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Bibliotecários estão cansados ​​de serem acusados ​​de esconder livros secretos criados por inteligência artificial / Gizmodo

Bibliotecários estão cansados ​​de serem acusados ​​de esconder livros secretos criados por inteligência artificial / Gizmodo

Todo mundo sabe que chatbots de IA como ChatGPT, Grok e Gemini podem frequentemente inventar fontes. Mas para as pessoas encarregadas de ajudar o público a encontrar livros e artigos acadêmicos, essa baboseira de IA falsa está causando um grande desgaste. Bibliotecários parecem absolutamente exaustos com os pedidos de títulos que não existem, de acordo com uma nova publicação da Scientific American.

A revista conversou com Sarah Falls, chefe de engajamento de pesquisadores da Biblioteca da Virgínia, que estima que cerca de 15% de todas as perguntas de referência enviadas por e-mail que recebem são geradas por chatbots de IA como o ChatGPT. E as solicitações frequentemente incluem perguntas sobre citações falsas.

#Bibliotecários #IA

via Gizmodo

Disponível em: https://gizmodo.com/librarians-arent-hiding-secret-books-from-you-that-only-ai-knows-about-2000698176

Os muitos “eus” na Bibliometria: Enxergando a nós mesmos no coletivo / The Bibliomagician

Os muitos “eus” na Bibliometria: Enxergando a nós mesmos no coletivo / The Bibliomagician

A força da bibliometria, e da área mais ampla da biblioteconomia e ciência da informação, reside na sua abertura e nas pessoas que a compõem. Embora ainda haja necessidade de mais formação acessível e a preços módicos em bibliometria, bem como de maior conexão entre profissionais de diferentes instituições, acredito que a solução começa com esta conversa, e com cada um de nós.

via The Bibliomagician

#Bibliometria

Disponível em: https://thebibliomagician.wordpress.com/2025/12/12/the-many-is-in-bibliometrics-seeing-ourselves-in-the-collective/

De onde veio o termo “racismo algorítmico”? / Tarcizio Silva

De onde veio o termo “racismo algorítmico”? / Tarcizio Silva

Quanto ao termo em si, um dos primeiros formuladores de “racismo algorítmico” foi Syed Mustafa Ali, que apresenta o conceito em reflexões sobre como o imaginário de futuro distópico da branquitude ocidental depende da demonização colonial do Outro – como da negritude ou do Islã – para estabelecer seu ideal de desenvolvimento tecnológico hegemônico como único possível, incluindo suas camadas crescentemente explícitas de eugenia e destruição ambiental.

Para meu trabalho, Ali é uma grande influência junto às demais autoras apresentadas, em especial Ruha Benjamin. Em capítulo que pudemos traduzir no livro “Comunidades, Algoritmos e Ativismos Digitais”, Benjamin faz um apelo que “continuemos promovendo investigações acadêmicas que não sejam apenas sobre processos racializados, mas também apliquem uma lente de estudos racialmente críticos de ciência e tecnologia a todos os aspectos da vida social que atualmente são sufocados pelas lógicas carcerais” que direciona minha abordagem de pesquisa.

#RacismoAlgorítmico

via Tarcizio Silva

Disponível em: https://tarciziosilva.com.br/blog/de-onde-veio-o-termo-racismo-algoritmico/

A Literatura como antídoto ao esquecimento / Odisseu

A Literatura como antídoto ao esquecimento / Odisseu

Além de ser uma das vozes mais potentes da ficção brasileira de hoje, Milton Hatoum carrega consigo a força de quem, em boa parte de sua obra, escreve o Amazonas — essencialmente a capital Manaus — sem jamais permitir que essa origem seja reduzida ao exotismo ou ao clichê da floresta como espetáculo. A entrada (recente) de Hatoum na Academia Brasileira de Letras tem um peso simbólico enorme: é como abrir uma fresta de luz sobre tantas outras autoras e autores que vivem e criam no estado, mas que ainda não alcançam o mesmo espaço no cenário nacional, apesar da qualidade imensa de suas obras.

#Literatura #MiltonHatoum

via Odisseu

Disponível em: https://oodisseu.com.br/a-literatura-como-antidoto-ao-esquecimento/

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias / Palabra Clave

Resultado: Como resultado, o estudo elencou itens necessários para a construção de condições infraestruturais que alinham requisitos transversais necessários o estabelecimento de framework técnico, político e normativo sustentável favorável às práticas, ações e workflows necessários à transição para a ciência aberta. Conclusão: Conclui-se que a ciência aberta é, de fato, um campo de natureza plural, que exige articulação entre múltiplas dimensões de pensamento e prática.

#CiênciaAberta

Disponível em: https://www.palabraclave.fahce.unlp.edu.ar/article/view/PCe263

Biblioteca inclusiva: panorama da produção científica brasileira e internacional / Biblios

Biblioteca inclusiva: panorama da produção científica brasileira e internacional / Biblios

Resultados. Os dados obtidos demonstram o interesse dos pesquisadores para além do conceito de inclusão centrado em pessoas com deficiência, incorporando noções de diversidade, equidade, justiça, inclusão social e acessibilidade. O foco está nos usuários, bem como no desenvolvimento, organização e gestão de acervos, na formação e desenvolvimento profissional de bibliotecários, na oferta de serviços e produtos e na representação da diversidade em equipes profissionais. Conclusão. Os resultados indicam a emergência de um corpo de conhecimento específico sobre este tema no âmbito da Ciência da Informação e a importância da atualização dos currículos para a formação de profissionais da informação.

