Informação e violência no Brasil: desafios informacionais em boletins de ocorrência / TransInformação

Informação e violência no Brasil: desafios informacionais em boletins de ocorrência / TransInformação

Os resultados apontam para a ausência de padronização nacional, com variações nos tipos de metadados coletados e nas tipificações dos crimes, o que dificulta a coleta e o processamento de dados oficiais sobre violência contra a mulher. Conclui-se que a padronização dos Boletins de Ocorrência é necessária para garantir a qualidade, fidedignidade e acessibilidade das informações, respeitando tanto a Lei de Acesso à Informação quanto a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

#Violência #Metadados #ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-0889202638e2615119

Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, por Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro / Divulga-CI

Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, por Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro / Divulga-CI

“Precisamos participar do debate e da união de esforços sobre o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas e, considerando isso, te encorajamos a compartilhar conosco o que realizou, pesquisou, publicou no tocante ao enfrentamento dessa violência, que é transgeracional. Educação e informação são peças chave na aspiração de mudança”, convidam a Profa. Dra. Brisa Pozzi e demais pesquisadoras da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

via Divulga-CI

#ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-04-abr-2026/biblio-indexa-e-o-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres-e-meninas-por-brisa-pozzi-luana-cristina-alarcao-e-patricia-carneiro/

Ibict lança hackaton de combate à violência contra a mulher / Canal Ciência

Ibict lança hackaton de combate à violência contra a mulher / Canal Ciência

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), em parceria com o programa Antes que Aconteça, anunciou o lançamento do hackaton “Tecnologia pela Vida: inovação no combate à violência contra a mulher”.

O evento desafia estudantes do ensino médio e universitários do estado do Rio de Janeiro a desenvolverem soluções que fortaleçam a rede de proteção às mulheres e reduzam os impactos da violência de gênero no Brasil.

Idealizado pela deputada federal Soraya Santos e coordenado pelo Ibict, o hackaton não é apenas uma competição de programação, mas um movimento de popularização da ciência voltado para a resolução de problemas reais.

#ViolênciaContraAMulher

via Canal Ciência

Disponível em: https://canalciencia.ibict.br/noticias/ibict-lanca-hackaton-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher/

Produção científica destaca desafios persistentes no enfrentamento à violência contra mulheres / Jornal da USP

Produção científica destaca desafios persistentes no enfrentamento à violência contra mulheres / Jornal da USP

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, um recorte da produção acadêmica da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP ajuda a dimensionar como o tema tem ganho densidade no campo jurídico. Levantamento interno indica que cerca de 11% das 147 dissertações de mestrado já concluídas na unidade abordam questões diretamente relacionadas às mulheres, um índice que revela consistência temática e diversidade de abordagens.

Os trabalhos percorrem um amplo espectro de problemas jurídicos e sociais. São pesquisas sobre feminicídio, violência psicológica e doméstica, acesso à justiça em casos de violência sexual, estereótipos que permeiam o julgamento de crimes de estupro, além de análises sobre a aplicação da Lei Maria da Penha. Também aparecem estudos sobre o atendimento às mulheres em delegacias, o acesso à justiça para trabalhadoras domésticas, medidas protetivas, autoaborto e desigualdades de gênero. Em um registro que dialoga com o campo cultural, há ainda investigações sobre a força narrativa e política da escritora Carolina Maria de Jesus, apontando para a interlocução entre direito, literatura e crítica social.

#ViolênciaContraAMulher

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/producao-cientifica-destaca-desafios-persistentes-no-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres/

Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet / Núcleo

Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet / Núcleo

As denúncias de misoginia na internet aumentaram 224% no Brasil em 2025, segundo levantamento da SaferNet. Na Central de Ajuda, as maiores demandas foram a respeito de exposição de imagens íntimas

Em 2024, foram registradas 2.686 denúncias de violência ou discriminação contra mulheres. Já em 2025, as denúncias mais que triplicaram: foram 8.728 registros. Esse registro é do HotLine da Safernet, que recebe denúncias e as analisa para notificar os prestadores de serviços a removerem o conteúdo.

