Cai interesse por programas de pós-graduação no país

Cai interesse por programas de pós-graduação no país

Para complicar, os problemas são agudos em algumas áreas, mas não se manifestam em outras. A relação entre o número de candidatos inscritos e de ingressantes, um indicador do interesse pelos cursos, caiu de 1,29 em 2011 para 1 em 2022 nos doutorados em engenharia na Unicamp, enquanto, no mesmo período, esse índice subiu de 2,19 para 3,42 em ciências agrárias. Em ciências humanas e sociais, caiu de 3,4 para 2,3, enquanto em linguística, letras e artes, foi de 4,26 para 9,33.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/cai-interesse-por-programas-de-pos-graduacao-no-pais/

Crescimento da pós-graduação desde os anos 1990 melhora a distribuição regional dos cursos

Crescimento da pós-graduação desde os anos 1990 melhora a distribuição regional dos cursos

(…) o levantamento registrou um aumento na proporção de doutores na população brasileira: de 7,9 titulados por grupo de 100 mil habitantes em 2013 para 10,4 em 2021. Nos Estados Unidos, há 21,9 doutores por 100 mil habitantes e no Reino Unido 37,4. O trabalho também mostra que a idade média dos concluintes do curso de mestrado chegou a 33,8 anos em 2021 – o patamar é ligeiramente mais alto do que o observado em 1996, de 33,4 anos.

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/crescimento-da-pos-graduacao-desde-os-anos-1990-melhora-a-distribuicao-regional-dos-cursos/

A papelocracia da pesquisa brasileira

A papelocracia da pesquisa brasileira

Qual é a maior dificuldade para fazer pesquisa científica no Brasil? Tenho certeza de que a maioria das pessoas, cientistas ou não, dirá que é a falta de dinheiro. Não estão completamente erradas: a falta de verbas é, efetivamente, um grande desafio para nós. Os Estados Unidos, por exemplo, investem 3,5% de seu produto interno bruto em pesquisa; na Coreia do Sul, os valores chegam a 4,9%, enquanto no Brasil esse valor é de apenas 1%.

No entanto, esse não é o único obstáculo que enfrentamos. Existe outro, nem sempre do conhecimento de todos: a burocracia —a papelada desnecessária—, e a carga administrativa —como as tarefas extras de direção, coordenação etc.

via Folha de S. Paulo

#CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2024/05/a-papelocracia-da-pesquisa-brasileira.shtml

Um relato dos principais temas da ciência

Um relato dos principais temas da ciência

O Boletim do Observatório em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em sua mais recente edição, lançada em 2023, disponibiliza uma visão inédita dos arranjos das nossas comunidades científicas, considerando, inclusive, sua conexão internacional com instituições de outros países.

via Science Arena

#CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www.sciencearena.org/noticias/um-relato-dos-principais-temas-da-ciencia/

Por que cientistas criticam programa federal que prevê R$ 1 bi para reverter fuga de cérebros

Por que cientistas criticam programa federal que prevê R$ 1 bi para reverter fuga de cérebros

“Nesse caso, não é repatriação de cérebros, né? Serão mesmo as melhores cabeças que estamos trazendo?”, questiona a biomédica Helena Nader, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC). “Já temos aqui no Brasil muitos doutores que estão sem emprego, por que não contratar essas pessoas, então? Dar esse valor de bolsa para elas? Vamos trazer mais gente para ficar sem emprego? O valor das bolsas daqui aumentou, mas ainda está muito aquém da necessidade dos estudantes, não oferece plano de saúde nem tíquete refeição. As nossas universidades estão sem concurso e sem previsão de crescimento.”

