Soberania se constrói com ciência / Jornal da Ciência

Soberania se constrói com ciência / Jornal da Ciência

A SBPC mantém, como sempre, sua independência político-partidária. O Observatório não apoia, recomenda ou se opõe a candidaturas. Seu papel é oferecer informação, promover o debate e dar transparência aos compromissos assumidos. Queremos que ciência, tecnologia e inovação sejam discutidas nas eleições com propostas, metas, recursos e responsabilidades claramente apresentados à sociedade.

Convidamos a comunidade científica e toda a sociedade a participar. Conheçam as propostas, consultem as adesões, enviem perguntas e levem esse debate às candidaturas de seus estados. Às candidatas e aos candidatos, o convite é igualmente aberto: conheçam a agenda construída pela comunidade científica, dialoguem conosco e assumam publicamente os compromissos que estiverem de acordo com seus projetos para o País.

#Eleições #CiênciaBrasileira

via Jornal da Ciência

Disponível em: https://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-soberania-se-constroi-com-ciencia/

SBPC lança Observatório das Eleições 2026 / Ciência e Cultura

SBPC lança Observatório das Eleições 2026 / Ciência e Cultura

Como parte de sua atuação e articulação com os poderes Legislativo e Executivo em prol da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Brasil, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) disponibiliza em seu portal, a partir desta segunda-feira (17/08), o Observatório das Eleições 2026.

A iniciativa tem duas ações centrais. A primeira é reunir candidatas e candidatos de todas as esferas – deputada(o) estadual, deputado federal, senador(a), governador(a) e presidente – que se comprometam abertamente com o desenvolvimento de CT&I, o que envolve a inclusão e defesa do tema em seus planos de governo e/ou promessas de campanha.

#Eleições #CiênciaBrasileira #SBPC

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=10638

O combate à desinformação disseminada em plataformas de mídia social nos processos eleitorais: uma análise das ações promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) / PPGCI – UFBA

O combate à desinformação disseminada em plataformas de mídia social nos processos eleitorais: uma análise das ações promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) / PPGCI – UFBA

(…) a presente pesquisa apresentou como objetivo avaliar como o Tribunal Superior Eleitoral operacionalizou o enfrentamento à disseminação de desinformação nas plataformas de mídia social, em especial no WhatsApp, com vistas a combater seus efeitos nas eleições brasileiras de 2018 e 2022. Decorrem desse objetivo outros três propósitos específicos, quais sejam: (a) analisar o papel das plataformas de mídia social, em especial o WhatsApp, na disseminação de desinformação no contexto eleitoral e sua influência na formação de opiniões e crenças; (b) identificar quais as ações adotadas pelo TSE para enfrentamento da desinformação propagada nas plataformas de mídia social, notadamente no WhatsApp, nas eleições de 2018 e 2022; e (c) descrever as ações promovidas pelo TSE no combate à desinformação difundida nas plataformas de mídia social, principalmente no WhatsApp, nas citadas eleições.

#Desinformação #Eleições #MídiasSociais

Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44547

A instrumentalização da desinformação nas eleições brasileiras de 2022 e 2026 / Revista Interamericana De Bibliotecología

A instrumentalização da desinformação nas eleições brasileiras de 2022 e 2026 / Revista Interamericana De Bibliotecología

Os resultados indicam que a desinformação opera por meio de um sistema de redução em cadeia baseado em eventos históricos envolvendo golpes de Estado, fomentando dúvidas sobre a legitimidade do processo eleitoral, rumores de fraude eleitoral e narrativas de intervenção militar. Apontam também que os critérios de preferência do eleitorado se baseiam em uma guerra ideológica que ameaça o Estado de Direito democrático e a participação cidadã crítica nos processos eleitorais.

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/RIB/article/view/359625

Maioria acredita que voto faz diferença no futuro do país, diz estudo / Exame

Maioria acredita que voto faz diferença no futuro do país, diz estudo / Exame

Para quase 80% dos brasileiros, o voto faz diferença na hora de construir um futuro melhor para o Brasil.

Os entrevistados foram questionados como parte da elaboração do estudo “Futuros do Brasil: Sinais de Transformação” feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações Unidas.

Ao todo, 78% disseram que acreditam que seu voto faz diferença na construção de um Brasil melhor. No entanto, quando perguntados sobre o quanto sua autonomia influenciava no futuro do país numa escala de 1 a 10, a média foi de 5,38.

#Eleições

via Exame

Disponível em: https://exame.com/brasil/maioria-acredita-que-voto-faz-diferenca-no-futuro-do-pais-diz-estudo/

Um estudo da Universidade de Navarra confirma que a desinformação eleitoral é um fenômeno global / Laboratório de Periodismo

Um estudo da Universidade de Navarra confirma que a desinformação eleitoral é um fenômeno global / Laboratório de Periodismo

A pesquisa analisa casos documentados em países como Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Brasil, México, Colômbia e Taiwan, e mostra como certas táticas de manipulação reaparecem sistematicamente em contextos eleitorais muito diferentes. “Durante as eleições, agentes maliciosos surgem buscando influenciar os eleitores com técnicas de manipulação e por meio da disseminação planejada de informações falsas. Para combater essa ameaça, precisamos saber quais são as táticas mais comuns e como elas funcionam”, explica Ramón Salaverría. Segundo o estudo, os objetivos mais frequentes dessas estratégias são a desmobilização do eleitorado ou, em outros casos, a hipermobilização de certos setores, o fomento da divisão e da polarização social e a erosão da confiança nas instituições democráticas por meio do descrédito de partidos ou candidatos específicos.

