Bolsa amarela de Lygia Bojunga: de novo retirado da escola / Infohome

Bolsa amarela de Lygia Bojunga: de novo retirado da escola / Infohome

Como uma fã disciplinada busco sempre me manter informada sobre ela. Lygia tem mais de 93 anos, mantém uma vida reservada, pois acredita que são as suas obras que devem ficar em evidência. Continua ativa e lúcida; recentemente, após a censura de sua obra A bolsa amarela no Distrito Federal, ela se manifestou dizendo:

“Não leram o livro até o fim. Tem que entender o que a Raquel está falando, mas para isso precisava ler o livro inteiro. Se lessem, veriam que desde o início tudo conversa sobre uma luta por direitos iguais.”

#Censura #LiteraturaInfatojuvenil

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1663

Seleção de literatura infantojuvenil africana e afro-brasileira para biblioteca escolar / Biblionline

Seleção de literatura infantojuvenil africana e afro-brasileira para biblioteca escolar / Biblionline

Logo, não basta a biblioteca escolar não ser racista, é preciso ser antirracista, significa
que todos os profissionais que ali atuam tenham atitudes neste rumo, fazer com que a lei que
obriga o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira indígena sejam aplicadas nas
escolas, e a reserva de vagas na educação e empresas, promovam políticas públicas capazes de
combater privilégios sociais e combater toda forma de opressão.
De nada adianta não ser racista se o livro que bibliotecários/as selecionam não tem
protagonismo negro. O trabalho de seleção de literatura africana e afro-brasileira exige do/a
bibliotecário/a critérios práticos, mas também posicionamento político frente à diversidade
cultural da biblioteca que está inserida, fundamental para que a função dos acervos se realize
no sentido de que diferentes grupos étnico-raciais se sintam representados e possam se
reconhecer neste repertório.

#LiteraturaInfantoJuvenil #BibliotecasEscolares #LiteraturaAfroBrasileira

Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/77772

11 livros infantojuvenis para inspirar debates sobre educação ambiental / Porvir

11 livros infantojuvenis para inspirar debates sobre educação ambiental / Porvir

Com narrativas cativantes e reflexivas, essas obras abordam temas como sustentabilidade, biodiversidade e justiça climática, incentivando crianças e adolescentes a se engajarem ativamente na preservação ambiental. São uma ferramenta valiosa para educadores que desejam incorporar questões ambientais ao currículo escolar

#ListasDeLivros #EducaçãoAmbiental #MeioAmbiente #LiteraturaInfantoJuvenil

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/educacao-ambiental-11-livros-infantojuvenis/

9 livros infantis para combater o racismo religioso / EI

9 livros infantis para combater o racismo religioso / EI

Crianças de axé, coordenado por Zilda Souza
Contos dos Orixás (Editora Trem Fantasma, 2023), por Hugo Canuto
A Festa da Cabeça (Arole Cultural, 2021), por Kemla Baptista
O dia em que descobri o que é o Axé (Nandyala, 2023), por Sinara Rúbia
Ifá, o Adivinho (Companhia das Letrinhas, 2002), por Reginaldo Prandi
Erêmi: O guia da Umbanda para crianças de axé (ou de outra fé) (Arole Cultura, 2021), por Luana Leandro
Nós de Axé (Editora Aletria, 2018), por Janaína de Figueiredo
Ciranda em Aruanda (Editora Quatro Cantos, 2023), por Liu Olivina
Julia: no jardim dos Orixás (Borboleta de Aruanda, 2019) , por Thiago Pugliesi Carvalho

#IntolerânciaReligiosa #RacismoReligioso #EducaçãoAntirracista #ListaDeLivros #LiteraturaInfantoJuvenil #LiteraturaInfantil

via EI

Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/9-livros-infantis-para-combater-o-racismo-religioso/

O Perfil da Biblioteca e seus Profissionais em Literatura Infantil e Juvenil / Anales de Documentación

