Entre o capitalismo de dados e a soberania informacional / Liinc

Entre o capitalismo de dados e a soberania informacional: marcos legais sensíveis para o desenvolvimento justo da Amazônia Internacional / Liinc

Este artigo analisa os marcos legais que orientam a circulação e o controle da informação na Amazônia Internacional, discutindo a necessidade de construir uma soberania informacional voltada aos territórios da floresta. A pesquisa compara Brasil e Colômbia a partir de uma abordagem qualitativa e documental, examinando legislações, relatórios e acordos multilaterais no âmbito do projeto “Estudo da Comunicação para o Desenvolvimento Regional e Ambiental”. O estudo propõe o conceito de Regulação Sensível, articulando ética da informação, direitos comunicacionais e diversidade epistêmica. Os resultados indicam que o capitalismo de dados impõe novos dilemas à comunicação amazônica, demandando marcos regulatórios capazes de reconhecer a pluralidade cultural e territorial da região e fortalecer experiências de jornalismo alternativo e resistência informacional.

#CapitalismoDeDados #AcessoÀInformação #ConsumoDeInformação #Amazônia

Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/7775

ABC lança resumo do que há de mais atual na ciência sobre a região amazônica / ABC

ABC lança resumo do que há de mais atual na ciência sobre a região amazônica / ABC

O documento é composto por 27 pequenos resumos temáticos elaborados por especialistas. Os resumos fazem uma revisão do estado da arte da ciência atual sobre o tema e trazem recomendações em bullet points para os tomadores de decisão. Os temas vão desde urbanismo, populações humanas, biodiversidade, água, energia, pesquisa e, é claro, mudanças climáticas.

Este é o segundo documento lançado pela ABC durante a COP 30, o primeiro, um relatório das discussões sobre o bioma na Reunião Magna ABC 2025, pode ser encontrado aqui. Dias antes da conferência climática, a ABC sediou o lançamento do relatório Brazil Net-Zero By 2040, do Instituto Amazônia 4.0, que aponta caminhos para acelerar a neutralidade de emissões do país.

#Amazônia #CiênciaBrasileira

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/11/19/abc-lanca-resumo-do-que-ha-de-mais-atual-na-ciencia-sobre-a-regiao-amazonica/

Amazônia IA

Amazônia IA

A Amazônia IA é a Inteligência Artificial do Brasil. Um modelo de linguagem grande (LLM) com potência computacional no mesmo nível dos maiores modelos do mundo. Com uma grande diferença. A Amazônia IA nasceu no Brasil. Criado por pesquisadores brasileiros, nativo em português, treinado com toda cultura, riqueza natural e criatividade brasileiras.

#LLMs #Amazônia #IA

Disponível em: https://amazoniaia.com.br/

O Brasil é o país que mais estuda e publica sobre a Amazônia / CAPES

O Brasil é o país que mais estuda e publica sobre a Amazônia / CAPES

Os pesquisadores brasileiros são os que mais estudam e publicam sobre a Amazônia. Além disso, os cientistas e pós-graduandos que vivem na região estão entre os principais responsáveis pelo desenvolvimento desses estudos, principalmente nos cursos de mestrado e doutorado. A informação consta em um dos capítulos do livro Impacto da Pós-Graduação Brasileira na Agenda 2030: Contribuição do Sistema Nacional de Pós-Graduação para a COP 30 na Amazônia.
De acordo com a publicação, em 2024, 48% dos artigos científicos sobre a Amazônia tiveram autoria brasileira, 20% foram de autores dos Estados Unidos e 7,8% da China. Essa situação favorável ao Brasil permanece e tem avançado desde 2006. Antes, o cenário era bem diferente. Em 1994, por exemplo, 15% dos artigos relacionados à região eram do Brasil, 27% nos Estados Unidos e 7,4% no Reino Unido.

