Economia da atenção: formar “consumidores informados” é uma prioridade para a educação midiática / The Conversation

Economia da atenção: formar “consumidores informados” é uma prioridade para a educação midiática / The Conversation

A recente decisão judicial nos EUA que responsabilizou o YouTube e o Instagram pelos problemas de saúde mental sofridos por um usuário levanta questões sobre os objetivos da educação para a mídia. Embora seu propósito seja aprimorar o pensamento crítico dos jovens cidadãos, ela não pode cumprir sua missão sem esclarecer o funcionamento comercial dessas plataformas.

Nos cursos de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI), a ênfase é ostensivamente colocada no “pensamento crítico”, ou seja, na capacidade de analisar a informação de forma objetiva e formar uma opinião bem fundamentada.

Mas e a habilidade do “consumo informado”, ou seja, a capacidade de refletir sobre o próprio consumo, escolhas, necessidades e orçamentos com pleno conhecimento dos fatos, e de reivindicar os próprios direitos? Essa habilidade é frequentemente relegada a segundo plano. No entanto, ela está incluída no programa de educação para a cidadania digital do Conselho da Europa.

#MídiasSociais #CoInfo #EducaçãoMidiática

via The Conversation

Disponível em: https://theconversation.com/economie-de-lattention-former-des-consommateurs-avertis-une-priorite-de-leducation-aux-medias-279775

Unesco vê baixa implementação da educação midiática nos currículos mundo afora / Folha de S. Paulo

Unesco vê baixa implementação da educação midiática nos currículos mundo afora / Folha de S. Paulo

“Globalmente, 84 dos 194 países (43%) integraram elementos de MIL (Alfabetização Midiática e Informacional) —conforme descrito pela Unesco— nos currículos da educação nacional formal. Outros 56 países (29%) também integraram alguns elementos de MIL nos currículos nacionais, porém limitam essa integração à abordagem apenas da alfabetização digital”, afirma o relatório intitulado Media and Information Literacy for all: closing the gaps (“Alfabetização Midiática e Informacional para todos: fechando as lacunas”, em tradução livre).

via Folha de S. Paulo

#EducaçãoMidiática #UNESCO #CoInfo

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/02/unesco-ve-baixa-implementacao-da-educacao-midiatica-nos-curriculos-mundo-afora.shtml

Navegando criticamente na era das fake news: integrando ciências e mídias para uma educação transformadora / Livros Abertos USP

Navegando criticamente na era das fake news: integrando ciências e mídias para uma educação transformadora / Livros Abertos USP

Os capítulos apresentam propostas que integram ciência e mídia para uma educação crítica, mediada pela análise e produção de mídias — dos livros e materiais impressos aos recursos digitais mais recentes, como as ferramentas de inteligência artificial generativa. Cada capítulo evidencia como o diálogo entre saberes acadêmicos, contextos escolares e linguagens midiáticas pode favorecer práticas educativas comprometidas com a justiça social, a democracia e o pensamento crítico.

#Desinformação #EducaçãoMidiática #LivrosCI

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1659

Saber ler e escrever não garante autonomia no uso do mundo digital / Porvir

Saber ler e escrever não garante autonomia no uso do mundo digital

Em linhas gerais, 40% dos alfabetizados em nível consolidado, ou proficientes, apresentaram médio ou baixo desempenho em tarefas digitais. E 95% dos analfabetos só conseguem realizar um número bastante limitado ao que foi proposto durante o levantamento, que ouviu 2.554 indivíduos, de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país.

#Alfabetização #EducaçãoMidiática

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/alfabetismo-digital-inaf/

Ler o mundo para ler a palavra: caminhos para uma leitura crítica da realidade / Porvir

Ler o mundo para ler a palavra: caminhos para uma leitura crítica da realidade

Um estudo recente do Reuters Institute, vinculado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostra que, no Brasil, as mídias sociais (51%) já superam a televisão (50%) e a mídia impressa (11%) como principal fonte de notícias. Essas plataformas digitais estão moldando os hábitos das gerações mais novas, que costumam dar mais atenção a influenciadores e celebridades do que a jornalistas – mesmo quando se trata de temas noticiosos.

#EducaçãoMidiática

via Porvir

Disponível em: https://porvir.org/educacao-midiatica-caminhos-para-uma-leitura-critica/

‘Educação midiática’: como os jovens finlandeses aprendem a detectar notícias falsas na escola / Exame

‘Educação midiática’: como os jovens finlandeses aprendem a detectar notícias falsas na escola

Ao ensinar seus cidadãos a analisar criticamente o conteúdo midiático, desmentir informações falsas e criar conteúdo próprio, a Finlândia busca promover a educação midiática como uma habilidade cívica.

