Quem decide o que é lido no Goodreads? Descobrindo o patrocínio e suas implicações para a pesquisa acadêmica / Big Data & Society

Quem decide o que é lido no Goodreads? Descobrindo o patrocínio e suas implicações para a pesquisa acadêmica / Big Data & Society

(…) nossa pesquisa revela pela primeira vez a escala do fenômeno das resenhas de livros incentivadas, bem conhecido pelos usuários do Goodreads, mas que permanece em grande parte anedótico. Além disso, ela ilumina a ascensão do conteúdo patrocinado, contribuindo para discussões mais amplas sobre abordagens computacionais para economias digitais de prestígio e o uso responsável de conjuntos de dados culturais mediados por plataformas em todas as disciplinas.

#Resenhas #HumanidadesDigitais #MercadoEditorial

Disponível em: https://doi.org/10.1177/20539517251359229

Agência de notícias encerra publicação de resenhas de livros por baixa audiência / Folha de S. Paulo

Agência de notícias encerra publicação de resenhas de livros por baixa audiência / Folha de S. Paulo

A Associated Press vai encerrar a publicação de resenhas de livros, segundo carta enviada aos críticos literários que colaboravam com a agência de notícias americana criada em 1846. A informação é do site Media Nation, do escritor Dan Kennedy.

#MercadoEditorial

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/08/agencia-de-noticias-encerra-publicacao-de-resenhas-de-livros-por-baixa-audiencia.shtml

Bobbie Goods vira fenômeno no Brasil com 2,5 milhões de livros vendidos / Exame

Bobbie Goods vira fenômeno no Brasil com 2,5 milhões de livros vendidos / Exame

Em apenas sete meses no Brasil, os livros para colorir da marca Bobbie Goods se transformaram em um fenômeno editorial. Desde o lançamento oficial em janeiro pela HarperCollins, a coleção já superou a marca de 2,5 milhões de exemplares vendidos, impulsionada por vídeos virais no TikTok que mostram técnicas e estilos criativos de pintura.

via Exame

#MercadoEditorial

Disponível em: https://exame.com/pop/bobbie-goods-vira-fenomeno-no-brasil-com-25-milhoes-de-livros-vendidos/

O que há de novo no livro para a primeira infância e juventude no Brasil? / Emilia

O que há de novo no livro para a primeira infância e juventude no Brasil?

Autores como Carol Fernandes, Paty Wolff, Luci Sacoleira, Caio Zero, Rodrigo Andrade, Otavio Júnior e outros estão trazendo frescor à literatura infantil. A presença indígena também cresce com os textos de Cristiano Wapichana, Ailton Krenak, Kaká Werá Jecupé, Yaguarê Yamã, as ilustrações de Xadalu Tupã Jekupé e o trabalho cuidadoso de Rita Carelli e Mauricio Negro.

Artistas como Aline Abreu, Anna Cunha, Anita Prades, Elisa Carareto, Marcelo Tolentino, Gabriela Romeu, Tadeu Sarmento, Annabella López, Raquel Matsuchita, entre outros, têm se destacado por sua sensibilidade e compromisso com os leitores mais jovens. E muitos deles já ganharam o reconhecimento nacional e internacional que merecem.

#MercadoEditorial #LiteraturaInfantoJuvenil

via Emilia

Disponível em: https://emilia.org.br/o-que-ha-de-novo-no-livro-para-a-primeira-infancia-e-juventude-no-brasil/

Livros de colorir levam o varejo a crescimento de dois dígitos / PublishNews

Livros de colorir levam o varejo a crescimento de dois dígitos

Luiz Gaspar, Diretor Regional da NielsenIQ Book Brasil, acrescenta: “O incremento de dois dígitos no período é um claro reflexo do fenômeno dos livros de colorir, com alguns títulos vendendo cerca de 75 mil unidades em quatro semanas. No entanto, ao excluirmos os livros de colorir, o mercado ainda apresenta taxas de crescimento de 7% e 8% em volume e faturamento, refletindo os resultados de importantes lançamentos somados às vendas residuais das ações promocionais da Semana do Consumidor do período anterior (03T2025)”.

#MercadoEditorial

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/05/15/livros-de-colorir-levam-o-varejo-a-crescimento-de-dois-digitos

Profissionais do livro divulgam carta aberta: ‘boa parte dos editores brasileiros vive por um fio’ / PublishNews

Profissionais do livro divulgam carta aberta: ‘boa parte dos editores brasileiros vive por um fio’

Hoje em dia, não basta afirmar a importância de ler. É preciso refletir sobre o que se lê, para que se lê e como se lê. Daí a necessidade imperiosa de formar mediadores e de refletir sobre que leitores se deseja formar. A leitura como instrumento — e não apenas como fim em si mesma — tem potencial emancipador e pode proporcionar visibilidade e voz a uma maioria historicamente excluída e marginalizada. O questionamento do cânone literário oficial em vários segmentos demonstra isso.

