Bibliotecas escolares como apoio à aprendizagem e à leitura / Otlet

Bibliotecas escolares como apoio à aprendizagem e à leitura / Otlet

Os resultados mais recentes do PISA evidenciaram quedas no desempenho dos estudantes em competências de leitura, gerando preocupação quanto ao desenvolvimento da compreensão e da cultura de leitura na educação básica. Nesse cenário, as bibliotecas escolares consolidam-se como pilares para o fortalecimento da cultura leitora, ao oferecer recursos, espaços e programas que favorecem a motivação, os hábitos de leitura e a compreensão de textos.

Nesta edição da Vanguardia B+I, são analisados ​​estudos sobre o papel das bibliotecas escolares no incentivo à leitura, sua função educativa e a articulação com os docentes para contribuir com os processos de aprendizagem.

#Pisa #BibliotecasEscolares

via Otlet

Disponível em: https://www.revistaotlet.com/bibliotecas-escolares-como-apoyo-del-aprendizaje-y-la-lectura/

Referencial do Letramento Informacional para o Ensino Superior e Matriz de Ciências do PISA 2025 / Em Questão

Referencial do Letramento Informacional para o Ensino Superior e Matriz de Ciências do PISA 2025 / Em Questão

Analisa as possibilidades de integração entre o letramento informacional e o letramento científico a partir da comparação entre a Matriz de Ciências do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes 2025 e o Referencial do Letramento Informacional para o Ensino Superior. (…) Os resultados indicam que o letramento informacional é essencial para operacionalizar o letramento científico, visto que os componentes analisados da Matriz não se articulam com todas as práticas do Referencial. Conclui-se que é indispensável integrar esses domínios nos currículos de ciência da educação básica.

#Pisa #CoInfo #EnsinoSuperior

Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/147308

O Pisa não é o Brasileirão / Folha de S. Paulo

O Pisa não é o Brasileirão / Folha de S. Paulo

Sistemas educacionais são influenciados por inúmeros fatores externos: a situação da economia, os fluxos migratórios, a qualidade da gestão pública, os conflitos políticos, as guerras e até desastres ambientais. Sem levar isso em consideração, é impossível “ranquear” países. Singapura, no topo do Pisa, é uma cidade-estado de 6 milhões de habitantes com metade da área do município de São Paulo (750 km² contra 1.500 km²). Sua renda per capita é de aproximadamente US$ 105 mil, contra US$ 10 mil no Brasil. A Finlândia tem um coeficiente Gini de 27, enquanto o do Brasil ultrapassa 50. Como comparar a educação brasileira com a de um país dez vezes mais rico ou com a de outro muito menos desigual? E se a verdadeira história da educação brasileira for a da nossa indecente desigualdade?

As comparações superficiais nos distraem do que é realmente importante. Por exemplo, há indícios claros de que o uso de redes sociais e do celular prejudica a capacidade de compreensão de textos. Esse é um problema concreto que podemos enfrentar com pesquisa e boas políticas públicas.

#Pisa

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/o-pisa-nao-e-o-brasileirao.shtml

O direito à literatura nas eleições / Quatro cinco um

O direito à literatura nas eleições / Quatro cinco um

A Quatro Cinco Um leu o plano de governo dos candidatos que marcam mais de 1% nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência — Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury — e procurou os diretórios das campanhas em busca de propostas detalhadas para o livro e a leitura. Eis o que descobrimos:

Nas 76 páginas de “Para o Brasil vencer o atraso”, plano de governo do favorito a enfrentar Lula num provável segundo turno, as palavras “livros” e “leitura” não são citadas nenhuma vez. A reportagem procurou a campanha do senador entre julho e agosto — por e-mails e troca de mensagens com a assessoria do seu partido, o PL, a coordenação da campanha presidencial e a assessoria no Senado —, mas não obteve respostas.

Ao e-mail indicado pela assessoria foram encaminhadas mensagens para entender se Flávio tem ideias para o enfrentamento da perda de leitores e para a reversão dos baixos índices brasileiros no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) — em 2022, entre os 81 países avaliados, o Brasil figurou na 52ª posição em leitura.

via Quatro Cinco Um

#Leitura #Eleições #Pisa #PolíticasPúblicasEmLeitura

Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/reportagens/politica/o-direito-a-literatura-nas-eleicoes/

PISA 2025: pistas para a escola que precisamos construir / Revista Educação

PISA 2025: pistas para a escola que precisamos construir / Revista Educação

Os resultados do PISA 2025, portanto, podem ser tomados menos como respostas prontas e mais como uma oportunidade de refletir sobre as experiências que oferecemos aos estudantes. Se queremos avançar na aprendizagem de ciências, matemática e leitura, e, ao mesmo tempo, preparar os estudantes para resolver problemas complexos conjugados ao mundo digital e na vida cotidiana, vale pensar não apenas no que ensinamos, mas nas oportunidades que criamos para que os conhecimentos integrados sejam utilizados em situações diversas.

