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Deixa a Inteligência Artificial do Dewey classificar por você? / Bits da Biblio

Deixa a Inteligência Artificial do Dewey classificar por você? / Bits da Biblio

O bibliotecário não sai de cena nunca, mas muda de lugar: de executor para revisor mediador. De autônomo intelectual único a ter o dom de classificar mesmo exausto para estrategista de uma tarefa técnica em que ganha um aliado.

A indexação e a classificação são partes centrais do trabalho técnico. Só que não precisam mais ser solitárias. A IA virou parceira. Faz a parte que para muitos era só intelectual e agora neurônios artificiais fazem em segundos!

#Indexação #IA #Classificação

via Bits da Biblio

Disponível em: https://bitsdabiblio.substack.com/p/bit126-deixa-a-inteligencia-artificial

O Google Acadêmico está condenado / Hannah Shelley

O Google Acadêmico está condenado / Hannah Shelley

Então aqui estamos: o Google tem um histórico comprovado de acabar com ferramentas acadêmicas, o Scholar não gera receita nenhuma em uma empresa obcecada por prioridades bilionárias, a IA está interrompendo a descoberta de pesquisas tradicionais e a academia construiu infraestrutura crítica em torno de um serviço comercial gratuito com garantias zero.

Minha previsão ousada? O Scholar será demitido em 5 anos. O Google anunciará com 12 meses de antecedência, a Bluesky entrará em colapso, as universidades buscarão alternativas e os fluxos de trabalho de pesquisa ficarão um caos por anos. Não diga que não avisei. Quando o Acadêmico se juntar ao Google Reader no cemitério digital, lembre-se deste momento.

via Hannah Shelley

#Google Acadêmico

Disponível em: https://hannahshelley.neocities.org/blog/2025_08_13_GoogleScholar

As NewsLetters são as novas mídias sociais acadêmicas? / LSE

As NewsLetters são as novas mídias sociais acadêmicas? / LSE

Newsletters, e-mails, listas de discussão e conferências e eventos presenciais estão despertando interesse renovado. Três quartos dos entrevistados disseram preferir receber e-mails e newsletters de editoras – muito à frente das mídias sociais, selecionadas por apenas 41% dos pesquisadores entrevistados. Esses canais não têm a visibilidade das mídias sociais, mas oferecem uma sensação de controle, comunidade e relevância que muitos agora preferem.

Em vez de divulgar conteúdo na esperança de que ele seja divulgado, os pesquisadores estão se concentrando em canais diretos e confiáveis para seus pares e públicos. Como disse um deles: “As melhores informações ainda chegam por meio de listas de e-mail, conferências e redes de colegas – não de plataformas”. Outro disse: “Evito completamente as mídias sociais e me concentro em newsletters”.

via LSE

#NewsLetters #ComunicaçãoCientífica

Disponível em: https://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2025/08/13/are-newsletters-the-new-academic-social-media/

Emendas Parlamentares no Orçamento das Universidades Federais / Observatório do Conhecimento

Emendas Parlamentares no Orçamento das Universidades Federais / Observatório do Conhecimento

O processo de aumento absoluto de emendas parlamentares no orçamento evidencia duas problemáticas principais: primeiro, o orçamento discricionário direcionado pelo Executivo é aquele que permite maior previsibilidade das instituições, visto que está previsto no Projeto de Lei Orçamentária e segue uma série de prerrogativas fiscais e constitucionais. As emendas, por outro lado, são instrumentos não somente orçamentários, mas, também, políticos. O segundo problema está no direcionamento de recursos de emendas por um/a parlamentar, sendo este processo dependente de fatores como plano político, propostas eleitorais e compatibilidade do projeto. Pelo lado da Universidade, a mobilização por emendas parlamentares depende de, principalmente, articulação política – fatores que ainda estão fora do escopo de atividade de gestão universitária. O gráfico e tabela abaixo demonstram tais relações a partir do orçamento discricionário das instituições entre 2014 e 2025.