#MercadoEditorial

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/05/05/profissionais-do-livro-divulgam-carta-aberta-boa-parte-dos-editores-brasileiros-vive-por-um-fio

Livro de colorir devocional estreia na Lista de Mais Vendidos do PublishNews / PublishNews

Livro de colorir devocional estreia na Lista de Mais Vendidos do PublishNews

Uma novidade que une duas tendências fortes da produção editorial recente no Brasil ganha agora destaque ao estrear um título na Lista de Mais Vendidos do PublishNews: é o livro de colorir devocional, junção de dois fenômenos de vendas recentes. Quem realizou a façanha foi Colorindo com Deus Pai – Um Livro Cute & Comfy (Camelot Editora). O volume tem 64 páginas e traz 32 ilustrações com mensagens de fé. Outros títulos com a mesma proposta, de diferentes editoras, já estão circulando no mercado.

#MercadoEditorial #Religião

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/04/25/livro-de-colorir-devocional-estreia-na-lista-de-mais-vendidos-do-publishnews

Vamos parar de destruir livros? / Rascunho

Vamos parar de destruir livros?

Embora muita gente não saiba, trata-se de uma praxe no meio editorial, sobretudo entre os grandes selos. O problema, na maior parte dos casos, é material. Com o tempo, o papel se deteriora. Seja por simples amarelamento, seja pelo trabalho das traças, que desconhecem o modo figurado da expressão “devorar livros”.

A questão pode ser também meramente física. Como os depósitos não comportam mais exemplares, a editora precisaria providenciar um segundo, ou terceiro, repositório, o que pesaria no custo de manutenção. É preciso abrir espaço para os novos livros que chegam. E eles nunca param de chegar.

#Editoras #MercadoEditorial

via Rascunho

Disponível em: https://rascunho.com.br/cronistas/marcelo-moutinho/vamos-parar-de-destruir-livros/

Pesquisa sugere possibilidade de correção do preço do livro no Brasil / PublishNews

Pesquisa sugere possibilidade de correção do preço do livro no Brasil

Preço médio do livro no país caiu 36% em termos reais desde 2006​; Panorama do Consumo de Livros apontou que boa parte dos consumidores não considera o livro nem barato nem caro.

O presidente da Livraria Leitura, Marcus Teles, avalia que a queda sensível nos preços dos livros pode ser atribuída, em parte, a uma maior eficiência das gráficas e editoras e, em parte, à intensa guerra de preços da última década.

via PublishNews

#MercadoEditorial

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/02/19/pesquisa-sugere-possibilidade-de-correcao-do-preco-do-livro-no-brasil

Bibliodiversidade e editoras independentes: um ato político / CERLALC

Bibliodiversidade e editoras independentes: um ato político

Em suma, a bibliodiversidade é um conceito intrinsecamente ligado à publicação independente, que se tornou um ato político de resistência à concentração editorial e à homogeneização cultural. À medida que grandes conglomerados editoriais continuam a dominar o mercado, as editoras independentes devem continuar lutando para manter viva a diversidade cultural e editorial, buscando novos caminhos de resistência e colaboração. Para isso, é essencial que tanto as políticas públicas quanto os atores culturais reconheçam e apoiem seu trabalho, entendendo que a bibliodiversidade não enriquece apenas o mundo dos livros, mas também o tecido cultural e social como um todo.

via CERLALC

#Bibliodiversidade #MercadoEditorial

Disponível em: https://cerlalc.org/bibliodiversidad-y-editoriales-independientes-un-acto-politico/

PMC: Setor de Livros, jornais e revistas registra queda de 7,7% em 2024 / PublishNews

PMC: Setor de Livros, jornais e revistas registra queda de 7,7% em 2024

“O segmento de Livros, jornais, revistas e papelaria já vem acumulando quedas há alguns anos, a última alta foi em 2022. Isso está relacionado ao crescente processo de digitalização de parte de seus produtos. O que vem sustentando essa atividade é o livro didático”, avalia Cristiano Santos, gerente da pesquisa.

#MercadoEditorial

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/02/13/pmc-setor-de-livros-jornais-e-revistas-registra-queda-de-77-em-2024

Mercado de livros no Brasil é impulsionado por formatos digitais / PublishNews

Mercado de livros no Brasil é impulsionado por formatos digitais

Segundo a pesquisa Nielsen Book de 2023, realizada em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Câmara Brasileira do Livro (CBL), os livros digitais passaram a representar 8% do mercado editorial, um avanço considerável em relação aos 6% de 2022.

Comparando com o cenário internacional, o Brasil segue o caminho de mercados mais maduros. O relatório Digitalização na Europa 2024, produzido pela Eurostat, destaca que, no Reino Unido, os e-books disponíveis para leitura já representam cerca de 15% do mercado editorial. Nos países nórdicos, como Suécia e Noruega, 40% da população consome audiolivros regularmente, mostrando o potencial desse formato para cativar leitores com rotinas cada vez mais dinâmicas.

#MercadoEditorial #EBooks

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/16/mercado-de-livros-no-brasil-e-impulsionado-por-formatos-digitais