2025, foi realizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com apoio da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), com cerca de 250 participantes ao longo de quatro dias e 142 propostas submetidas. Após o processo de avaliação por pares aberta, foram aceitos na 16ª ConfOA: 14 comunicações, 37 Pechas Kuchas, 27 Pósters, 7 workshops, 6 demos e 1 painel. Esses números reafirmam a ConfOA como espaço de debate, experimentação e consolidação das práticas de Acesso Aberto e Ciência Aberta no contexto lusófono.

#ConfOA #CiênciaAberta #RevistasCI

Disponível em: https://recal.rcaap.pt/recal/issue/view/1

Entre dados, métricas e plataformas digitais: debates atuais sobre Ciência Aberta / CI Express

Entre dados, métricas e plataformas digitais: debates atuais sobre Ciência Aberta / CI Express

Acaba de sair a resenha do livro “Ciência aberta, divulgação científica e marketing na ciência: questões teóricas e práticas”, organizado por Ronaldo Ferreira Araújo e Juliana Fachin – uma leitura essencial para quem quer entender como a Ciência Aberta pode sair do plano apenas normativo e se consolidar como prática institucional com impacto real na sociedade.

A obra reúne debates atuais sobre dados de pesquisa e Princípios FAIR, métricas tradicionais e alternativas (altmetria), além de reflexões sobre mercado, governança, avaliação científica e educação aberta, mostrando que abrir a ciência exige decisões estruturais, responsabilidade institucional e estratégias de comunicação mais sólidas e conectadas com o público.

#CiênciaAberta #LivrosCI

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/entre-dados-m%C3%A9tricas-e-plataformas-digitais-debates-atuais-sobre-ci%C3%AAncia-aberta-resenha

Será que a “ciência aberta” está trazendo benefícios? Um grande estudo conclui que as evidências são escassas / Science

Será que a “ciência aberta” está trazendo benefícios? Um grande estudo conclui que as evidências são escassas / Science

Para ajudar financiadores e instituições de pesquisa a mensurar o impacto da ciência aberta de forma mais consistente e decidir se o custo compensa, a PathOS desenvolveu um manual que identifica 31 indicadores. Os líderes do projeto afirmam que diversos indicadores ainda precisam ser totalmente desenvolvidos, como aqueles que relacionam as práticas de ciência aberta ao crescimento econômico e a benefícios para a sociedade como um todo, incluindo novos tratamentos médicos.

Doshi observa que avaliar os prós e os contras da ciência aberta está se tornando cada vez mais importante, visto que segmentos do público parecem desejar mais acesso gratuito a ela. “Tornar [pesquisas confiáveis] mais acessíveis de forma ampla pode ajudar a neutralizar os aspectos mais poluídos do ambiente informacional, como as bolhas de filtro e as mídias sociais”, afirma. O PathOS é “um excelente começo para o que espero que se torne uma atenção maior à avaliação do impacto e do contexto de uso”.

#CiênciaAberta

via Science

Disponível em: https://www.science.org/content/article/open-science-delivering-benefits-major-study-finds-proof-sparse

Ameaças à ciência aberta em 2026 / Open Science

Ameaças à ciência aberta em 2026 / Open Science

A decisão dos Estados Unidos de abandonar a UNESCO, anunciada para 31 de dezembro do próximo ano, levanta preocupações sobre o futuro. Esta saída pode ter implicações significativas para a governança global da ciência, conforme é ressaltado na publicação.

A UNESCO é um dos principais “pivots” da promoção da ciência aberta, especialmente após a adoção da Recomendação sobre Ciência Aberta, em 2021, onde definiram-se princípios para acesso aberto, partilha de dados e colaboração internacional. A retirada dos EUA não é apenas simbólica; ela afeta diretamente a capacidade de harmonizar políticas globais. (…) “A ciência aberta depende da colaboração internacional; qualquer fragmentação ameaça os avanços conquistados” (…).

#CiênciaAberta

via Open Science

Disponível em: https://openscience.usdb.uminho.pt/ameacas-a-ciencia-aberta-em-2026/

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Os resultados demonstram que a produção científica dos grupos de pesquisa tem recebido menções em diferentes espaços da web social, como plataformas multimídia (YouTube), redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Reddit), Wikipédia, sites de notícias, blogs, e portais de revisão por pares e de perguntas e respostas. A análise qualitativa das menções permitiu discutir a altmetria como uma métrica com potencial para avaliar práticas de Ciência Aberta relacionadas à comunicação e divulgação científica na web. Além disso, possibilitou uma discussão crítica sobre o “impacto social” que a métrica pretende mensurar.
Conclui-se que a apropriação de produtos científicos pelo público não acadêmico gera indicadores de impacto que podem ser positivos, negativos, ambíguos ou neutros. Contudo, verificou-se que há poucas iniciativas significativas de divulgação científica realizadas pelos grupos de pesquisa em Farmácia.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica #CiênciaAberta #Altmetria #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/52080

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta / SciELO

Pesquisadores brasileiros encerram uma série de três editoriais sobre ciência aberta com uma proposta concreta de aplicação: o ARTE (Article Reprodutibility Template & Environment) Workflow, um modelo escalável que facilita a adoção de práticas abertas, rigorosas e reprodutíveis na pesquisa em administração e ciências sociais aplicadas.

