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Bibliochecker: uma ferramenta para detectar alucinações de IA em referências bibliográficas

Bibliochecker: uma ferramenta para detectar alucinações de IA em referências bibliográficas

O Bibliochecker exemplifica como novas ferramentas de verificação automatizada podem se tornar aliadas estratégicas na preservação da integridade acadêmica contra os erros e ilusões produzidos pela inteligência artificial generativa. (…)

A plataforma automatiza a verificação por meio da comparação das informações fornecidas com bancos de dados acadêmicos consolidados, como CrossRef, Semantic Scholar e OpenAlex, permitindo que os usuários verifiquem a existência real de um documento, validem identificadores DOI e comparem a consistência entre título, autoria e data de publicação.

#FerramentasOnline #Normalização #ReferênciasBibliográficas

Disponível em: https://alexescazu24-ship-it.github.io/verificador-referencias2026.2/

Instrumentos de RepresentaçãoDescritiva da Informação / Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque

Instrumentos de RepresentaçãoDescritiva da Informação / Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque

Unidade 1: percursos históricos da catalogação e dos catálogos

Unidade 2: instrumentos de representação descritiva da informação: normas e códigos

Unidade 3: instrumentos de representação descritiva: formatos de intercâmbio

Unidade 4: geração, utilização e avaliação dos instrumentos de representação descritiva

#Catalogação #HistóriaDaCatalogação #AACR2

Disponível em: https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/00243107052021Aula_01.pdf

Bots estão coletando dados abertos — como os pesquisadores devem reagir? / Nature

Bots estão coletando dados abertos — como os pesquisadores devem reagir? / Nature

O que está claro é que a extração de dados por IA é comum. Uma pesquisa publicada em junho do ano passado pela Confederação de Repositórios de Acesso Aberto (CAAR) constatou que mais de 90% das organizações membros que responderam se deparam com extração de dados por bots, sendo que a maioria delas observa uma atividade anormalmente alta de bots pelo menos uma vez por semana¹. Frequentemente, essa extração é feita para fornecer dados de treinamento para modelos de IA. Esses dados também estão sendo usados ​​para produzir novos resultados de pesquisa gerados inteiramente por modelos de IA. (…)
No entanto, simplesmente bloquear conjuntos de dados atrás de uma barreira anti-bot não seria do melhor interesse do progresso científico, afirma Katie Corker, diretora executiva da ASAPbio, uma organização sem fins lucrativos com sede em São Francisco, Califórnia, que promove a ciência aberta e pressiona pela transparência no processo de publicação de pesquisas. “Se pensarmos com a perspectiva de um cientista ideal, o objetivo deveria ser compartilhar abertamente os dados de pesquisa e usá-los para fazer descobertas que melhorem a vida humana”, diz Corker. E se os contribuintes pagaram pela pesquisa que coleta esses dados, é questionável se os pesquisadores deveriam se opor ao seu uso público, acrescenta ela.

#DadosDePesquisa #Bots #IAScraping

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-026-01689-0

Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome

Diversidade Cultural: o Centro da Biblioteca Multicultural / Infohome

O dia 21 de maio é uma data estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2002 (após a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, de 2001). Mais do que uma celebração festiva das expressões folclóricas, esta data exige uma análise crítica e estrutural do papel da cultura na coesão social, na geopolítica e nos direitos humanos no âmbito da prática bibliotecária. (…)

Nos campos da Biblioteconomia, da Ciência da Informação e da Ciência da Computação, o Dia Internacional da Diversidade Cultural (21 de maio) não é um evento isolado; pelo contrário, ele toca o próprio cerne dessas disciplinas. Neste século, a biblioteca, enquanto instituição social, deve ser o espaço democrático por excelência para garantir o direito à memória, o acesso à informação e o diálogo pluralista e intercultural.

#BibliotecasMulticulturais

via Infohome

Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=1659

O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas

O profissional de informação como coautor em síntese de evidência científica / BAD Atas

A integração dos profissionais de informação em equipas de investigação tem-se traduzido num aumento de publicações científicas com a sua coautoria como reconhecimento do seu contributo intelectual em áreas que não a da Ciência da Informação. A aposta na formação contínua dos profissionais de informação, a criação do Núcleo de Apoio à Investigação, a colaboração no Ensino, as formações lecionadas e a presença de uma bibliotecária e médica na equipa da biblioteca sustentou essa evolução. Esta comunicação pretende partilhar as estratégias implementadas, as boas práticas desenvolvidas e os resultados alcançados, refletindo sobre o papel dos profissionais de informação como investigadores e coautores em publicações médicas, assim como os desafios enfrentados.

