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Boas práticas no uso do software Open Journal Systems para edição e publicação de periódicos / EIFL

Boas práticas no uso do software Open Journal Systems para edição e publicação de periódicos / EIFL

Esta lista de verificação fornece recomendações de boas práticas para o uso do software Open Journal Systems (OJS) na edição e publicação de periódicos. O OJS foi criado pelo Public Knowledge Project (PKP),
uma iniciativa multiuniversitária que desenvolve software livre e de código aberto para melhorar a qualidade e o alcance da publicação acadêmica.

A lista de verificação inclui uma visão geral do OJS 3 e dicas sobre plugins de software, procedimentos e políticas de periódicos, segurança do sistema e preservação de conteúdo, estatísticas de uso e sugestões para melhorar a acessibilidade, a visibilidade e a capacidade de descoberta do conteúdo. Também inclui uma seção sobre a indexação de seus periódicos no DOAJ (Directory of Open Access Journals) e no Google Scholar, além de recomendações de boas práticas para a publicação de periódicos de acesso aberto.

#Periódicos #OJS #BoasPráticas

via EIFL

Disponível em: https://www.eifl.net/resources/eifl-checklist-good-practices-using-open-journal-systems-software-journal-editing-and

O que é a fluência da leitura e porque é importante? / RBE

O que é a fluência da leitura e porque é importante? / RBE

A fluência da leitura é a capacidade de ler um texto com precisão, velocidade (automaticidade), ritmo adequado e expressividade (prosódia), de modo a que a leitura decorra com naturalidade e permita ao leitor concentrar-se na compreensão.

Não se trata apenas de velocidade, nem apenas de correção: a fluência resulta da articulação de vários elementos que se desenvolvem em conjunto. (…) Ler com fluência significa, portanto, não apenas decifrar palavras, mas ler de forma precisa, contínua, organizada e significativa, aproximando a leitura da forma como falamos quando compreendemos uma mensagem. É por isso que a leitura fluente costuma ser ouvida como natural: respeita a pontuação, ajusta a entoação e evidencia a estrutura do texto.

#Leitura

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/o-que-e-a-fluencia-da-leitura-e-porque-3053231

‘Colonialismo digital’: como as empresas de IA estão seguindo as regras do império / The Conversation

‘Colonialismo digital’: como as empresas de IA estão seguindo as regras do império / The Conversation

Aos olhos de grandes empresas de IA, como a OpenAI, os vastos acervos de dados na internet são extremamente valiosos. Elas coletam fotos, vídeos, livros, posts de blogs, álbuns, pinturas, fotografias e muito mais para treinar seus produtos, como o ChatGPT – geralmente sem qualquer compensação ou consentimento dos criadores.

De fato, a OpenAI e o Google argumentam que uma parte da lei de direitos autorais americana, conhecida como “doutrina do uso justo”, legitima esse roubo de dados. Ironicamente, a OpenAI também acusou outras gigantes da IA ​​de coletar dados de “sua” propriedade intelectual.

Comunidades indígenas ao redor do mundo observam essas cenas com familiaridade. Muito antes do advento da IA, os povos, suas terras e seus conhecimentos eram tratados de maneira semelhante – explorados por potências coloniais para seu próprio benefício.

O que está acontecendo com a IA é uma espécie de “colonialismo digital”, no qual gigantes da tecnologia (principalmente ocidentais) usam algoritmos, dados e tecnologias digitais para exercer poder sobre outros e coletar dados sem consentimento. Mas a resistência é possível – e a longa história de resistência das Primeiras Nações demonstra como as pessoas podem proceder dessa forma.

via The Conversation

#ColonialismoDigital #ColonialismoDeDados

Disponível em: https://theconversation.com/digital-colonialism-how-ai-companies-are-following-the-playbook-of-empire-269285

Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório / Olhar digital

Brasil é top 3 em ataques de ransomware, diz relatório / Olhar digital

O Brasil está entre os três países com maior volume de detecções de ransomware no mundo, segundo o “Relatório de Ciberameaças da Acronis – 2º Semestre de 2025: De exploits à IA maliciosa”. O estudo foi divulgado pela Acronis e coloca o país atrás apenas de Estados Unidos e Índia no período analisado.

