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O uso de inteligência artificial generativa em bibliotecas / Ciência da Informação em revista

O uso de inteligência artificial generativa em bibliotecas / Ciência da Informação em revista

O uso de inteligência artificial generativa em bibliotecas: estratégias inovadoras para criação de conteúdo e promoção institucional / Ciência da Informação em revista

Este artigo investiga o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa na criação de conteúdo criativo e promocional para bibliotecas, considerando seu potencial como estratégia de inovação em serviços de informação. (…) O estudo revela que essas tecnologias possibilitam a personalização da comunicação institucional, a ampliação da acessibilidade e o fortalecimento do vínculo entre biblioteca e comunidade usuária. Observa-se que, integrando essas ferramentas em seus processos de mediação e divulgação, a biblioteca pode diversificar formatos de conteúdo, dinamizar ações culturais e educativas, além de otimizar a visibilidade de seus serviços e acervos. Contudo, destaca-se a necessidade de uso ético e consciente dessas tecnologias, com atenção aos limites da automação e à mediação humana.

#IA #MarketingEmBibliotecas

Disponível em: https://periodicos.ufal.br/cir/article/view/19724

Como promover bibliotecas sustentáveis ​​com as diretrizes da IFLA / Baratz

Como promover bibliotecas sustentáveis ​​com as diretrizes da IFLA / Baratz

Nenhuma biblioteca é pequena demais, grande demais ou com recursos insuficientes para começar. As diretrizes oferecem exemplos e boas práticas, e nos lembram que não se espera que façamos tudo. Muitas bibliotecas escolhem uma área de foco para avançar de forma significativa e conectá-la aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). O valor da participação em redes, o uso de plataformas de compartilhamento como as histórias dos ODS no Mapa Mundial das Bibliotecas e o aprendizado com prêmios como o Prêmio Biblioteca Verde da IFLA também são destacados. Se a sua biblioteca quiser dar o primeiro passo, talvez escolher uma ação inicial, adicioná-la ao plano anual e buscar parcerias locais seja suficiente. A mudança se constrói em equipe, dia após dia.

#BibliotecasVerdes #IFLA

via Baratz

Disponível em: https://www.comunidadbaratz.com/blog/como-impulsar-bibliotecas-verdes-con-las-directrices-de-la-ifla/

No videogame, como na vida real, comandar um jornal não é fácil… / Poder360

No videogame, como na vida real, comandar um jornal não é fácil… / Poder360

Meu jornal tinha um problema com tacos –no caso, tacos de beisebol, a arma preferida dos mafiosos que intimidavam meus funcionários e depredavam meu escritório. Esses são os tipos de problemas enfrentados em “News Tower“, um jogo de simulação de gestão para PC e Mac, do estúdio holandês Sparrow Night, lançado em novembro de 2025, que coloca os jogadores no papel de um editor de jornal da cidade de Nova York (EUA) nos anos 1930….

#Jornalismo #Gamificação

via Poder 360

Disponível em: https://www.poder360.com.br/nieman/no-videogame-como-na-vida-real-comandar-um-jornal-nao-e-facil/

Imagens e memórias: a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco nas fotografias de seu acervo / PPGCI – UFPE

Imagens e memórias: a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco nas fotografias de seu acervo / PPGCI – UFPE

Análise das fotografias do acervo da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (BPE), com ênfase nas comemorações de aniversário da instituição voltada aos aspectos relacionados à memória e à trajetória histórica. Considerando a BPE como espaço de memória, as imagens são analisadas como documentos capazes de atravessar temporalidades, materialidades e significados, contribuindo para a construção e preservação da memória institucional. O objetivo é compreender como as fotografias da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco revelam aspectos da memória institucional, a partir da articulação entre documentos e registros de memória. Para tanto, o estudo articula os conceitos de memória e documentação com base em autores da Ciência da Informação (CI) e áreas afins, refletindo sobre como as imagens contribuem para a construção de narrativas que envolvem a BPE.

#BibliotecasPúblicas #Fotografias

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68521

Programa de competência em informação da rede de bibliotecas escolares do sistema municipal de ensino de Vila Velha, Espírito Santo, Brasil: planejamento e análise / RICI

Programa de competência em informação da rede de bibliotecas escolares do sistema municipal de ensino de Vila Velha, Espírito Santo, Brasil: planejamento e análise / RICI

Tem-se como objetivo analisar os processos de planejamento e análise do programa de competência em informação na Rede de Bibliotecas Escolares do Sistema Municipal de Ensino de Vila Velha, Espírito Santo, Brasil.

