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IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

IA na ciência: “Curiosidade dos cientistas não será automatizada” / Science Arena

O avanço da inteligência artificial (IA) generativa ameaça inflacionar a “economia do prestígio” na ciência, desafiando a autenticidade e a qualidade do texto como medida de sucesso para pesquisadores. Para o biólogo Helder Nakaya, pesquisador sênior do Einstein Hospital Israelita, a IA – capaz de gerar palavras e frases que fazem sentido – impacta diretamente a profissão de cientista, especialmente na execução de tarefas repetitivas e baseadas em dados.

#Ciência #IA

via Science Arena

Disponível em: https://www.sciencearena.org/carreiras/ia-na-ciencia-curiosidade-dos-cientistas-nao-sera-automatizada/

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

Escrever ficou fácil — o difícil agora é ser original / Nepost

A Escrita 2.0 inaugura a era em que pensar bem vale mais do que redigir bem.
Quanto mais automatizada a escrita, mais escassa se torna a originalidade.
O que separa o criador do repetidor é o tipo de prompt que cada um prepara.
A Escrita 2.0 exige menos dedos e mais discernimento.
Os textos do futuro não serão medidos pela forma, mas pela profundidade da inovação que provocam.
Originalidade é o novo capital simbólico da era pós-escrita.

#Escrita #IA

via Nepost

Disponível em: https://nepo.com.br/2025/10/14/escrever-ficou-facil-o-dificil-agora-e-ser-original/

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira / Divulga-CI

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira / Divulga-CI

“Dentre a produção científica analisada, destacamos duas ações realizadas pelo CFB, que foram inspiradas nas pesquisas analisadas no livro que são: a Campanha #SouBibliotecaEscolar (…) e a Resolução CFB Nº 220/2020, uma contribuição do Grupo de Pesquisa liderado pela professora Bernadete Campello da UFMG ao definir os parâmetros para organização e funcionamento das Bibliotecas Escolares.” recorda a pesquisadora Profa. Ms. Maria Lourdes Blatt Ohira.

#BibliotecasEscolares #Lei12244/2010

via Divulga-CI

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-3-n-9-set-2025/biblioteca-na-escola-e-a-lei-no-12-244-2010-mapeamento-da-producao-cientifica-e-academica-por-maria-lourdes-blatt-ohira/

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Observatório de políticas públicas de arquivos para os municípios do Estado do Rio de Janeiro: por uma advocacy arquivística / PPGCI – UFF

Os diagnósticos arquivísticos realizados, revelaram a inexistência de políticas públicas de arquivos, descumprimento dos preceitos constitucionais e da legislação arquivística. Como resultado, apresenta-se um modelo de observatório de políticas públicas de arquivos, indicando seus elementos essenciais: conceituação, características, estruturas, formas de governança, processos, atores-chaves, produtos e serviços. Conclui-se que o observatório proposto é um agente de advocacy arquivística, em defesa do campo arquivístico que pode contribuir para influenciar o fomento à formação de agendas governamentais, a implementação, o monitoramento e avaliação de políticas públicas de arquivos nos municípios do Estado do Rio de Janeiro.

#Arquivos #PolíticasPúblicas

Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40515

Fundo Histórico de Ciência e Tecnologia / UPC

Fundo Histórico de Ciência e Tecnologia / UPC

A biblioteca da Coleção Histórica de Ciência e Tecnologia da Escola Superior de Engenharia Industrial de Barcelona contém cerca de 11.000 livros e 5.000 volumes de periódicos especializados em ciência e tecnologia, publicados entre o século XVI e 1950.

#FontesDeInformação #História #Ciência

Disponível em: https://upcommons.upc.edu/collections/5cd35ab7-8ad4-4eee-b79d-ed0cada1a7ef/browse/dateissued

Métricas que governam: da sociologia digital à avaliação responsável / CI Express

Métricas que governam: da sociologia digital à avaliação responsável / CI Express

Do ponto de vista sociológico, dados altmétricos são artefatos sociotécnicos: dependem de infraestruturas privadas, coleta automatizada, algoritmos opacos e sistemas de plataformas que não são neutras (Couldry; Mejias, 2019). A consequência é conhecida por quem atua no Brasil: uma nova camada de colonialidade algorítmica sobre o já desigual mercado global de atenção científica (Silveira et al.; 2025, Alperin, 2015; Vessuri; Guédon; Cetto, 2014).

Mas isso não implica descartar a altmetria. Pelo contrário: quando situada em princípios de avaliação responsável, ela pode complementar indicadores tradicionais, qualificar debates públicos e visibilizar impactos sociais, educacionais e midiáticos da pesquisa, especialmente em agendas locais e de interesse público.

