Aumenta o número de periódicos A1 na área de Ciência da Informação – Quadriênio 2021/2024 / CI Express

Aumenta o número de periódicos A1 na área de Ciência da Informação – Quadriênio 2021/2024 / CI Express

A tendência é que os programas de pós-graduação busquem não apenas publicar em estratos elevados, mas também fortalecer a produção com maior densidade científica, ampliando cooperações nacionais e internacionais, consolidando agendas de pesquisa e construindo impactos mais sólidos e mensuráveis, alinhados aos novos padrões de excelência acadêmica que devem orientar as avaliações futuras. Diante desse novo contexto, como as revistas de Ciência da Informação irão se reorganizar para manter relevância, atrair pesquisas de maior impacto e sustentar sua posição nos próximos anos, alcançada nos estratos dos quadriênios superiores do Qualis? Como garantir que esse novo modelo de valorização da qualidade não acentue desigualdades entre programas, revistas e pesquisadores, mas sim fortaleça uma ciência mais justa, relevante e socialmente comprometida?

#RevistasCI #GestãoEditorial

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/aumenta-o-n%C3%BAmero-de-peri%C3%B3dicos-a1-na-%C3%A1rea-de-ci%C3%AAncia-da-informa%C3%A7%C3%A3o-quadri%C3%AAnio-2021-2024

Padrão de avaliação dos periódicos indexados no Portal de Periódicos da Universidade Federal do Maranhão / Revista Ciência da Informação

Padrão de avaliação dos periódicos indexados no Portal de Periódicos da Universidade Federal do Maranhão / Revista Ciência da Informação

A análise dos resultados permite inferir que, dentre os modelos de avaliação por pares no PPE / UFMA, prevalece a double blind review (27 = 93,10%), quando a identidade de autores e referees é totalmente desconhecida, concorrendo, pois, para pareceres mais fidedignos. Dentre os nove editores respondentes, embora a maioria (89,89%) afirme conhecer a AA, a predisposição em adotá-la parece distante (2,22%), o que requer discussão e medidas efetivas de por parte dos envolvidos com o Portal e dos que integram a Administração Superior das Universidades.

#RevisãoPorPares

Disponível em: https://ufal.emnuvens.com.br/cir/article/view/18484

Informação, tecnologias e ansiedade de informação digital / PPGCI – UFPB

Informação, tecnologias e ansiedade de informação digital / PPGCI – UFPB

Por meio de análise crítica da literatura e de instrumentos internacionais psicométricos validados, foram identificados elementos conceituais centrais relacionados à ansiedade frente à informação digital. Essa análise permitiu a formulação de um conceito atualizado e a proposição de uma estrutura conceitual composta por sete dimensões: Insegurança Informacional, Sobrecarga Cognitiva Digital, Barreiras Tecnológicas, Autopercepção Social, Medo de Falhas, Fadiga Informacional e Implicações Sociais. Com base nesse modelo, desenvolveu-se o Instrumento de Ansiedade de Informação Digital (AID), estruturado em escala do tipo Likert e fundamentado em critérios psicométricos preliminares. Embora ainda não validado, o instrumento representa um avanço conceitual e metodológico para o campo da Ciência da Informação, ao oferecer uma proposta sistematizada de mensuração da ansiedade informacional em ambientes digitais. Os resultados teóricos evidenciam a consistência interna do constructo e a aplicabilidade potencial do modelo em contextos educacionais, corporativos e clínicos, abrindo caminhos para estudos de validação psicométrica e de aplicação interdisciplinar futura.