Entre os resultados, destaca-se a criação de um fluxo de trabalho que organiza projetos de forma transparente, documentada e escalável, permitindo níveis graduais de rigor — desde a mínima até a completa reprodutibilidade. O ARTE não é apenas uma estrutura técnica, mas também uma ferramenta pedagógica: permite que cientistas iniciem com práticas simples e avancem conforme desenvolvem habilidades. Com isso, o estudo contribui para fortalecer a integridade científica, combater a crise de reprodutibilidade e democratizar o acesso à ciência aberta na prática.

#CiênciaAberta

via SciELO

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2025/12/01/fundamentos-pratica-e-implementacao-da-ciencia-aberta/

Quem controla seus dados? Ciência Aberta, Colonialismo de Dados e Soberania na era da Inteligência Artificial e do Big Data / Pimenta Cultural

Quem controla seus dados? Ciência Aberta, Colonialismo de Dados e Soberania na era da Inteligência Artificial e do Big Data / Pimenta Cultural

Este livro parte da hipótese de que estamos testemunhando uma nova forma de colonialismo, não centrada na posse de territórios físicos, mas na apropriação contínua da vida, convertida em dado. Esse fenômeno articula práticas de extração, classificação e comercialização de informações pessoais e coletivas, muitas vezes sem o consentimento ou o benefício das comunidades envolvidas.
Mais profundamente, ele envolve a padronização de epistemologias, a imposição de lógicas algorítmicas e o silenciamento de formas plurais de conhecimento.
A dimensão epistêmica dessa nova colonialidade é particularmente relevante em relação às tensões com a Ciência Aberta. Quando Frantz Fanon escreveu “Os Condenados da Terra” em 1961, ele alertava para como o colonialismo, além de explorar recursos materiais, destruía sistematicamente as formas de conhecimento dos povos colonizados, substituindo-as por epistemologias europeias apresentadas como universais (FANON, 1961). Hoje, algo ritmos de classificação e sistemas de inteligência artificial reproduzem essa violência epistêmica em escala global, invisibilizando línguas, práticas culturais e modos de vida que não se encaixam nos padrões dominantes

#SoberaniaDigital #BigData #IA #CiênciaAberta #LivrosCI

Disponível em: https://www.pimentacultural.com/livro/quem-controla-dados/

Os Princípios do Monitoramento da Ciência Aberta / Zenodo

Os Princípios do Monitoramento da Ciência Aberta / Zenodo

Para aproveitar ao máximo a adoção da Recomendação da UNESCO de 2021 sobre Ciência Aberta,
é necessário implementar um monitoramento transparente e representativo para impulsionar e apoiar a mudança pretendida, bem como para identificar ações eficazes e lacunas prioritárias.

Nesse contexto, os Princípios de Monitoramento da Ciência Aberta fornecem uma estrutura aspiracional para desenvolver boas práticas e diretrizes de monitoramento que incentivem a agregação, a comparação e a reutilização dos resultados do monitoramento. Eles não estão vinculados a nenhum serviço de monitoramento ou solução técnica específica.

#CiênciaAberta #BoasPráticas

Disponível em: https://zenodo.org/records/15807481

Infraestruturas de Ciência e de Acesso Aberto no Brasil: iniciativas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia / IBICT

Infraestruturas de Ciência e de Acesso Aberto no Brasil: iniciativas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia / IBICT

Este livro tem como objetivo resgatar e registrar historicamente essas ações, produtos e serviços criados e mantidos pelo Instituto para consolidar o Acesso Aberto e a Ciência Aberta no Brasil. A pesquisa foi conduzida principalmente por meio de análise documental e consulta direta às políticas, diretrizes e websites relacionados aos produtos e serviços do Instituto. Além disso, depoimentos de técnicos e pesquisadores envolvidos na construção e manutenção dessas iniciativas – muitos deles também autores de capítulos desta obra – foram fundamentais para a reconstrução dessa trajetória.

#AcessoAberto #CiênciaAberta #IBICT

Disponível em: https://omp-editora.prd.ibict.br/index.php/edibict/catalog/book/358

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Resultado: Como resultado, o estudo elencou itens necessários para a construção de condições infraestruturais que alinham requisitos transversais necessários o estabelecimento de framework técnico, político e normativo sustentável favorável às práticas, ações e workflows necessários à transição para a ciência aberta. Conclusão: Conclui-se que a ciência aberta é, de fato, um campo de natureza plural, que exige articulação entre múltiplas dimensões de pensamento e prática.

#CiênciaAberta

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe263

Princípios do monitoramento da ciência aberta / Open Science Monitoring Initiative

Princípios do monitoramento da ciência aberta / Open Science Monitoring Initiative

Estes Princípios se concentram em três pilares fundamentais: (1) relevância e significância, (2) transparência e reprodutibilidade e (3) autoavaliação e uso responsável. Foram elaborados considerando diferentes contextos, capacidades e recursos das partes interessadas, levando em conta, de forma consistente, tanto os resultados qualitativos quanto os quantitativos. É importante ressaltar que os Princípios não se destinam à avaliação de pesquisadores individuais. Além disso, têm um caráter mais inspirador do que prescritivo. Esperamos que estes Princípios sirvam como estrutura para sistemas de monitoramento da ciência aberta, tanto passados ​​quanto futuros, e que sejam endossados ​​mundialmente.

via Open Science Monitoring Initiative

#CiênciaAberta

Disponível em: https://open-science-monitoring.org/principles/

Acesse também em: https://zenodo.org/records/17760149