Nesse sentido, a educação digital prevista na BNCC pode ser compreendida como parte desse movimento, integrando-se ao currículo como uma oportunidade de ampliar as formas de aprender. Uma escola orientada por esses resultados é aquela que combina conhecimento acadêmico, tecnologia e desenvolvimento socioemocional e de outras competências complexas em situações nas quais os estudantes possam investigar, testar, criar, colaborar, persistir e refletir sobre suas próprias escolhas.

#EducaçãoDigital #Pisa

via Revista Educação

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/09/24/pisa-2025-pistas-para-a-escola/

Resultados do PISA 2025 (Volume I) / OECD

Resultados do PISA 2025 (Volume I) / OECD

Preparar os jovens para prosperar e liderar em um mundo em rápida transformação exige mais do que uma sólida proficiência acadêmica. À medida que o aprendizado ao longo da vida, o aprimoramento de competências (upskilling) e a requalificação profissional (reskilling) se tornam cada vez mais importantes, os estudantes precisam de motivação, autonomia e estratégias de aprendizagem que lhes permitam assumir o protagonismo de seu próprio aprendizado ao longo da vida. Os resultados do PISA 2025 mostram que essas dimensões do engajamento não apenas estão associadas positivamente ao desempenho dos estudantes, mas também se reforçam mutuamente. Essa relação também se reflete em tendências recentes: em muitos sistemas educacionais, quedas no desempenho acadêmico coincidiram com o enfraquecimento do engajamento dos estudantes. O relatório destaca ainda que os estudantes têm mais chances de sucesso quando sentem um senso de pertencimento, valorizam o papel da escola e aprendem em ambientes seguros, acolhedores e bem equipados. Relações sólidas com as famílias e os professores também desempenham um papel fundamental no apoio tanto ao engajamento quanto ao desempenho. Em conjunto, essas constatações ressaltam a necessidade de os sistemas educacionais adotarem uma abordagem holística da aprendizagem — uma abordagem que valorize tanto a proficiência quanto o engajamento e assegure que todos os estudantes tenham o apoio, as oportunidades e os recursos necessários para alcançar seu pleno potencial, na escola e além dela.

#Pisa

via OECD

Disponível em: https://www.oecd.org/en/publications/2026/09/pisa-2025-results-volume-i_5265bfb1.html

A leitura no mundo digital e os resultados do Pisa / Folha de S. Paulo

A leitura no mundo digital e os resultados do Pisa / Folha de S. Paulo

Os resultados de leitura, em geral, mostram um quadro preocupante. Segundo a OCDE, de 2018 a 2025 houve piora nas habilidades particularmente relevantes em um ambiente informacional cada vez mais digital: avaliar informações, fazer conexões entre múltiplas fontes e pensar criticamente sobre as mensagens que consumimos. Ao mesmo tempo, a parcela de “leitores precipitados” quase dobrou no período considerado. No contexto do Pisa, esse termo refere-se aos estudantes que leem às pressas e dão respostas rápidas, mas incorretas, para as perguntas sobre a leitura.

Em relação ao Brasil, o Pisa apontou que apenas 1% dos estudantes alcançaram excelência (nível 5 ou superior) em leitura. Nesse patamar, os adolescentes conseguem compreender textos extensos, lidar com conceitos abstratos ou contraintuitivos e distinguir fatos de opiniões com base em pistas implícitas relacionadas ao conteúdo ou à fonte da informação. A média da OCDE, de 6%, tampouco pode ser considerada alentadora. (…)

Em uma sociedade em que nunca foi tão fácil produzir, acessar e compartilhar informação, saber ler deixou de significar apenas compreender o que está escrito. Significa também saber perguntar quem escreveu, com que evidências, para qual finalidade, em qual contexto e por que aquela informação chegou até nós.

#Leitura #Pisa #Coinfo

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/a-leitura-no-mundo-digital-e-os-resultados-do-pisa.shtml

PISA 2025 e rankings escolares: estamos fazendo as perguntas certas sobre a escolarização? / The Conversation

PISA 2025 e rankings escolares: estamos fazendo as perguntas certas sobre a escolarização? / The Conversation

  • Na França, assim como em outros países da OCDE, o desempenho dos alunos registrou um declínio acentuado em matemática e leitura.
  • A edição mais recente do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostra que esse declínio afeta tanto alunos em situação de desvantagem quanto aqueles em situação de vantagem socioeconômica.
  • As comparações internacionais são mais úteis para questionar a capacidade de reforma dos sistemas educacionais do que para identificar um modelo a ser copiado.

