Violência contra a mulher cresce 28,9% em dias de jogos de futebol, aponta estudo / Exame

Violência contra a mulher cresce 28,9% em dias de jogos de futebol, aponta estudo / Exame

Os casos de violência contra as mulheres chegam a subir até 28,9% em dias de jogos de futebol, enquanto as ocorrências de ameaças registram alta de 27,4% na comparação com dias sem partidas. A informação é da segunda edição da pesquisa “Futebol e violência contra a mulher”, divulgada nesta terça-feira, 11, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (…)

Entre mulheres de 15 a 29 anos, os casos de ameaças e lesões corporais subiram 44% nos dias de jogos, sendo o principal grupo de vítimas. O aumento nos registros superou o observado entre 2015 e 2018, na primeira edição do estudo. Na época, os dias de jogos marcavam 23,7% de alta em ameaças (3,7 pontos percentuais abaixo da média desta edição) e de 20,8% em lesões corporais intencionais (8 pontos percentuais menor).

via Exame

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://exame.com/brasil/violencia-contra-a-mulher-cresce-289-em-dias-de-jogos-de-futebol-aponta-estudo/

Informação e violência no Brasil: desafios informacionais em boletins de ocorrência / TransInformação

Informação e violência no Brasil: desafios informacionais em boletins de ocorrência / TransInformação

Os resultados apontam para a ausência de padronização nacional, com variações nos tipos de metadados coletados e nas tipificações dos crimes, o que dificulta a coleta e o processamento de dados oficiais sobre violência contra a mulher. Conclui-se que a padronização dos Boletins de Ocorrência é necessária para garantir a qualidade, fidedignidade e acessibilidade das informações, respeitando tanto a Lei de Acesso à Informação quanto a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

#Violência #Metadados #ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202638e2615119

Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, por Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro / Divulga-CI

Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, por Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro / Divulga-CI

“Precisamos participar do debate e da união de esforços sobre o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas e, considerando isso, te encorajamos a compartilhar conosco o que realizou, pesquisou, publicou no tocante ao enfrentamento dessa violência, que é transgeracional. Educação e informação são peças chave na aspiração de mudança”, convidam a Profa. Dra. Brisa Pozzi e demais pesquisadoras da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

via Divulga-CI

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-04-abr-2026/biblio-indexa-e-o-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres-e-meninas-por-brisa-pozzi-luana-cristina-alarcao-e-patricia-carneiro/

Ibict lança hackaton de combate à violência contra a mulher / Canal Ciência

Ibict lança hackaton de combate à violência contra a mulher / Canal Ciência

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), em parceria com o programa Antes que Aconteça, anunciou o lançamento do hackaton “Tecnologia pela Vida: inovação no combate à violência contra a mulher”.

O evento desafia estudantes do ensino médio e universitários do estado do Rio de Janeiro a desenvolverem soluções que fortaleçam a rede de proteção às mulheres e reduzam os impactos da violência de gênero no Brasil.

Idealizado pela deputada federal Soraya Santos e coordenado pelo Ibict, o hackaton não é apenas uma competição de programação, mas um movimento de popularização da ciência voltado para a resolução de problemas reais.

#ViolênciaContraAMulher

via Canal Ciência

Disponível em: https://canalciencia.ibict.br/noticias/ibict-lanca-hackaton-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher/

Produção científica destaca desafios persistentes no enfrentamento à violência contra mulheres / Jornal da USP

Produção científica destaca desafios persistentes no enfrentamento à violência contra mulheres / Jornal da USP

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, um recorte da produção acadêmica da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP ajuda a dimensionar como o tema tem ganho densidade no campo jurídico. Levantamento interno indica que cerca de 11% das 147 dissertações de mestrado já concluídas na unidade abordam questões diretamente relacionadas às mulheres, um índice que revela consistência temática e diversidade de abordagens.

