ECA Digital: como proteger crianças sem aprofundar desigualdades / Porvir

ECA Digital: como proteger crianças sem aprofundar desigualdades / Porvir

A pesquisa TIC Kids Online 2025 revela que 85% das crianças e adolescentes brasileiros possuem perfil em redes sociais – índice que sobe para 91% na faixa dos 13 aos 14 anos. Em paralelo, o estudo Disrupting Harm in Brazil – Evidências sobre exploração e abuso sexual infantil facilitados pela tecnologia mostra um cenário alarmante: em apenas um ano, um em cada cinco jovens de 12 a 17 anos foi vítima de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Em 66% dos relatos, a violência ocorreu em redes sociais, apps de mensagens e jogos online.

Os dados expõem a magnitude do desafio sobre a presença digital de menores e os riscos envolvidos. O cenário é agravado pelas desigualdades estruturais da sociedade brasileira, tema central do painel “Desigualdades digitais na infância e adolescência: implicações para a proteção e participação no ambiente digital”. O debate integrou a conferência sobre o ECA Digital, promovida pelo NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) e o CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), em Brasília (DF) em 18 de março.

#MídiasSociais #ECADigital #Crianças

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/eca-digital-proteger-criancas-desigualdades/

O que motiva as crianças a aprenderem (e o que não funciona) / BBC

O que motiva as crianças a aprenderem (e o que não funciona) / BBC

“A motivação intrínseca começa muito cedo. As crianças são proativas e curiosas por natureza”, diz à BBC o professor Frédéric Guay, especialista em motivação na Universidade Laval, em Québec, no Canadá.

“Educadores do sistema escolar precisam nutrir essa motivação.”

Guay e seus colegas conduziram uma meta-análise sobre motivação intrínseca e desempenho estudantil desde a educação primária até a universitária.

#Aprendizagem #Crianças

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg1v34qn31o

A eficácia e os desafios das proibições das redes sociais / TIC, Educação e Web

A eficácia e os desafios das proibições das redes sociais / TIC, Educação e Web

A verdadeira revolução regulatória está a deslocar-se do “o que se vê” para “como a app é construída”. A Comissão Europeia já investiga o TikTok pelo seu “design viciante”, atingindo o núcleo do modelo de negócio das tecnológicas. Esta abordagem assemelha-se à regulação de serviços financeiros: exige-se transparência, dever de cuidado e auditorias antes do lançamento de novas funcionalidades.

Esta mudança é economicamente assimétrica. Enquanto no Facebook apenas 5% dos utilizadores são menores, no Snapchat essa fatia sobe para 20%, explicando por que algumas empresas lutam com mais ferocidade contra estas leis. Os elementos agora sob fogo regulatório incluem:

  • Infinite Scroll (rolagem infinita que elimina os pontos de paragem natural);
  • Reprodução automática de vídeos (reforço positivo contínuo);
  • Notificações push desenhadas para fragmentar a atenção;
  • Algoritmos de recomendação que priorizam a retenção sobre o bem-estar.

#MídiasSociais #MediaçãoAlgorítmica #Crianças

Disponível em: https://jfborges.wordpress.com/2026/02/19/a-eficacia-e-os-desafios-das-proibicoes-das-redes-sociais/

Direitos digitais das crianças: uma perspectiva socioeducacional da Ibero-América / Ediciones Octaedro

Direitos digitais das crianças: uma perspectiva socioeducacional da Ibero-América / Ediciones Octaedro

Garantir os direitos digitais das crianças é, hoje, uma responsabilidade incontornável para qualquer instituição comprometida com o desenvolvimento humano sustentável. Num mundo cada vez mais mediado por tecnologias digitais, assegurar que as crianças possam exercer os seus direitos nesses ambientes virtuais não é apenas uma questão de justiça e equidade, mas também de construir o futuro. Este livro, Direitos Digitais das Crianças: Uma Perspectiva Socioeducativa da Ibero-América, parte precisamente desta premissa e, simultaneamente, do firme compromisso da Universidade de Valência, através da sua Cátedra UNESCO em Estudos de Desenvolvimento, em fomentar uma cidadania crítica, informada e engajada, preocupada com as crianças, as tecnologias digitais e a equidade territorial na região ibero-americana.

#DireitosDigitais #Crianças #Infância

Disponível em: https://octaedro.com/wp-content/uploads/2025/11/9788410792050.pdf

A Comunidade de Madrid lidera o primeiro estudo científico em Espanha sobre redes sociais e menores: impacto direto na sua insegurança e ansiedade / Madrid

A Comunidade de Madrid lidera o primeiro estudo científico em Espanha sobre redes sociais e menores: impacto direto na sua insegurança e ansiedade / Madrid

  • Pesquisadores das Universidades Rey Juan Carlos e Pontifícia Comillas alertam que o design do TikTok gera ansiedade em 42% dos menores quando não recebem uma resposta imediata.
  • 67% das meninas e 39% dos meninos de 16 e 17 anos expressam altos níveis de insegurança se não conseguem acessar o Instagram.
  • 76,5% das meninas e 57% dos meninos de 15 a 17 anos sentem ansiedade se não recebem respostas instantâneas às mensagens.
  • Os Ministérios da Educação e da Saúde estão coordenando um programa para detectar comportamentos de risco nas escolas.
  • O Ministério da Família mantém campanhas de conscientização e, desde 2018, oferece um Serviço de Apoio ao Vício Tecnológico.

