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Fontes nacionais e internacionais de informação econômica e financeira / SEDIC

Fontes nacionais e internacionais de informação econômica e financeira / SEDIC

Este documento de trabalho visa oferecer uma série de conceitos básicos sobre as características das fontes de informação no campo econômico e financeiro, bem como uma visão geral seletiva, mas não exaustiva, dessas fontes. O documento está estruturado em quatro capítulos: 1.- Conceitos gerais e recursos de autoaprendizagem; 2.- Fontes de informação do setor público; 3.- Fontes de informação do setor privado; 4.- Fontes de informação sobre pesquisa econômica. Para cada uma das fontes de informação, é feita uma apresentação das mesmas e uma descrição dos aspectos mais interessantes: publicações, bases de dados, informação estatística, etc.

#FontesDeInformação #Economia

Disponível em: https://edicionsedic.es/documentos/issue/view/15/6

Bibliotecas acadêmicas precisam de uma nova proposta de valor / Katina

Bibliotecas acadêmicas precisam de uma nova proposta de valor

Precisamos comunicar nosso valor de forma diferente: as bibliotecas acadêmicas devem sintetizar a linguagem que usamos para comunicar nosso valor com os discursos mais diretos sobre o sucesso estudantil. 

O valor atual comunicado seria um modelo de serviço reconfigurado , que a biblioteca poderia escolher entre uma variedade de opções emergentes, desde um centro de inovação digital até uma biblioteca engajada com a comunidade (Mathews, 2025).

#BibliotecasUniversitárias #Tendências

via Katina

Disponível em: https://katinamagazine.org/content/article/future-of-work/2025/academic-libraries-need-a-new-value-proposition

Desaprendizagem organizacional e a gestão da inovação: uma análise no contexto do Poder Judiciário Brasileiro / PPGCI – UFSC

Desaprendizagem organizacional e a gestão da inovação: uma análise no contexto do Poder Judiciário Brasileiro

A gestão da inovação é um instrumento importante para melhorar a prestação de serviços ao cidadão e o desempenho das instituições públicas, enquanto a desaprendizagem organizacional é um elemento que alavanca a capacidade de inovar. A tese objetiva investigar a desaprendizagem organizacional na gestão da inovação no Poder Judiciário, com base em uma abordagem metodológica mista, envolvendo revisão da literatura, pesquisa documental e coleta de dados quantitativos e qualitativos, por meio de questionário, grupos focais e entrevistas.

#GestãoDaInovação

Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265650

Programas de graduação em Biblioteconomia e Estudos da Informação de acordo com o Scimago Institutions Rankings / II Jornada Científica Internacional “Sin biblioteca no hay futuro”

Programas de graduação em Biblioteconomia e Estudos da Informação de acordo com o Scimago Institutions Rankings

Posição Nome do Programa Instituição País
1 Grado en Información y Documentación – Universidad de Granada – Espanha
2 Grado en Información y Documentación – Universidad Complutense de Madrid – Espanha
3 Grado en Gestión de Información y Documentación Digital – Universitat de Barcelona – Espanha
4 Curso en Biblioteconomia – Universidade de São Paulo (USP) – Brasil
7 Grado en Información y Documentación – Universitat de Valencia – Espanha
8 Grado en Gestión de la Información y Contenidos Digitales – Universidad Carlos III de Madrid – Espanha
10 Curso de Biblioteconomia – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Brasil
11 Curso de Biblioteconomia – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Brasil
11 Bacharel en Ciência da Informação – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Brasil
13 Licenciatura en Bibliotecología y Estudios de la Información – Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) – México

Disponível em: http://eprints.rclis.org/46830/

As Quatro Leis da Inovação

As Quatro Leis da Inovação

Este ensaio apresenta uma tétrade de leis da inovação, com base na abordagem das leis da mídia, originalmente formuladas por Marshall McLuhan em 1977. Esses quatro princípios são derivados da observação e análise de processos de inovação em diversos contextos e mídias. As leis emergem de forma simultânea e cumulativa ao longo do processo de implementação de inovações em qualquer setor. Essas leis são formuladas por meio de questionamentos e se manifestam como quatro propriedades: receptividade, hibridização, transformação e versatilidade. A extensão e a magnitude da inovação resultante são diretamente proporcionais ao grau e à intensidade de cada propriedade.

#Inovação

Disponível em: https://raco.cat/index.php/Hipertext/article/view/433188

Análise de vantagem de citação de preprints para acadêmicos altamente citados com base em artigos de periódicos

Análise de vantagem de citação de preprints para acadêmicos altamente citados com base em artigos de periódicos

Tanto preprints quanto artigos de periódicos publicados por acadêmicos altamente citados apresentam vantagem em termos de citação, sendo essa vantagem mais pronunciada em artigos de periódicos do que em preprints. A reputação do autor desempenha um papel crucial na disseminação e difusão de preprints, visto que preprints publicados por acadêmicos altamente citados recebem mais atenção e citações.