Os trabalhos percorrem um amplo espectro de problemas jurídicos e sociais. São pesquisas sobre feminicídio, violência psicológica e doméstica, acesso à justiça em casos de violência sexual, estereótipos que permeiam o julgamento de crimes de estupro, além de análises sobre a aplicação da Lei Maria da Penha. Também aparecem estudos sobre o atendimento às mulheres em delegacias, o acesso à justiça para trabalhadoras domésticas, medidas protetivas, autoaborto e desigualdades de gênero. Em um registro que dialoga com o campo cultural, há ainda investigações sobre a força narrativa e política da escritora Carolina Maria de Jesus, apontando para a interlocução entre direito, literatura e crítica social.

#ViolênciaContraAMulher

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/producao-cientifica-destaca-desafios-persistentes-no-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres/

Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet / Núcleo

Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet / Núcleo

As denúncias de misoginia na internet aumentaram 224% no Brasil em 2025, segundo levantamento da SaferNet. Na Central de Ajuda, as maiores demandas foram a respeito de exposição de imagens íntimas

Em 2024, foram registradas 2.686 denúncias de violência ou discriminação contra mulheres. Já em 2025, as denúncias mais que triplicaram: foram 8.728 registros. Esse registro é do HotLine da Safernet, que recebe denúncias e as analisa para notificar os prestadores de serviços a removerem o conteúdo.

No HelpLine, serviço de Central de Ajuda da SaferNet em que usuários podem falar diretamente com profissionais para na busca por orientações, o tema mais frequente foi exposição de imagens íntimas, que teve 576 casos, aumentando 115% em um ano.

via Núcleo

#Internet #Misoginia #ViolênciaContraÀMulher

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2026-02-10-misoginia-internet-brasil-safernet/

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A polarização política também tem agravado esse cenário. Em um ambiente onde discursos agressivos são normalizados e adversários passam a ser tratados como inimigos, cresce a tolerância social à misoginia e à violência. Mulheres que ocupam espaços públicos tornam-se alvos preferenciais de ataques digitais e ameaças reais, muitas vezes organizadas. A polarização alimenta desinformação, descredibiliza denúncias, enfraquece políticas de igualdade de gênero e cria um clima em que parte da população se sente autorizada a agredir, humilhar ou silenciar mulheres. Quando o debate público se radicaliza, a violência de gênero se expande e ganha novas formas.

Mas apesar desse cenário duro, há algo fundamental: a violência não é inevitável. E países como Espanha, Canadá e Austrália comprovaram isso. Eles reduziram de forma significativa os índices de violência contra mulheres quando decidiram colocar a ciência no centro da política pública. Integraram dados em sistemas nacionais, criaram mecanismos de prevenção baseados em evidências, fortaleceram abrigos e redes de acolhimento, responsabilizaram rapidamente agressores, aprimoraram tecnologias de proteção e investiram em programas educativos sobre masculinidades, direcionados a homens e meninos.

via Jornal da Ciência

#ViolênciaContraAMulher #ViolênciaDeGênero

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-a-urgencia-de-integrar-ciencia-politica-e-sociedade-contra-a-violencia-de-genero/

Mulheres em situação de violência doméstica : a mediação da informação no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra / PPGCI – UFPB

Mulheres em situação de violência doméstica : a mediação da informação no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra / PPGCI – UFPB

Os resultados indicam que o CRMEB constitui um dispositivo informacional relevante no enfrentamento da violência doméstica contra as mulheres residentes no Município de João Pessoa. O serviço implementa práticas de mediação consciente da informação, tanto implícita quanto explícita. O atendimento psicológico, social e jurídico, bem como a disseminação de informações por meio de canais físicos e digitais, favorecendo o acesso à informação e contribuindo para a desnaturalização da violência. Mesmo diante do medo, da vergonha e da culpabilização consolidadas no imaginário social, as mulheres resistem e atuam para romper o ciclo da violência. Além disso, as profissionais da equipe também são impactadas pela ação mediadora, exercitando a crítica, o que possibilita o autoconhecimento e a (re)construção de significados, fortalecendo sua prática protagonista. Conclui-se que as mulheres acessam o CRMEB subvertendo normas e concepções culturais e históricas que naturalizam a violência doméstica. O acesso e as interações com a multiplicidade de informações mediadas pelo serviço favoreceram o processo de apropriação da informação, impactaram a práxis das mulheres e contribuíram para o rompimento do ciclo da violência.