Os resultados mostram que: a) o planejamento é realizado anualmente, com encontros (oficinas, palestras, cursos) mensais com os bibliotecários e auxiliares da Rede, com temáticas referentes às fontes de informação da biblioteca e online, pesquisa escolar, diversidade e inclusão, entre outros; b) o relatório de gestão contém os projetos realizados pelos bibliotecários nas escolas; as parcerias: internas (professores e equipes pedagógicas) e externas (escritores, comunidade, etc.); a quantidade de materiais emprestados em cada ano e, consequentemente, seu aumento gradual; o projeto “Entre Versos e Rimas” e seus eventos de premiação.

#Coinfo #BibliotecasEscolares

Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/RICI/article/view/61406

Xenofobia regional no discurso bolsonarista: formações discursivas e impactos na organização do conhecimento / PPGCI – UFSC

Xenofobia regional no discurso bolsonarista: formações discursivas e impactos na organização do conhecimento / PPGCI – UFSC

Esta tese investiga como a xenofobia regional contra o Nordeste é construída, sistematizada e legitimada no discurso bolsonarista entre 2013 e 2023. A pesquisa parte da hipótese de que o preconceito regional não se manifesta de forma isolada, mas se articula em uma lógica discursiva estruturada, historicamente sedimentada e atualizada em ambientes informacionais contemporâneos. Para analisar esse fenômeno, a investigação integra a Análise do Discurso (AD) de linha francesa, conforme Michel Pêcheux, com a Análise de Domínio (ADo) sociocognitiva de Birger Hjørland, permitindo compreender a xenofobia não apenas como conteúdo verbal, mas como mecanismo de Organização do Conhecimento (OC) hierárquico e ideologicamente orientado. O corpus da pesquisa compreende falas públicas, declarações e postagens de Jair Bolsonaro, rastreadas em mídias sociais (X/Twitter, Facebook, Instagram, Telegram e YouTube) e registros jornalísticos de alta credibilidade. A coleta e sistematização foram auxiliadas por ferramentas de Inteligência Artificial, incluindo Gemini Pro para varredura exploratória e ChatGPT (modelo GPT 5) para organização, verificação cruzada e padronização dos dados, garantindo rastreabilidade, relevância discursiva e compatibilidade temporal. A análise lexicométrica foi realizada com o Sketch Engine, permitindo identificar recorrências lexicais, co-ocorrências e palavras-chave que evidenciam padrões de sentido e categorias classificatórias; o uso desta ferramenta já foi validado em estudos anteriores, como Barros et al. (2024). Os resultados revelam a materialização da xenofobia por meio de três Formações Discursivas centrais e interconectadas, que operam como dispositivos de classificação social.

#Xenofobia #GovernoBolsonaro

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272317

A comunidade científica e os desafios da política de pesquisa e inovação em saúde / ABC

A comunidade científica e os desafios da política de pesquisa e inovação em saúde / ABC

As últimas décadas registraram extraordinários avanços científicos na pesquisa básica integrando química, computação e, especialmente, cobrindo temas da genética e da biologia molecular que resultaram na descoberta de diversas ferramentas tecnológicas. Em poucos anos, esses avanços científicos resultaram na integração da ciência básica com a pesquisa translacional gerando inovações tecnológicas que revolucionaram profundamente o processo de desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas e também de novos processos e procedimentos clínicos e terapêuticos com aplicabilidade nas avançadas formas de terapias genica e celular e uso da engenharia tecidual, abrindo possibilidades reais de tratar e, em alguns casos, curar doenças até então consideradas intratáveis.

#PolíticaCientífica #Saúde

via ABC

Disponível em: https://www.abc.org.br/2026/02/19/a-comunidade-cientifica-e-os-desafios-da-politica-de-pesquisa-e-inovacao-em-saude/

Seu orientador nunca aprendeu a orientar / Limongi

Seu orientador nunca aprendeu a orientar / Limongi

O orientador não herda apenas o conhecimento da sua área. Ele herda o modelo de orientação em que viveu. A lógica, o ritmo, as expectativas implícitas, a forma como o sofrimento foi tratado — ou ignorado — durante a sua própria formação.

Se o doutorado foi difícil para ele, será difícil para os orientandos. Não porque ele quer isso. Mas porque é o único modelo que conhece internamente.

