Biometria comportamental: quando nossos últimos dez “curtidas” nos denunciam / The Conversation

Biometria comportamental: quando nossos últimos dez “curtidas” nos denunciam / The Conversation

via The ConversationPara manter esse mercado em movimento perpétuo, instituições e empresas impõem campanhas invasivas. Elas nos obrigam a usar códigos QR em restaurantes ou baixar aplicativos específicos para estacionar ou acessar descontos, até mesmo a usar códigos QR para acessar horários de transporte público — canais projetados para gerar dependência e extrair dados (qual serviço usamos, quando, onde, etc.) em tempo real, que são então vendidos para o maior lance.

A solução não é nos resignarmos a isso ou cairmos na noção moralizante de “deveríamos ler melhor os termos de serviço”.

É necessária uma política estrutural para desativar essa infraestrutura que prospera rastreando-nos e, em última análise, nos polariza e isola para manipulação. A neutralidade da rede deve ser entendida em seu sentido mais amplo: significa garantir que nenhuma empresa possa usar nossos dados de navegação ou alterar, filtrar ou manipular nossa experiência online.

#BigTechs #CapitalismoDeDados #MídiasSociais #Regulamentação

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/biometria-de-la-conducta-cuando-nuestros-ultimos-diez-me-gusta-nos-delatan-276017

Entre o capitalismo de dados e a soberania informacional / Liinc

Entre o capitalismo de dados e a soberania informacional: marcos legais sensíveis para o desenvolvimento justo da Amazônia Internacional / Liinc

Este artigo analisa os marcos legais que orientam a circulação e o controle da informação na Amazônia Internacional, discutindo a necessidade de construir uma soberania informacional voltada aos territórios da floresta. A pesquisa compara Brasil e Colômbia a partir de uma abordagem qualitativa e documental, examinando legislações, relatórios e acordos multilaterais no âmbito do projeto “Estudo da Comunicação para o Desenvolvimento Regional e Ambiental”. O estudo propõe o conceito de Regulação Sensível, articulando ética da informação, direitos comunicacionais e diversidade epistêmica. Os resultados indicam que o capitalismo de dados impõe novos dilemas à comunicação amazônica, demandando marcos regulatórios capazes de reconhecer a pluralidade cultural e territorial da região e fortalecer experiências de jornalismo alternativo e resistência informacional.

#CapitalismoDeDados #AcessoÀInformação #ConsumoDeInformação #Amazônia

Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/7775