Como a comunicação pública da ciência nas mídias sociais afeta o público jovem / JCom

Como a comunicação pública da ciência nas mídias sociais afeta o público jovem? Uma revisão de escopo da geração de impacto / JCom

O impacto mais desejado e medido foi o ganho de conhecimento, enquanto os resultados mais observados foram o interesse e a confiança na ciência. Muitos estudos desejavam impactos específicos, mas não conseguiram mensurá-los. O conteúdo impactante era relevante, visualmente atraente e emocionalmente envolvente. No entanto, os estudos reconheceram que atores não confiáveis ​​também podem manipular essas características para disseminar desinformação. Embora muitos comunicadores científicos assumam a importância da comunicação científica baseada em mídias sociais para o público jovem, as evidências dos resultados observados são limitadas e específicas para plataformas e tópicos.

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais

Disponível em: https://jcom.sissa.it/article/pubid/JCOM_2405_2025_V02/

Cabe às universidades instalar a terceira era do conhecimento científico na web, diz Atila Iamarino / UFMG

Cabe às universidades instalar a terceira era do conhecimento científico na web, diz Atila Iamarino / UFMG

Cerca de 80% dos brasileiros têm acesso à internet por meio de aparelhos de telefonia celular. E é no ambiente digital, principalmente pelas redes sociais, que 35% desse público acessa notícias e conteúdo sobre ciências. Mas é nesse mesmo lugar, o preferido dos brasileiros para buscar informações, que “mora o perigo” da desinformação.

#DivulgaçãoCientífica #Universidades

Disponível em: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/atila-iamarino-abriu-programacao-da-semana-do-conhecimento-ufmg-2025-que-prossegue-ate-sabado

Olhar enviesado sobre a produção científica / Pesquisa Fapesp

Olhar enviesado sobre a produção científica / Pesquisa Fapesp

Em vez de avaliar se um artigo tem resultados robustos e se o periódico em que ele foi publicado segue boas práticas, os jornalistas buscam se resguardar privilegiando a produção de revistas consagradas e consolidadas, com as quais já estão familiarizados, e tendem a ignorar o conteúdo publicado em periódicos mais jovens. Um dos entrevistados disse que nunca teria contato com periódicos predatórios porque “aqueles que consulto são bastante bem estabelecidos”. Outro explicou: “Não preciso ir tão longe para obter informações… Não olho além dos periódicos tradicionais”.

#JornalismoCientífico #DivulgaçãoCientífica

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/olhar-enviesado-sobre-a-producao-cientifica/

Do Lattes ao like: Quando a academia caça cliques / Outras palavras

Do Lattes ao like: Quando a academia caça cliques / Outras palavras

Do ponto de vista desse movimento de autopromoção ou autodivulgação que se expande pelas redes sociais, pode-se destacar uma transformação do caráter eminentemente pedagógico da divulgação científica para um processo de vitrinização your self. Troca-se o debate intelectual, em sua dimensão crítica, por uma enxurrada de informações, produções e postagens que, em suma, buscam promover o pesquisador. Quase como um “coach acadêmico”, esses indivíduos passam a inundar as redes com publicações que não necessariamente visam à divulgação científica, mas, sobretudo, à autopromoção e à consolidação da imagem do pesquisador enquanto indivíduo.

#DivulgaçãoCientífica #Cientistas

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/alemdamercadoria/do-lattes-ao-like-quando-a-academia-caca-cliques/

Contribuições de Maurice Bazin para o debate sobre a relação museu-escola por meio da divulgação científica / Transinformação

Contribuições de Maurice Bazin para o debate sobre a relação museu-escola por meio da divulgação científica / Transinformação

A partir da categoria “Relação museu-escola”, verificou-se mudanças ocorridas nas décadas de 1980 e 1990 em relação às ações dos museus de ciências para a educação formal. As atividades desses espaços passaram a integrar a participação ativa de professores de Ciências, além da oferta de cursos de formação continuada com caráter reflexivo, extrapolando a abordagem de conteúdos curriculares – reflexos da influência de Bazin, em consonância com o movimento de desescolarização dos museus no Brasil ocorrido na época. Salienta-se, portanto, a importância da continuidade de ações que promovam a consolidação de parcerias entre os museus de ciências e as escolas.