No HelpLine, serviço de Central de Ajuda da SaferNet em que usuários podem falar diretamente com profissionais para na busca por orientações, o tema mais frequente foi exposição de imagens íntimas, que teve 576 casos, aumentando 115% em um ano.

via Núcleo

#Internet #Misoginia #ViolênciaContraÀMulher

Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2026-02-10-misoginia-internet-brasil-safernet/

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A urgência de integrar ciência, política e sociedade contra a violência de gênero / Jornal da Ciência

A polarização política também tem agravado esse cenário. Em um ambiente onde discursos agressivos são normalizados e adversários passam a ser tratados como inimigos, cresce a tolerância social à misoginia e à violência. Mulheres que ocupam espaços públicos tornam-se alvos preferenciais de ataques digitais e ameaças reais, muitas vezes organizadas. A polarização alimenta desinformação, descredibiliza denúncias, enfraquece políticas de igualdade de gênero e cria um clima em que parte da população se sente autorizada a agredir, humilhar ou silenciar mulheres. Quando o debate público se radicaliza, a violência de gênero se expande e ganha novas formas.

Mas apesar desse cenário duro, há algo fundamental: a violência não é inevitável. E países como Espanha, Canadá e Austrália comprovaram isso. Eles reduziram de forma significativa os índices de violência contra mulheres quando decidiram colocar a ciência no centro da política pública. Integraram dados em sistemas nacionais, criaram mecanismos de prevenção baseados em evidências, fortaleceram abrigos e redes de acolhimento, responsabilizaram rapidamente agressores, aprimoraram tecnologias de proteção e investiram em programas educativos sobre masculinidades, direcionados a homens e meninos.

via Jornal da Ciência

#ViolênciaContraAMulher #ViolênciaDeGênero

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-a-urgencia-de-integrar-ciencia-politica-e-sociedade-contra-a-violencia-de-genero/

Mulheres em situação de violência doméstica : a mediação da informação no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra / PPGCI – UFPB

Mulheres em situação de violência doméstica : a mediação da informação no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra / PPGCI – UFPB

Os resultados indicam que o CRMEB constitui um dispositivo informacional relevante no enfrentamento da violência doméstica contra as mulheres residentes no Município de João Pessoa. O serviço implementa práticas de mediação consciente da informação, tanto implícita quanto explícita. O atendimento psicológico, social e jurídico, bem como a disseminação de informações por meio de canais físicos e digitais, favorecendo o acesso à informação e contribuindo para a desnaturalização da violência. Mesmo diante do medo, da vergonha e da culpabilização consolidadas no imaginário social, as mulheres resistem e atuam para romper o ciclo da violência. Além disso, as profissionais da equipe também são impactadas pela ação mediadora, exercitando a crítica, o que possibilita o autoconhecimento e a (re)construção de significados, fortalecendo sua prática protagonista. Conclui-se que as mulheres acessam o CRMEB subvertendo normas e concepções culturais e históricas que naturalizam a violência doméstica. O acesso e as interações com a multiplicidade de informações mediadas pelo serviço favoreceram o processo de apropriação da informação, impactaram a práxis das mulheres e contribuíram para o rompimento do ciclo da violência.

#ViolênciaDoméstica #MediaçãoDaInformação #ViolênciaContraAMulher #MediaçãoDaInformação

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36071

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

O termo “cultura do estupro” é um  exagero? / The Conversation

A expressão “cultura do estupro” não é um slogan, mas um arcabouço que nos permite compreender melhor como as produções culturais contribuem para a perpetuação de um imaginário que promove a violência de gênero, ao mesmo tempo que a invisibiliza. Ela convida a um novo olhar, crítico, mas não ascético, sobre nossa herança cultural. Também nos permite, por contraste, destacar as obras que frustram essa cultura do estupro hoje como ontem, e explorar as estratégias estéticas que elas empregam para tornar a violência visível como tal, mas também para promover outros imaginários eróticos e emocionais baseados na liberdade, na igualdade e na reciprocidade do desejo e do prazer para todos.