#Bibliotecários #RevisãoSistemática #InformaçãoEmSaúde

Disponível em: https://publicacoes.bad.pt/revistas/index.php/congressosbad/article/view/3191

Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE

Posso enviar este PDF para o ChatGPT? Uso de artigos científicos e inteligência artificial: um guia prático para evitar ultrapassar a linha vermelha / BiblioGETAFE

É cada vez mais comum que profissionais de saúde, educadores e pesquisadores utilizem ferramentas de inteligência artificial generativa para ler, resumir, traduzir, organizar informações ou preparar documentos científicos. A pergunta que se repete com frequência em bibliotecas de ciências da saúde é: posso enviar um artigo para o ChatGPT, Copilot, Gemini, Claude, Elicit, Consensus ou outra ferramenta de IA para que ele seja resumido? A resposta curta é: depende. Mas a resposta útil é um pouco mais precisa: Não se trata de proibir o uso da inteligência artificial. Trata-se de saber que tipo de conteúdo podemos enviar, sob qual licença, para qual ferramenta e com qual finalidade.

#PesquisaCientífica #IA

Disponível em: https://bibliogetafe.com/2026/06/17/puedo-subir-este-pdf-a-chatgpt-uso-de-articulos-cientificos-e-inteligencia-artificial-guia-practica-para-no-cruzar-lineas-rojas/

A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto

A fadiga de informação está impulsionando uma rejeição global ao consumo de notícias / Universo Abierto

Esse aumento não é distribuído uniformemente entre os países. Algumas sociedades apresentam níveis particularmente elevados de rejeição às notícias. A Turquia lidera a lista com 61%, seguida pelo Reino Unido com 46%, enquanto os Estados Unidos chegam a 42%. (…)O Japão representa uma relativa exceção, com apenas 11%, embora mesmo lá a porcentagem tenha aumentado em comparação com anos anteriores.

Por trás dessa tendência, encontram-se causas psicológicas e culturais cada vez mais estudadas. O relatório identifica um dos principais motivos para a rejeição às notícias como seu impacto negativo no humor: aproximadamente 39% daqueles que evitam as notícias indicam que elas afetam negativamente seu bem-estar emocional. Soma-se a isso a sensação de exaustão causada pela cobertura excessiva de guerras e conflitos internacionais, mencionada por quase 30% dos entrevistados. Num contexto dominado pelo “doomscrolling” — o consumo compulsivo de notícias negativas nas redes sociais — muitas pessoas desenvolvem estratégias deliberadas para limitar a sua exposição à informação como um mecanismo de autoproteção psicológica.

#ConsumoDeInformação

via Universo Abierto

Disponível em: https://universoabierto.org/2026/06/18/el-cansancio-informativo-dispara-el-rechazo-al-consumo-de-noticias-en-todo-el-mundo/

Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História

Morre Carlo Ginzburg, historiador italiano que revolucionou os estudos sobre cultura popular e Inquisição / Café História

Ao longo de sua trajetória, Ginzburg também refletiu sobre os métodos da pesquisa histórica. Em textos como “Mitos, emblemas, sinais”, defendeu a importância dos detalhes, vestígios e indícios para a reconstrução do passado. Seus trabalhos dialogaram com áreas como a literatura, a antropologia e a história da arte, contribuindo para renovar as fronteiras da disciplina histórica e influenciando gerações de pesquisadores em todo o mundo.

Até os últimos anos de vida, o historiador permaneceu ativo no debate intelectual, publicando livros e participando de discussões sobre memória, verdade e interpretação histórica. Sua obra, traduzida para dezenas de idiomas, consolidou-se como referência indispensável para os estudos históricos contemporâneos. Com sua morte, a historiografia perde um de seus mais criativos e respeitados representantes.

