A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A polarização política também tem agravado esse cenário. Em um ambiente onde discursos agressivos são normalizados e adversários passam a ser tratados como inimigos, cresce a tolerância social à misoginia e à violência. Mulheres que ocupam espaços públicos tornam-se alvos preferenciais de ataques digitais e ameaças reais, muitas vezes organizadas. A polarização alimenta desinformação, descredibiliza denúncias, enfraquece políticas de igualdade de gênero e cria um clima em que parte da população se sente autorizada a agredir, humilhar ou silenciar mulheres. Quando o debate público se radicaliza, a violência de gênero se expande e ganha novas formas.

Mas apesar desse cenário duro, há algo fundamental: a violência não é inevitável. E países como Espanha, Canadá e Austrália comprovaram isso. Eles reduziram de forma significativa os índices de violência contra mulheres quando decidiram colocar a ciência no centro da política pública. Integraram dados em sistemas nacionais, criaram mecanismos de prevenção baseados em evidências, fortaleceram abrigos e redes de acolhimento, responsabilizaram rapidamente agressores, aprimoraram tecnologias de proteção e investiram em programas educativos sobre masculinidades, direcionados a homens e meninos.

via Jornal da Ciência

#ViolênciaContraAMulher #ViolênciaDeGênero

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-a-urgencia-de-integrar-ciencia-politica-e-sociedade-contra-a-violencia-de-genero/

Mulheres em situação de violência doméstica : a mediação da informação no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra / PPGCI – UFPB

Mulheres em situação de violência doméstica : a mediação da informação no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra / PPGCI – UFPB

Os resultados indicam que o CRMEB constitui um dispositivo informacional relevante no enfrentamento da violência doméstica contra as mulheres residentes no Município de João Pessoa. O serviço implementa práticas de mediação consciente da informação, tanto implícita quanto explícita. O atendimento psicológico, social e jurídico, bem como a disseminação de informações por meio de canais físicos e digitais, favorecendo o acesso à informação e contribuindo para a desnaturalização da violência. Mesmo diante do medo, da vergonha e da culpabilização consolidadas no imaginário social, as mulheres resistem e atuam para romper o ciclo da violência. Além disso, as profissionais da equipe também são impactadas pela ação mediadora, exercitando a crítica, o que possibilita o autoconhecimento e a (re)construção de significados, fortalecendo sua prática protagonista. Conclui-se que as mulheres acessam o CRMEB subvertendo normas e concepções culturais e históricas que naturalizam a violência doméstica. O acesso e as interações com a multiplicidade de informações mediadas pelo serviço favoreceram o processo de apropriação da informação, impactaram a práxis das mulheres e contribuíram para o rompimento do ciclo da violência.

#ViolênciaDoméstica #MediaçãoDaInformação #ViolênciaContraAMulher #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36071

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

A expressão “cultura do estupro” não é um slogan, mas um arcabouço que nos permite compreender melhor como as produções culturais contribuem para a perpetuação de um imaginário que promove a violência de gênero, ao mesmo tempo que a invisibiliza. Ela convida a um novo olhar, crítico, mas não ascético, sobre nossa herança cultural. Também nos permite, por contraste, destacar as obras que frustram essa cultura do estupro hoje como ontem, e explorar as estratégias estéticas que elas empregam para tornar a violência visível como tal, mas também para promover outros imaginários eróticos e emocionais baseados na liberdade, na igualdade e na reciprocidade do desejo e do prazer para todos.

#ViolênciaContraAMulher #CulturaDoEstupro

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/lexpression-culture-du-viol-est-elle-exageree-263573

Violência contra a mulher e proteção de dados: a padronização dos boletins de ocorrência à luz da Lei Geral de Proteção de Dados / PPGCI – UFSC

Violência contra a mulher e proteção de dados: a padronização dos boletins de ocorrência à luz da Lei Geral de Proteção de Dados / PPGCI – UFSC

Foram examinados formulários de BO disponíveis nas delegacias civis virtuais das 27 Unidades Federativas, a partir das abordagens da Diplomática e da Tipologia Documental. Os resultados indicam grande disparidade entre os modelos adotados pelos estados, o que compromete a coleta padronizada de dados, dificulta a análise nacional da violência de gênero e restringe o acesso à informação confiável. A pesquisa destaca a importância da gestão documental qualificada e da aplicação dos princípios arquivísticos e diplomáticos na formulação de um modelo unificado de BO. Tal modelo visa ampliar a interoperabilidade entre sistemas, garantir a proteção dos dados pessoais e promover o uso estratégico da informação como ferramenta de enfrentamento à violência contra a mulher. Conclui-se que a padronização dos BOs pode contribuir significativamente para a formulação de políticas públicas mais eficazes, fortalecendo redes de proteção e assegurando o direito à informação, sem comprometer os direitos à privacidade e à segurança das vítimas.

#LGPD #BoletinsDeOcorrência #ViolênciaContraÀMulher

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268943

Chatbot de combate à violência contra a mulher da Natura viu alta de 233% nos acessos neste ano / Exame

Chatbot de combate à violência contra a mulher da Natura viu alta de 233% nos acessos neste ano

Quatro anos após sua criação, a Ângela alcança seu pico em 2024, com mais de 10 mil acessos neste ano. Ao todo, 377 mulheres foram acompanhadas pelo atendimento multidisciplinar. A iniciativa também conta com a participação das Consultoras de Beleza Natura e Avon, as revendedoras responsáveis pela distribuição dos produtos pelas cidades brasileiras. No total, 142 consultoras passaram pelo atendimento com a Ângela, enquanto no último ano foram 119.