O Perfil da Biblioteca e seus Profissionais em Literatura Infantil e Juvenil / Anales de Documentación

Partindo da ideia da necessidade de mudar a imagem que a sociedade tem das bibliotecas e de seus profissionais de literatura infantojuvenil, este artigo tem como objetivo analisar o texto e as ilustrações de 40 títulos infantojuvenis sobre o tema. É realizada uma análise quantitativa utilizando diversas variáveis como idade, gênero literário, temática, tipo de biblioteca e seu papel na trama, vista do prédio, gênero, função ou cargo, características físicas e funções dos profissionais. Conclui-se que se tratam, prioritariamente, de romances e contos voltados para um público entre 4 e 9 anos, nos quais predominam as bibliotecas públicas, que se apresentam como ambientes simples, e nas quais atuam majoritariamente mulheres, desempenhando as tarefas profissionais mais tradicionais. 

#Bibliotecários #Esteriótipo #Bibliotecas #LiteraturaInfantoJuvenil

Disponível em: https://revistas.um.es/analesdoc/article/view/603881

O que há de novo no livro para a primeira infância e juventude no Brasil? / Emilia

O que há de novo no livro para a primeira infância e juventude no Brasil?

Autores como Carol Fernandes, Paty Wolff, Luci Sacoleira, Caio Zero, Rodrigo Andrade, Otavio Júnior e outros estão trazendo frescor à literatura infantil. A presença indígena também cresce com os textos de Cristiano Wapichana, Ailton Krenak, Kaká Werá Jecupé, Yaguarê Yamã, as ilustrações de Xadalu Tupã Jekupé e o trabalho cuidadoso de Rita Carelli e Mauricio Negro.

Artistas como Aline Abreu, Anna Cunha, Anita Prades, Elisa Carareto, Marcelo Tolentino, Gabriela Romeu, Tadeu Sarmento, Annabella López, Raquel Matsuchita, entre outros, têm se destacado por sua sensibilidade e compromisso com os leitores mais jovens. E muitos deles já ganharam o reconhecimento nacional e internacional que merecem.

#MercadoEditorial #LiteraturaInfantoJuvenil

via Emilia

Disponível em: https://emilia.org.br/o-que-ha-de-novo-no-livro-para-a-primeira-infancia-e-juventude-no-brasil/

Representatividade de grupos minorizados socialmente no acervo de bibliotecas públicas e comunitárias: no contexto do feminismo interseccional / RBBD

Representatividade de grupos minorizados socialmente no acervo de bibliotecas públicas e comunitárias: no contexto do feminismo interseccional

Analisa nove livros de literatura infantojunvenil feminista que abordam o empoderamento, assim como atividades de mediação de leitura. Os resultados apontam o potencial da literatura como informação para combater discriminações e desenvolver habilidades de competência em informação. Considera que a inserção de acervos de feminismo interseccional em bibliotecas de caráter público é uma forma de torná-las inclusivas e disseminar informações com potencial de empoderar.

#Representatividade #LiteraturaInfantoJuvenil #MediaçãoDaLeitura #Empoderamento

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2124

Nove livros infantis de autores do Norte que valorizam a diversidade cultural do Brasil / Revista Educação

Nove livros infantis de autores do Norte que valorizam a diversidade cultural do Brasil

De bubuia com vovó Anica (ed. Rebuliço) / Autora: Lucia Morais Tucuju – Ilustradora: Luciana Grether
Amazonas – Água, pássaros, seres e milagres (ed. Salamandra) / Autor: Thiago de Mello – Ilustrador: Demóstenes
Manaus (ed. Barbatana) / Texto e ilustração: Irena Freitas
As serpentes que roubaram a noite e outros mitos (ed. Peirópolis) / Autor: Daniel Munduruku – Ilustrações: crianças Munduruku da aldeia Katõ
Castanha do Pará (Brasa Editora) / Autor e ilustrador: Gildati Jr
Eu sou macuxi e outras histórias (ed. Caos e Letras) / Autora: Julie Dorrico – Ilustrador: Gustavo Caboco
Originárias: uma antologia feminina de literatura indígena (ed. Companhia das Letras) / Autores: Trudruá Dorrico e outros autores – Ilustração: Maurício Negro
A boca da noite (ed. Zit) / Autor: Cristino Wapichana – Ilustradora: Graça Lima
Tomoromu, a Árvore do Mundo (Edições SM) / Autor: Cristino Wapichana – Ilustrador: Maurício Negro