De acordo com o estudo, os ataques baseados em e-mail continuaram em alta no segundo semestre de 2025. O volume médio de incidentes por organização aumentou 16% na comparação anual, enquanto o número de ataques por usuário cresceu 20%.

O phishing permaneceu como principal vetor inicial de comprometimento, respondendo por 52% dos ataques direcionados a provedores de serviços gerenciados. Esse tipo de golpe utiliza mensagens fraudulentas para induzir vítimas a fornecer dados confidenciais, como senhas e informações bancárias.

#Cibersegurança #Ransomware

via Olhar digital

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2026/02/23/seguranca/brasil-e-top-3-em-ataques-de-ransomware-diz-relatorio/

Práticas Informacionais nos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação / Brajis

Práticas Informacionais nos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação / Brajis

A análise cronológica da produção revelou que, apesar de um pioneirismo inicial (1998-2010), o crescimento significativo ocorreu a partir de 2011, intensificando-se no período de 2018 a 2023, com predominância de produções nas regiões Sudeste e Nordeste. Observou-se uma pulverização temática, com destaque para grupos invisibilizados e contextos informacionais digitais. Conclui-se que o campo de práticas informacionais, é fortemente influenciado pelas Ciências Sociais, representa uma ampliação sobre crítica dos estudos de usuários, focando na dimensão social e cultural da informação e na atuação ativa do sujeito informacional. É um campo de investigação e ação prática crucial para compreender a produção, circulação e apropriação da informação na construção do conhecimento na complexa sociedade contemporânea.

#CoInfo

Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/view/17686

Entendendo o índice h com visualizações de autocitações / Scientometrics  

Entendendo o índice h com visualizações de autocitações / Scientometrics  

Há muita discussão sobre autocitações e o índice h no meio acadêmico, mas existem poucas ferramentas que facilitem a análise das autocitações e seu impacto no índice h. Esta carta apresenta um método para visualizar instantâneos de autocitações no nível da publicação. As visualizações, denominadas gráficos de autocitações essenciais, estendem os gráficos de barras de citações ordenadas, onde cada barra é dividida em autocitações e citações externas. Além disso, as citações essenciais de artigos centrais para o índice h — cruciais para o índice h de um autor — são destacadas. Os gráficos facilitam a identificação de autocitações possivelmente adicionadas para aumentar o índice h. Uma ferramenta interativa simples baseada na web é fornecida para explorar essas visualizações de autocitações. Os gráficos devem ser interpretados com cautela, pois as autocitações essenciais podem não ser necessariamente manipuladas.

#Bibliometria #Autocitação #FerramentasOnline

Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-026-05575-4

Curadoria de conteúdo científico e divulgativo no Instagram: Taxonomia e exemplos / E-LIS

Curadoria de conteúdo científico e divulgativo no Instagram: Taxonomia e exemplos / E-LIS

Este artigo apresenta uma taxonomia para analisar a curadoria de conteúdo de comunicação científica na rede social Instagram. Ela se baseia em estudos anteriores dos autores sobre o Twitter e o YouTube e compreende diversos parâmetros agrupados nas dimensões de Conteúdo e Curadoria, incluindo: Quantidade de Conteúdo, Período de Publicação do Conteúdo, Origem do Conteúdo, Técnicas de Curadoria e Integração da Curadoria. São fornecidos exemplos representativos publicados por pesquisadores e comunicadores científicos de diversas disciplinas.

#CuradoriaDeConteúdo #Instagram #DivulgaçãoCientífica

Disponível em: http://eprints.rclis.org/47688/

A memória que habita os livros: Stefan Zweig e seus ex-líbris / Caçadora de Ex-Libris

A memória que habita os livros: Stefan Zweig e seus ex-líbris / Caçadora de Ex-Libris

Stefan Zweig teve dois ex-líbris, ambos profundamente simbólicos e ligados à memória de sua relação com os livros e com sua própria trajetória. Um deles foi criado em vida, por encomenda do próprio escritor; o outro surgiu posteriormente, como marca de sua biblioteca.

O ex-líbris criado por Lilien é uma pequena obra de arte carregada de significado. Emoldurada por cardos de linhas sinuosas e ornamentais, a composição revela, ao centro, a figura de um jovem masculino nu, visto de costas. Ele avança lentamente, em atitude contemplativa, como quem caminha em direção a um destino interior. Seu corpo, alongado e idealizado, expressa busca, silêncio e elevação.

