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O viés algorítmico como dispositivo de reprodução das assimetrias informacionais / Observatório de Imprensa

O viés algorítmico como dispositivo de reprodução das assimetrias informacionais / Observatório de Imprensa

Pesquisa publicada pelo Oxford Internet Institute da Universidade de Oxford, em colaboração com a University of Kentucky, em 20 de janeiro de 2026, evidenciou que o ChatGPT apresenta viés sistemático favorável a regiões ocidentais economicamente desenvolvidas quando responde a perguntas que abrangem desde “Onde as pessoas são mais bonitas?” até “Qual país é mais seguro?”, reproduzindo preconceitos historicamente consolidados nos dados que alimentam esses sistemas (https://www.ox.ac.uk/news/2026-01-20-new-study-finds-chatgpt-amplifies-global-inequalities).

#MediaçãoAlgorítmica #AssimetriaInformacional #ChatGPT

via Observatório de Imprensa

Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/tecnologia/o-vies-algoritmico-como-dispositivo-de-reproducao-das-assimetrias-informacionais/

A história da divulgação científica no Brasil / Ciência & Cultura

A história da divulgação científica no Brasil / Ciência & Cultura

A ciência nem sempre ocupou um lugar central no debate público brasileiro, mas sua presença no cotidiano da sociedade foi sendo construída ao longo do tempo, entre iniciativas institucionais, projetos editoriais, disputas de sentido e esforços individuais de mediação entre o conhecimento especializado e o público amplo. A divulgação científica no Brasil tem uma história longa, complexa e marcada por avanços descontínuos, que começa ainda antes da independência do país e ajuda a entender como o país passou a produzir, comunicar e atribuir valor ao conhecimento científico.

O marco inicial costuma ser associado à criação da Imprensa Régia, em 1810, quando passam a circular no Brasil textos voltados à educação científica, sobretudo manuais de engenharia e medicina, em geral traduzidos do francês. Desde então, ao longo de mais de 200 anos, a comunicação pública da ciência se desenvolveu de maneira desigual, frequentemente restrita às elites letradas e pouco integrada ao cotidiano da maior parte da população.

Desde seus primórdios, a ciência esteve presente na imprensa brasileira. Jornais como a Gazeta do Rio de JaneiroO Patriota e o Correio Braziliense abriram espaço para temas científicos em um contexto marcado pelo Iluminismo e pela circulação internacional de ideias. Mesmo editado fora do país, o Correio Braziliense desempenhou papel central ao articular ciência, política, economia e educação, evidenciando que o conhecimento científico era visto como instrumento de modernização e construção nacional. (Figura 1)

#DivulgaçãoCientífica

via Ciência & Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=9721

Meninas e mulheres na ciência: o desafio de romper o ‘teto de vidro’ no Brasil / Isto é Mulher

Meninas e mulheres na ciência: o desafio de romper o ‘teto de vidro’ no Brasil / ABC

De acordo com a Unesco, a média global de mulheres nessas áreas é de 35%, enquanto a média de pesquisadoras é ainda menor: 33,3%. Para a Dra. Helena Bonciani Nader, professora sênior da Unifesp e a primeira mulher a presidir a ABC (Academia Brasileira de Ciências) em mais de um século, a data é um chamado à reflexão.

“A ciência é uma profissão que te dá muita liberdade, mas que também cobra de você muitas coisas. Não é fácil chegar. As mulheres são as que mais se formam na universidade, mas quando você olha no topo da carreira, elas não são a maioria”, comenta.

via Isto é Mulher

#MulheresNaCiência

Disponível em: https://www.abc.org.br/2026/02/12/meninas-e-mulheres-na-ciencia-o-desafio-de-romper-o-teto-de-vidro-no-brasil/

Laurence Hallewell (1929-2026), historiador do livro no Brasil / Jornal da USP

Laurence Hallewell (1929-2026), historiador do livro no Brasil / Jornal da USP

Laurence Hallewell, o grande historiador do livro no Brasil, faleceu em 19 de janeiro último. Figura discreta, como boa parte dos bibliotecários que conheço, deixou poucas pistas sobre sua vida pessoal. Gostava de caipirinha. Falava pouco, mas era certeiro como uma flecha em suas colocações. Espirituoso, exibia aquele típico humor britânico, o que para um brasileiro parece sempre resvalar para a ironia. E profundamente conectado ao Brasil, como demonstrou em sua visita em 2012, por ocasião do lançamento da terceira edição de seu chef d’œuvre e das celebrações dos 50 anos da Edusp. (…)

