Quadrinhos entram em cena para divulgar ciência / ComCiência

Quadrinhos entram em cena para divulgar ciência / ComCiência

Quando o assunto é a divulgação científica, Vergueiro vê nos quadrinhos uma ferramenta poderosa. “Eles facilitam a compreensão, tornam a comunicação mais direta e ajudam a esclarecer pontos que, em outros formatos, seriam mais difíceis de entender”, explica. Para ele, o caráter lúdico da linguagem visual é um diferencial importante tanto na educação básica quanto na comunicação com o grande público. Mas alerta para a necessidade de explorar de fato os recursos da mídia: muitas vezes, cientistas e divulgadores se limitam a usar os quadrinhos apenas para representar um professor na lousa ou um cientista explicando conceitos, perdendo o potencial narrativo que a linguagem oferece.

Segundo Vergueiro, o caminho mais interessante é explorar a narrativa dos quadrinhos sem depender da “voz de autoridade”, permitindo que os conceitos científicos sejam transmitidos de forma mais criativa e envolvente. Já existem exemplos bem-sucedidos nesse sentido, tanto no Brasil quanto no exterior. Internacionalmente, figuram nomes como o norte-americano Larry Gonick, autor das séries The Cartoon History of… e The Cartoon Guide to…, além da coleção Graphic Guides, publicada pela editora inglesa Icon Books. No Brasil, observa-se um movimento igualmente expressivo: “Temos trabalhos muito bons no país, inclusive ligados à divulgação científica”, reforça Vergueiro, citando o quadrinista Jão (João Garcia), criador da série de tirinhas Os Cientistas em Quadrinhos e o cartunista Marco Merlin, autor das Cientirinhas.

#DivulgaçãoCientífica #Quadrinhos

via ComCiência

Disponível em: https://www.comciencia.br/quadrinhos-entram-em-cena-para-divulgar-ciencia/

Curadoria de conteúdo científico e divulgativo no Instagram: Taxonomia e exemplos / E-LIS

Curadoria de conteúdo científico e divulgativo no Instagram: Taxonomia e exemplos / E-LIS

Este artigo apresenta uma taxonomia para analisar a curadoria de conteúdo de comunicação científica na rede social Instagram. Ela se baseia em estudos anteriores dos autores sobre o Twitter e o YouTube e compreende diversos parâmetros agrupados nas dimensões de Conteúdo e Curadoria, incluindo: Quantidade de Conteúdo, Período de Publicação do Conteúdo, Origem do Conteúdo, Técnicas de Curadoria e Integração da Curadoria. São fornecidos exemplos representativos publicados por pesquisadores e comunicadores científicos de diversas disciplinas.

#CuradoriaDeConteúdo #Instagram #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: http://eprints.rclis.org/47688/

A história da divulgação científica no Brasil / Ciência & Cultura

A história da divulgação científica no Brasil / Ciência & Cultura

A ciência nem sempre ocupou um lugar central no debate público brasileiro, mas sua presença no cotidiano da sociedade foi sendo construída ao longo do tempo, entre iniciativas institucionais, projetos editoriais, disputas de sentido e esforços individuais de mediação entre o conhecimento especializado e o público amplo. A divulgação científica no Brasil tem uma história longa, complexa e marcada por avanços descontínuos, que começa ainda antes da independência do país e ajuda a entender como o país passou a produzir, comunicar e atribuir valor ao conhecimento científico.

O marco inicial costuma ser associado à criação da Imprensa Régia, em 1810, quando passam a circular no Brasil textos voltados à educação científica, sobretudo manuais de engenharia e medicina, em geral traduzidos do francês. Desde então, ao longo de mais de 200 anos, a comunicação pública da ciência se desenvolveu de maneira desigual, frequentemente restrita às elites letradas e pouco integrada ao cotidiano da maior parte da população.

Desde seus primórdios, a ciência esteve presente na imprensa brasileira. Jornais como a Gazeta do Rio de Janeiro, O Patriota e o Correio Braziliense abriram espaço para temas científicos em um contexto marcado pelo Iluminismo e pela circulação internacional de ideias. Mesmo editado fora do país, o Correio Braziliense desempenhou papel central ao articular ciência, política, economia e educação, evidenciando que o conhecimento científico era visto como instrumento de modernização e construção nacional. (Figura 1)

#DivulgaçãoCientífica

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9721

Retratações científicas no YouTube: informação, ambiguidade e desinformação na circulação de artigos retratados em vídeos de divulgação científica / PPGCI – UFSC