Se o orientador foi formado na crença de que pressão gera excelência, ele vai pressionar. Se aprendeu que distância é profissionalismo, vai se distanciar. Se nunca teve espaço para questionar a abordagem metodológica, vai tratar o método como dogma. E aqui chegamos num ponto que poucos querem nomear.

#Orientação #PósGraduação

via Limongi

Disponível em: https://substack.com/home/post/p-188442880

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil / Jornal da USP

O Brasil permanece, de forma persistente, entre as nações mais desiguais do planeta. Seja pelo Índice de Gini ou pela disparidade na apropriação do PIB entre os extremos da pirâmide, figuramos entre os 5% dos países com maior concentração de renda, ao lado de países como África do Sul, Colômbia e Haiti. Essa desigualdade não é apenas um retrato estático do presente; ela projeta o destino educacional dos jovens e molda a fisionomia do país nas próximas décadas. Para se ter uma ideia quantitativa, enquanto no Brasil a renda média dos 10% mais ricos é mais de 30 vezes superior à dos 10% mais pobres, nos EUA essa relação é de seis a sete vezes, nos países europeus gira em torno de quatro a cinco vezes ou mesmo, em alguns deles, aproxima-se de três vezes.

via Jornal da USP

#Desigualdade #Educação

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/otaviano-helene/o-circulo-vicioso-da-desigualdade-renda-e-educacao-no-brasil/

O que é um bibliotecário? / Hannah’s Web log

O que é um bibliotecário? / Hannah’s Web log

Além disso, a biblioteconomia nem sempre esteve ligada aos ideais de liberdade intelectual e acesso aberto — os bibliotecários eram verdadeiros guardiões, restringindo quem podia acessar o quê. Historicamente, as bibliotecas eram repositórios exclusivos para escribas, sacerdotes e a elite. A identidade profissional que construímos em torno do empoderamento das pessoas com acesso à informação é uma construção relativamente moderna, surgida juntamente com os movimentos pela educação universal e pela reforma democrática, ainda mais impulsionada pelas mudanças tecnológicas nos séculos XX e XXI — não algo inerente e atemporal à biblioteconomia. (…)
Um bibliotecário é quem ou o que o contexto exigir. As organizações precisam de títulos para funcionar, o público usa palavras para expressar coisas, e as pessoas têm o direito de carregar suas identidades profissionais como um pequeno adorno que lhes dá inspiração e propósito. O problema surge quando confundimos esses significados. Nada disso é realmente tão complicado — exceto que, aparentemente, é, porque continuamos escrevendo sobre isso. Eu inclusive.

#FundamentosDACI #AtuaçãoProfissional

via Hannah’s Web log

Disponível em: https://hannahshelley.neocities.org/blog/2026_02_18_Whatisalibrarian

Aporte teórico-metodológico para a representação de dados textuais gerados em pesquisas bibliográficas / PPGCI – UFF

Aporte teórico-metodológico para a representação de dados textuais gerados em pesquisas bibliográficas / PPGCI – UFF

Como resultado, foram sistematizados e articulados aportes teórico-metodológicos que permitiram identificar aspectos generalizáveis aplicáveis à representação dos dados textuais gerados em pesquisas bibliográficas, os quais fundamentaram a proposição de um conjunto de metadados voltado à sua descrição de maneira estruturada. A pertinência desses aportes e dos aspectos propostos foi verificada por meio de um procedimento de validação aplicado à descrição de um artigo central desta tese, confirmando a consistência teórico-metodológica da proposta.

#DadosDePesquisa #Metadados

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/43041

O acesso aberto da Diamante precisa de instituições, não de heróis / Scholarly Kitchen

O acesso aberto da Diamante precisa de instituições, não de heróis / Scholarly Kitchen

O acesso aberto diamante goza, com razão, de forte apoio normativo. Alinha-se estreitamente com valores acadêmicos de longa data em torno do acesso, da governança comunitária e da missão pública da pesquisa. Mas ideais por si só não sustentam sistemas — e o heroísmo também não. Os sistemas só perduram quando a infraestrutura é deliberadamente projetada, financiada e governada.

Se financiadores e instituições desejam que o acesso aberto a diamantes ultrapasse exceções admiráveis, devem conceber ambientes em que o compromisso seja incentivado, em vez de ser dado como certo, e em que a responsabilidade seja partilhada, em vez de individualizada. A questão não é se os académicos estão dispostos a contribuir.

#AcessoAberto #AcessoAbertoDiamante

via Scholarly Kitchen

Disponível em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2026/02/18/guest-post-diamond-open-access-needs-institutions-not-heroes/