#UniversidadesPúblicas #EmendasParlamentares

via Observatório do Conhecimento

Disponível em: https://observatoriodoconhecimento.org.br/emendas-parlamentares-no-orcamento-das-universidades-federais/

As IAs deveriam substituir os bibliotecários? / Realismo Não Mágico

As IAs deveriam substituir os bibliotecários? / As IAs deveriam substituir os bibliotecários? / Realismo Não Mágico

Quem ainda acha que o ~Chat não faz projeto de leitura, projeto de captação de recursos, projeto interdisciplinar entre biblioteca e sala de aula, projetos para eventos, e uma infinidade de outras coisas está não só muito enganado, como obsoleto (e sim, muitas vezes ele faz melhor que a gente, ou no mínimo dá excelentes sugestões e caminhos). Essas ferramentas são um universo de possibilidades, mas precisamos dar os comandos corretos e ter discernimento para avaliar o resultado, obviamente. Logo, quem não sabe organizar bons comandos, não vai saber usar a ferramenta e vai mesmo dizer que IAs não servem para nada, ou que fazem poucas coisas ou ainda que fazem ‘mas tem cara de ChatGPT’.

#IA #Bibliotecas #Bibliotecários

via Realismo Não Mágico

Disponível em: https://gabrielapedrao.substack.com/p/as-ias-deveriam-substituir-os-bibliotecarios

Desafios da censura em bibliotecas públicas: o passado informa o presente / CILIP

Desafios da censura em bibliotecas públicas: o passado informa o presente / CILIP

A censura é um desafio direto à liberdade intelectual, enquanto os profissionais da informação estão em posição de serem guardiões na defesa dessas liberdades de pensamento, acesso à informação e liberdade de expressão. O presidente do CILIP Escócia, Dr. David McMenemy, analisa o que podemos aprender com o passado para embasar nossas decisões e ações atuais.
(…) quando se trata de desafios de censura em bibliotecas, raramente há algo que não tenhamos visto antes como profissão, e é importante que estejamos cientes de nosso corpo de conhecimento e experiências históricas anteriores nessa área para fornecer a força necessária para lidar com suas iterações modernas com confiança. Em última análise, não estamos sozinhos nesses desafios, e o apoio coletivo de nossos colegas atuais, aliado ao engajamento com a sabedoria e a experiência daqueles que nos antecederam, são importantes para consolidar nossa força para quaisquer desafios que possam surgir.

#Censura

Disponível em: https://www.cilip.org.uk/news/707963/

O processo de construção das práticas informacionais no grupo de alcoólicos anônimos Glória Feliz de Belo Horizonte – MG / PPGCI – UFMG

O processo de construção das práticas informacionais no grupo de alcoólicos anônimos Glória Feliz de Belo Horizonte – MG / PPGCI-UFMG

A análise de conteúdo foi utilizada para sistematizar os dados e construir as categorias, buscando compreender como as práticas informacionais usadas pelo grupo de A.A contribuem para a sobriedade alcoólica. Quatro categorias foram construídas e embasadas em teóricos da área para análise de conteúdo das entrevistas. A doença, percepção e tratamento foi a primeira categoria avaliada com base no Modelo Bidimensional de Pamela McKenzie e Sense-Making de Brenda Dervin. A segunda categoria, O estigma e o preconceito, foi estudada com embasamento da teoria do Estigma de Erving Goffman. O A.A reuniões e estrutura constituiu a terceira categoria que foi discutida com fundamentos das teorias do interacionismo simbólico de Herbert Blumer e o Modelo Bidimensional de Pamela McKenzie (etapa de procuração). A última categoria, A visão de sociedade e da cultura, foi analisada com base na teoria da interpretação da cultura de Clifford Geertz. Os resultados revelam que o ambiente acolhedor do grupo, aliado à troca de experiências e ao apoio mútuo, favorece a ressignificação da identidade dos participantes e o enfrentamento do estigma social associado ao alcoolismo. Conclui-se que as práticas informacionais no A.A. desempenham papel central na recuperação dos indivíduos, sendo fundamentais para a construção de vínculos, fortalecimento da autoestima e transformação pessoal.