O livro no Brasil, de Laurence Hallewell, é obra incontornável. Clássico absoluto. É a história de um bibliotecário britânico que desbravou o oceano para conhecer in loco aquele país distante que calava alto na sua imaginação. Afinal, o Brasil já figurava no seu mapa, a contar pela bela dedicatória que imprime em sua obra: “A meu pai, Herbert Joseph Hallewell (24/04/1882-28/09/1964), contemporâneo quase exato de Monteiro Lobato, que tantas lembranças me trouxe dele, na fisionomia e na maneira de pensar, de reagir, de lutar e de realizar”.

#HistóriaDoLivro

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/laurence-hallewell-1929-2025-historiador-do-livro-no-brasil/

MIAAR – Modelo Inferencial de Análise de Assunto orientado pela Relevância / LIINC

MIAAR – Modelo Inferencial de Análise de Assunto orientado pela Relevância / LIINC

Como resultado, propõe-se um modelo composto por cinco etapas interdependentes: leitura contextual, seleção conceitual, avaliação situacional, pertinência epistêmica e formulação representacional. O MIAAR busca qualificar a mediação entre conteúdos documentais, sistemas de organização do conhecimento e critérios de julgamento dos usuários, promovendo representações temáticas mais coerentes, situadas e responsivas. (Conclusões) Conclui-se que o modelo contribui para aprimorar a eficácia comunicacional dos SRI, ao fortalecer o vínculo entre representação, contexto e experiência do sujeito da informação. Recomenda-se sua aplicação empírica em diferentes contextos documentais, bem como investigações sobre sua contribuição para o desenvolvimento de vocabulários controlados e ontologias.

#Indexação #RecuperaçãoDaInformação

DIsponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/7694

Classificação de contextos de citação: a dimensão semântica, entre os desafios da recuperação de informação e as estratégias industriais / Études de communication

Classificação de contextos de citação: a dimensão semântica, entre os desafios da recuperação de informação e as estratégias industriais / Études de communication

As Ciências da Informação e da Comunicação (CIC) tornaram a citação um foco de pesquisa fundamental para a análise das relações entre artigos científicos. Mais recentemente, os contextos de citação têm despertado um interesse renovado na compreensão das categorias de relações identificadas entre os artigos. (…) Esta revisão, baseada em 53 referências francesas e internacionais, revela que, apesar dos esforços, os trabalhos atuais ainda não forneceram uma tipologia suficientemente desenvolvida da semântica de citação, particularmente para corpora nas áreas de humanidades e ciências sociais. À medida que a classificação de contextos de citação (CCC) é implementada em bases de dados internacionais para fins de RI, nosso artigo conclui com perspectivas de melhorias na pesquisa sobre a “CCC”, que são cruciais para uma melhor compreensão dos métodos de RI baseados em vínculos de citação.

#AnáliseDeCitação

Disponível em: https://journals.openedition.org/edc/19293

A censura digital transfere o controle da informação para algoritmos, pressão econômica e desinformação / Laboratório de Periodismo

A censura digital transfere o controle da informação para algoritmos, pressão econômica e desinformação / Laboratório de Periodismo

A censura digital já não exige proibições explícitas ou o encerramento de redações; em vez disso, opera através de algoritmos opacos, pressão económica e campanhas de desinformação que corroem a visibilidade do jornalismo sem deixar vestígios óbvios, de acordo com o estudo académico “A Metamorfose da Censura na Era Digital: Desafios Algorítmicos e o Futuro do Jornalismo”, de autoria de José Francisco Díaz Cuesta e Serafín Barros Garbín (Universidade Complutense de Madrid) e publicado na revista Comunicación y Hombre.

O estudo argumenta que a censura contemporânea deixou de ser exclusivamente um ato direto do Estado, transformando-se num sistema híbrido onde convergem a violência física, o assédio judicial, o estrangulamento financeiro e a regulação algorítmica. A investigação, baseada numa revisão sistemática da literatura académica publicada entre 2015 e 2024 e em relatórios de organizações internacionais como a Repórteres Sem Fronteiras e a UNESCO, identifica uma mutação estrutural que afeta o cerne do sistema democrático: a capacidade do jornalismo para responsabilizar o poder.

