De São Luís do Maranhão para o IBICT: trajetória de uma bibliotecária, por Clara Duarte / Divulga-CI
“A mudança para Brasília tem sido desafiadora, mas acredito que a vida é feita de ciclos, e cada fase traz oportunidades de crescimento. A cada início tem sido um aprendizado, não só profissional, mas também pessoal. Está sendo uma experiência incrível trabalhar no Ibict e contribuir para a ciência do país”, destaca a tecnologista-bibliotecária Clara Duarte Coelho do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.
(Sobre) viver da cultura: mulheres fazedoras de cultura e sua relação com as pessoas bibliotecárias atuantes no médio vale do Itajaí em Santa Catarina / PPGCI – UDESC
Esta pesquisa parte da premissa que a cultura e a arte enfrentam problemas estruturais e políticos no Brasil, ao mesmo tempo em que são fontes inesgotáveis de estudos em várias áreas do conhecimento, incluindo a Ciência da Informação e a Biblioteconomia, onde o fluxo de informação perpassa por setores sociais, econômicos, da cidadania e sustentabilidade. A partir desse contexto buscamos analisar a relação entre os sujeitos que são as mulheres fazedoras de cultura, as pessoas bibliotecárias do Médio Vale do Itajaí no Estado de Santa Catarina. Como objetivo geral: Analisar a atuação das mulheres fazedoras de cultura no Médio Vale do Itajaí, em Santa Catarina, com foco nos desafios enfrentados no período da 2020 a 2025 e no acesso às políticas de fomento como a Lei Aldir Blanc e o PNAB, bem como refletir sobre o papel da pessoa bibliotecária, como agente social de apoio e mediação nesse contexto.
“É urgente o investimento em ciência, educação e cultura e, portanto, em bibliotecas e editoras”
Desde os corredores silenciosos de uma escola até a direção de uma das editoras universitárias mais respeitadas do país, a trajetória de Leticia Strehl é uma verdadeira ode ao poder das bibliotecas como espaços vivos de construção coletiva do saber. Com mais de duas décadas de dedicação à Biblioteconomia e ao serviço público, ela tem sido uma voz incansável na defesa da colaboração entre instituições como chave para enfrentar os desafios que limitam o pleno acesso à informação no Brasil. “Mantém-se até hoje a reivindicação urgente por qualificação dos espaços de biblioteca, considerando sua importância central para os estudantes”, defende.
Bibliotecária desiste a duas perguntas do milhão e carisma conquista público: ‘Maravilhosa’
“Quem voa mais alto vê mais longe”. Foi esta frase que Isabel Cristina, de 69 anos, citou ao relembrar sua trajetória de vida, durante a participação no Quem Quer Ser Um Milionário, no Domingão com Huck. A bibliotecária aposentada levou para casa R$ 300 mil, depois de desistir a duas perguntas do prêmio de R$ 1 milhão.
As contribuições de Adelaide Hasse para a Biblioteconomia na primeira metade do Século XX
Adelaide R. Hasse, iniciou sua carreira na biblioteconomia, em 1889, momento em que as discussões em torno dos sistemas de classificação haviam atingido seu ápice. No entanto, esses sistemas não abrangiam todo o acervo de uma biblioteca. Havia uma certa coleção que não poderia ser classificada e catalogada de acordo com as regras padrões utilizadas, a Série do Congresso, composta de documentos governamentais. Kelso, então, incubiu a Hasse a organização dessa série. É neste momento que o interesse por documentos governamentais é despertado em Hasse. No decorrer de sua carreira, ela se debruça nesta tipologia e produz material com o intuito de auxiliar os bibliotecários que encontrassem a mesma dificuldade.
A mãe de Leão XIV, Mildred Agnes Martinez, tinha a educação como um pilar fundamental. Ela se formou em Biblioteconomia aos 34 anos, na Universidade DePaul (1947) e seguiu os estudos dois anos depois com um mestrado focado na área educacional, um caminho acadêmico incomum para mulheres naquela época. (…)
Uma bibliotecária de fé preocupada com a educação, sua iniciativa promoveu a leitura e o conhecimento junto à comunidade onde atuava.
Em 1947, Mildred se formou na Universidade DePaul. Ele havia se formado em Biblioteconomia. Ela trabalhou como bibliotecária nas escolas católicas Von Steuben e Mendel, na área de Chicago. Além de sua carreira profissional, ela foi presidente da St. Mary Altar and Rosary Society e do Mendel Catholic High School Mothers’ Club. Ele também era ativo no coral da Igreja de Santa Maria.
Tenho orgulho de dizer que sou colega de profissão das minhas amigas
Elas são profissionais generosas, tanto com o público que atendem, quanto com colegas de profissão. São criativas e por isso resolvem perrengues que até Ranganathan duvida. Elas não tem medo de inovar seja em processos simples, seja em questões complexas. Elas tem um senso crítico apurado e não titubeiam na hora de questionar dogmas que a muito deviam ter sido deixados pra trás.
Do sertão à docência: a jornada de uma bibliotecária, por Adelaide Helena
“Desde o início da minha jornada, o livro, a leitura e a informação sempre me fascinaram. A ideia de que a informação é um recurso valioso, capaz de transformar vidas e sociedades, me motivou a explorar esse campo e transformou a minha vida no processo.” recorda a pesquisadora Profa. Dra. Adelaide Targino Casimiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
As mulheres no Iraque trabalham em bibliotecas há muitos anos e constituem a maioria na gestão de bibliotecas. Temos a honra de apresentar uma série de modelos reconhecidos por suas realizações no campo da biblioteconomia e da ciência da informação.
Bibliotecária de Massachusetts esconde telefones descartáveis em livros para ajudar vítimas de violência doméstica
A bibliotecária Molly Riportella conhece o poder dos livros.
E como sobrevivente de violência doméstica, ela entende que um telefone pode ser uma tábua de salvação, ou um dispositivo de intimidação, para pessoas em relacionamentos violentos.
Então, quando uma mulher em um relacionamento abusivo a procurou há dois anos, ela sabia exatamente como ajudar.
As 100 pessoas mais influentes de 2023: Tracie D. Hall l “Tracie D. Hall, a primeira mulher afro-americana a liderar a American Library Association desde sua criação em 1876 […].” #Bibliotecárias #ALA #MulheresNegras 🇺🇸 via Time time.com/collection/100…https://t.co/x4w6IHv5XL
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