Maioria acredita que voto faz diferença no futuro do país, diz estudo / Exame

Maioria acredita que voto faz diferença no futuro do país, diz estudo / Exame

Para quase 80% dos brasileiros, o voto faz diferença na hora de construir um futuro melhor para o Brasil.

Os entrevistados foram questionados como parte da elaboração do estudo “Futuros do Brasil: Sinais de Transformação” feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações Unidas.

Ao todo, 78% disseram que acreditam que seu voto faz diferença na construção de um Brasil melhor. No entanto, quando perguntados sobre o quanto sua autonomia influenciava no futuro do país numa escala de 1 a 10, a média foi de 5,38.

#Eleições

via Exame

Disponível em: https://exame.com/brasil/maioria-acredita-que-voto-faz-diferenca-no-futuro-do-pais-diz-estudo/

Um estudo da Universidade de Navarra confirma que a desinformação eleitoral é um fenômeno global / Laboratório de Periodismo

Um estudo da Universidade de Navarra confirma que a desinformação eleitoral é um fenômeno global / Laboratório de Periodismo

A pesquisa analisa casos documentados em países como Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Brasil, México, Colômbia e Taiwan, e mostra como certas táticas de manipulação reaparecem sistematicamente em contextos eleitorais muito diferentes. “Durante as eleições, agentes maliciosos surgem buscando influenciar os eleitores com técnicas de manipulação e por meio da disseminação planejada de informações falsas. Para combater essa ameaça, precisamos saber quais são as táticas mais comuns e como elas funcionam”, explica Ramón Salaverría. Segundo o estudo, os objetivos mais frequentes dessas estratégias são a desmobilização do eleitorado ou, em outros casos, a hipermobilização de certos setores, o fomento da divisão e da polarização social e a erosão da confiança nas instituições democráticas por meio do descrédito de partidos ou candidatos específicos.

#Desinformação #Eleições

via Laboratório de Periodismo

Disponível em: https://laboratoriodeperiodismo.org/un-estudio-de-la-universidad-de-navarra-confirma-que-la-desinformacion-electoral-es-un-fenomeno-global/

Eleições: A ameaça invisível das big techs / Outras palavras

Eleições: A ameaça invisível das big techs / Outras palavras

A eleição brasileira de 2026 já começou — e ela não está acontecendo no território físico, mas no território cognitivo. Enquanto o debate público olha para pesquisas, candidatos e alianças partidárias, a disputa real se desenrola em outra camada da realidade: a arquitetura invisível das plataformas digitais, onde algoritmos e capital privado constroem aquilo que chamo de gerrymandering digital. Trata-se de uma técnica sofisticada, capaz de reorganizar o eleitorado não por regiões geográficas, como no gerrymandering clássico, mas por regiões emocionais, grupos de comportamento, padrões de vulnerabilidade psicológica e tendências de engajamento afetivo. Em vez de redesenhar distritos no mapa, as plataformas redesenham o mapa mental do país.

#Eleições #MediaçãoAlgorítmica #BigTechs

via Outras palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/eleicoes-ameaca-invisivel-das-big-techs/

A adaptação da desinformação online nos contextos eleitorais brasileiros / Jornal da Universidade

A adaptação da desinformação online nos contextos eleitorais brasileiros / Jornal da Universidade

Nos últimos anos, o Brasil viveu um ambiente político marcado pela circulação intensa de desinformação, especialmente em períodos eleitorais. O tema, já conhecido por pesquisadores e jornalistas, ganha novas camadas quando analisado a partir daquilo que foi objeto de checagem por agências especializadas. Um estudo publicado em 2025 na revista E-Compós, conduzido por Raquel Recuero, Camilla Tavares, Taiane Volcan, Martina Pozzebon e Manoela Dutra, oferece pistas importantes sobre como a desinformação se transformou nas eleições presidenciais de 2018 e 2022.

A pesquisa analisou 811 checagens realizadas por três grandes agências brasileiras ao longo dos dois pleitos. O objetivo era entender quais temas apareceram com maior frequência, que tipos de estratégias foram empregadas para desinformar e quais fontes foram utilizadas para dar aparência de credibilidade às mensagens. Ao investigar esse conjunto, as autoras buscaram responder a uma pergunta central: como a desinformação se adapta diante da existência das próprias agências de checagem?

#Desinformação #Eleições

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/a-adaptacao-da-desinformacao-online-nos-contextos-eleitorais-brasileiros/

Desinformação e verificação de notícias no Twitter nas eleições brasileiras de 2022 – Entrevista com Camila Furtado / Divulga-CI

Desinformação e verificação de notícias no Twitter nas eleições brasileiras de 2022 – Entrevista com Camila Furtado / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Camila Furtado, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Em sua dissertação, Camila analisou o trabalho de verificação de notícias falsas, revelando como as fake news se infiltram na formação de opinião do eleitorado e representam ameaças à democracia. Na entrevista, a pesquisadora compartilha sua reflexões e aprendizados construídos ao longo do processo de pesquisa.

