O direito à literatura nas eleições / Quatro cinco um
A Quatro Cinco Um leu o plano de governo dos candidatos que marcam mais de 1% nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência — Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury — e procurou os diretórios das campanhas em busca de propostas detalhadas para o livro e a leitura. Eis o que descobrimos:
Nas 76 páginas de “Para o Brasil vencer o atraso”, plano de governo do favorito a enfrentar Lula num provável segundo turno, as palavras “livros” e “leitura” não são citadas nenhuma vez. A reportagem procurou a campanha do senador entre julho e agosto — por e-mails e troca de mensagens com a assessoria do seu partido, o PL, a coordenação da campanha presidencial e a assessoria no Senado —, mas não obteve respostas.
Ao e-mail indicado pela assessoria foram encaminhadas mensagens para entender se Flávio tem ideias para o enfrentamento da perda de leitores e para a reversão dos baixos índices brasileiros no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) — em 2022, entre os 81 países avaliados, o Brasil figurou na 52ª posição em leitura.
via Quatro Cinco Um
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Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/reportagens/politica/o-direito-a-literatura-nas-eleicoes/

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