#Museus #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202537e2513155

Jornalistas científicos acham que o ChatGPT é ruim para resumir artigos científicos (mas será que é mesmo?) / The Distant Librarian

Jornalistas científicos acham que o ChatGPT é ruim para resumir artigos científicos (mas será que é mesmo?) / The Distant Librarian

Conforme relatado pela Ars Technica , com muitos mais detalhes no White Paper (PDF) escrito pela equipe do Science Press Package, SciPak. Não tenho motivos para duvidar das conclusões, mas tomo nota das ressalvas que aparecem no próprio artigo…

Os prompts utilizados pelos avaliadores estão listados no apêndice do artigo (pág. 9) e são uma boa ilustração de como se deve escrever um prompt se se busca um tipo específico de resposta. Infelizmente, o artigo não indica se os resultados daquele prompt mais específico foram, em geral, melhores do que os menos específicos.
Acho importante fazer seus próprios testes, porque uma das maneiras pelas quais vemos estudantes, especialmente, usarem LLMs é exatamente para esse propósito: resumir trabalhos mais longos e difíceis. Se os resumos estiverem errados, isso é obviamente preocupante, mas se estiverem certos, mas não se adequarem a um estilo específico, isso é muito menos preocupante, na minha humilde opinião, e poderia ser corrigido com melhores orientações.

#DivulgaçãoCientífica #ChatGPT

via The Distant Librarian

Disponível em: https://distlib.pival.me/science-journalists-find-chatgpt-is-bad-at-summarizing-scientific-papers-but-are-they-really/

Meninas na ciência: gestão e divulgação científica / JComAL

Meninas na ciência: gestão e divulgação científica / JComAL

Em linhas gerais, o evento Converse com(o) uma cientista foi realizado em consonância com a ideia original (Tabela 1) e houve satisfação das participantes. Contudo, as boas práticas da gestão de projetos sociais agregariam ainda mais valor à iniciativa, maximizando as oportunidades. Muitos aspectos das diferentes fases do projeto não foram adequadamente registrados, existindo somente na memória pessoal dos envolvidos. A recomendação mais geral, portanto, é a adequada documentação dos projetos de DC, pois a falta dela se configura como dificuldade para controle, replanejamento e replicação das iniciativas.

#DivulgaçãoCientífica #GestãoDaInformação

Disponível em: https://jcomal.sissa.it/article/pubid/JCOMAL_0802_2025_N01/

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável? / MindFlow

Você, como divulgador científico — e muitas vezes também como cientista — já parou para pensar na verificação desses números apresentados pelas plataformas digitais do palestrante super “hypado” que você escolheu — aqueles que associamos a relevância e credibilidade — correspondem de fato à realidade?

Credibilidade ou popularidade: quem define o que é confiável?

E, mais importante: qual é a nossa responsabilidade como divulgadores de ciência ao perpetuar influencers e conteúdos cuja base de relevância e credibilidade não pode ser conferida ou devidamente embasada?

#DivulgaçãoCientífica #MídiasSociais #Credibilidade #Popularidade

via MindFlow

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/mindflow/credibilidade-ou-popularidade-quem-define-o-que-e-confiavel/

Divulgação científica e ensino de ciências por podcasts: o caso do IFFcast / Vértices

Divulgação científica e ensino de ciências por podcasts: o caso do IFFcast / Vértices

O IFFcast publicou 99 episódios inéditos e originais desde 2019 nas principais plataformas de streaming do gênero. Logo, o presente artigo objetivou traçar um perfil de ouvintes a partir das métricas estatísticas oferecidas pela plataforma Anchor, que é responsável pela distribuição dos episódios, mapeando principalmente a faixa etária, preferência das temáticas e diversidade de gênero dos ouvintes alcançados.

#DivulgaçãoCientífica #Podcast

Disponível em: https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/23436

Divulgação Científica e Bibliotecas Universitárias: alguns entendimentos para a ação / Pedro Andretta

Divulgação Científica e Bibliotecas Universitárias: alguns entendimentos para a ação / Pedro Andretta

Slides da palestra “Divulgação Científica e Bibliotecas” do Prof. Pedro Andretta, na II Jornada de Inovação do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará (SiBi-UFC). Agosto de 2025.

Disponível em: https://www.pedroandretta.info/index/wp-content/uploads/2025/08/DIVULGACAO-CIENTIFICA-UFC.pdf

Apresentação: “Definindo DC: as várias faces da divulgação científica” / Gene Reporter

Apresentação: “Definindo DC: as várias faces da divulgação científica” / Gene Reporter

Apresentação online para a disciplina de “Divulgação Científica” para alunos graduação em Biologia da UFV, câmpus Rio Paranaíba-MG, ministrada pelo Prof. Dr. Rubens Pasa, em 25 de agosto de 2025.

via Gene Reporter

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://genereporter.blogspot.com/2025/08/apresentacao-definindo-dc-as-varias.html