#ExLibris

Disponível em: https://www.cacadoradeexlibris.com/post/a-mem%C3%B3ria-que-habita-os-livros-stefan-zweig-e-seus-ex-l%C3%ADbris

O silêncio perante as armas apontadas ao patrimônio / A.muse.arte

O silêncio perante as armas apontadas ao patrimônio / A.muse.arte

Quando museus, bibliotecas ou centros culturais são silenciados por medo, censura ou instabilidade, a situação afeta o tecido social e interpela a responsabilidade coletiva na sua denúncia e na defesa da sua reabertura em segurança. Isto é válido tanto para cenários de guerra e instabilidade – no Irão, na Ucrânia, em Gaza, em Mianmar ou no Congo – como para contextos marcados por catástrofes naturais, como as que acabam de atingir o centro de Portugal. Em todos estes casos, a fragilização dos espaços culturais traduz uma vulnerabilidade ainda mais ampla das comunidades em que se inserem.

Assim sendo, a questão que se coloca à comunidade museológica internacional diz respeito à coerência entre princípios declarados e práticas institucionais. Nas últimas décadas, a museologia tem insistido na dimensão social e ética dos museus. Longe da neutralidade outrora reivindicada, as instituições culturais participam na esfera pública enquanto mediadoras de valores, identidades e conflitos (Sandell & Nightingale, 2012). O debate em torno do museum activism, entendido como responsabilidade social, consolidou a ideia de que o museu é também um agente ético (Janes & Sandell, 2019).

#Museus #Patrimônio

via A.muse.arte

Disponível em: https://amusearte.hypotheses.org/13135

Direitos digitais das crianças: uma perspectiva socioeducacional da Ibero-América / Ediciones Octaedro

Direitos digitais das crianças: uma perspectiva socioeducacional da Ibero-América / Ediciones Octaedro

Garantir os direitos digitais das crianças é, hoje, uma responsabilidade incontornável para qualquer instituição comprometida com o desenvolvimento humano sustentável. Num mundo cada vez mais mediado por tecnologias digitais, assegurar que as crianças possam exercer os seus direitos nesses ambientes virtuais não é apenas uma questão de justiça e equidade, mas também de construir o futuro. Este livro, Direitos Digitais das Crianças: Uma Perspectiva Socioeducativa da Ibero-América, parte precisamente desta premissa e, simultaneamente, do firme compromisso da Universidade de Valência, através da sua Cátedra UNESCO em Estudos de Desenvolvimento, em fomentar uma cidadania crítica, informada e engajada, preocupada com as crianças, as tecnologias digitais e a equidade territorial na região ibero-americana.

#DireitosDigitais #Crianças #Infância

Disponível em: https://octaedro.com/wp-content/uploads/2025/11/9788410792050.pdf

Editorial: Biobibliografia, por Maria Nélida Gonzalez / Divulga-CI

Editorial: Biobibliografia, por Maria Nélida Gonzalez / Divulga-CI

“De minha parte, sigo achando Habermas um pensador robusto, ainda que eurocêntrico, mas com um entendimento atualizado e que ia além das filosofias da linguagem. Ainda não reconstruí como ele lida ou lidaria com as relações entre a linguagem e as tecnologias digitais. Tarefa para realizar?”, relata a Profa. Dra. Nélida Gonzalez, pesquisadora aposentada do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

#Memórias

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-02-fev-2026/editorial-biobibliografia-por-maria-nelida-gonzalez/

Guia de boas práticas de privacidade e proteção de dados pessoais / IBICT

Guia de boas práticas de privacidade e proteção de dados pessoais / IBICT

Este guia apresenta, de forma clara e aplicada, caminhos para implementar a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) em instituições públicas, com foco no que muda na rotina e no funcionamento dos sistemas de informação. O conteúdo resulta de um levantamento e análise de documentos e práticas de organizações que já avançaram com sucesso na adequação à LGPD, com validação no contexto do Ibict.

#Guias #BoasPráticas #IBICT

Disponível em: https://omp-editora.prd.ibict.br/index.php/edibict/catalog/book/381