#Pisa #Educação

via BBC

Disponível em: https://theconversation.com/pisa-2025-and-school-rankings-are-we-asking-the-right-questions-about-schooling-291712

PISA 2025: a IA é responsável pela queda nos resultados? / The Conversation

PISA 2025: a IA é responsável pela queda nos resultados? / The Conversation

  • Embora o uso da IA ​​generativa esteja em plena expansão, o desempenho dos alunos já havia começado a cair antes do surgimento dessas ferramentas.
  • Entre os sistemas educacionais de melhor desempenho, as formas de utilização da IA ​​variam significativamente. O estudo PISA sugere distinguir os usos que substituem o esforço cognitivo daqueles que podem apoiá-lo. Os resultados do PISA 2025 são preocupantes.

Entre 2015 e 2025, a média dos países da OCDE caiu 22 pontos em matemática — o equivalente a pouco mais de um ano de aprendizado — e 28 pontos em leitura. Além disso, 20% dos jovens de 15 anos encontram-se agora abaixo do nível básico de competência nas três áreas avaliadas, em comparação com 16% em 2022.

(…)

Embora a IA permita delegar certas atividades cognitivas necessárias à aprendizagem — como resumir, escrever, argumentar ou resolver problemas —, ela também pode servir de suporte ao fornecer uma pista, uma explicação ou um retorno que permita ao aluno dar continuidade à sua reflexão.

É, portanto, essencial distinguir os usos que substituem o esforço cognitivo daqueles que contribuem para sustentá-lo e favorecem uma aprendizagem mais personalizada. O modelo #ppAI6 permite distinguir esses diferentes níveis de uso, desde a delegação excessiva à IA até usos criativos e transformadores.

#Pisa

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/pisa-2025-lia-est-elle-responsable-de-la-baisse-des-resultats-291580

PISA 2025 revela queda acentuada nas habilidades de matemática e leitura / Statista

PISA 2025 revela queda acentuada nas habilidades de matemática e leitura / Statista

Nos 36 países da OCDE incluídos no estudo, o desempenho médio dos alunos de 15 anos foi o mais baixo já registrado nas três áreas principais: ciências, matemática e leitura. As habilidades de leitura apresentaram um declínio particularmente acentuado, com a pontuação média nessa área caindo 16 pontos em relação ao estudo de 2022. Isso é especialmente preocupante, uma vez que as habilidades de leitura — incluindo a capacidade de processar e avaliar informações e de pensar de forma crítica — são mais importantes do que nunca na era da IA ​​e da desinformação.

A tendência de longo prazo é igualmente preocupante. Como mostra o nosso gráfico, as pontuações médias em ciências, matemática e leitura vêm caindo gradualmente desde a virada do milênio, sendo que o declínio nas habilidades de matemática e leitura ganhou ritmo a partir de 2018. As pontuações em ciências mantiveram-se um pouco mais estáveis, registrando uma queda de 17 pontos entre 2006 e 2025.

#Pisa #Leitura

via Statista

Disponível em: https://www.statista.com/chart/36590/long-term-trend-in-pisa-scores/

Ranking da educação: Brasil segue nas últimas posições no Pisa 2025 e fica atrás de seis vizinhos latino-americanos em matemática / G1

Ranking da educação: Brasil segue nas últimas posições no Pisa 2025 e fica atrás de seis vizinhos latino-americanos em matemática / G1

Ciências foi a área principal desta edição — a primeira vez desde 2015 que a disciplina recebe foco especial. Foi também onde o Brasil teve o melhor resultado relativo: 409 pontos, 67º lugar entre 90 países, empatado com o Azerbaijão e logo à frente de Jordânia e Peru.

Com 408 pontos, o Brasil ficou em 52º entre 89 países, empatado com México e Albânia. É a área em que o país está mais próximo do resto do mundo.

A nota ficou dois pontos abaixo da registrada em 2022, mas, novamente, a diferença não é estatisticamente significativa.

Singapura liderou, com 535 pontos. Depois aparecem o conjunto de regiões chinesas de Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang, com 527; Taiwan, com 508; Japão, com 503; e Macau e Coreia do Sul, ambos com 501 pontos.

#Pisa #Leitura

via G1

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/09/08/brasil-ultimas-posicoes-pisa-2025.ghtml

Diferença de nota em ciências entre ricos e pobres chega a 96 pontos no Brasil, mostra Pisa / Folha de S. Paulo

Diferença de nota em ciências entre ricos e pobres chega a 96 pontos no Brasil, mostra Pisa / Folha de S. Paulo

Os 25% dos estudantes brasileiros de maior nível socioeconômico tiveram desempenho 96 pontos superior ao dos 25% de menor nível socioeconômico em ciências no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (8).

Nos extremos, a média em ciências foi de 380 pontos entre os mais desfavorecidos e de cerca de 476 pontos entre os mais favorecidos, patamar próximo ao da média da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), responsável pelo levantamento, de 482. A média do país foi de 409.

#PISA #Desigualdade #Educação

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/09/diferenca-de-nota-em-ciencias-entre-ricos-e-pobres-chega-a-96-pontos-no-brasil-mostra-pisa.shtml