Análise de anúncios de empresas que vendem artigos revela um mercado global de fraude acadêmica / Pesquisa Fapesp

Análise de anúncios de empresas que vendem artigos revela um mercado global de fraude acadêmica / Pesquisa Fapesp

Um levantamento internacional trouxe novos detalhes sobre o funcionamento das chamadas fábricas de papers, empresas fraudulentas que comercializam manuscritos científicos, muitas vezes com dados falsos ou plagiados. O estudo, o maior do gênero já realizado, está disponível no repositório ArXiv e reuniu mais de 18 mil anúncios publicados entre 2020 e 2026 em aplicativos e sites de sete dessas empresas, que operam em países como Índia, Iraque, Uzbequistão, Rússia, Letônia, Cazaquistão e Ucrânia.

Outro dado que chamou a atenção foi a diversidade dos negócios. Duas das empresas ofereciam autoria em outros tipos de publicação, como livros didáticos, bem como a inclusão de nomes em patentes e registros de direitos autorais, além do recebimento de prêmios. “A expressão fábrica de papers não abrange tudo o que está acontecendo”, disse Richardson à Nature “Penso nessas fábricas como empresas que operam no mercado de manipulação de reputação.”

#MásCondutasCientíficas #FraúdeEmPesquisaCientífica #FábricasDePapers

via Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/crime-organizado/

As entidades que permitem a fraude científica em grande escala são grandes, resilientes e estão a crescer rapidamente / PNAS

As entidades que permitem a fraude científica em grande escala são grandes, resilientes e estão a crescer rapidamente / PNAS

Aqui, demonstramos por meio de estudos de caso que i) indivíduos cooperaram para publicar artigos que acabaram sendo retratados em diversos periódicos, ii) corretores possibilitaram a publicação em periódicos alvo em grande escala e iii) dentro de um campo da ciência, nem todos os subcampos são igualmente alvos de fraude científica. Nossos resultados revelam algumas das estratégias que permitem que as entidades que promovem a fraude científica escapem de intervenções. Nossa análise final sugere que essa capacidade de escapar de intervenções está permitindo que o número de publicações fraudulentas cresça a uma taxa muito superior à da ciência legítima.

#MásCondutasCientíficas #FraudeEmPesquisaCientífica

Disponível em: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2420092122

Fake Science: como se proteger da fraude científica disfarçada de verdade / Gizmodo

Fake Science: como se proteger da fraude científica disfarçada de verdade

A publicação predatória, além de explorar a necessidade de pesquisadores publicarem seus trabalhos, também dissemina “Fake Science”. Além do viés, outras formas de “Fake Science” incluem a pseudociência e a manipulação de dados. Com o crescimento do acesso à inteligência artificial, a ciência enfrenta um problema para combater a “Fake Science”.
Segundo um levantamento da revista Nature, os “paper mills” já exploram modelos de linguagem de grande escala (LLMs) para evitar detecção de plágios e auxiliar na produção em massa de “Fake Science”.

#FraudeEmPesquisaCientífica #FakeScience

via Gizmodo

Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/fake-science-como-se-proteger-da-fraude-cientifica-disfarcada-de-verdade/

Reprovação imediata / Revista Pesquisa Fapesp

Reprovação imediata

Pesquisadores denunciados por assédio sexual amargam uma redução no número das citações de seus artigos nos três anos seguintes às acusações. A queda é mais significativa do que a sofrida por pesquisadores responsabilizados por má conduta científica, como plágio ou fraude, concluiu um estudo publicado na revista PLOS ONE. Seus autores, liderados por Giulia Maimone, da Escola de Administração da Universidade da Califórnia em Los Angeles, Estados Unidos, analisaram as citações de 30 cientistas.

#Assédio #FraudeEmPesquisaCientífica #ComunicaçãoCientífica

via Revista Pesquisa Fapesp

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/reprovacao-imediata/

Cientistas denunciam centenas de artigos que usam IA sem divulgá-la / Nature

Cientistas denunciam centenas de artigos que usam IA sem divulgá-la

(…) pesquisadores identificaram centenas de casos em que ferramentas de IA parecem ter sido usadas sem divulgação. Em alguns casos, os artigos foram corrigidos silenciosamente — as frases características da IA ​​foram removidas sem reconhecimento. Esse tipo de mudança silenciosa é uma ameaça potencial à integridade científica, afirmam alguns pesquisadores.

Essas mudanças apareceram em uma “pequena minoria de periódicos”, afirma Alex Glynn, instrutor de pesquisa e comunicação na Universidade de Louisville, no Kentucky. Mas, considerando que provavelmente também há muitos casos em que autores usaram IA sem deixar vestígios óbvios, “estou surpreso com a quantidade que existe”, acrescenta.

#EscritaCientífica #IntegridadeEmPesquisa #IA

via Nature

Disponível em: https://www.nature.com/articles/d41586-025-01180-2

Tipos de plágio pouco tratados na literatura: um olhar a partir do contexto universitário / ACIMED

Tipos de plágio pouco tratados na literatura: um olhar a partir do contexto universitário

O problema do plágio ou fraude científica tem vindo a aumentar, representando uma ameaça significativa à integridade e credibilidade da investigação acadêmica. Esta prática desonesta afeta negativamente a comunidade científica e, em última análise, a qualidade e fiabilidade da informação disponível para a sociedade.

#Plágio #FraudeEmPesquisaCientífica

Disponível em: https://acimed.sld.cu/index.php/acimed/article/view/2654

Algo cheira estranho na universidade: os impressionantes 3.500 artigos do “Rajoy…

[ad_1]

[ad_2]

Fonte : Projeto Informe-CI

O golpe das edições especiais l “Fraudadores enganam editores de revistas cientí…

[ad_1]

[ad_2]

Fonte : Projeto Informe-CI