#Inclusão #Bibliotecas #PessoasComDeficiência

Disponível em: https://biblios.pitt.edu/ojs/biblios/article/view/1287

Claro, aqui está a informação / Brajis

Claro, aqui está a informação / Brajis

As bibliotecas se encontram atravessadas pela euforia de incorporar Inteligências Artificiais aos serviços, incluindo no Serviço de Referência. Para aferir a tendência do assunto, foi realizado um estudo bibliométrico a partir de uma busca na Scopus, somada a uma busca na Base de Dados em Ciência da Informação. A análise feita permitiu avaliar que o Brasil ainda não está integrado aos principais fluxos de pesquisa global sobre o tema, sem estabelecer vínculos interinstitucionais mais expressivos com outros países do bloco Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Permanecem controvérsias: o custo-benefício para bibliotecas brasileiras, a necessidade de mais estudos sobre a realidade local e questões sobre soberania nacional frente à interesses de Big Techs do Norte Global. Destaca-se a urgência de maior engajamento que contemple as especificidades e interesses do Sul Global.

#IA #Bibliotecas #Tendências

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/17900

Direitos Humanos: um compromisso renovado com a dignidade, a liberdade e a justiça para todos / Ciência & Cultura

Direitos Humanos: um compromisso renovado com a dignidade, a liberdade e a justiça para todos / Ciência & Cultura

No dia 10 de dezembro, o mundo celebra mais uma vez o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data que marca a adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. Em 2025, o tema escolhido para a data é “Dignidade, Liberdade e Justiça para Todos” — um chamado global à ação diante dos desafios contemporâneos que ameaçam os direitos fundamentais.

O tema deste ano é ainda mais simbólico porque se insere em um contexto histórico marcante: os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, eventos que motivaram a criação da ONU e da própria Declaração Universal. A memória dessas tragédias serve como alerta permanente sobre os riscos da intolerância, da desumanização e da negação da dignidade humana.

#DireitosHumanos

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9299

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de IA / Dosdoce

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de IA / Dosdoce

Três em cada quatro editoras italianas já utilizam ferramentas de inteligência artificial para criar materiais de comunicação, escrever paratextos e metadados, desenhar capas e ilustrações, entre outros conteúdos.

Essa é uma das principais conclusões de um estudo realizado pela Associação Italiana de Editores (Associazione Italiana Editori) e apresentado no evento Più libri più liberi, que ocorreu de 4 a 8 de dezembro.

#MercadoEditorial #IA

via Dosdoce

Disponível em: https://www.dosdoce.com/2025/12/11/tres-de-cada-cuatro-editoriales-italianas-ya-utilizan-herramientas-de-ia/

Disney cede seu acervo para site de inteligência artificial criar vídeos curtos / Folha de S. Paulo

Disney cede seu acervo para site de inteligência artificial criar vídeos curtos / Folha de S. Paulo

A Disney firmou um acordo com a plataforma de inteligência artificial OpenAI e vai ceder mais de 200 personagens para a criação de vídeos curtos.

A ideia é que usuários usem figuras da Pixar, da Marvel, Star Wars e da própria Disney para fazer as imagens. O processo deve ocorrer na Sora, um braço da OpenAI.

#OpenIA #Disney

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/disney-cede-seu-acervo-para-site-de-inteligencia-artificial-criar-videos-curtos.shtml

A literatura de cordel na Fundação Casa De Rui Barbosa / Memória e Informação

A literatura de cordel na Fundação Casa De Rui Barbosa / Memória e Informação

A composição deste acervo permite acesso a dimensões do cordel não contemplados no documento convencional disponível nos acervos especializados, no caso, o folheto no qual dimensões fundamentais dessa literatura estão ausentes, como, por exemplo, a oralidade e a comunicação visual, representadas, respectivamente, pela cantoria e a xilogravura – artes reconhecidas como bens associados no documento de registro do cordel no patrimônio imaterial nacional. O acervo estudado é rico nessas expressões, ligadas às formas de sociabilidade e aos modos de saber e fazer dessa arte, escassamente contemplada pelas instituições de cultura e memória.

#LiteraturaDeCordel

Disponível em: https://memoriaeinformacao.casaruibarbosa.gov.br/index.php/fcrb/article/view/289

Políticas culturais e preservação do patrimônio museológico na Bahia / Divulga-CI

Políticas culturais e preservação do patrimônio museológico na Bahia / Divulga-CI

O campo museológico no Brasil passou por muitas mudanças ao longo dos anos no Brasil e, claro, na Bahia não foi diferente. Ana Cristina Dias Coelho, em sua dissertação realizado no Programa de Pós-Graduação em Museologia, da Faculdade de Filosofia e Ciência Humanas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), analisa os aspectos das políticas culturais e os impactos da política de fomento no processo de preservação do patrimônio museológico no estado da Bahia entre os anos de 2012 e 2016.

#Patrimônio #PolíticasCulturais

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-11-nov-2025/politicas-culturais-e-preservacao-do-patrimonio-museologico-na-bahia/