#Amazônia

via CAPES

Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/o-brasil-e-o-pais-que-mais-estuda-e-publica-sobre-a-amazonia

Carta de Belém: vozes da Amazônia em defesa da sociobiodiversidade / ABC

Carta de Belém: vozes da Amazônia em defesa da sociobiodiversidade / ABC

Os pesquisadores identificaram demandas estruturais para garantir a efetividade da participação da ciência na região, com destaque para:
– Investimento massivo na formação de base do cidadão amazônico;
– Editais contínuos e de longo prazo, para fortalecimento dos programas de pesquisa na Amazônia;
– Cumprimento dos compromissos assumidos pelas Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) – que também devem complementar bolsas e editais;
– Fortalecimento das Universidades e Instituições de Pesquisa amazônicas;
– Criação de um programa de comunicação pública da ciência da Amazônia;
– Inclusão da justiça climática como princípio transversal para orientar todas as ações da NDC.

#Amazônia #Sociobiodiversidade #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/10/17/carta-de-belem-vozes-da-amazonia-em-defesa-da-sociobiodiversidade/

ABC e SBPC defendem protagonismo da ciência na agenda climática brasileira / ABC

ABC e SBPC defendem protagonismo da ciência na agenda climática brasileira / ABC

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) divulgam a Declaração do Workshop de Integração e Fortalecimento da Ciência na Agenda Climática Brasileira. Realizado na última sexta-feira, 3 de outubro, na sede da Finep, no Rio de Janeiro, o encontro reuniu 72 pesquisadores e gestores de 49 instituições para debater o papel da ciência nas políticas climáticas do País.

No documento, as entidades destacam que, embora o Brasil possua “capacidade científica de excelência internacional, infraestrutura de pesquisa consolidada e soluções inovadoras de enfrentamento à emergência climática”, ainda enfrenta “desafios estruturais que exigem ação imediata e coordenada para fortalecer o protagonismo da ciência na formulação e implementação de políticas climáticas em âmbito nacional e internacional”.

#ABC #MudançasClimáticas #Amazônia

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2025/10/08/abc-e-sbpc-defendem-protagonismo-da-ciencia-na-agenda-climatica-brasileira/

Um terço dos moradores da Amazônia Legal já sente efeitos das mudanças climáticas / Bori

Um terço dos moradores da Amazônia Legal já sente efeitos das mudanças climáticas / Bori

As mudanças climáticas deixaram de ser uma previsão distante para se tornar parte do cotidiano na Amazônia Legal. Um levantamento realizado pela Umane e pela Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive, mostra que cerca de um terço da população da região (32%) afirma já ter sido diretamente afetada. Entre povos e comunidades tradicionais, como indígenas, quilombolas, ribeirinhos e extrativistas, a proporção é ainda maior: 42,2%.

O estudo “Mais Dados Mais Saúde – Clima e Saúde na Amazônia Legal” é o primeiro a reunir informações de residentes dos nove estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), incluindo grupos historicamente sub-representados em pesquisas nacionais. Foram ouvidas 4.037 pessoas entre maio e julho de 2025.

#Amazônia #MudançasClimáticas

via Bori

Disponível em: https://abori.com.br/ambiente/moradores-mudanca-climatica-amazonia/

Amazônia perdeu 50 milhões de hectares em 40 anos e se aproxima do não retorno, diz Mapbiomas / Exame

Amazônia perdeu 50 milhões de hectares em 40 anos e se aproxima do não retorno, diz Mapbiomas / Exame

A Amazônia perdeu quase 50 milhões de hectares de florestas nas últimas quatro décadas, segundo dados do MapBiomas divulgados nesta segunda-feira, 15. O levantamento, baseado em análises de imagens de de satélite, revela que entre 1985 e 2024 o bioma perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa — uma redução de 13% em sua cobertura original.

O avanço das pastagens liderou essa expansão, com crescimento de 43,8 milhões de hectares. As áreas de pasto saltaram de 12,3 milhões de hectares em 1985 para 56,1 milhões em 2024 — alta de 355%.

