O oligopólio persistente de editoras acadêmicas em base de dados exclusiva / Arxiv

O oligopólio persistente de editoras acadêmicas em base de dados exclusiva

Embora a expansão das pequenas editoras tenha sido mais pronunciada nas ciências sociais e nas humanidades, as ciências naturais e médicas mostraram uma tendência semelhante. É também revelada uma grande divergência geográfica, com alguns países, maioritariamente anglo-saxónicos e/ou localizados no noroeste da Europa, que dependem fortemente de grandes editores para a divulgação da sua investigação, enquanto outros são relativamente independentes do oligopólio, como os da América Latina. América, norte da África, Europa Oriental e partes da Ásia.

#OligopólioCientífico

Disponível em: https://arxiv.org/abs/2406.17893

Corrida por “impacto” torna academia refém de grupos editoriais

Corrida por “impacto” torna academia refém de grupos editoriais

Embora seja animador vislumbrar ações objetivas na direção de tornar o conhecimento mais acessível, é sempre bom lembrar que, como se diz por aí, não existe almoço grátis. Neste contexto, há estratégias de acesso aberto em que o lucro das grandes empresas editoriais é mantido (ou aumentado) mudando-se apenas a fonte pagadora: em vez de vender assinaturas para bibliotecas, vendem-se cotas de publicação para universidades, agências de fomento ou outras entidades, como ministérios de Ciência, por exemplo – o dinheiro, diga-se de passagem, é proveniente da população.

#AcessoAberto #OligopólioCientífico

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2023/12/18/corrida-por-impacto-torna-academia-refem-de-grupos-editoriais

Transformações, disputas e circuitos de inovação nas publicações científicas fre…

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Fonte : Projeto Informe-CI