#CiênciaBrasileira

via ABC

Disponível em: http://www.abc.org.br/2024/04/22/por-que-cientistas-criticaram-programa-federal-que-preve-r-1-bi-para-reverter-fuga-de-cerebros/

Plano para “repatriar” cientistas foge das causas reais do problema

Plano para “repatriar” cientistas foge das causas reais do problema

O programa, conforme mostra o PAI, foi decidido no ano passado. Parece apenas uma infeliz coincidência que o anúncio tenha vindo junto com a deflagração de greve nas universidades federais que reivindicam – corretamente – melhores salários e condições de trabalho. Utilizar, porém, a greve nas federais para criticar o CNPq é misturar alhos com bugalhos, já que investimentos perenes, relacionados a salários, devem ser analisados sob outra perspectiva. É claro que o dinheiro carimbado para uso do programa de repatriação poderia ter sido alocado para a valorização de pesquisadores que já estão no país. Mas essa foi uma escolha do governo como um todo.

#CiênciaBrasileira

via Questão de Ciência

Disponível em: https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2024/04/22/plano-para-repatriar-cientistas-foge-das-causas-reais-do-problema

Os problemas do Programa de Repatriação do CNPq

Os problemas do Programa de Repatriação do CNPq

(…) é sim necessário ter estratégias para repatriar pesquisadores brasileiros. Porém, não é um programa pontual que vai garantir isso. Precisamos de um sistema mais robusto de financiamento da Ciência brasileira, da abertura de mais concursos, de concursos que sejam mais conscientes com pesquisadores que estão em outros Estados e outros países e, obviamente, salários mais atrativos. Não é um programa que vai trazer estes pesquisadores de volta ao país, é uma política inteira.

#CiênciaBrasileira

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/carlos-takeshi-hotta/os-problemas-do-programa-de-repatriacao-do-cnpq/

Os desafios do sistema de pós-graduação para formar pesquisadores

Os desafios do sistema de pós-graduação para formar pesquisadores

Outro fator que compromete a atratividade da pós-graduação no país é o longo tempo de formação, que chega a 15 anos, da graduação até o doutorado. “Um jovem doutor se forma no Brasil com 37 ou 38 anos, faz dois anos de pós-doc e entra no mercado de trabalho aos 40 anos de idade, pelo menos 10 anos mais tarde do que acontece em outros países”, explicou.

via Revista Pesquisa Fapesp

#CiênciaBrasileira #PósGraduação

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-desafios-do-sistema-de-pos-graduacao-para-formar-pesquisadores/

No Brasil, uma a cada duas mulheres cientistas sofreu assédio sexual

No Brasil, uma a cada duas mulheres cientistas sofreu assédio sexual

O relatório – Perfil do Cientista Brasileiro em Início e Meio de Carreira, publicado em setembro passado – constata que 47% das mulheres já lidaram com assédio sexual na academia brasileira, em comparação com um em cada 10 homens.

via ABC

#Assédio #MulheresNaCiência #Cientistas #CiênciaBrasileira

Disponível em: http://www.abc.org.br/2024/01/10/no-brasil-uma-a-cada-duas-mulheres-cientistas-sofreu-assedio-sexual/

Ciência para inclusão

Ciência para inclusão

O governo brasileiro revelou seu mais recente Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, destinando um investimento de R$ 6,5 bilhões (US$ 1,3 bilhão) para uma série de iniciativas fundamentadas na ciência. O objetivo é assegurar a dignidade, promover direitos e ampliar a inclusão das pessoas com deficiência.

Coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o plano engloba diversas ações, incluindo a criação de 27 centros de acesso, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias assistivas.

#PcD #Inclusão #CiênciaBrasileira

via Ciência e Cultura

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=5359

Orçamento do conhecimento encolheu R$ 117 bilhões na última década no Brasil

Orçamento do conhecimento encolheu R$ 117 bilhões na última década no Brasil

O PLOA (Projeto de Lei Orçamentária) para 2024, apresentado pelo governo, destina às 69 universidades federais do país R$ 6,85 bilhões —R$ 900 milhões a menos do que em 2023. Esse valor representa menos da metade (44%) do que a rede federal tinha disponível em 2014, quando havia apenas 59 instituições de ensino para dividir o recurso.

via Folha de S. Paulo

#UniversidadesPúblicas #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/12/orcamento-do-conhecimento-encolheu-r-117-bilhoes-na-ultima-decada-no-brasil.shtml