#AnsiedadeDeInformação

Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37413

Acesso aberto versus excesso aberto: DOAJ e bots de coleta de dados com IA / DOAJ

Acesso aberto versus excesso aberto: DOAJ e bots de coleta de dados com IA / DOAJ

2025 foi o ano em que essa nova extração excessiva de dados da web, impulsionada por IA para alimentar bibliotecas, bibliotecas e acervos de acesso aberto, oficialmente quebrou grandes partes da internet. Organizações de acesso aberto e patrimônio cultural, como a Wikipédia, as Bibliotecas da Universidade de Chapel Hill e o Diretório de Livros de Acesso Aberto (DOAB), documentaram publicamente lentidão, indisponibilidade e aumento nos custos de servidor devido ao aumento massivo no tráfego de bots. O termo “ataque de bot” tornou-se agora um termo genérico para ataques DoS puramente maliciosos e para o fenômeno mais recente de picos de tráfego provenientes de bots de extração de dados com IA financiados por investidores. Como o DOAJ está lidando com bots de raspagem de dados
Desde o início de 2025, o DOAJ tem observado um aumento constante no tráfego de seu site. Os primeiros seis meses do ano passado registraram um aumento de 43% nas visitas ao nosso site em comparação com o mesmo período de 2024, além de um crescimento constante mês a mês.

Os últimos seis meses de 2025 apresentaram um aumento de 419% em relação ao mesmo período de 2024, culminando em um único dia em meados de novembro, quando nosso tráfego atingiu um pico de 968% em relação ao ano anterior, resultando em lentidão significativa para os usuários do nosso site público e para nossa Equipe Editorial, que utiliza um sistema interno para avaliar as solicitações de periódicos para inclusão no DOAJ.

#AcessoAberto #Bots #IA

via DOAJ

Disponível em: https://blog.doaj.org/2026/01/26/open-access-vs-open-excess-doaj-and-ai-scraper-bots/

A ascensão das publicações ‘predatórias’ – por Carmino de Souza / Hora Campinas

A ascensão das publicações ‘predatórias’ – por Carmino de Souza / Hora Campinas

Predatory publishing refere-se a periódicos e editoras que cobram (e muito caro) autores por publicar, afirmam práticas de revisão por pares e indexação que não existem ou são fraudadas, e priorizam receita rápida em detrimento da qualidade científica. O fenômeno não é marginal: estudos e levantamentos indicam um crescimento exponencial do volume de artigos veiculados por veículos questionáveis desde 2010, com estimativas que apontam um salto de dezenas de milhares para centenas de milhares de artigos em um intervalo curto de tempo.

Enfrentar o problema exige combinar vigilância (listas e curadorias confiáveis), capacitação (alfabetização científica e editorial) e reforma nas práticas de avaliação acadêmica. Sem isso, o risco é que a ciência, cuja autoridade se baseia em processos rigorosos e verificáveis, perca a confiança que lhe permite orientar decisões públicas e privadas. A resposta é, portanto, técnica e ética — e precisa ser coletiva, transparente e adaptativa, porque os agentes do estelionato editorial também mudam de tática rapidamente.

#RevistasPredatórias

via Hora Campinas

Disponível em: https://horacampinas.com.br/a-ascensao-das-publicacoes-predatorias-por-carmino-de-souza/

Interseccionalidades das Desigualdades Raciais e Socioeconômicas / Rede Nacional de Ciência para Educação

Interseccionalidades das Desigualdades Raciais e Socioeconômicas / Rede Nacional de Ciência para Educação

O racismo opera em múltiplas camadas: estrutural, institucional, ambiental e interpessoal. Essas experiências configuram um estresse tóxico contínuo. Pesquisas mostram que esse estresse ativa de forma crônica o eixo HPA, elevando os níveis de cortisol. A exposição prolongada pode gerar atrofia do hipocampo, aumento da reatividade da amígdala, alterações no córtex pré-frontal e distúrbios do sono — todos eles marcadores associados a dificuldades de atenção, funções executivas, regulação emocional e desempenho escolar.

O racismo, portanto, não afeta apenas o bem-estar psicológico: ele produz efeitos neuropsicológicos mensuráveis que incidem sobre aprendizagem, comportamento e perspectivas de futuro.
Esses fenômenos não são individuais: reproduzem desigualdades estruturais e perpetuam injustiças educacionais.

#DesigualdadeRacial #DesigualdadeSocial #Interseccionalidade #Neuropsicologia

Disponível em: https://cienciaparaeducacao.org/2026/01/26/conecta-interseccionalidades-das-desigualdades-raciais-e-socioeconomicas/