#ViolênciaDoméstica #MediaçãoDaInformação #ViolênciaContraAMulher #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36071

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

A expressão “cultura do estupro” não é um slogan, mas um arcabouço que nos permite compreender melhor como as produções culturais contribuem para a perpetuação de um imaginário que promove a violência de gênero, ao mesmo tempo que a invisibiliza. Ela convida a um novo olhar, crítico, mas não ascético, sobre nossa herança cultural. Também nos permite, por contraste, destacar as obras que frustram essa cultura do estupro hoje como ontem, e explorar as estratégias estéticas que elas empregam para tornar a violência visível como tal, mas também para promover outros imaginários eróticos e emocionais baseados na liberdade, na igualdade e na reciprocidade do desejo e do prazer para todos.

#ViolênciaContraAMulher #CulturaDoEstupro

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/lexpression-culture-du-viol-est-elle-exageree-263573

Violência contra a mulher e proteção de dados: a padronização dos boletins de ocorrência à luz da Lei Geral de Proteção de Dados / PPGCI – UFSC

Violência contra a mulher e proteção de dados: a padronização dos boletins de ocorrência à luz da Lei Geral de Proteção de Dados / PPGCI – UFSC

Foram examinados formulários de BO disponíveis nas delegacias civis virtuais das 27 Unidades Federativas, a partir das abordagens da Diplomática e da Tipologia Documental. Os resultados indicam grande disparidade entre os modelos adotados pelos estados, o que compromete a coleta padronizada de dados, dificulta a análise nacional da violência de gênero e restringe o acesso à informação confiável. A pesquisa destaca a importância da gestão documental qualificada e da aplicação dos princípios arquivísticos e diplomáticos na formulação de um modelo unificado de BO. Tal modelo visa ampliar a interoperabilidade entre sistemas, garantir a proteção dos dados pessoais e promover o uso estratégico da informação como ferramenta de enfrentamento à violência contra a mulher. Conclui-se que a padronização dos BOs pode contribuir significativamente para a formulação de políticas públicas mais eficazes, fortalecendo redes de proteção e assegurando o direito à informação, sem comprometer os direitos à privacidade e à segurança das vítimas.

#LGPD #BoletinsDeOcorrência #ViolênciaContraÀMulher

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268943

Chatbot de combate à violência contra a mulher da Natura viu alta de 233% nos acessos neste ano / Exame

Chatbot de combate à violência contra a mulher da Natura viu alta de 233% nos acessos neste ano

Quatro anos após sua criação, a Ângela alcança seu pico em 2024, com mais de 10 mil acessos neste ano. Ao todo, 377 mulheres foram acompanhadas pelo atendimento multidisciplinar. A iniciativa também conta com a participação das Consultoras de Beleza Natura e Avon, as revendedoras responsáveis pela distribuição dos produtos pelas cidades brasileiras. No total, 142 consultoras passaram pelo atendimento com a Ângela, enquanto no último ano foram 119.

No ar desde 2020, a Ângela já ajudou mais de 700 mulheres que passavam por violências domésticas a conseguir atendimento qualificado e sigiloso. A alta deste ano, de quase 233% na comparação com 2023 – que teve quase 3 mil acessos – não significa necessariamente um aumento na violência contra a mulher, explica Daniela.

via Exame

Disponível em: https://exame.com/esg/chatbot-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher-da-natura-viu-alta-de-233-nos-acessos-neste-ano/

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça / Divulga-CI

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça

“O enfrentamento a violência contra a mulher é uma construção social, com dimensões política, educacional, comunicacional e informacional. Assim, a realização desse projeto tem como pressuposto a ideia de que a Ciência da Informação, e concretamente a curadoria de conteúdo, pode contribuir significativamente nesse processo.” pontuam as pesquisadoras Profa. Dra. Andréa Carvalho e Geanny Mendonça, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

via Divulga-CI

#CuradoriaDeConteúdo #ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-10-out-2024/curadoria-de-conteudo-para-o-enfrentamento-da-violencia-contra-a-mulher-por-andrea-carvalho-e-geanny-mendonca/