#CarloGinzburg

via Café História

Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/morre-carlo-ginzburg/

O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda

O que é ciência, afinal? / A Terra é redonda

A ciência que interessa ao Brasil, nunca duvidemos disso, é a ciência que interessa ao povo – e não ao agronegócio, à especulação financeira. Sob a imposição de traços culturais retrógrados – patriarcalismo, machismo – e de acordo com a orientação dos tempos pós-modernos, o país é repleto de não-saberes que (muito infelizmente) também são poderes.[iii]

Portanto, como indicado no início, é possível partir da premissa de que a ciência é um processo de investigação que segue padrões ou modelos específicos (metodologia científica), com destaque para a observação, prospecção (“experimentação”), catalogação, análise (refutação ou confirmação de postulados, teorias anteriores), em que a “massa crítica” surge com a insatisfação (incerteza) diante das afirmações predominantes, sem que se anule todas as interferências externas (não cientificas) advindas da política, da economia, da cultura, da moral e da própria visão de mundo do sujeito cognoscente sobre o objeto cognoscível (e que pode ser o mesmo sujeito, com “lugar de fala”).

#Ciência #CiênciaBrasileira

via A Terra é redonda

Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/o-que-e-ciencia-afinal/

A transparência de custos não entra em conflito com os valores da biblioteca. Pelo contrário, pode nos ajudar a defendê-los / Katina

A transparência de custos não entra em conflito com os valores da biblioteca. Pelo contrário, pode nos ajudar a defendê-los / Katina

O valor que as bibliotecas trazem para a atividade de pesquisa é mais intrínseco, técnico e essencial para a conformidade do que nunca. Para proteger nosso financiamento, precisamos ser capazes de explicar o custo de nossos serviços.

A biblioteca universitária atual oferece suporte a praticamente todas as fases do ciclo de vida da pesquisa, incluindo revisões sistemáticas e síntese de evidências, planejamento de gerenciamento de dados, conformidade com o acesso aberto, serviços de informação para pesquisa, apoio à publicação e depósito e curadoria de dados. Essas são responsabilidades especializadas, orientadas pela conformidade e em constante expansão. E não se tratam apenas de serviços de apoio; são infraestrutura essencial para a pesquisa, tão fundamentais para um projeto financiado quanto equipamentos de laboratório ou pessoal. Os pesquisadores que dependem dessa infraestrutura realizam um trabalho sério: combatem doenças, modelam ecossistemas e formam a próxima geração de cientistas. A biblioteca é o tecido conjuntivo dessa empreitada.

#ImpactoDasBibliotecas #GovernoTrump

via Katina

Disponível em: https://katinamagazine.org/content/article/future-of-work/2026/cost-transparency-library-values

Fazendo o conhecimento florescer, da Ciência Aberta à Ciência Responsável / SciELO em Perspectiva

Fazendo o conhecimento florescer, da Ciência Aberta à Ciência Responsável / SciELO em Perspectiva

O artigo Ciência Aberta e Ciência Responsável, publicado na Revista De Administração Contemporânea (vol. 30, no. 1, 2026), discute os benefícios e disfunções da ciência aberta, sugerindo como mitigá-las pela prática da ciência responsável. Na origem da reflexão de que trata o artigo encontra-se uma questão de ordem prática vivenciada pelas autoras recentemente – localizar um instrumento utilizado em um estudo publicado – evidenciou o estado precário de um dos pilares da ciência aberta, a transparência no fazer científico. É fato que a prática da ciência aberta pode reduzir a incidência de comportamentos reprováveis que podem prejudicar a legitimidade da ciência perante a sociedade.

#CiênciaAberta #CiênciaResponsável

via SciELO em Perspectiva

Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2026/06/16/fazendo-o-conhecimento-florescer-da-ciencia-aberta-a-ciencia-responsavel/

Desbaste x descarte / Leitura e Contexto

Desbaste x descarte / Leitura e Contexto

Desbaste e descarte em bibliotecas são atividades distintas, fundamentais para o desenvolvimento e a manutenção de coleções bibliográficas atualizadas, úteis e alinhadas às necessidades dos usuários e aos objetivos da instituição. (…)

Toda biblioteca deve estar de olho nessas duas atividades, pois ambas contribuem para melhorar a gestão da coleção da seguinte forma:

  • mantêm o acervo atualizado e relevante;
  • otimizam o espaço físico disponível;
  • facilitam a localização dos materiais pelos usuários;
  • direcionam recursos para a aquisição de obras mais adequadas às demandas informacionais.

Portanto, tanto o desbaste como o descarte não representam a perda de patrimônio bibliográfico, mas sim ações estratégicas de gestão que garantem a qualidade, a eficiência e a atualidade do acervo da biblioteca.

#Descarte #FormaçãoDeColeções

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2026/06/desbaste-x-descarte.html