#MediaçãoAlgorítmica #SociologiaDigital #Altmetria

via CI Express

Disponível em: https://www.cienciadainformacaoexpress.com/post/m%C3%A9tricas-que-governam-da-sociologia-digital-%C3%A0-avalia%C3%A7%C3%A3o-respons%C3%A1vel

Relatório Mundial da UNESCO sobre Políticas Culturais. Cultura: a ODS ausente / UNESCO

Relatório Mundial da UNESCO sobre Políticas Culturais. Cultura: a ODS ausente / UNESCO

Da primeira Conferência Intergovernamental sobre Políticas Culturais da UNESCO, realizada em Veneza em 1970, à histórica MONDIACULT na Cidade do México em 1982, e à Década Mundial para o Desenvolvimento Cultural (1988-1997), o papel fundamental da cultura na formação do desenvolvimento humano tem sido repetidamente afirmado. No entanto, ao longo do tempo, à medida que o cenário político global evoluiu, trazendo consigo novas crises e complexidades, um crescente consenso global emergiu em torno da ideia de que os modelos de desenvolvimento dominantes, muitas vezes cegos às dimensões culturais, reforçaram as desigualdades, incluindo as de gênero, e colocaram o planeta em risco.

Nesse contexto, surgiu um novo impulso que reconhece que a cultura não é apenas um setor da sociedade, mas um sistema de significado, pertencimento, criatividade e cuidado. A cultura possibilita o multilateralismo diverso, incentiva ações climáticas sensíveis ao contexto, apoia uma transformação digital representativa e contribui para a igualdade de gênero e o crescimento econômico inclusivo. Sua integração ao desenvolvimento sustentável não é mais uma aspiração conceitual, mas uma necessidade prática.

#Cultura #PolíticasCulturais

Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000395708

“Há Sempre Dois Lados da História”: A Importância da Multiperspetiva na Construção do Pensamento Histórico / FLUP

“Há Sempre Dois Lados da História”: A Importância da Multiperspetiva na Construção do Pensamento Histórico / FLUP

Nas conclusões desta investigação, verifica-se que, de facto, o uso da multiperspetiva na sala de aula pode contribuir para a compreensão histórica dos estudantes uma vez que confrontados com vários pontos de vista sobre os mesmos acontecimentos, os alunos conseguem ter uma visão mais ampla da história. A multiperspetiva impulsiona ainda o espírito crítico e a empatia histórica, sendo o primeiro um objetivo definido pelo ministério da educação no Perfil de Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO).

#História

Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/169821

Publicada a Portaria que define os representantes de instituições no Grupo de Trabalho do Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares / CFB

Publicada a Portaria que define os representantes de instituições no Grupo de Trabalho do Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares / CFB

Entre as instituições representadas, o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) integra oficialmente o grupo com o seu vice-presidente e coordenador da Comissão de Bibliotecas Escolares, Hamilton Vieira de Oliveira (titular) e a Presidente do CRB-13, Leoneide Maria Brito Martins (suplente).

A participação do CFB reforça o compromisso da Biblioteconomia com o desenvolvimento de políticas estruturantes para o setor educacional. O Conselho tem atuado de forma colaborativa junto ao MEC e demais entidades parceiras, para consolidar a presença da biblioteca escolar como componente essencial da educação básica, em diálogo com o Plano Nacional de Educação (PNE) e a PNLE.

#BibliotecasEscolares #PNLE #CFB

via CFB

Disponível em: https://cfb.org.br/noticias/publicada-a-portaria-que-define-os-representantes-de-instituicoes-no-grupo-de-trabalho-do-sistema-nacional-de-bibliotecas-escolares/

Clubes de leitura resistem à crise de leitores / Jornal da USP

Clubes de leitura resistem à crise de leitores / Jornal da USP

Num país onde as livrarias se esvaziam e os números da Câmara Brasileira do Livro revelam uma redução de 44% nas vendas de livros e a perda de cerca de 7 milhões de leitores nas duas últimas décadas, um movimento silencioso segue na contramão: o crescimento de 35% dos clubes de leitura no mesmo período, ainda segundo a entidade. Em Ribeirão Preto, o Clube Metamorfose USP é exemplo dessa resistência que une a comunidade acadêmica e o público em torno da literatura.

via Jornal da USP

#ClubesDeLeitura

Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/clubes-de-leitura-resistem-a-crise-de-leitores/

Por que o Koha se destaca tecnicamente frente ao Sophia? / Koha

Por que o Koha se destaca tecnicamente frente ao Sophia? / Koha

Se você já conhece o Koha como um software livre para gestão de bibliotecas, talvez esteja se perguntando como ele se compara tecnicamente a soluções proprietárias como o Sophia. A resposta está na flexibilidade, na aderência a padrões abertos e na autonomia que o Koha oferece às instituições.

via Koha

#AutomaçãoDeBibliotecas #Koha

Disponível em: https://kohabrasil.wordpress.com/2025/10/20/por-que-o-koha-se-destaca-tecnicamente-frente-ao-sophia/

UNESCO: Digitalização ética e justa / RBE

UNESCO: Digitalização ética e justa / RBE

Num contexto em que as bibliotecas escolares expandem a digitalização e o acesso aberto do patrimônio caído em domínio público, é importante refletir sobre questões éticas (e políticas) deste processo, especialmente quando o patrimônio digitalizado se transforma em recurso econômico para incrementar o poder de uma minoria de grandes empresas de tecnologias.

A Conferência Mundial da UNESCO sobre Políticas Culturais e Desenvolvimento Sustentável, Mondialcult 2025, reabre esta discussão, destacando, entre outras, a área dos direitos culturais e da cultura no ambiente digital.

#Digitalização

via RBE

Disponível em: https://blogue.rbe.mec.pt/unesco-digitalizacao-etica-e-justa-3010972