A contribuição do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) para o Aquilombamento bibliográfico – Entrevista com Tatiane Salles / Divulga-CI

A contribuição do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) para o Aquilombamento bibliográfico – Entrevista com Tatiane Salles / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Tatiane Salles, bibliotecária do Instituto Federal de São Paulo e mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de São Carlos. Na dissertação, Tatiane Salles aborda a importância de práticas bibliotecárias comprometidas com representatividade, pertencimento e aquilombamento informacional, visando a consolidação de políticas mais inclusivas e responsivas às demandas das comunidades negras e indígenas. Conheça mais sobre o percurso da pesquisadora e sua pesquisa.

#FormaçãoDeColeções #Representatividade #NEABI #PessoasNegras #PovosIndígenas #Entrevista

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/a-contribuicao-do-nucleo-de-estudos-afro-brasileiros-e-indigenas-neabi-para-o-aquilombamento-bibliografico-entrevista-com-tatiane-salles/

Escrevivências: escrever sobre o que vivo e viver o que escrevo, por Rosangela Hilário / Divulga-CI

Escrevivências: escrever sobre o que vivo e viver o que escrevo, por Rosangela Hilário / Divulga-CI

“Tornar-me uma Mulher Preta, e fora dos padrões eurocentradas, não foi uma decisão que eu tenha tomado: fui percebendo que a despeito de minhas credenciais acadêmicas, condição social e saberes, minha cor sempre chegou antes de eu ter chance de usufruir as oportunidades”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Rosangela Hilário, Coordenadora da Comissão de Combate às Desigualdades da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

#MulheresNegras #CientistasNegros #DiaDaConsciênciaNegra

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/editorial-escrevivencias-escrever-sobre-o-que-vivo-e-viver-o-que-escrevo-por-rosangela-hilario/

A desumanização da mulher negra colonizada no fim do século XIX / Fontes documentais

A desumanização da mulher negra colonizada no fim do século XIX

A pesquisa evidencia a desumanização e estereotipização promovidas pela linguagem jornalística da época, alinhando-se às reflexões de Cabecinhas (2002) e Quijano (2005) sobre a colonialidade do poder e da linguagem. Destaca-se a importância de estudos críticos como este para questionar narrativas hegemônicas e legitimar a luta por uma sociedade mais inclusiva e respeitosa, valorizando a diversidade e a singularidade das experiências das mulheres negras. 

#MulheresNegras

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/RFD/article/view/66268

100 mulheres negras extraordinárias / PublishNews

100 mulheres negras extraordinárias

Neste quarto volume da coleção Histórias de ninar para garotas rebeldes o leitor encontrará vivências de garotas pretas que venceram desafios e chegaram ao topo. Foram selecionadas 100 mulheres negras que ousaram mudar o mundo e deixaram um grande legado para todas nós. Como a diversidade sempre foi algo presente nesta coleção, não poderia ser diferente em 100 mulheres negras extraordinárias (Outro Planeta, 240 pp, R$ 145,90 – Trad.: Flávia Yacubian).

via PublishNews

#Representativdade #LiteraturaInfatoJuvenil #MulheresNegras

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/02/21/100-mulheres-negras-extraordinarias

O método arqueológico em Angela Davis e bell hooks para a construção de narrativas decoloniais

O método arqueológico em Angela Davis e bell hooks para a construção de narrativas decoloniais

Por meio de uma arqueologia da escravidão, para além das formações discursivas coloniais das práticas econômicas, políticas e sociais, as filósofas exploram as interconexões entre diferentes narrativas, revelando a complexa teia que sustenta as relações de poder, e como a marginalização é perpetuada. A conclusão direciona para a importância de reconhecer e valorizar as experiências das mulheres negras, destacando a necessidade de dar voz a essas narrativas historicamente silenciadas.

#MulheresNegras #Interseccionalidade

Disponível em: https://revista.ibict.br/fiinf/article/view/6870

Identidade e perspectivas em uma Ciência da Informação negra, por Gláucia Vaz

Identidade e perspectivas em uma Ciência da Informação negra, por Gláucia Vaz

Angela Davis, em seu livro Mulheres, raça e classe também nos apresenta como se deu historicamente a construção do feminino socialmente aceito que sempre colocou mulheres brancas como esposas amáveis, mães zelosas, cuidadoras do lar, e dignas do amor do príncipe encantado, seu protetor. Às Mulheres negras, desde o processo de escravização foi lhe conferido apenas o lugar de reprodutora de mão de obra, força braçal também para os serviços na lavoura e objeto de desejo de seus senhores brancos, onde nasceu os mais cruéis processos de miscigenação do mundo, por meio de abusos. Mulheres negras nunca foram consideradas frágeis demais para realizar nenhum tipo de trabalho e o que se espera de corpos como este é apenas subserviência.

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-2-fev-2024/identidade-e-perspectivas-em-uma-ciencia-da-informacao-negra-por-glaucia-vaz/

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