A educação científica deve ser priorizada desde a escola, para que mais meninas se interessem por acessar e ocupar os campos científicos / Ciência e Cultura

A educação científica deve ser priorizada desde a escola, para que mais meninas se interessem por acessar e ocupar os campos científicos

É o que aponta Maria Elisa Máximo, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Para a antropóloga, o fator estrutural é uma das principais causas das distorções entre os espaços e papéis ocupados por homens e mulheres na produção do conhecimento. “A igualdade só será efetivamente alcançada se o princípio do tratamento isonômico for aplicado em todas as instâncias da ciência e do campo acadêmico”, afirma.

#DivulgaçãoCientífica #MulheresNaCiência

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=6700

Mulheres na Ciência: superando barreiras e inspirando gerações / Ciência e Cultura

Mulheres na Ciência: superando barreiras e inspirando gerações

O CNPq indica que 59% das bolsas de iniciação científica são concedidas a pesquisadoras, mas essa porcentagem cai para 35,5% nas bolsas de produtividade, as mais prestigiadas e financiadas. No grupo de bolsas 1A, destinadas a pesquisadores seniores, apenas 24,6% são concedidas a cientistas mulheres. Além disso, um relatório realizado pela British Council em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU) em 2022 mostra que, na América Latina e Caribe, 46% dos pesquisadores são mulheres, indicando uma disparidade significativa.

via Ciência e Cultura

#MulheresNaCiência #Entrevista

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=6687

Análise da distribuição de autorias por gênero na produção científica: uma perspectiva global / Journal of Informetrics

Análise da distribuição de autorias por gênero na produção científica: uma perspectiva global

Contrariamente aos pressupostos convencionais, os países em desenvolvimento apresentam uma evolução pronunciada nas taxas de autoria feminina. Em resumo, o estudo sublinha as tendências positivas em direcção à equidade de gênero, defendendo esforços sustentados para promover a diversidade e promover uma compreensão diferenciada no meio acadêmico.

#MulheresNaCiência #Autoria #Gênero

Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1751157724000695?via%3Dihub

Nascida há 100 anos, Carolina Bori teve voz proeminente na ciência brasileira / Pesquisa Fapesp

Nascida há 100 anos, Carolina Bori teve voz proeminente na ciência brasileira

O ativismo pautou toda a trajetória de Bori. “No início de sua carreira, ela lutou pela consolidação da psicologia como ciência no Brasil, e posteriormente pelo desenvolvimento científico e tecnológico como um todo”, conta Deisy de Souza, do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (DPsi-UFSCar). “Carolina acreditava que a ciência e a educação eram os caminhos para o desenvolvimento do nosso país”, acrescenta Dora Fix Ventura, professora sênior do Instituto de Psicologia da USP.

#MulheresNaCiência #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nascida-ha-100-anos-carolina-bori-teve-voz-proeminente-na-ciencia-brasileira

Prefeitura de São José dos Campos retira obra da Editora Mostarda das salas de leitura das escolas

Prefeitura de São José dos Campos retira obra da Editora Mostarda das salas de leitura das escolas

Na última semana, a obra Meninas Sonhadoras, Mulheres Cientistas, da juíza Flávia Martins de Carvalho e publicada pela Editora Mostarda, entrou para a lista de obras brasileiras censuradas. A prefeitura de São José dos Campos recolheu o livro das salas de leitura da rede municipal após um pedido do vereador Thomaz Henrique (PL), que apontou suposta “apologia ao aborto” e criticou mulheres retratadas na obra, como a vereadora Marielle Franco e a antropóloga Débora Diniz.

#Censura #MulheresNaCiência

via PublishNews

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/06/21/prefeitura-de-sao-jose-dos-campos-retira-obra-da-editora-mostarda-das-salas-de-leitura-das-escolas

Mulheres com doutorado têm remuneração 16,4% menor do que homens, aponta CGEE

Mulheres com doutorado têm remuneração 16,4% menor do que homens, aponta CGEE

Estudo analisou o perfil da população pós-graduada entre os anos de 1996 e 2021; no comparativo de pessoas com mestrado, a diferença das remunerações chega a 26,7%. Mulheres são maioria entre mestres e doutores titulados no País.

