Pós-graduação brasileira conseguiu interiorizar-se, mas disparidades regionais persistem / UFMG

Pós-graduação brasileira conseguiu interiorizar-se, mas disparidades regionais persistem

Enquanto o Distrito Federal e o Rio Grande do Sul titularam, respectivamente, 23,9 e 21,6 doutores, Rondônia, Roraima e Maranhão titularam 1,6, 1,3 e 1,2 cada, para ficar apenas nas discrepâncias mais paradigmáticas. A média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), considerada uma meta para o Brasil, é de 21,9 doutores titulados por cem mil habitantes.

via UFMG

#PósGraduação #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/pos-graduacao-brasileira-consegue-interiorizar-se-mas-disparidades-regionais-persistem

A ciência deve servir exclusivamente aos interesses da sociedade

A ciência deve servir exclusivamente aos interesses da sociedade

Precisamos garantir que a ciência permaneça livre de interferências partidárias e assegurar que as decisões preservem a missão da Faperj de servir ao bem comum”, escreve o presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro, para a editoria especial do JC Notícias desta sexta-feira, que dedica seu espaço às manifestações da comunidade científica em defesa da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

via Jornal da Ciência

#Ciência #CiênciaBrasileira #FAPERJ

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-a-ciencia-deve-servir-exclusivamente-aos-interesses-da-sociedade/

Academia abraça as mesmas propostas que critica / Jornal da UNESP

Academia abraça as mesmas propostas que critica

Dizer que o “impacto” de uma pesquisa está relacionado à sua qualidade é uma afirmação vazia, porque “impacto” é, nesse contexto, uma palavra mal definida. Se tomada como sinônimo do quociente gerado no cálculo do “Fator de Impacto”, a afirmação passa de vazia a falaciosa. Se “impacto” for tomado como significando a importância da contribuição para o avanço da ciência, da tecnologia e da sociedade, é simplesmente impossível definir o prazo que deve ser considerado para dizer qual o “impacto” de uma pesquisa.

[…]

Apesar do histórico político do deputado que preside a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o requerimento, embora inadequado ao aplicar as sugestões de forma generalizada a todas as áreas do conhecimento, tem o mérito de incentivar os gestores a refletirem sobre as propostas. Muitas dessas sugestões já são aplicadas em diversas pós-graduações. Nesse contexto, tanto concordar quanto discordar do texto de Nikolas Ferreira pode gerar um debate construtivo.

via Jornal da UNESP

#CiênciaBrasileira #PósGraduação #FatorDeImpacto

Disponível em: https://jornal.unesp.br/2024/10/22/academia-abraca-as-mesmas-propostas-que-critica/

Deputado antivacina cobra impacto da ciência brasileira / Folha de S. Paulo

Deputado antivacina cobra impacto da ciência brasileira

O Brasil já enfrenta desafios significativos no campo da pesquisa e da inovação, como a falta de investimentos consistentes e cortes orçamentários que afetam diretamente a produção científica e de inovação tecnológica. A solução para esses problemas não está em impor uma visão restritiva e neocolonial do que constitui uma pesquisa de impacto, mas em fomentar um ambiente que incentive a diversidade de abordagens e seus diferentes tipos de impacto — científico, social, ambiental, cultural ou econômico.

via Folha de S. Paulo

#CiênciaBrasileira #PósGraduação

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/10/deputado-antivacina-cobra-impacto-da-ciencia-brasileira.shtml

Títulos de doutorado concedidos recuperam o nível pré-pandemia / Pesquisa Fapesp

Títulos de doutorado concedidos recuperam o nível pré-pandemia

Após queda significativa entre 2019 e 2020 (de 24.422 para 20.066, ou 17,8%), o número de títulos de doutorado concedidos voltou a crescer desde 2021, atingindo 24.944 títulos em 2023.

#TesesEDissertações #PósGraduação #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/titulos-de-doutorado-concedidos-recuperam-o-nivel-pre-pandemia/

Cai número de publicações científicas no mundo / Pesquisa Fapesp

Cai número de publicações científicas no mundo

A acentuação da queda deveu-se principalmente à China, que passou de um ganho de 14,5% entre 2021 e 2022 para retração de 3,6%, no período mais recente, e à Índia, que reverteu seu crescimento de 5,6% para redução de 7,3% nesses mesmos biênios. Diferentemente desse movimento geral, registraram-se quedas menos intensas para os países da América do Sul no período mais recente.