O país nórdico foi um dos primeiros na Europa a definir uma política nacional de educação midiática em 2013. Em 2019, o tema passou a integrar as disciplinas do ensino fundamental e médio. Para melhorar as habilidades de adultos e idosos, ONGs e bibliotecas públicas oferecem cursos.

#EducaçãoMidiática

via Exame

Disponível em: https://exame.com/mundo/educacao-midiatica-como-os-jovens-finlandeses-aprendem-a-detectar-noticias-falsas-na-escola/

Pluralidade de vozes demanda responsabilidade na era da abundância informacional / Folha de S. Paulo

Pluralidade de vozes demanda responsabilidade na era da abundância informacional

Dados da última pesquisa Tic Kids Online divulgada mostram uma presença intensa de jovens entre 9 e 17 anos no ambiente digital, sendo que 95% da população nesta faixa etária acessa a internet quase que diariamente e 84% utiliza a rede para assistir a vídeos, filmes ou séries. Ou seja, consomem ativamente conteúdos produzidos por influenciadores digitais no Instagram, YouTube e TikTok.

via Folha de S. Paulo

#EducaçãoMidática

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/10/pluralidade-de-vozes-demanda-responsabilidade-na-era-da-abundancia-informacional.shtml

Pesquisas online para avaliar a desinformação podem aumentar a sua veracidade percebida

Pesquisas online para avaliar a desinformação podem aumentar a sua veracidade percebida

Os nossos resultados indicam que aqueles que pesquisam online para avaliar a desinformação correm o risco de cair em vazios de dados ou em espaços informativos onde existem provas corroborantes provenientes de fontes de baixa qualidade.

#Desinformação #CoInfo #EducaçãoMidiática

Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41586-023-06883-y

Como a desinformação online explora os “vazios de informação” — e o que fazer a respeito

Como a desinformação online explora os “vazios de informação” — e o que fazer a respeito

Em seu recente estudo, Kevin Aslett, cientista político da Universidade da Flórida Central, em Orlando, e seus colegas descobriram que as pessoas que usaram a Pesquisa do Google para avaliar a precisão das notícias – histórias que os autores, mas não os participantes, sabiam que eram imprecisas – acabaram confiando mais nessas histórias. Isso se deve ao fato de que suas tentativas de pesquisar essas notícias aumentaram a probabilidade de que lhes fossem mostradas fontes que corroborassem uma história imprecisa.

via Nature

#Desinformação #EducaçãoMidiática #CoInfo

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-024-00030-x

As crianças deveriam aprender na escola como evitar golpes online?

As crianças deveriam aprender na escola como evitar golpes online?

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, os golpes aplicados pela internet cresceram 65,2% no Brasil em 2022. E ser vítima desse tipo de crime não é uma realidade apenas para os brasileiros. O Gabinete de Estatísticas Nacionais (ONS) do Reino Unido relatou um aumento de 25% no número de fraudes em 2021 em comparação com o ano anterior.

#EducaçãoMidiática #CoInfo

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmlj9v2jnd7o

Narrativas digitais contra a desinformação

Narrativas digitais contra a desinformação (2023)

Narrativas digitais contra a desinformação. Verificação de fatos e alfabetização na sociedade digital, organizado por María Isabel Míguez-González e Alberto Dafonte-Gómez.

Publicado na revista: Espejo de Monografías de Comunicación Social.

#Desinformação #EducaçãoMidiática #Jornalismo #LivrosCI

Disponível em: http://espejodemonografias.comunicacionsocial.es/issue/view/541

Reunião entre CFB e SECOM da Presidência da República busca fortalecer a educação midiática

Reunião entre CFB e SECOM da Presidência da República busca fortalecer a educação midiática l “Precisamos garantir que as bibliotecas desempenhem um papel fundamental na educação midiática […]”, diz Renam Brandão #EducaçãoMidiática via CFB https://cfb.org.br/noticias/reuniao-entre-cfb-e-secom-da-presidencia-da-republica-busca-fortalecer-a-educacao-midiatica/

Acesse o item em: https://cfb.org.br/noticias/reuniao-entre-cfb-e-secom-da-presidencia-da-republica-busca-fortalecer-a-educacao-midiatica/