#ViolênciaContraAMulher #CulturaDoEstupro

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/lexpression-culture-du-viol-est-elle-exageree-263573

Violência contra a mulher e proteção de dados: a padronização dos boletins de ocorrência à luz da Lei Geral de Proteção de Dados / PPGCI – UFSC

Violência contra a mulher e proteção de dados: a padronização dos boletins de ocorrência à luz da Lei Geral de Proteção de Dados / PPGCI – UFSC

Foram examinados formulários de BO disponíveis nas delegacias civis virtuais das 27 Unidades Federativas, a partir das abordagens da Diplomática e da Tipologia Documental. Os resultados indicam grande disparidade entre os modelos adotados pelos estados, o que compromete a coleta padronizada de dados, dificulta a análise nacional da violência de gênero e restringe o acesso à informação confiável. A pesquisa destaca a importância da gestão documental qualificada e da aplicação dos princípios arquivísticos e diplomáticos na formulação de um modelo unificado de BO. Tal modelo visa ampliar a interoperabilidade entre sistemas, garantir a proteção dos dados pessoais e promover o uso estratégico da informação como ferramenta de enfrentamento à violência contra a mulher. Conclui-se que a padronização dos BOs pode contribuir significativamente para a formulação de políticas públicas mais eficazes, fortalecendo redes de proteção e assegurando o direito à informação, sem comprometer os direitos à privacidade e à segurança das vítimas.

#LGPD #BoletinsDeOcorrência #ViolênciaContraÀMulher

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268943

Chatbot de combate à violência contra a mulher da Natura viu alta de 233% nos acessos neste ano / Exame

Chatbot de combate à violência contra a mulher da Natura viu alta de 233% nos acessos neste ano

Quatro anos após sua criação, a Ângela alcança seu pico em 2024, com mais de 10 mil acessos neste ano. Ao todo, 377 mulheres foram acompanhadas pelo atendimento multidisciplinar. A iniciativa também conta com a participação das Consultoras de Beleza Natura e Avon, as revendedoras responsáveis pela distribuição dos produtos pelas cidades brasileiras. No total, 142 consultoras passaram pelo atendimento com a Ângela, enquanto no último ano foram 119.

No ar desde 2020, a Ângela já ajudou mais de 700 mulheres que passavam por violências domésticas a conseguir atendimento qualificado e sigiloso. A alta deste ano, de quase 233% na comparação com 2023 – que teve quase 3 mil acessos – não significa necessariamente um aumento na violência contra a mulher, explica Daniela.

via Exame

Disponível em: https://exame.com/esg/chatbot-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher-da-natura-viu-alta-de-233-nos-acessos-neste-ano/

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça / Divulga-CI

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça

“O enfrentamento a violência contra a mulher é uma construção social, com dimensões política, educacional, comunicacional e informacional. Assim, a realização desse projeto tem como pressuposto a ideia de que a Ciência da Informação, e concretamente a curadoria de conteúdo, pode contribuir significativamente nesse processo.” pontuam as pesquisadoras Profa. Dra. Andréa Carvalho e Geanny Mendonça, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

via Divulga-CI

#CuradoriaDeConteúdo #ViolênciaContraAMulher

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-10-out-2024/curadoria-de-conteudo-para-o-enfrentamento-da-violencia-contra-a-mulher-por-andrea-carvalho-e-geanny-mendonca/

Curadoria de conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher / UFRN

Curadoria de conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher

Esta cartilha foi elaborada como parte do Trabalho de Conclusão de Curso em Biblioteconomia da discente Geanny Beatriz da Cruz Mendonça, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, sob a orientação da Profª. Drª. Andréa Vasconcelos Carvalho. Seu objetivo é informar e conscientizar sobre os diversos tipos de violência contra a mulher, com ênfase na violência doméstica, abordando suas consequências e as formas de buscar ajuda.

via UFRN

#CuradoriaDeConteúdo #ViolênciaContraAMulher #Guias #FontesDeInformação

Disponível em: https://media.wakelet.com/docs/VxARxkXE-CbM3EFsGtODs?sig=5c93fc3c7e8fbae01ec5f26d2504f148470ff505aace7e37e7fe9ade838ee20c