No ar desde 2020, a Ângela já ajudou mais de 700 mulheres que passavam por violências domésticas a conseguir atendimento qualificado e sigiloso. A alta deste ano, de quase 233% na comparação com 2023 – que teve quase 3 mil acessos – não significa necessariamente um aumento na violência contra a mulher, explica Daniela.

via Exame

Disponível em: https://exame.com/esg/chatbot-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher-da-natura-viu-alta-de-233-nos-acessos-neste-ano/

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça / Divulga-CI

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça

“O enfrentamento a violência contra a mulher é uma construção social, com dimensões política, educacional, comunicacional e informacional. Assim, a realização desse projeto tem como pressuposto a ideia de que a Ciência da Informação, e concretamente a curadoria de conteúdo, pode contribuir significativamente nesse processo.” pontuam as pesquisadoras Profa. Dra. Andréa Carvalho e Geanny Mendonça, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

via Divulga-CI

#CuradoriaDeConteúdo #ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-10-out-2024/curadoria-de-conteudo-para-o-enfrentamento-da-violencia-contra-a-mulher-por-andrea-carvalho-e-geanny-mendonca/

Curadoria de conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher / UFRN

Curadoria de conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher

Esta cartilha foi elaborada como parte do Trabalho de Conclusão de Curso em Biblioteconomia da discente Geanny Beatriz da Cruz Mendonça, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, sob a orientação da Profª. Drª. Andréa Vasconcelos Carvalho. Seu objetivo é informar e conscientizar sobre os diversos tipos de violência contra a mulher, com ênfase na violência doméstica, abordando suas consequências e as formas de buscar ajuda.

via UFRN

#CuradoriaDeConteúdo #ViolênciaContraAMulher #Guias #FontesDeInformação

Disponível em: https://media.wakelet.com/docs/VxARxkXE-CbM3EFsGtODs?sig=5c93fc3c7e8fbae01ec5f26d2504f148470ff505aace7e37e7fe9ade838ee20c

Repositório institucional como fonte de informação e pesquisa sobre violência contra a mulher / Biblos

Repositório institucional como fonte de informação e pesquisa sobre violência contra a mulher

Concluímos que a realização desta pesquisa demonstrou a necessidade de se criar metodologias alternativas para organização e representação temática e descritiva da informação científica na UFBA, de modo a favorecer a atualização e/ou construção de vocabulários controlados na Universidade, a gestão da informação científica, o potencial informacional do repositório institucional, através de uma temática sensível à sociedade como ‘violência contra a mulher’.

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/16486

Bibliotecária de Massachusetts esconde telefones descartáveis em livros para ajudar vítimas de violência doméstica

Bibliotecária de Massachusetts esconde telefones descartáveis em livros para ajudar vítimas de violência doméstica

A bibliotecária Molly Riportella conhece o poder dos livros.

E como sobrevivente de violência doméstica, ela entende que um telefone pode ser uma tábua de salvação, ou um dispositivo de intimidação, para pessoas em relacionamentos violentos.

Então, quando uma mulher em um relacionamento abusivo a procurou há dois anos, ela sabia exatamente como ajudar.

#ViolênciaContraAMulher #Bibliotecárias #BoasPráticas

via CNN

Disponível em: https://www.cnn.com/2024/02/14/us/massachusetts-librarian-domestic-violence-victims-cec/index.html

O crescimento de todas as formas de violência contra a mulher em 2022

O crescimento de todas as formas de violência contra a mulher em 2022

Há uma teoria bastante difundida nos estudos feministas, a do “backlash”, e que pode nos ajudar a entender por que a violência contra as mulheres continua crescendo: na medida em que avançamos em ações e intenções que promovam a igualdade de gênero em diferentes espaços, as violências contra as mulheres aumentam

via Fonte Segura

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://fontesegura.forumseguranca.org.br/o-crescimento-de-todas-as-formas-de-violencia-contra-a-mulher-em-2022/

17 anos da Lei Maria da Penha: a importância da mediação consciente da informação para o enfrentamento da violência doméstica contra as mulheres

17 anos da Lei Maria da Penha: a importância da mediação consciente da informação para o enfrentamento da violência doméstica contra as mulheres

[…] consideramos que a mediação consciente da informação, ao favorecer a apropriação da informação, pode contribuir para ressignificar a violência doméstica vivenciada pelas mulheres diariamente, de modo que essas pessoas possam identificar suas diversas formas de acesso à proteção, conforme dispõe na LMP, e ter conhecimento sobre seus direitos e sobre os órgãos de apoio disponíveis para evitar a perpetuação da violência doméstica ou a efetivação do feminicídio.

via InfoHome

#MediaçãoDaInformação #ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/pesquisa_conteudo.php?cod=1489

Gênero, dominação masculina e informação : a violência contra a mulher evidencia…

[ad_1]

Gênero, dominação masculina e informação : a violência contra a mulher evidenciada através das informações estatísticasl “A informação é um elemento de enfrentamento da dominação masculina […]” #Gênero #ViolênciaContraAMulher #Feminicídio #Estatística repositorio.ufpe.br/handle/1234567… https://t.co/gYHM369yxO
[ad_2]

Acesse o item em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/50348

Ao denunciarem violência, mulheres não brancas têm 33% mais chance de morrer l “…

[ad_1]

Ao denunciarem violência, mulheres não brancas têm 33% mais chance de morrer l “Pesquisa […] demonstra que residir em áreas rurais e em pequenos municípios ou ter alguma deficiência também aumentam o risco” #ViolênciaContraAMulher via UFMG ufmg.br/comunicacao/no…
[ad_2]

Acesse o item em: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/ao-denunciarem-violencia-mulheres-nao-brancas-tem-33-mais-chance-de-morrer

Proudly powered by WordPress | Theme: Content by SpiceThemes

Acessar o conteúdo