#Censura #MediaçãoAlgorítmica #Jornalismo

via Laboratório de Periodismo

Disponível em: https://laboratoriodeperiodismo.org/la-censura-digital-desplaza-el-control-informativo-hacia-algoritmos-presion-economica-y-desinformacion/

Google faz dívida de 100 anos para bancar investimento em IA: entenda / Exame

Google faz dívida de 100 anos para bancar investimento em IA: entenda / Exame

A Alphabet, controladora do Google, está preparando uma operação que chama atenção até em um mercado acostumado a números bilionários: a empresa planeja vender um título de dívida com vencimento em 100 anos. Entre outras palavras, a companhia tomará dinheiro emprestado dos investidores agora, mas pagará o valor principal daqui a um século. Enquanto isso, o comprador receberá rendimentos do título.

Empresas de tecnologia geralmente não emitem dívidas tão longas, já que o setor muda rapidamente e a continuidade de uma empresa por um século é incerta. A emissão foi confirmada por fontes próximas à operação a veículos como Bloomberg, Reuters e CNBC, mas a Alphabet ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.

#Google

via Exame

Disponível em: https://exame.com/invest/mercados/google-faz-divida-de-100-anos-para-bancar-investimento-em-ia-entenda/

Como o general que dá nome a Rondônia desbravou o Brasil abrindo linhas de telégrafo e protegeu os indígenas / BBC

Como o general que dá nome a Rondônia desbravou o Brasil abrindo linhas de telégrafo e protegeu os indígenas / BBC

O nome Rondônia não surgiu como uma homenagem neutra.

Ele foi adotado em 1956, quando o então Território Federal do Guaporé passou a carregar o sobrenome de Rondon, em meio a um projeto mais amplo de interiorização do país e ocupação da Amazônia.

Para Martins Junior, a escolha teve um sentido político claro, ao associar a expansão territorial a uma imagem de integração pacífica e presença estatal organizada.

Segundo o historiador, ao longo do tempo, o legado de Rondon foi apropriado de forma seletiva pelo Estado brasileiro, acompanhando diferentes projetos nacionais.

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz6y4161e03o

Lançada nova edição da Divulga-CI

Lançada nova edição da Divulga-CI – Edição Especial: Mulheres e Meninas na Ciência

Editorial: Maria Nélida Gonzalez Maresca – Biobibliografia
Entrevistas: Aline Laureano Suave, Larissa Alves, Leide Mota de Andrade e Letícia Pereira de Souza
Perspectivas: Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, Elizete Vieira Vitorino, Maria Giovanna Guedes Farias, Leilah Santiago Bufrem e Priscila Sena
Na foto: Área de convivência do Setor de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Paraná
Fotografia: Genilson Geraldo

via Divulga-CI

#RevistasCI #MulheresNaCiência

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/category/v-4-n-02-fev-2026/

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, 11 de fevereiro / Biblioteca UFRGS

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, 11 de fevereiro / Biblioteca UFRGS

Ao longo dos anos, persiste uma significativa disparidade de gênero em todos os níveis das áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) em todo o mundo. Embora as mulheres tenham feito progressos consideráveis ​​no aumento de sua participação no ensino superior, elas ainda são sub-representadas nesses campos.

A igualdade de gênero sempre foi uma questão central para as Nações Unidas. A igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas darão uma contribuição crucial não apenas para o desenvolvimento econômico mundial, mas também para o progresso em todas as metas e objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável .

#MulheresNaCiência

via Biblioteca UFRGS

Disponível em: https://www.ufrgs.br/bibliotecacentral/dia-internacional-das-mulheres-e-meninas-na-ciencia-11-de-fevereiro/

Glossário de publicações científicas / Univesidad de Murcia

Glossário de publicações científicas / Univesidad de Murcia

O Glossário de Publicação Científica é um recurso acadêmico em formato de glossário que fornece uma série de definições claras e contextualizadas de termos relacionados ao campo da publicação científica. A obra é uma tradução e adaptação para o espanhol do glossário original em francês produzido pelo Observatório de Edição Científica (OES) na França, com apoio institucional de diversas universidades espanholas, incluindo a Universidade de Murcia, a Universidade de Salamanca e a Universidade Politécnica de Valência. Esta tradução faz parte da iniciativa Openpub: Soluções de Conhecimento Aberto, que visa facilitar o acesso a ferramentas conceituais que apoiem a compreensão dos processos, atores e práticas na publicação e disseminação de conteúdo científico em acesso aberto.

#Editoração #ComunicaçãoCientífica #EditoraçãoCientífica

Disponível em: https://zenodo.org/records/17699236