#Preprints

Disponível em: https://www.cjstp.cn/EN/10.11946/cjstp.202412261422

Pajubá: a linguagem secreta entre travestis e mulheres trans em tempos de repressão / Jornal da USP

Pajubá: a linguagem secreta entre travestis e mulheres trans em tempos de repressão

Além de gírias e expressões populares, o pajubá — ou bajubá — é uma linguagem cifrada, originada em experiências de resistência, espiritualidade e sobrevivência. Criada por travestis e mulheres trans em um contexto de marginalização, especialmente durante a ditadura militar, o pajubá é hoje símbolo de identidade e de ancestralidade. Quem explica sobre esse código é Ava Cruz, doutoranda do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

#LGBTQIAP+

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/pajuba-a-linguagem-segredo-que-nasceu-da-repressao-e-floresceu-na-resistencia/

Análise do regime de informação das políticas públicas para pessoas transexuais no estado de Pernambuco / PPGCI – UFPE

Análise do regime de informação das políticas públicas para pessoas transexuais no estado de Pernambuco

Observou-se que, durante muitos anos, o Estado de Pernambuco, não inseria as pessoas transexuais e a comunidade LGBTQIAPN+ em suas políticas públicas e, por conseguinte, em seu regime de informação, o que ocasionou um apagamento dessas vivências do ponto de vista institucional. O contexto político, no cenário nacional, sempre provocou impactos em relação ao Governo do Estado; a prova disso é que, quando da assunção de presidentes de esquerda, com pautas progressistas, experimentou-se um aumento considerável dessas políticas no Estado.
Conforme já explicitado, é necessária uma maior interlocução e parceria do Governo do Estado com os municípios pernambucanos, sobretudo o fortalecimento do Fórum Estadual de Gestores de Políticas Públicas, a fim de que sejam definidas metas e estratégias conjuntas com vistas às implementações dessas políticas. Some-se a isso, a necessidade do Estado criar um novo Plano Estadual de Direitos da população LGBTQIAPN+, visto que o último plano esteve em vigor até o ano de 2019.

#RegimeDeInformação #PessoasTrans

Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/63641

Avaliação da eficácia da usabilidade do site do Museu da Diversidade Sexual / Informação & Informação

Avaliação da eficácia da usabilidade do site do Museu da Diversidade Sexual

O Museu da Diversidade Sexual se mostrou com poucos problemas envolvendo a sua eficácia. Um dos principais aspectos que podem ser melhorados são relativos a uma melhor organização do menu, possivelmente com a criação de categorias e subcategorias, além disso, o acréscimo de uma ferramenta de busca.

#Usabilidade #MuseusVirtuais

Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/51051

A evolução da escrita científica: uma análise de 20 milhões de resumos ao longo de 70 anos em ciências médicas e da saúde / Scientometrics 

A evolução da escrita científica: uma análise de 20 milhões de resumos ao longo de 70 anos em ciências médicas e da saúde

Descobrimos que os cientistas estão cada vez mais usando componentes de escrita que reduzem a carga cognitiva e melhoram a compreensão do leitor. Apesar desses esforços positivos, descobrimos que muitos cientistas ainda sentem a necessidade de aderir ao “Estilo Oficial”, que recai sobre uma prosa densa e difícil. Defendemos uma escrita científica mais acessível para que suas descobertas não apenas incentivem a pesquisa interdisciplinar, mas também sejam disseminadas pela sociedade em geral como parte do compartilhamento de conhecimento.

#EscritaCientífica

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05353-8 

Mulher trans na política nordestina / Policromias

Mulher trans na política nordestina

Considerando todas as análises realizadas nos textos, obser vam-se diferenças significativas na forma como os portais de notícias G1 Sergipe e UOL Not ícia s abord a m o ac onte ci mento d a eleiç ão de L i nd a Bra si l como a primeira mulher trans a ocupar o cargo de deputada estadual em Sergipe. Enquanto o G1 Sergipe destaca a identidade de gênero de Linda e sua trajetór ia política, cr iando uma nar rativa que a centra liza como sujeito social, o UOL Notícias apresenta uma abordagem mais genérica, com escassez de informações relevantes sobre Linda. A ausência de uma imagem de Linda no UOL Notícias também chama a atenção, destacando uma narrativa de impersonalidade.

#Jornalismo #PessoasTrans

Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/policromias/article/view/64743

Por uma nova pedagogia do patrimônio cultural: conflitos, apagamentos e práticas educativas de resistência / EdUSP

Por uma nova pedagogia do patrimônio cultural: conflitos, apagamentos e práticas educativas de resistência

As relações entre patrimônio e educação não são recentes. Desde o início das práticas institucionais de patrimonialização no Brasil, a educação esteve presente na política patrimonial. Porém, o entendimento de patrimônio dependeu das distintas concepções  pedagógicas que se teve dele. A Rede Paulista de Educação Patrimonial (Repep) – coletivo formado por profissionais multidisciplinares, pessoas educadoras, militantes, ativistas, pesquisadoras interessadas nessas temáticas –, há mais de dez anos toma parte nesse conflito em defesa de uma postura educativa crítica que concebe o patrimônio cultural como meio para análise das relações sociais historicamente constituídas. 

#EducaçãoPatrimonial

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1606