#Gênero #CiênciaBrasileira #MulheresNaCiência

via Jornal da Ciência

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/mulheres-com-doutorado-tem-remuneracao-164-menor-do-que-homens-aponta-cgee/

Consórcio mapeia desigualdade de gênero na ciência em 16 países e propõe ações

Consórcio mapeia desigualdade de gênero na ciência em 16 países e propõe ações

A socióloga Alice Abreu, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro, observa que a discussão sobre a equidade de gênero na ciência não é nova, mas mudou de eixo em tempos recentes. “No lugar de enxergar a mulher como o problema principal e sugerir iniciativas para que elas obtenham qualificações necessárias, passou-se a uma compreensão de que a diversidade é fundamental para a atividade científica e uma mudança em estruturas institucionais é a única forma de alcançar a igualdade de gênero na ciência” […]

#MulheresNaCiência

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/consorcio-mapeia-desigualdade-de-genero-na-ciencia-em-16-paises-e-propoe-acoes/

Identidade e perspectivas em uma Ciência da Informação negra, por Gláucia Vaz

Identidade e perspectivas em uma Ciência da Informação negra, por Gláucia Vaz

Angela Davis, em seu livro Mulheres, raça e classe também nos apresenta como se deu historicamente a construção do feminino socialmente aceito que sempre colocou mulheres brancas como esposas amáveis, mães zelosas, cuidadoras do lar, e dignas do amor do príncipe encantado, seu protetor. Às Mulheres negras, desde o processo de escravização foi lhe conferido apenas o lugar de reprodutora de mão de obra, força braçal também para os serviços na lavoura e objeto de desejo de seus senhores brancos, onde nasceu os mais cruéis processos de miscigenação do mundo, por meio de abusos. Mulheres negras nunca foram consideradas frágeis demais para realizar nenhum tipo de trabalho e o que se espera de corpos como este é apenas subserviência.

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-2-fev-2024/identidade-e-perspectivas-em-uma-ciencia-da-informacao-negra-por-glaucia-vaz/

Mulheres em ciência e tecnologia: as origens históricas da inversão de gênero

Mulheres em ciência e tecnologia: as origens históricas da inversão de gênero

Apesar dessa representatividade histórica, se mantivermos o ritmo atual, seriam necessários cerca de 100 anos para alcançar a paridade de gênero em publicações científicas na área de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). É o que revela um estudo publicado em 2019, pela uma pesquisa realizada pelo Allen Institute for Artificial Intelligence.

#MulheresNaCiência

Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/revista/2023/11/27/mulheres-em-ciencia-e-tecnologia-as-origens-historicas-da-inversao-de-genero/

O grito das invisíveis que ecoa na história, por Mellanie Fontes-Dutra e Ana de Medeiros Arnt

O grito das invisíveis que ecoa na história, por Mellanie Fontes-Dutra e Ana de Medeiros Arnt

Segundo dados divulgados pelo Instituto de Estatística da UNESCO1, menos de 30% dos pesquisadores, no mundo, são mulheres. No caso do Brasil, essa porcentagem é visivelmente maior, somando 58% o número de bolsistas da CAPES, segundo um levantamento de 20222. Se estamos mais presentes, atualmente, onde estão nossas cientistas?

Parte dessa resposta se esconde em um sexismo nem-sempre-velado que existe no meio acadêmico. A participação das mulheres nas ciências exatas ainda é visivelmente menor do que a dos homens, e poucas de nós alcançam cargos mais altos, segundo reportagem da Folha3. Ainda não tivemos uma mulher na presidência do CNPq (desde 1951)4 e FINEP (desde 1967)5.

#MulheresNaCiência

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-2-fev-2024/o-grito-das-invisiveis-que-ecoa-na-historia-por-mellanie-fontes-dutra-e-ana-de-medeiros-arnt/

Mulher, mãe e cientista: o que ainda falta para as pesquisadoras chegarem ao topo?

Mulher, mãe e cientista: o que ainda falta para as pesquisadoras chegarem ao topo?

Implementado no dia 11 de fevereiro pela ONU, o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência relembra aquelas que fizeram história no caminho do conhecimento, mesmo diante de cenários marcadamente machistas. Ada Lovelace, a primeira programadora de computadores; Marie Curie, autora da descoberta dos elementos rádio e polônio; Enedina Alves Marques, a primeira engenheira negra do Brasil e uma das responsáveis pelo Plano Hidrelétrico do Paraná são alguns nomes de destaque. 

via Jornal da Ciência

#MulheresNaCiência

Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade/mulher-mae-e-cientista-o-que-ainda-falta-para-as-pesquisadoras-chegarem-ao-topo/

“Na ciência, o mais importante é saber fazer perguntas”

“Na ciência, o mais importante é saber fazer perguntas”

“Na ciência, o mais importante é saber fazer perguntas, e não só aquelas para esclarecimentos, mas também aquelas que podem levar a hipóteses. E eu aprendi a fazer isso ainda no primário. Estudei em uma escola criada por pessoas do Leste Europeu, que era extremamente especial. Era uma escola que incentivava a perguntar.” recorda Regina Pekelmann Markus é a vencedora do 5º Prêmio “Carolina Bori Ciência & Mulher”

via Jornal da Ciência

#MulheresNaCiência

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/na-ciencia-o-mais-importante-e-saber-fazer-perguntas/