#PráticasInformacionais #AlcoólicosAnônimos

Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/84327

Quem decide o que é lido no Goodreads? Descobrindo o patrocínio e suas implicações para a pesquisa acadêmica / Big Data & Society

Quem decide o que é lido no Goodreads? Descobrindo o patrocínio e suas implicações para a pesquisa acadêmica / Big Data & Society

(…) nossa pesquisa revela pela primeira vez a escala do fenômeno das resenhas de livros incentivadas, bem conhecido pelos usuários do Goodreads, mas que permanece em grande parte anedótico. Além disso, ela ilumina a ascensão do conteúdo patrocinado, contribuindo para discussões mais amplas sobre abordagens computacionais para economias digitais de prestígio e o uso responsável de conjuntos de dados culturais mediados por plataformas em todas as disciplinas.

#Resenhas #HumanidadesDigitais #MercadoEditorial

Disponível em: https://doi.org/10.1177/20539517251359229

SBPC propõe formulação de lei federal para flexibilização de recursos para pesquisa científica / Ciência & Cultura

SBPC propõe formulação de lei federal para flexibilização de recursos para pesquisa científica / Ciência & Cultura

A Assembleia Geral de Sócios da SBPC propõe à Comissão de Legislação Participativa a formulação de uma lei federal que permita a flexibilização na transposição de recursos entre as rubricas de capital e custeio nos projetos de ciência, tecnologia e inovação.

O objetivo é facilitar a execução financeira das pesquisas, permitindo que os coordenadores possam, ao longo do projeto, decidir com maior autonomia como empregar os recursos de acordo com as necessidades científicas reais, seja para aquisição de reagentes, compra ou conserto de equipamentos, realização de trabalho de campo ou contratação de serviços especializados.

via Ciência & Cultura

#SBPC #CiênciaBrasileira

Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?p=8783

As ferramentas gratuitas que revelam seu engajamento no Instagram e TikTok / Exame

As ferramentas gratuitas que revelam seu engajamento no Instagram e TikTok

De métricas básicas a relatórios completos, essas plataformas ajudam criadores e marcas a entender quais conteúdos performam melhor e como otimizar as estratégias.

  • Metricool: ideal para acompanhar várias redes em um só painel e gerar relatórios automáticos.
  • Exolyt: foca em TikTok, oferecendo métricas avançadas e análise de tendências.
  • Not Just Analytics: popular no Instagram, mostra crescimento diário, engajamento e histórico detalhado.

#Instagram #TikTok #MarketingDigital

via Exame

Disponível em: https://exame.com/carreira/as-ferramentas-gratuitas-que-revelam-seu-engajamento-no-instagram-e-tiktok/

Indexação é o X da questão / Leitura e contexto

Indexação é o X da questão / Leitura e contexto

Enquanto na Biblioteconomia a indexação é mais aberta e voltada ao acesso temático, na Arquivologia ela é estritamente vinculada à proveniência e ao princípio da organicidade. No entanto, ambas as áreas compartilham o objetivo de facilitar o acesso e promover a recuperação da informação, respeitando as particularidades dos acervos que lidam e gerenciam.

Em tempos de transformação digital, a indexação ganha ainda mais relevância, exigindo dos profissionais habilidades técnicas e conhecimento, para que os softwares recebam os metadados necessários para chegar ao X da questão, tanto na Biblioteconomia como na Arquivologia, porque, em ambos, o objetivo é tratar e representar adequadamente os unidades de informação, seja no universo das bibliotecas, seja no universo dos arquivos.

#Indexação

via Leitura e contexto

Disponível em: https://leituraecontexto.blogspot.com/2025/08/indexacao-e-o-x-da-questao.html