Rondônia se destaca como o estado com maior conversão de vegetação nativa em pastagens, que passaram de 7% do território estadual em 1985 para 37% em 2024. O estado também apresenta a menor proporção de vegetação nativa na Amazônia (60%), seguido por Mato Grosso (62%), Tocantins (65%) e Maranhão (67%).

#Amazônia #Desmatamento

via Exame

Disponível em: https://exame.com/esg/amazonia-perdeu-50-milhoes-de-hectares-em-40-anos-e-se-aproxima-do-nao-retorno-diz-mapbiomas/

Contribuição das ciências ambientais para a COP-30 na Amazônia: enciclopédia de boas práticas / Livros Abertos USP

Contribuição das ciências ambientais para a COP-30 na Amazônia: enciclopédia de boas práticas / Livros Abertos USP

A obra evidencia a diversidade territorial e metodológica das ciências ambientais, bem como seu caráter inter e transdisciplinar, oferecendo contribuições para o debate acadêmico e público. Destina-se, ainda, a subsidiar a formulação de políticas e ações no âmbito da COP-30, reforçando o papel da ciência na promoção de sociedades mais sustentáveis.

#Amazônia #COP30 #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1704

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO) / RBBD

O conhecimento amazônico e a informação étnico-racial nas produções da Editora da Universidade Federal de Rondônia (EDUFRO)

O objetivo deste trabalho é investigar a promoção do conhecimento amazônico e da informação étnico-racial científica no âmbito das obras publicadas pela EDUFRO. Para tanto, foi contextualizada a EDUFRO, a partir de seu Regimento interno e sua Política Editorial, abordada a informação étnico-racial científica e o combate às injustiças epistêmicas no campo editorial. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva. Foram mapeadas e avaliadas as obras publicadas pela EDUFRO entre 2001 e 2023. Como resultados, foram encontradas 61 obras distribuídas entre os enfoques temáticos que atendem ao objetivo da pesquisa: Amazônia e Rondônia, Povos indígenas, Povos imigrantes e Estudos de Gênero e sexualidade.

#EditorasUniversitárias #UNIR #Amazônia #Representatividade #PovosIndígenas

Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/2129

Bibliotecas de universidades federais da Amazônia brasileira: contribuições ao desenvolvimento sustentável / Encontros Bibli

Bibliotecas de universidades federais da Amazônia brasileira: contribuições ao desenvolvimento sustentável

O estudo destaca como as bibliotecas democratizam o acesso público à informação, promovem a alfabetização e a competência informacional, incentivam a cidadania consciente e contribuem para a transformação da realidade e melhoria das condições de vida. Também mostra que, ao participar da gestão da comunicação científica, as bibliotecas apoiam a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e inovações que beneficiam o desenvolvimento social e promovem uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade.

#BibliotecasUniversitária #Amazônia #Sustentabilidade

via Encontros Bibli

Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/102003

Bibliotecas comunitárias ampliam acesso à leitura na Amazônia / Folha de S. Paulo

Bibliotecas comunitárias ampliam acesso à leitura na Amazônia

Entre as crianças do ensino fundamental 1 (primeiro ao quinto ano), a leitura caiu de 49% para 40%. Já na faixa entre 5 e 10 anos, o percentual recuou de 71% para 62%. Em todo o território nacional, o Norte teve a maior queda, de 63% para 48%.

Ao impactar anualmente cerca de 15 mil crianças e jovens, o projeto da Vaga Lume busca reverter essa tendência na região. Em 2025, a expectativa é que sejam construídas cinco novas bibliotecas. Chave para o êxito desses espaços, destaca Lia Jamra, é o engajamento comunitário. “Desde o local de armazenamento dos livros até os dias de funcionamento, o processo de empréstimo e as mediações de leitura, tudo depende de um acordo da comunidade. São espaços de pertencimento e trabalho coletivo.”

#BibliotecasComunitárias #Amazônia

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-social-mais/2025/04/bibliotecas-comunitarias-ampliam-acesso-a-leitura-na-amazonia.shtml