#MídiasSociais #Ansiedade #PráticasInformacionais #Espanha #Jovens #Crianças

via Madrid

Disponível em: https://www.comunidad.madrid/sites/default/files/doc/servicios-sociales/260209_np_fjas_estudio_cientificio_redes_sociales.pdf

A biblioteca em sala de aula como espaço de fomento à identidade infantil com o auxílio da literatura infantil na faixa etária de cinco anos / Concepción María Jiménez Fernández

A biblioteca em sala de aula como espaço de fomento à identidade infantil com o auxílio da literatura infantil na faixa etária de cinco anos / Concepción María Jiménez Fernández

Neste capítulo, discutimos como a identidade da criança é trabalhada na biblioteca da sala de aula por meio de estratégias que facilitam sua autonomia, autoconfiança, socialização, autoconfiança e até mesmo sua autoestima. Além disso, descrevemos como certos textos de literatura infantil localizados na biblioteca da sala de aula são muito apropriados para fortalecer a identidade da criança.

#LiteraturaInfantil #BibliotecaEscolar #Crianças #MediaçãoDeLeitura

Disponível em: http://eprints.rclis.org/46972/

Declaração sobre Bibliotecas e a Liberdade Intelectual de Crianças e Jovens / Federação Canadense de Associações de Bibliotecas

Declaração sobre Bibliotecas e a Liberdade Intelectual de Crianças e Jovens

As bibliotecas fornecem uma ampla gama de serviços para atender às necessidades educacionais e recreativas de seus usuários. Usuários de bibliotecas de todas as idades têm seus próprios conjuntos únicos de valores, níveis de maturidade e habilidades cognitivas. As bibliotecas não fazem suposições ou julgamentos sobre seus usuários, nem impõem limitações arbitrárias ao acesso aos serviços da biblioteca. Portanto, menores não devem ser impedidos de acessar serviços com base em sua idade, e nenhum serviço deve ser excluído pela chance de ser acessado por menores.

#LiberdadeIntelectual #Bibliotecas

Disponível em: https://cfla-fcab.ca/wp-content/uploads/2024/09/April-25-2024-CFLA-Statement-on-Children-Libraries-IF.docx.pdf

Uso de telas pode impactar a constituição da subjetividade de crianças / Jornal da Universidade

Uso de telas pode impactar a constituição da subjetividade de crianças

Mães sobrecarregadas, com longas jornadas de trabalho e exaustas em função do deslocamento do transporte público acabam por utilizar os dispositivos como um recurso de entretenimento para os filhos; elas podem, assim, dar conta dos afazeres domésticos. Para Sofia, o debate sobre o uso de telas precisa ser complexificado, pois o uso excessivo é apenas a ponta do iceberg.

#Subjetividade #Crianças #Smartphones

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/uso-de-telas-pode-impactar-a-constituicao-da-subjetividade-de-criancas/

Dinâmicas de interação em trabalhos em grupo em sala de aula / Social Networks

Dinâmicas de interação em trabalhos em grupo em sala de aula

Os alunos preferiram fortemente interações com amigos. Os alunos que conversavam muito durante as aulas regulares em sala de aula e os alunos com altos níveis de alfabetização tendiam a iniciar e receber mais interações no trabalho em grupo, e os alunos semelhantes nesses atributos preferiam interagir uns com os outros. O tamanho do grupo não afetou as tendências de apego preferencial na interação, mas grupos menores tornaram mais forte o efeito dos laços de amizade nas interações, e as normas de comunicação do grupo mudaram com a mudança na composição do grupo.

#AnáliseDeRedes #Escolas #Crianças

Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0378873324000303

1 em cada 4 crianças brasileiras tem atraso no desenvolvimento

Os dados são de uma pesquisa do projeto Pipa (Primeira Infância para Adultos Saudáveis), desenvolvido pelo ministério e Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, e foram divulgados na manhã desta quarta (25) no Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância, em Brasília.

#DesenvolvimentoInfantil #Desigualdade #Crianças #PrimeiraInfância

via Folha S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/10/1-em-cada-4-criancas-ate-5-anos-tem-desenvolvimento-abaixo-do-esperado-no-pais.shtml

Ataques às escolas: UNICEF lança estratégia Educação que Protege l “[…] o Fundo …

[ad_1]

Ataques às escolas: UNICEF lança estratégia Educação que Protege l “[…] o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) compartilhou, nesta quarta-feira (19/04), a estratégia Educação que Protege.” #UNICEF #Crianças #Violência via EI educacaointegral.org.br/reportagens/un… https://t.co/qGqnTZ6T8C
[ad_2]

Acesse o item em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/unicef-lanca-estrategia-educacao-que-protege-conheca/

Voltar ao topo