Retratações científicas no YouTube: informação, ambiguidade e desinformação na circulação de artigos retratados em vídeos de divulgação científica / PPGCI – UFSC

Foram empregadas técnicas de altmetria e análise de conteúdo, com categorização informacional dos vídeos em informação científica, ambiguidade científica e desinformação científica. As menções indiretas apresentaram maior ocorrência (525; 60%) em comparação às menções diretas (354; 40%). Esses artigos apresentaram média de 1,06 menção por vídeo, abrangendo, sobretudo, áreas das Ciências da Saúde e da Vida. (…) Conclui-se que a retratação científica não interrompe a circulação social dos artigos no YouTube. A maior ocorrência de menções indiretas e de enquadramentos desinformativos ou ambíguos indica que a correção científica não regula automaticamente o uso da informação em plataformas digitais, nas quais conteúdos menos alinhados à evidência tendem a alcançar maior engajamento, impondo desafios à divulgação científica contemporânea.

#Retratação #YouTube #DivulgaçãoCientífica #Desinformação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271970

Guia espanhol orienta comunicação sobre integridade científica / Science Arena

Guia espanhol orienta comunicação sobre integridade científica / Science Arena

O foco da divulgação científica costuma recair nos resultados de pesquisas, enquanto os processos que lhes conferem legitimidade ficam em segundo plano.

“Ao mostrar que erros, revisões e ajustes fazem parte do processo científico, a comunicação ajuda a construir uma visão mais realista da ciência, reduzindo o risco de interpretações simplistas que possam ser usadas para desacreditá-la”, escrevem os autores do guia publicado pela Fundação Espanhola para a Ciência e Tecnologia.

#IntegridadeCientífica #ComunicaçãoCientífica #ComunicaçãoCientífica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/guia-espanhol-orienta-comunicacao-sobre-integridade-cientifica/

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Avaliação e recompensa de práticas de comunicação e divulgação científica em Ciência Aberta / Informação & Informação

Os resultados demonstram que a produção científica dos grupos de pesquisa tem recebido menções em diferentes espaços da web social, como plataformas multimídia (YouTube), redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Reddit), Wikipédia, sites de notícias, blogs, e portais de revisão por pares e de perguntas e respostas. A análise qualitativa das menções permitiu discutir a altmetria como uma métrica com potencial para avaliar práticas de Ciência Aberta relacionadas à comunicação e divulgação científica na web. Além disso, possibilitou uma discussão crítica sobre o “impacto social” que a métrica pretende mensurar.
Conclui-se que a apropriação de produtos científicos pelo público não acadêmico gera indicadores de impacto que podem ser positivos, negativos, ambíguos ou neutros. Contudo, verificou-se que há poucas iniciativas significativas de divulgação científica realizadas pelos grupos de pesquisa em Farmácia.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica #CiênciaAberta #Altmetria #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/52080

Mapeamento de comunidades e coleções de divulgação científica em repositórios digitais: análise descritiva do cenário brasileiro / RDBCI

Mapeamento de comunidades e coleções de divulgação científica em repositórios digitais: análise descritiva do cenário brasileiro / RDBCI

Resultados, as análises indicam que a maioria dos repositórios digitais não prioriza a divulgação científica para o público geral, com poucas iniciativas explícitas e sistematizadas, revelando uma lacuna significativa entre a disponibilidade de materiais e a efetiva democratização do conhecimento científico. Diante disso, pode-se concluir que os repositórios digitais de acesso aberto podem ser uma estratégia eficaz para disseminar o conhecimento produzido por instituições de pesquisa e universidades, facilitando o acesso à informação científica por um público amplo. Entretanto, o cenário desvelado apresenta poucas iniciativas contundentes com o panorama da divulgação científica. Com isso, sugerem-se diretrizes para a implementação der boas práticas de divulgação científica nessas plataformas objetivando democratizar o conhecimento para toda a sociedade.

#DivulgaçãoCientífica #Repositórios

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8678276

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Existe mesmo uma crise de confiança na ciência? / Science Arena

Se a confiança nos cientistas permanece alta, por que persiste a sensação de distanciamento entre ciência e sociedade? Horton identifica um ponto sensível revelado no estudo do Pew Research Center: apenas 45% dos americanos consideram os cientistas bons comunicadores — uma queda significativa em relação a 2019.

É neste ponto que o editorial assinado por Horton muda de tom e passa a discutir a urgência de repensar como a ciência se comunica. Inspirado pelo livro “In a Flight of Starlings” (Penguin Press, 2023), escrito pelo físico italiano e Nobel Giorgio Parisi, Horton argumenta que comunicar resultados não é o suficiente. Giorgio Parisi propõe algo mais ambicioso: mostrar o processo científico, com suas incertezas, impasses e surpresas.