#ProduçãoCientífica #CiênciaBrasileira #Ciência

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/cai-numero-de-publicacoes-cientificas-no-mundo/

A diversidade do conhecimento e o papel do Brasil na pesquisa global / Jornal da Ciência

A diversidade do conhecimento e o papel do Brasil na pesquisa global

Tenho defendido, como pesquisador de Humanas-Humanidades (que são áreas que – aparentemente – não teriam o mesmo impacto econômico que as Exatas e Biológicas), mas também como presidente da SBPC, dois pontos:

  1. Que o Brasil precisa escolher alguns temas ou questões em que deve disputar o protagonismo mundial. Uns deles são óbvios – mudança do clima, sustentabilidade, transição energética, energias limpas, biodiversidade e sociodiversidade (lista não exaustiva, mas não dá para crescer demais);
  2. E que ao mesmo tempo devemos acompanhar absolutamente todas as áreas em que pesquisa relevante se faz, mesmo que não possamos ter liderança ou, mesmo, sequer programas de pós-graduação específicos.

via Jornal da Ciência

#CiênciaBrasileira

Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/editorial-a-diversidade-do-conhecimento-e-o-papel-do-brasil-na-pesquisa-global/

Brasil fica em 13º em produção científica no mundo e vê queda nos últimos anos / Folha de S. Paulo

Brasil fica em 13º em produção científica no mundo e vê queda nos últimos anos

Os dados são parte do relatório “Panorama das Mudanças na Pesquisa no Brasil”, produzido pela Clarivate e divulgado, nesta quinta-feira (15), pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). A análise é feita em relação a todos os países do mundo, mas o relatório destaca os 20 líderes em produção.

O país publicou, no período de cinco anos, 458.370 estudos, número próximo aos vizinhos imediatos de ranking Coreia do Sul e Rússia. O valor, porém, é consideravelmente distante dos líderes EUA (mais de 4 milhões de publicações), China (mais de 3,6 milhões) e Reino Unido (mais de 1,2 milhão).

#CiênciaBrasileira

via Folha de S. Paulo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2024/08/brasil-fica-em-13o-em-producao-cientifica-no-mundo-e-ve-queda-nos-ultimos-anos.shtml

Produção de ciência no Brasil caiu novamente em 2023; queda foi observada em 35 países / Bori

Produção de ciência no BR caiu novamente em 2023; queda foi observada em 35 países

O relatório mostra também que, com exceção das universidades federais de Juiz de Fora (UFJF) e de Pernambuco (UFPE), todas as instituições de pesquisa do país analisadas sofreram redução na produção científica em 2023 em relação a 2022. Foram consideradas 31 instituições de pesquisa com mais de mil artigos científicos publicados em 2022.

#CiênciaBrasileira

via Bori

Disponível em: https://abori.com.br/ciencia/producao-de-ciencia-no-br-caiu-novamente-em-2023-queda-foi-observada-em-35-paises/

Brasil duplicou o número de mestres e quase triplicou o de doutores, mas ainda é pouco / The Conversation

Brasil duplicou o número de mestres e quase triplicou o de doutores, mas ainda é pouco

Entre as duas décadas que separam 2001 e 2021, o Brasil teve um crescimento de 271% em seu número de doutores, e de 210% em seu número de mestres, aumento sem precedentes na história do país. Os dados foram revelados na pesquisa Brasil: Mestres e Doutores 2024. O estudo, conduzido pelo Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, levanta o questionamento: será que finalmente há doutores e mestres suficientes no Brasil? A resposta é não.

#CiênciaBrasileira

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/brasil-duplicou-o-numero-de-mestres-e-quase-triplicou-o-de-doutores-mas-isso-ainda-e-pouco-233544

Nascida há 100 anos, Carolina Bori teve voz proeminente na ciência brasileira / Pesquisa Fapesp

Nascida há 100 anos, Carolina Bori teve voz proeminente na ciência brasileira

O ativismo pautou toda a trajetória de Bori. “No início de sua carreira, ela lutou pela consolidação da psicologia como ciência no Brasil, e posteriormente pelo desenvolvimento científico e tecnológico como um todo”, conta Deisy de Souza, do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (DPsi-UFSCar). “Carolina acreditava que a ciência e a educação eram os caminhos para o desenvolvimento do nosso país”, acrescenta Dora Fix Ventura, professora sênior do Instituto de Psicologia da USP.

#MulheresNaCiência #CiênciaBrasileira

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nascida-ha-100-anos-carolina-bori-teve-voz-proeminente-na-ciencia-brasileira

A valorização da ciência frente à nova ordem climática / Jornal da Universidade

A valorização da ciência frente à nova ordem climática

Dito isso, é urgente que o reconhecimento à ciência como um espaço sério e competente na construção de sociedades mais resilientes à nova ordem climática não seja apenas uma moda passageira ou oportunismo. Não basta chamar especialistas em momentos de emergência, é preciso dar a eles sustentação por meio de políticas de investimento robustas para um trabalho de longo prazo.

#CiênciaBrasileira #MudançasClimáticas

via Jornal da Universidade

Disponível em: https://www.ufrgs.br/jornal/a-valorizacao-da-ciencia-frente-a-nova-ordem-climatica/