Entendendo os impactos ambientais da inteligência artificial / Ithaka

Entendendo os impactos ambientais da inteligência artificial / Ithaka

Hoje, estamos publicando um Guia da Biblioteca focado nos Impactos Ambientais da IA, como parte do nosso projeto Incorporando Perspectivas Ambientais à Alfabetização em IA, financiado pela Fundação Mellon. O objetivo do Guia é ajudar os usuários a obterem uma compreensão básica das diversas consequências ambientais da tecnologia de IA. Os artigos, relatórios, podcasts, vídeos, rastreadores de dados e outros recursos do Guia abordam os impactos ambientais ao longo de todo o ciclo de vida da IA. Isso inclui o uso de energia e água, emissões, mineração, construção de hardware e lixo eletrônico, bem como recursos sobre data centers e seus efeitos. O guia também inclui links para pesquisas sobre como a IA pode ser desenvolvida de forma mais sustentável, ferramentas que rastreiam a pegada ambiental da IA, recomendações de políticas públicas e muito mais.

#MeioAmbiente #ImpactoAmbiental #IA

Disponível em: https://sr.ithaka.org/blog/understanding-the-environmental-impacts-of-artificial-intelligence/

A sede da inteligência artificial: a revolução digital pode consumir água suficiente para abastecer 1,3 bilhão de pessoas / Blog do Pędłowski

A sede da inteligência artificial: a revolução digital pode consumir água suficiente para abastecer 1,3 bilhão de pessoas / Blog do Pędłowski

Os números apresentados pelo relatório impressionam. Mantido o ritmo atual de expansão, os centros de dados dedicados à inteligência artificial poderão consumir cerca de 945 terawatts-hora de eletricidade por ano até 2030, valor equivalente ao consumo anual de diversos países industrializados. Trata-se de uma demanda energética colossal, impulsionada não apenas pelo treinamento de grandes modelos de linguagem, mas principalmente pela utilização cotidiana dessas ferramentas por centenas de milhões de pessoas. Cada consulta aparentemente trivial realizada em um sistema de IA representa um pequeno consumo de energia que, multiplicado bilhões de vezes diariamente, transforma-se em um dos mais importantes vetores de crescimento da demanda mundial por eletricidade.

#IA #ImpactoAmbiental

via Blog do Pędłowski

Disponível em: https://blogdopedlowski.com/2026/06/06/a-sede-da-inteligencia-artificial-a-revolucao-digital-pode-consumir-agua-suficiente-para-abastecer-13-bilhao-de-pessoas/

O custo ambiental da inteligência artificial: pegadas de carbono, água e terra / UNU-INWEH

O custo ambiental da inteligência artificial: pegadas de carbono, água e terra / UNU-INWEH

Este relatório, Custo Ambiental da Inteligência Artificial: Pegadas de Carbono, Água e Terra, do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), em seu 30º aniversário, examina uma das consequências menos exploradas da rápida expansão da IA: as pegadas ambientais da energia necessária para alimentá-la. À medida que a inteligência artificial se incorpora às economias, aos serviços públicos, à pesquisa, à comunicação e à vida cotidiana, ela depende de uma infraestrutura física crescente de centros de dados, chips avançados, sistemas de refrigeração, redes elétricas, recursos hídricos, terras e cadeias de suprimento de minerais críticos. O relatório mostra que a IA não é apenas uma tecnologia digital, mas também um sistema material com custos ambientais mensuráveis.

#IA #MeioAmbiente #ImpactoAmbiental

Disponível em: https://unu.edu/inweh/collection/environmental-cost-of-AIs-Enrgy-Use-Carbon-water-and-land-footprints

Nuvem digital tem alto custo ambiental e energético / Jornal da USP

Nuvem digital tem alto custo ambiental e energético / Jornal da USP

A “nuvem” digital, apesar do nome leve, depende de uma estrutura física pesada formada por data centers que consomem enorme quantidade de energia e água. Cada acesso a redes sociais, streaming ou podcasts aciona uma cadeia de computadores, elevando o gasto energético global — hoje entre 1% e 2% da eletricidade mundial, com tendência de alta.

O avanço da inteligência artificial generativa intensifica esse consumo: uma consulta pode gastar até dez vezes mais energia do que uma busca comum. Tecnologias mais complexas, como geração de vídeos por IA, exigem bilhões de cálculos e tornam o custo ainda mais alto, o que levanta dúvidas sobre sustentabilidade.

#DataCenters #ImpactoAmbiental

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/nuvem-digital-tem-alto-custo-ambiental-e-energetico/