#Entrevista #Desinformação #Eleições #Twitter

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-8-ago-2025/desinformacao-e-verificacao-de-noticias-no-twitter-nas-eleicoes-brasileiras-de-2022-entrevista-com-camila-furtado/

Desinformação e Fake News: Impactos nas Eleições e na Democracia Brasileira / Divulga-CI

Desinformação e Fake News: Impactos nas Eleições e na Democracia Brasileira

Os termos “pós-verdade” e “desinformação” estão relacionados ao atual regime de informação, especialmente nas mídias sociais, onde esses fenômenos ocorrem e se disseminam amplamente. Eles refletem um quadro de desordem informacional, no qual a produção, circulação e uso da informação são afetados. Esse contexto pode explicar como decisões baseadas em desinformação podem levar a atitudes hediondas. A pós-verdade ganhou destaque quando foi escolhida como a palavra do ano de 2016 pelo dicionário Oxford. Ela se refere a circunstâncias em que os fatos têm menos influência na opinião pública do que apelos emocionais ou crenças pessoais.

via Divulga-CI

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-2-n-12-dez-2024/desinformacao-e-fake-news-impactos-nas-eleicoes-e-na-democracia-brasileira/

A desinformação produzida pela IA é a maior ameaça global no curto prazo, segundo relatório / Los Angeles Times

A desinformação produzida pela IA é a maior ameaça global no curto prazo, segundo relatório

A desinformação produzida pela inteligência artificial torna-se um risco no momento em que milhares de milhões de pessoas em muitos países, incluindo grandes economias como os Estados Unidos, o Reino Unido, a Indonésia, a Índia, o México e o Paquistão, planeiam votar este ano ou no próximo, indica o relatório.

#IA #Desinformação #Eleições

via Los Angeles Times

Disponível em: https://www.latimes.com/espanol/eeuu/articulo/2024-12-28/la-desinformacion-producida-por-ia-es-la-mayor-amenaza-global-a-corto-plazo-segun-un-reporte

Abordagens normativas para mitigação da desinformação nas eleições / TPBCI

Abordagens normativas para mitigação da desinformação nas eleições

Os resultados preliminares indicam que os usuários valorizam mais a congruência das informações com suas crenças pessoais do que a sua veracidade. Em resposta a esses desafios, foram implementadas legislações específicas e ferramentas para verificar a autenticidade dos conteúdos, como a criação de agências de checagem de fatos. No entanto, a desinformação persiste. Assim, a pesquisa está explorando novas estratégias para mitigar a disseminação de informações falsas nas redes sociais online, avaliando a eficácia das intervenções normativas e propondo soluções adicionais para fortalecer a integridade dos processos eleitorais.

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://revistas.ancib.org/index.php/tpbci/article/view/666

A Biblioteca como Espaço de Educação Cívica: Orientando Eleitores no Ano Eleitoral / Bibliodados

A Biblioteca como Espaço de Educação Cívica: Orientando Eleitores no Ano Eleitoral

O artigo “The Political Scientist Is In”, publicado em 1º de novembro de 2024 na American Libraries Magazine, destaca a iniciativa do Vernon Area Public Library District (VAPLD) em Lincolnshire, Illinois, de contratar uma cientista política residente para auxiliar os frequentadores da biblioteca durante o ciclo eleitoral de 2024.

via Bibliodados

#ProdutosEServiços #BibliotecasPúblicas #Eleições

Disponível em: http://bibliodados.blogspot.com/2024/11/a-biblioteca-como-espaco-de-educacao.html

A desinformação sob a perspectiva da verificação de notícias / PPGCI – UFSC

A desinformação sob a perspectiva da verificação de notícias: uma netnografia sobre a comunidade online que comentou nas publicações da Agência Lupa no Twitter durante as eleições brasileiras de 2022

A conclusão foi que a produção de desinformação eleitoral, que tende a incitar manifestações antidemocráticas, é pensada e formulada com base em acontecimentos históricos como os golpes de Estado dos anos de 1937 e 1964, durante a ditadura militar. Além disso, concluiu-se que os esforços de combate à desinformação existentes são bem projetados, mas não alcançam a grande massa, logo, é preciso repensar maneiras de comunicação assertiva e aplicá-la nos espaços digitais de interações online.

#Desinformação #Eleições #Twitter

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259015

Desinformação e o uso da Inteligência artificial nas eleições municipais / Observatório de Imprensa

Desinformação e o uso da Inteligência artificial nas eleições municipais

O TSE proíbe o uso de deepfakes; uma técnica utilizada pela Inteligência Artificial para modificar a voz e a face das pessoas em formato de vídeo. Essa tecnologia pode criar conteúdos falsos que imitam a realidade. Além disso, propagandas eleitorais que utilizarem recursos da inteligência artificial, precisam sinalizar para o eleitor e eleitora que a propaganda foi elaborada com o uso de IA. Outra restrição imposta pela resolução tem relação com o uso de robôs. Partidos, candidatos e coligações não podem intermediar o contato com os eleitores por meio de robôs através de canais das redes sociais.

#Desinformação #IA #Eleições

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/objethos/desinformacao-e-o-uso-da-inteligencia-artificial-nas-eleicoes-municipais/

A tecnologia espalhou o discurso do ódio pelos rincões do Brasil / Observatório de Imprensa

A tecnologia espalhou o discurso do ódio pelos rincões do Brasil

A imprensa precisa ficar atenta para descobrir qual será o desenho da disputa municipal nas pequenas e médias cidades. Uma coisa é certa. Não será mais como era antes, quando tudo acabava em um churrasco regado a cerveja e com uma pelada de futebol. Além das novas tecnologias terem tornado públicas as desavenças, nos dias atuais há um volume considerável de “discurso do ódio” enchendo os ouvidos das pessoas. Ou seja, tem tudo para dar problema.

via Observatório de Imprensa

#Jornalismo #Eleições #DiscursoDeÓdio

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/eleicoes-2024/a-tecnologia-espalhou-o-discurso-do-odio-pelos-rincoes-do-brasil/

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