Nem tudo precisa ser notícia
De um artigo publicado no BMJ em 2002: “a imprensa subnotifica os ensaios randomizados, enfatiza más notícias de estudos observacionais”. Este da PLoS ONE, 2017: “muitas descobertas biomédicas relatadas na imprensa são desmentidas por estudos subsequentes. Isso se deve, em parte, ao fato de que a imprensa preferencialmente cobre estudos iniciais ‘positivos’”. E este outro do BMJ, de 2014, que avaliou tanto notícias publicadas na mídia quanto os comunicados à imprensa emitidos por institutos de pesquisa e universidades e encontrou, em ambos, “conselhos para mudança de comportamento, declarações causais extraídas de pesquisa correlacional e inferências para humanos tiradas de pesquisas com animais que vão além dos presentes nos artigos revisados por pares”.
via Questão de Ciência
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