via Revista Educação

#LitertaturaInfantoJuvenil #Amazônia #ListasDeLivros #CulturaIndígena

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2025/02/14/livros-infantis-norte/

O livro como objeto de recuperação da memória histórica coletiva / CERLALC

O livro como objeto de recuperação da memória histórica coletiva

Desde a sua criação, o livro tem sido um artefato cultural com múltiplas facetas, impactando significativamente o espaço social. Serviu tanto para a coleta de histórias fantásticas quanto para a narração de processos históricos que perduram até hoje. Como instrumento de disseminação do conhecimento, o acesso aos livros era limitado em seus primórdios, perpetuando a ideia de que eles eram um recurso exclusivo para pessoas letradas ou “cultas”. No entanto, o livro abordou questões sociais contemporâneas, transcendendo os setores culturais superiores, como comumente se acredita.

#Livros #LiteraturaInfantoJuvenil #Censura

via CERLALC

Disponível em: https://cerlalc.org/libro-objeto-memoria-colectiva/

100 mulheres negras extraordinárias / PublishNews

100 mulheres negras extraordinárias

Neste quarto volume da coleção Histórias de ninar para garotas rebeldes o leitor encontrará vivências de garotas pretas que venceram desafios e chegaram ao topo. Foram selecionadas 100 mulheres negras que ousaram mudar o mundo e deixaram um grande legado para todas nós. Como a diversidade sempre foi algo presente nesta coleção, não poderia ser diferente em 100 mulheres negras extraordinárias (Outro Planeta, 240 pp, R$ 145,90 – Trad.: Flávia Yacubian).

via PublishNews

#Representativdade #LiteraturaInfatoJuvenil #MulheresNegras

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/02/21/100-mulheres-negras-extraordinarias

Mediação da leitura literária na formação de leitores infantojuvenis / Biblionline

Mediação da leitura literária na formação de leitores infantojuvenis

A mediação da leitura “exige preparação, diálogo, sensibilidade para as emoções que a literatura suscita” (Rosa; Dubeux, 2016, p. 42). Posto isso, as práticas de bibliotecários e professores propõem uma sensação de segurança, por meio de uma rotina, e fomentam momentos prazerosos de aprendizagens, experiências e contato com as linguagens. Essa harmonia consiste na integração entre mediador, planejamento pedagógico e organização do ambiente.

via Biblionline

#MediaçãoDeLeitura #FormaçãoDeLeitores #LiteraturaInfantoJuvenil

Disponível em:https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/69843

Desmistificando o preconceito: a importância de Harry Potter como literatura legítima / Bula

Desmistificando o preconceito: a importância de Harry Potter como literatura legítima

A literatura infantojuvenil, em particular a de fantasia, explora questões filosóficas e morais profundas, frequentemente disfarçadas em uma narrativa aparentemente simples. O universo criado por J.K. Rowling é um reflexo do nosso próprio mundo, com suas injustiças, preconceitos e lutas por poder. Ignorar a relevância desses temas por se tratar de uma obra “para jovens” subestima a capacidade intelectual dos leitores adolescentes, que, muitas vezes, encontram nesses livros uma forma de compreender e questionar o mundo ao seu redor.

#LiteraturaInfantoJuvenil #HarryPotter

via Bula

Disponível em: https://www.revistabula.com/90760-desmistificando-o-preconceito-a-importancia-de-harry-potter-como-literatura-legitima/