#Ciência #DivulgaçãoCientífica

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/comunicacao-e-crise-de-confianca-na-ciencia/

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Redes sociais generalistas como espaço para disseminação científica (X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, LinkedIn) / Infonomy

Esta análise examina o papel das plataformas de mídia social de interesse geral (especificamente X, Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky e LinkedIn) como espaços para a disseminação da ciência. Parte-se do paradoxo de que o acesso a explicações científicas nunca foi tão fácil, mas o contexto em que esse conteúdo circula nunca foi tão frágil. A análise identifica públicos que depositam mais confiança na ciência com base na afinidade do que na lógica puramente informativa, e algoritmos que atuam como editores silenciosos, priorizando a emoção em detrimento da verificabilidade. Esta análise propõe que a avaliação da comunicação científica nas mídias sociais incorpore critérios qualitativos que levem ao debate público.

#MídiasDigitais #ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://infonomy.scimagoepi.com/index.php/infonomy/article/view/119

Um megafone para pesquisa / Research Information

Um megafone para pesquisa / Research Information

O momento da divulgação também reforça significativamente o impacto. Publicar as conclusões quando são relevantes para os debates atuais multiplica sua influência. Isso exige o acompanhamento de discussões políticas, ciclos de notícias e conversas entre profissionais. Quando surgirem oportunidades, ter materiais prontos para distribuição imediata é fundamental.

A indústria editorial e a comunidade científica estão começando a perceber a conexão entre a visibilidade da pesquisa e seu impacto social, mas, frequentemente, os pesquisadores precisam atuar como comunicadores também. Nem todos têm o perfil adequado para esse papel. Surgem provedores de comunicação científica, mas poucos possuem a expertise necessária para amplificar a ciência ao longo de todo o ciclo de pesquisa. Em um ecossistema onde milhões de estudos competem por atenção, uma pesquisa excelente sem comunicação estratégica não atingirá seu potencial. A lacuna entre descoberta e aplicação não se fechará sozinha. Para superá-la, é preciso tratar a comunicação como parte integrante do processo de pesquisa, e não como um mero complemento.

#ComunicaçãoCientífica #DivulgaçãoCientífica

via Research Information

Disponível em: https://www.researchinformation.info/viewpoint/a-megaphone-for-research/

A importância de preservar os blogs acadêmicos / LSE

A importância de preservar os blogs acadêmicos / LSE

O risco de perda de dados e a falta de infraestruturas sustentáveis ​​também se aplicam aos blogs acadêmicos. Os blogs acadêmicos servem como meio de disseminação de conhecimento acadêmico tanto dentro quanto fora da comunidade acadêmica. Comparados aos formatos tradicionais de publicação científica (como livros e periódicos), os blogs acadêmicos oferecem um meio de comunicação mais acessível, barato, rápido, aberto e informal tanto para autores quanto para leitores. Embora as infraestruturas de informação digital já estejam estabelecidas há muito tempo para as formas tradicionais de produção acadêmica, garantindo sua acessibilidade permanente, infraestruturas equivalentes não foram desenvolvidas para blogs. Considerando a fragilidade do conteúdo online, essa lacuna infraestrutural representa um risco de perda significativa de informações. Por fim, garantir a acessibilidade a longo prazo da produção científica também é importante para manter as boas práticas científicas.

Dos 866 blogs acadêmicos alemães analisados, 53% permanecem ativos, mas muitos deles têm uma vida útil de apenas dois anos.

#Blogs #Ciência #DivulgaçãoCientífica #PreservaçãoDigital

via LSE

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/11/18/the-case-for-preserving-scholarly-blogs/

Divulgação científica que cativa os mais pequenos / MIP

Divulgação científica que cativa os mais pequenos / MIP

Agora, com minha filha de 7 anos, me esforço para oferecer a ela conteúdo científico adequado à sua idade. Hoje em dia, existem muitas opções excelentes. Abaixo, compartilho uma pequena seleção dos cinco programas favoritos da minha pequena amante da ciência. Eles são acessíveis e estão disponíveis em diferentes formatos. Ainda não encontrei um menino ou menina dessa idade que não se torne fã quando os descobre. Se você tem crianças pequenas por perto, aproveite a oportunidade para apresentá-las, pois você estará abrindo as portas para um mundo fascinante.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://mip.umh.es/blog/2025/10/13/divulgacion-cientifica-cautiva-peques/