#Desinformação #Eleições

via Laboratório de Periodismo

Disponível em: https://laboratoriodeperiodismo.org/un-estudio-de-la-universidad-de-navarra-confirma-que-la-desinformacion-electoral-es-un-fenomeno-global/

Eleições: A ameaça invisível das big techs / Outras palavras

Eleições: A ameaça invisível das big techs / Outras palavras

A eleição brasileira de 2026 já começou — e ela não está acontecendo no território físico, mas no território cognitivo. Enquanto o debate público olha para pesquisas, candidatos e alianças partidárias, a disputa real se desenrola em outra camada da realidade: a arquitetura invisível das plataformas digitais, onde algoritmos e capital privado constroem aquilo que chamo de gerrymandering digital. Trata-se de uma técnica sofisticada, capaz de reorganizar o eleitorado não por regiões geográficas, como no gerrymandering clássico, mas por regiões emocionais, grupos de comportamento, padrões de vulnerabilidade psicológica e tendências de engajamento afetivo. Em vez de redesenhar distritos no mapa, as plataformas redesenham o mapa mental do país.

#Eleições #MediaçãoAlgorítmica #BigTechs

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/eleicoes-ameaca-invisivel-das-big-techs/

A adaptação da desinformação online nos contextos eleitorais brasileiros / Jornal da Universidade

A adaptação da desinformação online nos contextos eleitorais brasileiros / Jornal da Universidade

Nos últimos anos, o Brasil viveu um ambiente político marcado pela circulação intensa de desinformação, especialmente em períodos eleitorais. O tema, já conhecido por pesquisadores e jornalistas, ganha novas camadas quando analisado a partir daquilo que foi objeto de checagem por agências especializadas. Um estudo publicado em 2025 na revista E-Compós, conduzido por Raquel Recuero, Camilla Tavares, Taiane Volcan, Martina Pozzebon e Manoela Dutra, oferece pistas importantes sobre como a desinformação se transformou nas eleições presidenciais de 2018 e 2022.

A pesquisa analisou 811 checagens realizadas por três grandes agências brasileiras ao longo dos dois pleitos. O objetivo era entender quais temas apareceram com maior frequência, que tipos de estratégias foram empregadas para desinformar e quais fontes foram utilizadas para dar aparência de credibilidade às mensagens. Ao investigar esse conjunto, as autoras buscaram responder a uma pergunta central: como a desinformação se adapta diante da existência das próprias agências de checagem?

#Desinformação #Eleições

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/a-adaptacao-da-desinformacao-online-nos-contextos-eleitorais-brasileiros/

Desinformação e verificação de notícias no Twitter nas eleições brasileiras de 2022 – Entrevista com Camila Furtado / Divulga-CI

Desinformação e verificação de notícias no Twitter nas eleições brasileiras de 2022 – Entrevista com Camila Furtado / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Camila Furtado, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Em sua dissertação, Camila analisou o trabalho de verificação de notícias falsas, revelando como as fake news se infiltram na formação de opinião do eleitorado e representam ameaças à democracia. Na entrevista, a pesquisadora compartilha sua reflexões e aprendizados construídos ao longo do processo de pesquisa.

#Entrevista #Desinformação #Eleições #Twitter

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-8-ago-2025/desinformacao-e-verificacao-de-noticias-no-twitter-nas-eleicoes-brasileiras-de-2022-entrevista-com-camila-furtado/

Desinformação e Fake News: Impactos nas Eleições e na Democracia Brasileira / Divulga-CI

Desinformação e Fake News: Impactos nas Eleições e na Democracia Brasileira

Os termos “pós-verdade” e “desinformação” estão relacionados ao atual regime de informação, especialmente nas mídias sociais, onde esses fenômenos ocorrem e se disseminam amplamente. Eles refletem um quadro de desordem informacional, no qual a produção, circulação e uso da informação são afetados. Esse contexto pode explicar como decisões baseadas em desinformação podem levar a atitudes hediondas. A pós-verdade ganhou destaque quando foi escolhida como a palavra do ano de 2016 pelo dicionário Oxford. Ela se refere a circunstâncias em que os fatos têm menos influência na opinião pública do que apelos emocionais ou crenças pessoais.

via Divulga-CI

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-12-dez-2024/desinformacao-e-fake-news-impactos-nas-eleicoes-e-na-democracia-brasileira/

A desinformação produzida pela IA é a maior ameaça global no curto prazo, segundo relatório / Los Angeles Times

A desinformação produzida pela IA é a maior ameaça global no curto prazo, segundo relatório

A desinformação produzida pela inteligência artificial torna-se um risco no momento em que milhares de milhões de pessoas em muitos países, incluindo grandes economias como os Estados Unidos, o Reino Unido, a Indonésia, a Índia, o México e o Paquistão, planeiam votar este ano ou no próximo, indica o relatório.

#IA #Desinformação #Eleições

via Los Angeles Times

Disponível em: https://www.latimes.com/espanol/eeuu/articulo/2024-12-28/la-desinformacion-producida-por-ia-es-la-mayor-amenaza-global-a-corto-plazo-segun-un-reporte

Abordagens normativas para mitigação da desinformação nas eleições / TPBCI

Abordagens normativas para mitigação da desinformação nas eleições

Os resultados preliminares indicam que os usuários valorizam mais a congruência das informações com suas crenças pessoais do que a sua veracidade. Em resposta a esses desafios, foram implementadas legislações específicas e ferramentas para verificar a autenticidade dos conteúdos, como a criação de agências de checagem de fatos. No entanto, a desinformação persiste. Assim, a pesquisa está explorando novas estratégias para mitigar a disseminação de informações falsas nas redes sociais online, avaliando a eficácia das intervenções normativas e propondo soluções adicionais para fortalecer a integridade dos processos eleitorais.

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://revistas.ancib.org/index.php/tpbci/article/view/666