As feridas abertas da escravidão: ONU aprova resolução histórica sobre o tráfico de africanos / Jornal da USP

As feridas abertas da escravidão: ONU aprova resolução histórica sobre o tráfico de africanos / Jornal da USP

No dia 25 de março, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas aprovou uma resolução que reconhece o tráfico transatlântico de africanos escravizados como “o crime mais grave contra a humanidade”. A proposta foi apresentada pelo presidente de Gana, John Mahama, e foi aprovada por 123 dos Estados-membros, enquanto 52 se abstiveram e três países votaram contra: Estados Unidos (EUA), Israel e Argentina.

#ONU #Escravidão

Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/as-feridas-abertas-da-escravidao-onu-aprova-resolucao-historica-sobre-o-trafico-de-africanos/

‘O crime mais grave contra a humanidade’: deve haver compensações pelo comércio de pessoas escravizadas? / BBC

‘O crime mais grave contra a humanidade’: deve haver compensações pelo comércio de pessoas escravizadas? / BBC

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução, declarando a escravidão “o crime mais grave contra a humanidade”.

A resolução também pede “a imediata e incondicional restituição” de objetos culturais, incluindo obras de arte, monumentos, peças de museus, documentos e arquivos nacionais, que devem ser devolvidos aos seus países de origem sem custo. A resolução foi apresentada pelo presidente de Gana, John Mahama, com o apoio da União Africana. A intenção é abrir o caminho para a cura e o pagamento de compensações, conhecidas como reparações.

A proposta foi adotada por 123 votos contra três. Houve 52 abstenções de países como o Reino Unido e os Estados membros da União Europeia. Os Estados Unidos, a Argentina e Israel foram os países que votaram contra a resolução.

#Escravidão

via BBC

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czd74e9edp9o

Cenas da escravidão em romances oitocentistas / Livros Abertos da USP

Cenas da escravidão em romances oitocentistas / Livros Abertos da USP

O livro aborda um tema pouco tratado pela crítica literária: as representações da escravidão nas narrativas ficcionais oitocentistas de língua portuguesa. No primeiro capítulo buscamos mostrar como as representações da escravidão têm sido pouco abordadas pela crítica literária que trabalha sobre o oitocentos, tanto no Brasil, como em Portugal. Já no segundo voltamos a nossa atenção a duas obras brasileiras em que a escravidão é central: As vítimas algozes de Manuel Joaquim de Macedo, publicado em 1869, e A escrava Isaura de Bernardo Guimarães, livro de 1875, que colocamos em diálogo com obras publicadas em outros países: Portugal, França e Estados Unidos.

#Literatura #Escravidão

Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1661

As histórias que Ruy Barbosa não conseguiu queimar l “Docentes da Unesp colabora…

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As histórias que Ruy Barbosa não conseguiu queimar l “Docentes da Unesp colaboram com pesquisa que revela documentação inédita sobre a #escravidão no Brasil. Descoberta lança luz sobre dinâmica do tráfico interno […]” #HistóriaDoBrasil via Jornal da Unesp jornal.unesp.br/2023/04/14/as-…
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Acesse o item em: https://jornal.unesp.br/2023/04/14/as-historia-que-ruy-barbosa-nao-conseguiu-queimar/

Colonialidade, classificação e poder l “Os sistemas e processos de organização …

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Colonialidade, classificação e poder l
“Os sistemas e processos de organização do conhecimento refletem os valores, privilégios e preconceitos da sociedade onde estão inseridos.” #Classificação #Imigrantes #Refugiados #Escravidão #Colonização revista.ibict.br/liinc/article/… https://t.co/2BK6esLaZl
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Fonte by Projeto Informe-CI